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Posts Tagged ‘Carros Nacionais’

Número de carros no Brasil aumentam 50% em menos de 10 anos e agora já são 1 para cada 5 pessoas

 

Carros produzidos em fábrica no Brasil aguardam para serem levados as concessionárias

Matéria publicada ontem no estadão  pela jornalista Cleide Silva, mostra que o Brasil já possui uma média de  um automóvel para cada cinco brasileiros. O mais impressionante é que esse número era quase o dobro há menos de 20 anos. Algumas cidades no país como por exemplo, Campinas no interior de São Paulo, já têm menos de dois habitantes por veículo, como ocorre em países como Alemanha e Estados Unidos.

Segundo Cleide Silva, o número de veículos em circulação no País estaria crescendo em ritmo muito superior ao da população. Desde 2004, quando a economia se livrou da hiperinflação, a frota aumentou 54,8%, atingindo 34,856 milhões de veículos em 2011. No mesmo período, a população, estimada em 192,3 milhões de pessoas, cresceu 5,7%.

O mais recente estudo do Sindipeças, o sindicato da indústria de componentes para veículos automotores, mostra que, no ano passado, a frota brasileira cresceu 7% em relação a 2010. Do total, 32,9 milhões são automóveis e comerciais leves, 1,54 milhão são caminhões e 354 mil são ônibus. Incluindo as 11,674 milhões de motocicletas em circulação, a relação passa a 4,1 habitantes por veículo.

Veja mais dados estatísticos e surpreendentes sobre o volume de carros no Brasil no Blog Contagiros

Saiba quais foram os 10 carros usados ou Semi novos mais vendidos no Brasil no Mês de Março

volkswagen-fusca-2003-um dos 10 carros usados mais vendidos no brasil

Mesmo com a reclamação geral de lojistas e comerciantes de carros seminovos e usados quanto a falta de liberação de crédito pelos bancos, o mercado reagiu no mês de março e teve uma alta no volume de carros vendidos da ordem de 16,51%. Isso representou 747.066 emplacamentos e alterações de documentação.

Do total, 641.225 carros e comerciais leves. No acumulado do ano, já são 2.083.046 vendas, valor 1,92% superior ao registrado no acumulado de janeiro a março de 2011. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Um fato curioso no mercado de usados é a presença do Fusca ( foto acima) que sozinho teve 12.413 vendas no período. Isso porque é um modelo de carro que já deixou de ser fabricado a mais de 10 anos e se configura o único fora de linha a estar entre os 10 mais do Mês.

Saiba quais foram os carros usados mais vendidos no Brasil em março e também os números de vendas de cada um deles no Blog Contagiros

Pesquisa aponta que preço e equipamentos disponíveis são vitais na escolha de um veículo pelo mercado consumidor

novembro 1, 2011 Deixe um comentário

Uma avalanche de marcas e modelos tende a tirar o foco do consumidor da marca e apresentar a ele outros benefícios

Temos finalmente no mercado uma espécie de condição igualitária entre os players que disputam a preferência do consumidor de automóveis. A fidelidade a uma determinada marca de automóvel antes, comparada a um casamento, parece que está próxima de um divórcio. Hoje em dia o que mais importa para a maioria dos compradores de veículos zero-quilômetro é o preço e as características do modelo – principalmente a quantidade de diferenciais como direção assistida e ar-condicionado, por exemplo.

Quem afirma isso é a pesquisa  apresentada na semana passada pela agência de promoção de varejo automotivo MSantos.

O levantamento foi feito com 267 consumidores que procuravam veículos novos e seminovos em 18 concessionárias (de nove marcas diferentes) na Grande São Paulo. A pergunta básica foi se a pessoa estava à procura de um veículo da mesma marca que já possuía atualmente e se isso era fundamental em sua decisão de compra, ou se o preço e as características do veículo pesavam mais. Dos entrevistados, 78 % responderam que escolheriam o carro de acordo com o valor e quantidade de equipamentos. Segundo a MSantos, nas pesquisas realizadas em 2007 e 2008 esse porcentual era 62%, em média.

Carros como o J6 da Jac Motors deixam claro para o consumidor que ele pode pagar um pouco menos e ter um pouco mais de conforto, acessórios e algumas regalias. Apesar da marca ser uma entrante no mercado procuram focar no benefício imediato.

A pesquisa constatou que os consumidores com maior idade (83 dos ouvidos têm mais de 50 anos) foram os que indicaram maior fidelidade à marca de seus atuais veículos. Foram entrevistados 193 homens entre 25 e 70 anos e 74 mulheres de 25 a 64 anos.

“Hoje temos no Brasil mais de 50 marcas disponíveis que oferecem mais de mil modelos de veículos nacionais e importados aos consumidores, fazendo com que cada vez mais os compradores se interessem pelo preço e características do carro independentemente de seu fabricante, pois a ideia é de que todos apresentam qualidade parecida”, avalia Ayrton Fontes, economista da MSantos.

Parece que as montadoras Coreanas e Chineses já presentiam isso. Sentiram o cheiro da oportunidade e em breve devem ser privilegiadas pelo novo modelo imposto pelo mercado. Será uma mudança de paradigma ou sinal dos tempos que viram. A infidelidade automotiva deve perdurar até quando? Mas que elas nào se enganem, de que é só chegar e vender… o consumidor está de olho no pós venda também e no custo futuro do automóvel e de revenda que na minha humilde opinião tendem a ser as próximas bolas da vez no campo das exigências. O tempo, senhor da razão nos dirá em breve.

 

A brasileira Lobini apresenta o modelo H1 White Edition 2011, começando em R$170 mil

Lobini H 1 White Edition que desde 2005 tenta um lugar ao sol

Um pouco sumida do mercado, esta semana a Lobini, fábrica brasileira de esportivos fora de série mostrou uma versão do modelo esportivo H1, com carroceria de fibra de vidro. O carro foi lançado em 2005 e de lá para cá teve apenas 27 unidades emplacadas (algumas delas à venda fábrica).

Trata-se da série especial White Edition 2011 (foto). Com preço sugerido de R$ 170 mil, a versão traz novo padrão de acabamento interno de fibra de carbono e couro cinza com detalhes brancos. A carroceria pode ser pintada de branco comum ou perolizado. As rodas da marca TSW têm 17 polegadas e cor grafite.

A concepção mecânica do Lobini é até caprichada: motor central traseiro com turbo e até 200 cv, suspensões independentes e freios a disco nas quatro rodas, dois lugares, tudo como manda um bom esportivo. A aceleração de zero a 100 km/h ocorre em 6 segundos e a velocidade máxima é de 230 km/h.

O problema do carro atualmente seria a sua relação custo-benefício desfavorável, já que a produção praticamente artesanal não permite economia de escala. E os parâmetros de qualidade, segurança e emissões cada vez mais rígidos praticamente inviabilizam a criação e produção de um veículo fora das montadoras.

Mas é bom que tenhamos exemplares nacionais, não percam a esperança jamais.

Modelo H1 em versões anteriores

Veja abaixo o vídeo do modelo H1 White Edition

Renault Fluence começa a ser vendido em Fevereiro nas concessionárias a partir de R$ 54 mil

dezembro 2, 2010 Deixe um comentário

O sites especializados devem estar noticiando a partir de hoje que o modelo Fluence deve ser vendido a partir de R$ 59.990,00, mas segundo o que apuramos essa será uma estratégia da montadora para fazer com que sua rede de concessionárias consiga vender a partir de R$54.000,00 podendo chegar até R$ 68.000,00  já que no site de vendas diretas da marca ele será vendido pelo preço um pouco maior.

A marca aposta suas fichas na tentativa de tentar ocupar o terceiro lugar no segmento ocupado atualmente

Atualmente são 175 concessionárias no país, mas segundo apuramos somente algumas vão vender o carro antecipadamente.

A previsão é que só iremos ver Fluences particulares e emplacados somente após o dia 02, 04 e 05 de Fevereiro, data estipulada pela renault para o lançamento oficial do fluence em sua rede de concessionárias.

Importado da Argentina, o modelo será oferecido em duas versões. A de entrada, Dynamique, parte de R$ 59.900 com câmbio manual e chega a R$ 64.990 com a transmissão CVT (ambas as caixas são as mesmas que equipam os modelos de Nissan, como Tiida e Sentra, de seis velocidades sequencial).

Todas as configurações trazem sob o capô o motor 2.0 16V Flex de até 143 cavalos de potência e 20,3 kgfm de torque. Desde o modelo mais básico, o Fluence oferece seis airbags (frontais, lateriais e tipo cortina), acendimento automático dos faróis, freios ABS com EBD distribuição eletrônica da força de frenagem (EBD) e assistência a frenagem de emergência (AFU), faróis de neblina, sensor de chuva, ar condicionado digital dual zone ( de duas zonas ) , chave-cartão, que na verdade é uma chave presença ou de reconhecimento esse inclusive poderá fazer com que o condutor nem precisa clicar na chave ou mesmo colocá-la em qualquer local do carro e rádio CD MP3.

Um dado interessante serão os faróis de Xenon com regulagem automática e lavadores também automáticos.

No modelo mais equipado, Privilege,  são incorporados controle eletrônico de estabilidade (ESP) e controle de tração (ASR), sensor de estacionamento traseiro, banco com revestimento em couro, dois tons no acabamento interno, retrovisores rebatíveis, piloto automático, sistema de som 3D e um sistema de navegação GPS desenvolvido em parceria com a TomTom.

Como opcionais, o Fluence Dynamique poderá oferecer bancos em couro por R$ 1.800 e teto solar elétrico por mais R$ 2.500. A versão Privilège pode ser equipada também  com o teto solar, faróis de xenon e sistema antiesmagamento por R$ 4 mil.

Além do pacote de equipamentos, a marca francesa aposta nas novas dimensões do modelo para agradar o consumidor. O sedã terá 4,62 m de comprimento (13 cm a mais do que o Mégane), 1,81 m largura (diferença de 22 cm), 2,70 m de entreeixos (2 cm superior) e porta malas de 530 litros (10 litros a mais de capacidade). A altura será um dos destaques também com 1,47 m.

A meta de Renault é vender 20 mil unidades do novo sedã em 2011.  Em participação de mercado, a fabricante pretende saltar dos 7% obtidos com o Megane para 12% com o Fluence, mas isso será muuuiiito difícil, segundo um dos gerentes locais da marca.

Na realidade a meta real da marca será atingir 10% do mercado , mas somente em 2013.

Vai comprar um, espere promoções….

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Veja imagens oficiais do novo Toyota Etios que começa a ser vendido na Índia e em breve no Brasil

novembro 27, 2010 Deixe um comentário

Ok, Você viu a foto e deve estar se perguntando? Esse carro é mesmo da Toyota? Ela se uniu a Carlos Goshn da Renault e resolveram fazer mais um carro no leste Europeu… erramos por pouco, na verdade trata-se da versão indiana para o Toyota Etios, versão Sedã. Na mesma linha do Logan seria a versão de baixo custo da marca e que será colocada a venda no mercado logo mais, dia 1 de Dezembro de 2010. A boa notícia é a de que está confirmadíssimo para ser vendido por aqui.

Já havíamos mostrado uma imagem do modelo com as imagens mostrando um Etios hatch e um pouco da frente e traseira ( sem mostrar as lanternas traseiras de gosto duvidoso) em janeiro deste ano.

Inicialmente o Toyota Etios será oferecido apenas na versão das fotos. A versão hatch, que também será vendida por aqui, será lançada oficialmente em março. A mesma situação acontece com os motores: a princípio contará com um propulsor 1.5 16v de 89 cv de potência e quanto manual de cinco marchas, mas ganhara uma versão com motor 1.3 16v futuramente.

Uma curiosidade:  o Etios tem o mesmo porte também do Logan : 4,27 metros de comprimento contra 4,25 metros do modelo da renault.

Na Índia, o Etios será oferecido em três versões de acabamento, todas com conjunto básico de equipamentos. Ar-condicionado automático ou meros retrovisores com acionamento elétrico? Nem pensar. Pelo menos a direção com assistência hidráulica está garantida em todas as versões, mas vidros elétricos nas quatro portas, rodas de liga leve, faróis de neblina, ar condicionado manual e sistema de som são itens opcionais.

O Etios será produzido no Brasil, já com motores bicombustíveis, no início no segundo semestre de 2012. O design da traseira também será cortesia dos preços baixos…

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Fiat Bravo, chegou o dia de lançamento oficial, veja mais fotos do modelo

novembro 25, 2010 1 comentário

Poxa, finalmente a data chegou. É o Bravo, lançamento oficial da Fiat mais esperado não só do ano do triênio, 2008/2010 e olhe que mais um pouco já chegaríamos em 2011…

Segundo o site Automotive Business, logo após a execução da inspiradora ária Nesun Dorma, último ato da ópera Turandot de Giacomo Puccini, surgiram no palco dois Fiat Bravo, cujo nome remete à palavra italiana que significa admiração diante de uma grande obra. O Bravo marca o encerramento do maior investimento já feito pela Fiat no Brasil, de R$ 6 bilhões aplicados de  E inicia um novo ciclo maior ainda, de R$ 10 bilhões que serão investidos de agora até 2015.

Assim explicou um apressado Cledorvino Belini, presidente do grupo na América Latina, que partiu logo após seu rápido discurso de apresentação do novo modelo da marca italiana no País. Belini precisou seguir para o aeroporto para tomar um voo para Turim, sede da Fiat na Itália, onde participa na tarde desta quinta-feira de uma reunião da alta direção da companhia, na qual provavelmente discutirá, entre outros temas, do destino de mais um investimento bilionário no Mercosul.

Mas antes de partir Belini deu um ligeiro resumo do que já foi feito e do que está por vir. Ele explicou que o investimento anterior preparou a Fiat para atender ao crescimento esperado no Mercosul, principalmente no Brasil. Para isso a Fiat preparou a fábrica de Betim (MG) para produzir até 800 mil veículos/ano, com nova linha de prensas, robotização da pintura e ampliação da funilaria e montagem final. Córdoba, na Argentina, acrescentou mais 200 mil unidades à capacidade, tornando assim a Fiat a primeira fabricante com poder de fabricar 1 milhão de automóveis e comerciais leves por ano na América Latina. Foi igualmente expandida a capacidade de produção de motores da FPT Powertrain Technologies, nas unidades de Betim e de Campo Largo (PR).


“É um avanço estratégico que representará grande diferencial competitivo para a Fiat na região nos próximos anos”, disse Belini, lembrando também da renovação do portfólio de produtos, com o lançamento da Strada cabine dupla, da renovação da família Adventure e da chegada do novo Uno, que sozinho fez a marca retomar a liderança no segmento de automóveis, que havia perdido para a Volkswagen em 2009. O Bravo encerra esse ciclo de significativa expansão.

O próximo ciclo, segundo Belini, já começa em 2011 com a promessa de nada menos que 20 lançamentos e renovações de modelos da marca – a principal novidade deverá ser a introdução da mais nova geração do Palio, que já perdeu para o Uno a posição de segundo carro mais vendido do País e, portanto, precisa de urgente reposicionamento.

Belini destacou que o mercado brasileiro amadureceu com a junção de crescimento econômico e equilíbrio social, somando elevação da renda, sensível diminuição da taxa de desemprego e expansão do crédito. Com esses ingredientes, o executivo espera fazer a companhia que dirige continuar a surfar na onda de prosperidade do País. O Bravo coloca um ponto de exclamação na primeira parte dessa missão. O nome do carro é exatamente a palavra que Belini espera ouvir (novamente) do board em Turim.

Um dos maiores ganhos do Bravo em relação ao Stilo foi a troca do motor de 1,8 litro. O antiquado Powertrain deu lugar ao E.torQ, de funcionamento mais suave e eficiente. A aceleração é contínua, sem perder muito fôlego em baixa e entregando boa força em altas rotações. O câmbio de cinco velocidades está mais preciso, mas ainda é preciso “caçar” algumas marchas. Isso não prejudica a condução, auxiliada pela suspensão bem acertada entre a estabilidade e o conforto, outro salto em relação ao antecessor.

Com o câmbio Dualogic, o motorista ganha em conforto para o pé esquerdo, mas ainda vai sentir trancos nas mudanças de marcha. Durante o teste-drive que o os jornalistas do  iCarros fizeram no Rio de Janeiro, o carro se comportou de modo estranho na mudança da primeira para a segunda marcha, dando uma “estilingada”. Em terceira velocidade e no modo automático, o giro sobe até quase 6.000 rpm para então passar para a quarta, mesmo sem o acelerador estar em plena carga. Algumas reduções também acontecem sem que o motorista queira. Segundo Carlos Eugênio Dutra, diretor de produtos da Fiat, o câmbio melhorou muito de dois anos para cá. “E ele ainda tem o que evoluir”, garantiu o executivo dando sinais de que está ciente do problema.

A Fiat vende o Dualogic como automático. Lélio Ramos, diretor comercial, diz que a escolha pelo termo vem do seu funcionamento, teoricamente o mesmo de um automático tradicional, com conversor de torque no lugar da embreagem. “Fizemos pesquisas e detectamos que o consumidor não sente a diferença, além de o termo estar tecnicamente correto”. Na prática, porém, o motorista precisa aprender a lidar com a transmissão, que funciona como uma caixa manual, mas com as trocas automáticas.

T-Jet, o esportivo bom de curva

O topo da linha do Bravo, como acontece com Punto e Linea, é a versão T-Jet, com motor turbo de 1,4 litro. Por R$ 67.700, o carro vem com câmbio manual de seis marchas, controle de estabilidade (ESP), sistema Hill Holder, que segura o carro em saídas em ladeiras e retoques visuais. Fazem parte das mudanças os spoilers dianteiro, laterais e traseiro, faróis escurecidos, saída dupla de escapamento e pinças de freios pintadas de vermelho. De série, o carro vem com rodas de 17 polegadas, mas as de 18″ estão disponíveis.

No visual, nada do exagero do “irmão menor” Punto T-Jet. O interior não tem o painel da cor da carroceria, mas sim elegantes costuras vermelhas nos bancos e volante. As rodas, tanto a de 17 como a de 18 polegadas têm desenhos exclusivos e pintura prata. As versões 1.8 têm as peças com mesclas de prata e cinza.

O teste drive curto, no autódromo de Jacarepaguá, deu apenas noções do comportamento do esportivo, mas o que deu para notar bem foi sua capacidade de fazer curvas. O ESP entra em ação a todo o momento, corrigindo a trajetória do carro. Em algumas ocasiões, o hatch tem leves tendências a sair de traseira, voltando logo para seu caminho com a ajuda eletrônica. Segundo a fabricante, o T-Jet acelera de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos e pode chegar aos 206 km/h.

Mercado  e preços do modelo – a Fiat espera vender 1.500 unidades por mês do Bravo, com 55% desse volume com a versão Essence, 40% com a Absolute e apenas 5% com a T-Jet. O Bravo chega às lojas com o motor 1.8 no dia 3 de dezembo. A versão T-Jet vai demorar e só estar à venda no primeiro trimestre de 2011. Os preços devem começar na faixa de R$55.000,00 sem frete e todos aqueles valores que só descobrimos na hora do pagamento.

Veja um vídeo com detalhes do Fiat Bravo

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Poxa, finalmente a data chegou. É o Bravo, lançamento oficial da Fiat mais esperado não só do ano do triênio, 2008/2010 e olhe que mais um pouco já chegaríamos em 2011…Segundo o site Automotive Business, logo após a execução da inspiradora ária Nesun Dorma, último ato da ópera Turandot de Giacomo Puccini, surgiram no palco dois Fiat Bravo, cujo nome remete à palavra italiana que significa admiração diante de uma grande obra. O Bravo marca o encerramento do maior investimento já feito pela Fiat no Brasil, de R$ 6 bilhões aplicados de  E inicia um novo ciclo maior ainda, de R$ 10 bilhões que serão investidos de agora até 2015.
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