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Ford Mustang Shelby Super Snake poderá ser visto no Salão de Nova York 2011

Quando parecia que as idéias tinham sido esgotadas, lá vêm mais um modelo a altura da parceria entre Shelby e Ford. E em pouco mais de duas semanas, quando ocorre o Salão de Nova York 2011, nos Estados Unidos, a  montadora vai revelar na mostra norte-americana a edição 2012 do Super Snake, pacote mais potente oferecido para a versão superesportiva Shelby GT500 do Ford Mustang.

A fábrica fundada por Carroll Shelby informa que extraiu colossais 811 cv de potência do bloco 5.4 litros V8 a gasolina. Segundo John Luft, presidente da Shelby American, “é um dos carros mais potentes e importantes já produzidos pela Ford em sua história”.

Uma breve retrospectiva comprova a evolução da cavalaria. Quando foi lançado, em 2008, o GT500 Super Snake oferecia 613 cv com opção que elevava a potência a 735 cv. Na versão 2010, o rendimento subiu a 760 cv. E agora, chega ao número imponente de 811 cv. Mas na versão “normal” Super Snake, o bloco gera os mesmos 760 cv de antes, além de intensos 81,5 kgfm de torque. A transmissão é sempre a manual de seis velocidades. E o pacote superesportivo traz ainda modificações nos conjuntos de suspensão, acabamento interno em couro camurçado (do tipo Alcântara) e enormes rodas de aro 20 com design feito pela própria Shelby.

Veja abaixo alguma fotos do incrível Mustang Shelby GT 500 Super snake 2012

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Nova Geração Ranger 2012 da Ford faz sua estréia no Salão de Bangcoc na Tailândia

A Ford apresentou na Tailândia a nova geração da Ford Ranger. A escolha do Salão de Bangcoc é oportuna, já que a Tailândia tem tradição na produção de picapes. A nova geração nasce com três versões de cabine e três motores, um a gasolina e dois a diesel (estes últimos os mais prováveis para o Brasil).

A tração pode ser traseira ou 4×4. Entre os equipamentos há câmera para visão traseira, algo interessante em veículos com traseira alta como as picapes. Também há possibilidade de air bags frontais, laterais e do tipo cortina. Tanto o câmbio manual como o automático têm seis marchas. A dianteira preserva os traços atuais da Ford e lembra muito a primeira geração do sedã Fusion vendida no Brasil.

Assista abaixo um vídeo com um pouco mais da Nova ranger que estreou no Salão de Bangcoc

Conheça como serão os kits de personalização do Novo Fiesta 2012

A Ford motrou esta semana nesta última quarta-feira (23) imagens de como seriam os kits de personalização do novo Fiesta 2012 que deve ganhar três novos pacotes de personalização, sendo que dois deles são para a parte interna e outro para o lado externo do veículo.

A montadora se inspirou no Focus vendido na Europa para desenvolver visuais mais esportivos para o novo modelo do Fiesta, que deve ser lançado no segundo semestre deste ano.

Segundo a Ford, um dos motivos de fazer os três novos pacotes é que 40% dos compradores do veículo acabam adquirindo pelo menos um acessório para o modelo. O novo pacote interno vai oferecer dois tons de revestimento para os assentos além de duas opções de paineis e volantes.

Do lado de fora, haverá a possibilidade dos compradores adquirirem rodas de liga leve, espelhos retrovisores com mais estilo, além de aerofólios, lanternas e faróis esportivos.

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Como será a nova Ranger Sport 2011 que começa a ser vendida este mês

fevereiro 8, 2011 1 comentário

Como já diria um amigo meu, picapes como a Ranger Splash, talvez nunca mais sejam feitas. Isso lá pelos idos de 1993, quando o modelo chegava por aqui.Talvez seja verdade, mas a Ford deve lançar este mês a versão 2011 da Ranger Sport, com leves alterações no visual apresentadas no Salão do Automóvel 2010, em outubro passado, conforme a foto abaixo. A picape ganhou nova grade e para-choque dianteiro pintados na cor do veículo, recurso que se estende à linha XLS da Ranger. Os faróis e lanternas foram escurecidos e as rodas de liga leve, pintadas na cor cinza. O modelo 2011 tem preço sugerido de R$ 55.990, cerca de R$700,00 a mais que o modelo 2010, o que consideramos normal e não abusivo.

Segundo informações do fabricante , a picape de entrada da Ford é equipada com motor Duratec 2.3 16V a gasolina, com 150 cv e 22,1 kgfm. De série, a Ranger Sport vem com ar-condicionado, vidros e travas elétricas,  sistema de som My Connection com quatro alto-falantes, conexão USB e Bluetooth, faróis de neblina, ajuste de altura da coluna de direção e pneus todo-terreno. A capacidade de carga é de 777 kg.

As vendas da versão Sport representam cerca de 13% da linha Ranger. Em 2010, as vendas totais cresceram 24% e somaram 15.307 unidades, o que a fabricante considera recorde histórico desde o lançamento nacional do modelo, em 1995.

Veja abaixo uma foto do modelo ( podem xingar) mais bacana já lançado até hoje, a Splash.

Não lembra de como eram os modelos da Ranger na década de 80 nos EUA, veja o vídeo abaixo com modelos fabricados até 2009.

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Vertrek é o SUV conceito mostrado pela Ford no Salão de Detroit 2011

janeiro 13, 2011 3 comentários

Quando pensamos que o mercado está chegando num nível de saturação criativa, eis que uma marca resolve inovar ainda mais. É o caso da montadora Ford que apresentou esta semana no Salão de Detroit 2011 a sua proposta de utilitário esportivo compacto para o futuro: o conceito Vertrek. Com linhas esportivas, o veículo antecipa o desejo da marca de criar uma nova geração global de utilitários esportivos compactos.

O conceito Vertrek é baseado na nova plataforma global do segmento C da Ford, que inclui a nova linha Focus lançada no início de 2011 na América do Norte e na Europa, além dos recentes veículos multiuso C-MAX e Grand C-MAX, mostradas inclusive a poucos dias no blog Contagiros. Ele representa a visão da marca do que um futuro utilitário esportivo deve oferecer em termos de design e inovação de engenharia.

Quem sabe inclusive ela não seja inspiração para a nova Eco Sport que em imagens mostradas em maio de 2009, ou seja a quase 3 anos já davam um indicativo que o modelo teria semelhanças com o Vertrek.

Fica a dúvida, como na minha opinião as linhas são semelhantes ao do ix 35, resta saber, quem copiou quem nesta brincadeira.

Veja mais fotos do conceito Vertrek da Ford abaixo:

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New Edge 2011 da Ford começa a ser vendida após apresentação no Salão do Automóvel em outubro

dezembro 9, 2010 2 comentários

Reverenciado durante o último Salão do Automóvel 2010 ocorrido em São Paulo em outubro, surpreendentemente o New Edge 2011 já está à venda há duas semanas, mesmo sem o consenso da Ford em deixar as concessionárias divulgarem efetivamente o modelo.

Para êxtase de quem ainda não possui o Super SUV da Ford e para desespero de quem adquiriu o modelo a alguns meses, o lançamento oficial aconteceu ontem em São Paulo. Quem foi ao Anhembi viu como o crossover está mais cromado que nunca, com uma revisão de projeto que só reforçou seu visual futurista. Quem esteve no salão e a viu pessoalmente sabe do que eu estou falando.

Apesar da grade exagerada, o resultado chama a atenção, sobretudo pelos faróis de neblina de leds – à noite o efeito é muito legal. Mas o Edge melhorou mesmo pelo nível de equipamentos e pelo fato de agora ter um preço competitivo – até então, o modelo tinha uma participação discreta no segmento.

O interior, por exemplo, foi redesenhado e tem como destaque o My Ford Touch, um sistema multimídia sensível ao toque e com inúmeras possibilidades. O painel de instrumentos, vejam só, é diferente na versão SEL e na Limited.

Na parte mecânica, o motor 3.5 V6 é o mesmo, mas com duplo comando de válvulas variável com 20 cv a mais e 10% a menos de consumo. A transmissão é a mesma de 6 marchas automática, mas agora há opção sequencial instalada nas laterais da manopla de câmbio.

O consumo impressiona: 8,62 km/l na cidade e 12,73 km/l na estrada. Os preços são R$ 122.100 pelo SEL e R$ 13.910 pelo Limited – com o teto panorâmico o valor sobe para R$ 142.610.

Avaliação

Abaixo uma avaliação do carro feita por uma equipe do Blogauto.

O interior mudou da água para o vinho. O exterior está legal, os farois pequenos ficaram menos estranhos do que imaginava perto dos largos frisos cromados, mas é no cockpit que você vê novidades.

De um carro comum e confortável, o Edge 2011 virou uma espécie de “gadget sobre quatro rodas”. É como operar um smartphone misturado com desktop e aparelho de som moderno. De analógico e palpável, apenas o velocímetro no centro. Ao lado dele, dois paineis de LCD pequenos podem servir para mostrar várias funções, cada qual com uma cor. No console central, a parte de cima é dominada pelo Sync, o sistema multimídia fornecido pela Microsoft. Na parte debaixo, o sistema de som da Sony com superfície que imita a de um piano. Tela sensível ao toque nos dois e design de eletrônico. Ou seja, quem é fã de novidades tecnológicas ficará horas dentro do carro com o motor desligado.

Bem, andando o quadro já não é tão empolgante. O Edge continua silencioso, com um câmbio macio e motor potente. Mas o botão sequencial, o mesmo usado no Fusion, foi mal pensado. Para acionar manualmente as marchas é preciso colocar a alavanca na posição M que fica no final do curso. Aí vc troca por um pequeno botão lateral na manopla, mas seu braço tem que ficar recuado o tempo todo. Bastava um simples “paddle-shift”, mas a Ford quis inventar moda, uma pena.

Com tanta tecnologia embarcada, o Edge tem freio de estacionamento no pé, como o de uma picape diesel, além de não oferecer GPS integrado. Aliás, a falta não se justifica. Segundo a Ford, a Microsoft não traduziu o sistema e por isso nem GPS nem comandos por voz (a não ser que você fale inglês ou espanhol com o carro) estão disponíveis. Perguntamos quando isso ocorrerá e a montadora desconversou. Claro que um dia teremos, mas eles acharam melhor não criar expectativa.

Apesar desses deslizes, o Edge agora deve ter uma carreira verdadeira no Brasil já que o anterior mal vendeu. Com preços mais em conta e uma versão de entrada e outra top, o crossover deve vender na casa das 300 a 400 unidades – só em duas semanas o carro já emplacou 210 unidades. Só para se ter uma idéia o Camaro da Chevrolet emplacou o dobro mas com propaganda massissa em TV e internet.

Assista ao vídeo de explicação do veículo que foi veiculado esta semana para a imprensa e logo abaixo comercial americano:


 

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Ford inicia a venda do Fusion Híbrido no Brasil com valores a partir de R$ 133 mil

novembro 20, 2010 1 comentário

Após mostrar o primeiro modelo híbrido no Salão do Automóvel em São Paulo 2010, a Ford começou as vendas oficiais do Fusion Hybrid. Ele entra na era dos chamados full hybrids, que a velocidades mais baixas se locomovem só com motor elétrico, acionando o tradicional a combustão em vias expressas, ou para recarregar a bateria. Do ponto de vista do motorista, quase não há diferenças perceptíveis, pois o desempenho e o conforto são tão bons quanto o do modelo convencional. Rodando pelas congestionadas ruas de São Paulo, ninguém notou tratar-se de um híbrido, nem dentro e nem fora do veículo.

O que precisamos agora é que o governo reduza as margens de impostos de carros que emitem baixa poluição para quem sabe popularizar seu uso e baratear cada vez mais a tecnologia como pretendem finalmente algumas montadoras.

O carro chega ao mercado brasileiro, vindo do méxico sem pagar imposto de importação devido ao acordo comercial mantido com o país, mas esta é a única vantagem fiscal. Apesar de ser tão ou mais econômico do que um popular 1.0 (faz 16,4 km/l em rotas urbanas e 18,4 km/l na estrada), como tem motor a gasolina de 2,5 litros, o Fusion híbrido paga a alíquota mais alta de IPI, o que encarece todos os demais impostos que vêm a seguir em cascata.


Sem nenhum incentivo para privilegiar a maior eficiência energética, o “luxo sustentável” cobra seu preço: o modelo da Ford é vendido aqui por R$ 133,9 mil, valor R$ 51,7 mil acima da versão de entrada do modelo 2.5 convencional, que gasta cerca de 50% mais combustível na cidade e 15% mais na estrada. Em resumo, o Fusion Hybrid oferece todos os luxos (inclusive o preço) de um veículo de alta gama, que são combinados com a única vantagem de um veículo popular: a economia.

Representantes da Ford admitem que é “bastante provável e viável” a adoção de motor a combustão flex etanol-gasolina no Fusion híbrido, o que poderia tornar o modelo mais acessível e atraente por aqui. Contudo, ninguém se compromete com o tempo que isso poderia acontecer, pois a estratégia é primeiro ver se a tecnologia emplaca no mercado brasileiro.

Compradores

“Quem pode comprar um carro de luxo, mesmo que não se importe com isso, agora tem a vantagem do consumo menor que só o comprador dos 1.0 tinha”, compara a gerente de produto Adriana Carradori. Com isso, há dois tipos distintos de clientes potenciais. O primeiro são as grandes empresas que pretendem incluir veículos híbridos em suas frotas, tanto pelo corte de custos com a maior economia de combustível como pelo possível ganho de imagem, especialmente em corporações que querem aliar sua marca a iniciativas de sustentabilidade ambiental. Outro provável potencial é o chamado “cliente tecnológico”, aquele que sempre quer ser um dos primeiros a comprar os produtos mais modernos.

Contudo, nenhum representante da Ford arrisca dizer quantos Fusion Hybrid se pretende vender no Brasil. A aposta é que a tendência mundial de adoção de híbridos cresça por aqui também. “É um segmento totalmente novo para nós. Vamos vender o quanto o mercado pedir”, garante Adriana. Segundo a Ford, os interessados apareceram rápido, assim que o preço foi divulgado no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro.

Na prática, o primeiro comprador do Fusion Hybrid no Brasil é uma empresa: a Petrobras, que por certo tem intenção de testar a tecnologia que irá afetar diretamente seus negócios no futuro próximo. Outros usuários do híbrido já confirmados serão o atual e a próxima presidente da República, pois a Ford cedeu à Presidência um veículo em comodato.

A Ford torce para que a versão híbrida do Fusion ajude a aumentar o sucesso do modelo convencional, que após sua chegada ao Brasil, em junho de 2006, fez dobrar o segmento de sedãs médios de luxo no País. Este ano as vendas do Fusion atingem a média de 900 unidades/mês, devendo fechar o ano com quase 11 mil veículos vendidos.

Nos Estados Unidos, onde os híbridos correspondem a 2,5% das vendas atualmente, a Ford já vendeu quase 200 mil unidades com essa tecnologia desde 2004, quando lançou a versão híbrida do Escape. O Fusion Hybrid, lançado em 2009, também faz bastante sucesso por lá: é o híbrido mais vendido no mercado americano e representa 8% das vendas de Fusion. Só em outubro passado os americanos compraram quase 18 mil Fusion Hybrid.

Desempenho

Apesar de gastar o mesmo que um carro 1.0, o Fusion Hybrid tem desempenho superior ao do modelo 2.5 convencional. O motor a gasolina de 2,5 litros e quatro cilindros trabalha em ciclo Atkinson (mais econômico, pois deixa as válvulas de admissão abertas por mais tempo). Ele tem 158 cavalos e só entra em operação após 75 km/h, ou para recarregar a bateria de níquel-metal, que fornece corrente de 275 V para o motor elétrico de 107 cavalos. A bateria também é recarregada nas frenagens, com reaproveitamento da energia cinética que faz girar um gerador assim que o motorista tira o pé do acelerador, mesmo antes de pisar no freio. Combinados, os dois propulsores fornecem potência de 193 cavalos ao veículo, que pode chegar à velocidade máxima de 180 km/h, limitada eletronicamente.

O Fusion Hybrid tem garantia de três anos e a Ford garante que os custos de manutenção e de seguro do modelo são os mais baratos da categoria. A bateria de alta tensão, desenvolvida em conjunto com a japonesa Sanyo, tem garantia de oito anos, mas segundo a Ford foi projetada para durar no mínimo dez anos.

Fonte: Automotive Business

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