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Confira os países e marcas que registraram vendas e colocações em 2012

O Brasil está posicionado em quinto lugar no ranking de vendas neste ano.

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Segundo a Jato Dynamics, a China é o país líder em vendas de veículos. Os dados divulgados mostram que, além de líder, o país asiático teve um crescimento de 17,9% em vendas comparando com o mesmo período de 2011. Em segundo lugar os Estados Unidos apresentam um crescimento de 25,7% enquanto o Japão em terceiro lugar registrou 65,4% no mês.
No geral do ano, as vendas na China foram de apenas 321.509 carros a mais do que no ano de 2011. Já na América, o percentual foi de 13,4% de crescimento e no Japão o registro foi um crescimento de 55,8%. Porém, é bom citar que os números da China, referem-se apenas a carros de passeio, enquanto que nos demais países são dados de carros e comerciais leves.
Posicionado em quarto lugar, a Alemanha, mesmo com a queda de 5,4% nas vendas. Aqui no Brasil, os dados mostram queda de 5,4% e assim, o país fica posicionado na quinta colocação. Atrás do Brasil, estão a Rússia e Índia, que tiveram um aumento de 10,8% e 8,4%”respectivamente. Já a França posiciona a oitava posição com queda de 17,3% no mês comparando com o ano anterior. A Grã Bretanha, teve um crescimento de 7,7% e posiciona em nono lugar, enquanto o Canadá crava a décima posição com crescimento de 17,9%.
Não poderíamos deixar de citar a Itália e Espanha que são os destaques negativos, com quedas de 17,3% e 10,2% nas vendas do mês e 21,2% e 10,4% quando se trata de acumulo anual. A marca Toyota registrou um crescimento mensal em maio e garante sua liderança entre as marcas. Foi a que teve um crescimento entre as dez primeiras. Já a marca Volkswagen, posiciona em segundo lugar, com um aumento de 7,2%, em seguida a Ford com um crescimento de 6,2% e por fim das marcas que tiveram registro de vendas positivo a Chevrolet cresceu 9,8%. A marca Fiat apresentou um resultado negativo de 13,5 mensal.

Fenabrave divulga quais foram os 10 carros e motos e mais vendidos no mês de Agosto de 2011

setembro 2, 2011 Deixe um comentário

Fim de Agosto, início de Setembro e já temos os dados consolidados do volume de vendas do mercado automotivo. E o mês foi interessante, com 327.375 veículos novos emplacados no País. Como já era de se esperar Volkswagen e Fiat continuam firmes nos primeiros lugares. Para se ter uma idéia da distância dos que vêm logo em seguida, se somarmos quanto o Uno ( 2 colocado ) vendeu só no mês de Agosto dá mais do que o terceiro e quarto lugar juntos, representados pelo Celta – 12.554 unidades vendidas e pelo quarto colocado, VW Fox –  11.382 unidades vendidas.

Das 4 marcas mais tradicionais, VW, FIAT, CHEVROLET e FORD, todas elas tem entre os 10 carros mais vendidos no mês pelo menos 1 exemplar. A única “intrusa”da lista é a Renault que vendeu nada menos que 8.693 unidades do modelo Sandero.

No geral o mercado teve desempenhos fortes nas categorias de caminhões e motocicletas na comparação anual, mas mostrando leve recuo em automóveis e aumento de estoques.

Inclusive até um fato corriqueiro, mas curioso: Concessionários fizeram a prática do chamado “rapel” no último dia útil do mês, quando licenciaram carros ainda não vendidos para cumprir metas e garantir bônus com as montadoras. Comprova a manobra o fato de que apenas na quarta-feira, 31, o Renavam registrou 21,4 mil emplacamentos, volume muito superior à média diária de 13,9 mil que vinha sendo mantida no mês até o dia 30.

Embora num ritmo menor do que o visto no início do ano, o movimento ocorreu em meio ao crescimento da economia que tem levado mais consumidores à compra de seu primeiro veículo. Nos primeiros meses de 2011, o mercado chegou a ver altas de dois dígitos nas vendas.

Honda vendeu bem obrigado e ocupa as 4 primeiras colocações no mês de Agosto de 2011

No mercado de motos, as vendas subiram 13,2 por cento sobre julho e 14,4 por cento sobre um ano antes, para 181,4 mil unidades. Enquanto isso, as vendas de 16.442 caminhões foram 5,85 e 24,3 por cento maiores nas mesmas comparações. Já as vendas de carros cresceram 6,3 por cento sobre julho e recuaram 0,44 por cento frente agosto de 2010, para 236,9 mil unidades.No consolidado por marcas, apesar da Honda ter diminuído sua participação geral, as 4 primeiras posições são ocupados respectivamente por:

Honda CG 150 – 44.788 unidades

Honda CG 125 – 37.951 unidades

Honda Biz – 19.960 unidades

Honda NX 150 – 17.989 unidades

Carros mais vendidos em Agosto de 2011

Fiat 500 poderá ter redução de preço em breve com início das importações do México

Em breve poderemos ter modelos do Fiat 500 , um pouco mais baratos. Pelo menos é o que se espera da Fiat, que começou a importar as primeiras unidades do modelo 500 fabricado no México, que será vendido no Brasil a partir de setembro próximo. Em junho, segundo registros da Receita Federal, foram trazidos 38 carros em três versões: Pop, Lounge e Sport com dois tipos de motorização (1.4 8V ou 1.4 16V Multiair).

O mais barato é o Pop, equipado com motor 1.4 8V fabricado pela Fiat Powertrain no Brasil, o mesmo utilizado no Novo Uno, de 85 cv com gasolina ou 88 cv com etanol. Nove modelos foram importados em junho pelo preço FOB (sem incluir frete, seguro e impostos) de US$ 12,3 mil cada, conforme registros da Receita.

Como vem do México, o carro é isento de imposto de importação. Considerando a taxa de câmbio a R$ 1,60 por dólar e aplicando todos os tributos, iguais as de um veículo feito aqui (IPI, ICMS e PIS e Cofins), o valor de nacionalização do 500 Pop é de R$ 29,3 mil.

Caso seja aplicada margem de 50%, para acomodar todos os demais custos de comercialização e lucro, o preço final ao consumidor do Fiat 500 de entrada pode girar de R$ 44 mil a R$ 45 mil, exatamente como vinha especulando a imprensa. Apesar de ainda ter valor elevado para seu tamanho e pelo que oferece, o 500 mexicano será consideravelmente mais barato do que o modelo que vinha sendo importado da Polônia, cuja versão mais barata custava quase R$ 60 mil.

A Fiat também vai oferecer duas outras versões (Lounge e Sport) com motor 1.4 16V com tecnologia Multiair – sistema que gerencia a quantidade de ar admitida em cada cilindro de acordo com cada regime de funcionamento, com ganhos de cerca de 15% no torque e 10% na potência, além de redução de 10% no consumo e emissões de CO2. Com essa configuração, a potência gira em torno de 100 cv.

Foram importados quatro 500 Lounge 1.4 16V Multiair pelo preço FOB de US$ 15,3 mil cada. Com impostos pagos, o valor do carro nacionalizado chega a R$ 36 mil. Aplicando-se a margem hipotética de 50% projeta-se preço de revenda a R$ 54 mil.

A Fiat importou também 25 unidades do 500 Sport 1.4 16V Multiair, pelo valor FOB máximo de US$ 15,5 mil. Após a nacionalização, o veículo custa no porto R$ 36,6 mil. Com a margem de 50%, pode chegar por R$ 55 mil na concessionária.

 

Quais são as marcas de carros que mais apareceram no facebook em Junho de 2011?

O anúncio é internacional, mas reflete como a Ford tem lidado de forma direta com as mídias dosias, principalmente o Facebook

A empresa E.life divulgou um estudo muito interessante sobre o comportamento das marcas de automóveis quando o assunto é o volume de comentários sobre elas feitos  pelos usuários do Facebook no período de 25 de junho a 2 de julho de 2011. A pesquisa analisa a repercussão em torno de 20 marcas globais com presença no Brasil e registra um volume total de 14.479 posts sobre elas. O resultado aponta que Ford, GM e Volkswagen são, respectivamente, as três montadoras mais citadas por 13.173 internautas usuários do Facebook.

O levantamento é realizado por meio do E.life FacebookMeter, software que utiliza a API de busca do Facebook para capturar dados que citem as marcas monitoradas. A primeira colocada, a Ford, é mencionada em 11% dos posts, enquanto a GM aparece em 10,8% das mensagens e a Volkswagen é citada em 10,6% das publicações na rede. Ainda integram o ranking das 10 marcas mais comentadas a Mercedes Benz, que ocupa o quarto lugar; a Fiat, em quinto; a Honda, em sexto; a BMW, em sétimo; a Audi, em oitavo; a Renault, em nono; e a Toyota na décima colocação.

Entre os principais termos associados à Ford, grande parte está relacionada a citações de frases do fundador da montadora e à divulgação do Novo Ford Ka 2012. A maioria das mensagens sobre a GM / Chevrolet se refere às apresentações de artistas nas casas de shows pertencentes à marca e ao modelo de um de seus automóveis, o Camaro. Já os tweets com referência à Volkswagen estão associados, sobretudo, a mensagens bem humoradas dos usuários utilizando nomes de veículos, como por exemplo o “Gol”.

Camaro puxou a fila da GM e deu a marca o terceiro lugar nas rede social facebook em Junho.

O estudo aponta também as principais fan pages brasileiras de marcas automobilísticas no Facebook. A Ford não é apenas a marca mais falada, mas a montadora com mais fãs em sua página brasileira no Facebook. As outras fanpages mais curtidas são: Volkswagen, Fiat, Mercedes Benz, GM/Chevrolet, nesta ordem.

Na pesquisa, outros temas que figuram como buzz das marcas automobilísticas são a realização de eventos das montadoras ou patrocinados por essas empresas, a exemplo da Mitsubishi Cup, Camarote KIA/Skol e Copa Audi. Os anúncios televisivos, como o da Renault Sandero, também garantem volume considerável de posts no Facebook. Também aparece como bastante comentado o valor dos automóveis no País, considerado abusivo pelos internautas e mencionado em mensagens que criticam a sobrecarga de impostos no preço final dos veículos.

A E.life ressalta a importância de medir não apenas a mídia espontânea (earned media), representada pelo buzz dos consumidores em redes sociais, mas a mídia própria (owned media), que são os perfis oficiais no Twitter, Facebook e outras redes sociais.


Fiat comemora 35 anos de produção no Brasil, com 12 milhões de autos produzidos

Amanhã será um dia de muita festa para a Italiana Fiat. A marca comemora os 35 anos da inauguração da fábrica de Betim, MG. De 1976 para cá, a montadora de origem italiana já produziu mais de 12 milhões de automóveis no Brasil. Os diálogos entre a Fiat e Minas Gerais começaram em 1971, quando Rondon Pacheco, então governador do Estado, fez os primeiros contatos com a fábrica.

A Fiat foi a última das quatro grandes a se instalar no Brasil. O modelo que inaugurou a linha de montagem foi o 147. O carrinho tinha concepção moderna para aquele tempo: o motor de 1.050 cc instalado em posição transversal permitia bom aproveitamento de espaço interno, muito melhor que o do Fusca, seu principal concorrente. Outro argumento de venda do 147 era a economia de combustível. Numa publicidade de TV, ele se mostrou capaz de cruzar com apenas três quartos de um litro de gasolina os 14 km de extensão da ponte Rio-Niterói (levando quatro pessoas).

Apesar das vantagens técnicas, o carrinho sofreu a resistência do consumidor brasileiro no início, especialmente por conta do câmbio de quatro marchas impreciso e do custo de manutenção alto quando comparado com outros modelos. As cores “de geladeira” das primeiras unidades  também não ajudavam muito. E a versão a álcool lançada em 1979 só piorou sua imagem.

Mais tarde, em 1990, a montadora começou a mudar seu destino no Brasil ao ser a primeira a colocar no mercado um carro popular, o Uno Mille (o Gol 1000 só chegou dois anos depois). O Mille era baseado no Uno Bee, uma versão com motor de 1.000 cc que Betim exportava para a Itália. Ou seja, o carro já estava pronto. Só precisava de adequações ao mercado brasileiro e da bênção do governo em forma de redução de impostos.

O Uno Mille ajudou a construir a atual liderança da marca, pois em 1990, quando foi lançado, a Fiat ocupava apenas o quarto lugar em vendas. A empresa cresceu tanto por aqui que o Brasil se tornou o segundo maior mercado mundial da marca, perdendo somente para a Itália.

Confira os principais fatos da Fabrica Italiana Automobili Torino (FIAT) nestes seus 35 anos de Brasil.

1976 – É inaugurada a fábrica da Fiat em 9 de julho de 1976. O primeiro modelo a sair da montadora foi o 147;

1978 – Fiat lança o modelo 147 Pick Up, primeira picape derivada de carro de passeio no Brasil;

1979 – Fiat sai frente e lança o 147 a álcool. Bem antes dele, porém, a companhia telefônica paulista, a Telesp, já vinha testando o combustível nos Fusquinhas cor-de-laranja de sua frota;

1980 – Surge a primeira versão do utilitário Fiorino, ainda derivada do 147, mas com 30 cm a mais que o hatch. Levava até 500 kg de carga ou 2.500 litros em volume;

1984 – Surge o Uno, carro mundial da montadora, um ano e meio após ser lançado na Itália. A boa aerodinâmica e o aproveitamento de espaço eram destaques do carro;

1987 ¬ Como resposta aos esportivos Ford Escort XR3 e Volkswagen Gol GT 1.8, a Fiat lança o Uno 1.5 R;

1990 – Surge o Fiat Uno Mille, desenvolvido a partir do modelo para exportação Uno Bee. O Mille inaugurou o conceito de carro popular. O Gol 1000 só chegaria dois anos mais tarde. Com o Uno Mille a Fiat superou os próprios recordes de vendas internas e pôs o Uno como o carro mais vendido do País no primeiro quadrimestre de 1990;

1994 – Uno Turbo é o primeiro nacional equipado de série com turbocompressor;

1996 – Palio é lançado no Brasil no ano em que a Fiat completa 20 anos no mercado nacional e dá origem a uma nova família de modelos. No ano seguinte, 1997, viriam o sedã Siena e a perua Weekend, e em 1998 a picape Strada;

1999 – Ano de dois outros importantes lançamentos, a Strada Cabine Estendida e a Palio Adventure. Com apelo fora de estrada, ela abriu caminho para versões equivalentes em quase toda a linha Fiat;

2002 – Hatch médio Stilo começa a ser produzido no Brasil;

2007 – Chega o Punto, dois anos após o lançamento europeu. A versão sedã, Linea, surgiu no ano seguinte;

2008 – Modelo Stilo é o primeiro Fiat nacional a receber a opção Dualogic, com câmbio automatizado de cinco marchas. Picape Strada ganha opção do recurso Locker, bloqueio eletrônico de diferencial que ajuda em situações de pouca aderência e melhora o desempenho fora de estrada;

2009 – Fiat sai na frente outra vez ao oferecer opção de cabine dupla para a picape Strada;

2010 – Surge o novo Uno na versão quatro portas e o hatch Bravo. A Fiat anuncia investimentos no País para uma nova fábrica no complexo de Suape, em Pernambuco;

2011 – Chegam o Uno de duas portas e a versão T-Jet do Bravo. Ainda este ano virá também a nova geração do Fiat Palio.


Fiat encerra primeiro trimestre como líder com 172.000 carros vendidos

A Fiat divulgou esta semana mostrando que encerrou o primeiro trimestre de 2011 com um total de 172.003 automóveis e veículos comerciais leves emplacados. Os números, divulgados pela Anfavea confirmam a liderança da marca no mercado brasileiro, com 22,% de participação.

Com crescimento de 2,7% sobre o mesmo período do ano passado, o desempenho da Fiat é novo recorde de vendas da marca nos três primeiros meses do ano. Considerando as vendas apenas em março, o volume de emplacamentos da fabricante atingiu 64.539 unidades, também na liderança do mercado, com 22,4% de participação.

A lista dos automóveis mais vendidos da marca é liderada pelo Uno, com um total de 61.349 unidades emplacadas no período, seguido pelo Siena, com 24.815, e pelo Palio, com 23.281 unidades.

No segmento de picapes médias, a Strada mantém a liderança de vendas, com 28.030 emplacamentos. Outro destaque da marca no entre os veículos comerciais foi o Ducato, que encerrou o trimestre na liderança de seu segmento, com 3.280 unidades emplacadas.

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Fiat Bravo, chegou o dia de lançamento oficial, veja mais fotos do modelo

novembro 25, 2010 1 comentário

Poxa, finalmente a data chegou. É o Bravo, lançamento oficial da Fiat mais esperado não só do ano do triênio, 2008/2010 e olhe que mais um pouco já chegaríamos em 2011…

Segundo o site Automotive Business, logo após a execução da inspiradora ária Nesun Dorma, último ato da ópera Turandot de Giacomo Puccini, surgiram no palco dois Fiat Bravo, cujo nome remete à palavra italiana que significa admiração diante de uma grande obra. O Bravo marca o encerramento do maior investimento já feito pela Fiat no Brasil, de R$ 6 bilhões aplicados de  E inicia um novo ciclo maior ainda, de R$ 10 bilhões que serão investidos de agora até 2015.

Assim explicou um apressado Cledorvino Belini, presidente do grupo na América Latina, que partiu logo após seu rápido discurso de apresentação do novo modelo da marca italiana no País. Belini precisou seguir para o aeroporto para tomar um voo para Turim, sede da Fiat na Itália, onde participa na tarde desta quinta-feira de uma reunião da alta direção da companhia, na qual provavelmente discutirá, entre outros temas, do destino de mais um investimento bilionário no Mercosul.

Mas antes de partir Belini deu um ligeiro resumo do que já foi feito e do que está por vir. Ele explicou que o investimento anterior preparou a Fiat para atender ao crescimento esperado no Mercosul, principalmente no Brasil. Para isso a Fiat preparou a fábrica de Betim (MG) para produzir até 800 mil veículos/ano, com nova linha de prensas, robotização da pintura e ampliação da funilaria e montagem final. Córdoba, na Argentina, acrescentou mais 200 mil unidades à capacidade, tornando assim a Fiat a primeira fabricante com poder de fabricar 1 milhão de automóveis e comerciais leves por ano na América Latina. Foi igualmente expandida a capacidade de produção de motores da FPT Powertrain Technologies, nas unidades de Betim e de Campo Largo (PR).


“É um avanço estratégico que representará grande diferencial competitivo para a Fiat na região nos próximos anos”, disse Belini, lembrando também da renovação do portfólio de produtos, com o lançamento da Strada cabine dupla, da renovação da família Adventure e da chegada do novo Uno, que sozinho fez a marca retomar a liderança no segmento de automóveis, que havia perdido para a Volkswagen em 2009. O Bravo encerra esse ciclo de significativa expansão.

O próximo ciclo, segundo Belini, já começa em 2011 com a promessa de nada menos que 20 lançamentos e renovações de modelos da marca – a principal novidade deverá ser a introdução da mais nova geração do Palio, que já perdeu para o Uno a posição de segundo carro mais vendido do País e, portanto, precisa de urgente reposicionamento.

Belini destacou que o mercado brasileiro amadureceu com a junção de crescimento econômico e equilíbrio social, somando elevação da renda, sensível diminuição da taxa de desemprego e expansão do crédito. Com esses ingredientes, o executivo espera fazer a companhia que dirige continuar a surfar na onda de prosperidade do País. O Bravo coloca um ponto de exclamação na primeira parte dessa missão. O nome do carro é exatamente a palavra que Belini espera ouvir (novamente) do board em Turim.

Um dos maiores ganhos do Bravo em relação ao Stilo foi a troca do motor de 1,8 litro. O antiquado Powertrain deu lugar ao E.torQ, de funcionamento mais suave e eficiente. A aceleração é contínua, sem perder muito fôlego em baixa e entregando boa força em altas rotações. O câmbio de cinco velocidades está mais preciso, mas ainda é preciso “caçar” algumas marchas. Isso não prejudica a condução, auxiliada pela suspensão bem acertada entre a estabilidade e o conforto, outro salto em relação ao antecessor.

Com o câmbio Dualogic, o motorista ganha em conforto para o pé esquerdo, mas ainda vai sentir trancos nas mudanças de marcha. Durante o teste-drive que o os jornalistas do  iCarros fizeram no Rio de Janeiro, o carro se comportou de modo estranho na mudança da primeira para a segunda marcha, dando uma “estilingada”. Em terceira velocidade e no modo automático, o giro sobe até quase 6.000 rpm para então passar para a quarta, mesmo sem o acelerador estar em plena carga. Algumas reduções também acontecem sem que o motorista queira. Segundo Carlos Eugênio Dutra, diretor de produtos da Fiat, o câmbio melhorou muito de dois anos para cá. “E ele ainda tem o que evoluir”, garantiu o executivo dando sinais de que está ciente do problema.

A Fiat vende o Dualogic como automático. Lélio Ramos, diretor comercial, diz que a escolha pelo termo vem do seu funcionamento, teoricamente o mesmo de um automático tradicional, com conversor de torque no lugar da embreagem. “Fizemos pesquisas e detectamos que o consumidor não sente a diferença, além de o termo estar tecnicamente correto”. Na prática, porém, o motorista precisa aprender a lidar com a transmissão, que funciona como uma caixa manual, mas com as trocas automáticas.

T-Jet, o esportivo bom de curva

O topo da linha do Bravo, como acontece com Punto e Linea, é a versão T-Jet, com motor turbo de 1,4 litro. Por R$ 67.700, o carro vem com câmbio manual de seis marchas, controle de estabilidade (ESP), sistema Hill Holder, que segura o carro em saídas em ladeiras e retoques visuais. Fazem parte das mudanças os spoilers dianteiro, laterais e traseiro, faróis escurecidos, saída dupla de escapamento e pinças de freios pintadas de vermelho. De série, o carro vem com rodas de 17 polegadas, mas as de 18″ estão disponíveis.

No visual, nada do exagero do “irmão menor” Punto T-Jet. O interior não tem o painel da cor da carroceria, mas sim elegantes costuras vermelhas nos bancos e volante. As rodas, tanto a de 17 como a de 18 polegadas têm desenhos exclusivos e pintura prata. As versões 1.8 têm as peças com mesclas de prata e cinza.

O teste drive curto, no autódromo de Jacarepaguá, deu apenas noções do comportamento do esportivo, mas o que deu para notar bem foi sua capacidade de fazer curvas. O ESP entra em ação a todo o momento, corrigindo a trajetória do carro. Em algumas ocasiões, o hatch tem leves tendências a sair de traseira, voltando logo para seu caminho com a ajuda eletrônica. Segundo a fabricante, o T-Jet acelera de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos e pode chegar aos 206 km/h.

Mercado  e preços do modelo – a Fiat espera vender 1.500 unidades por mês do Bravo, com 55% desse volume com a versão Essence, 40% com a Absolute e apenas 5% com a T-Jet. O Bravo chega às lojas com o motor 1.8 no dia 3 de dezembo. A versão T-Jet vai demorar e só estar à venda no primeiro trimestre de 2011. Os preços devem começar na faixa de R$55.000,00 sem frete e todos aqueles valores que só descobrimos na hora do pagamento.

Veja um vídeo com detalhes do Fiat Bravo

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