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Confira as novidades do Salão de Motos de Milão 2011, o maior salão de motos do mundo que começou ontem dia 10 de Novembro

novembro 11, 2011 Deixe um comentário


Começou ontem, dia 10 de Novembro na famosa Milão na Itália, o EICMA , um dos mais concorridos e charmosos salões de motos do Mundo, o Salão de Milão 2011. Não só elegante e charmoso como também é considerado o mais  importante evento do mercado europeu de duas rodas.Para não dizer talvez do mundo ( será que existe algum maior?)

Abaixo um show de imagens e alguns dos principais destaques do evento. Não dá para publicar tudo num post só, mas este ficou bem recheado.

Marcas do mundo inteiro se revezam até o dia 13 de novembro em mostrar ao mundo as novidades do mercado. Como não poderia ser diferente, começamos pela marca italiana, a Piaggio, com um modelo estilo retrô, da época do pós guerra, a Vespa 46.

Ainda do grupo Piaggio, a Aprilia, mostrou o “big-scooter” SRV 850, produto que possui motor de 2 cilindros de 850 cm³ capaz de alcançar 76 cv de potência máxima. Só para se ter uma idéia um carro 1.000 no Brasil chega a ter menos potência que a moto, que numa foto quase perfeita, mostra a beleza também de quem poderia ocupar sua direção, como a modelo da foto abaixo.

A alemã,  BMW finalmente chega ao mercado de scooters e apresenta os modelos  C 600 Sport e o C 650 GT. Além dos scooters, a marca de origem alemã exibe também a série especial HP da esportiva K 1300 S, que tem detalhes feitos de fibra de carbono e ponteira de escape de titânio. O motor de quatro cilindrois em linha é o mesmo e produz 175 cv.


A Yamaha guardou para a feira três versões especiais da V-Max. Elas levam as assinaturas Ludovic Lazareth ( foto acima da Vmax) ,  Roland Sans e Marcus Walz, empresas especializadas em personalização. Um dos motores recebeu modificações e alcança 200 cv de potência.

Da austríaca KTM, um dos destaques é a Duke 690, que marca a nova geração dos motores da linha LC4, de um cilindro e quatro tempos. O da Duke 690 teve origem nos campeonatos de motocross, rali e enduro. Produz 67 cv de potência. Outro destaque da KTM em Milão é a Freeride, primeira motocicleta elétrica da marca.

Ducatti mostra asuper esportiva 1199 Panigale e 195 cv de pura potência

A ousada Ducati, chega ao evento apresentando nada menos que  três versões de sua nova superesportiva 1199 Panigale: standard, S e Tricolore. Os dois cilindros em “L” e o comando de válvulas desmodrômico foram mantidos, mas a Panigale inovou nos chassis e na eletrônica embarcada.

A nova aposta da marca de Borgo Panigale, que promete inovar em todos os quesitos segundo Claudio Domenicali, gerente geral da Ducati, deixou de lado o tradicional quadro em treliça para utilizar um chassi monocoque em alumínio. Cerca de 10 quilos mais leve que a 1198, a nova Panigale oferece 195 cv de potência máxima, além de um pacote eletrônico de fazer inveja até mesmo à BMW S 1000 RR.

Nakked Brutalle 675 da MV Agusta - um show de arrojo e performance

A clássica  MV Agusta apresentou com honras de super estrelas a esportiva F3 e a naked Brutale 675, ambas equipadas com motores de três cilindros em linha com 675 cc de capacidade cúbica. Um ainformação retirada do site infomoto diz que a marca italiana e a brasileira Dafra anunciaram que a F3 Serie Oro e a F4 RR Corsa Corta serão importadas com preços de R$ 170 mil e R$ 150 mil, respectivamente.

Com edição limitada em 200 unidades, a esportiva F3 Serie Oro está equipada com motor três cilindros de 675cc de capacidade pública, além de peças em fibra de carbono, suspensão e amortecedor de direção Öhlins, pinças dianteiras em monobloco, pedaleiras do piloto ajustáveis, banco em couro e placa de identificação em ouro, constando o número de série da motocicleta. Além disso, o novo proprietário da F3 Serie Oro recebe um kit especial, que remete aos três pistões do motor que a equipa, contendo a chave e o certificado de autenticidade.

Já a versão da supersportiva F4, a RR Corsa Corta conta com propulsor de quatro cilindros em linha, 16 válvulas e 998 cm3 de capacidade cúbica, que gera 201 cv a 13.400 rpm potência máxima de. Com esse desempenho, a F4 RR Corsa Corta é uma das poucas motocicletas do mundo a contar com um motor de mais 200 cv.

Curiosidades do Salão de Milão 2011

Uma moto inusitada foi apresentada durante o evento. Trata-se da  Xenon, desenvolvida pela empresa Evolve Electric Bikes – empresa localizada nos EUA e que preparou um modelo muito parecido com o que foi visto no filme Tron. Ela é feita com om neon azul emoldurando as “rodas”, é totalmente elétrica e custa a partir de US$ 55 mil. O grande diferencial da Xenon, além é claro, do design radical e do motor 100% elétrico, são suas rodas de 32 polegadas sem cubo e um quadro de fibra de carbono feito à mão.

A moto-conceito usa baterias de íon-lítio, que além de servir de força motriz, dão vida e cor à Xenon. O modelo da Evolve poder ser uma boa opção para quem quer divulgar um evento dirigido ao público jovem, descolado e que é viciado em filmes e games de ação e ficção científica.

A moto tem ainda moto tem motor de 40.000 watts, baterias de 96 volts, autonomia para 160 quilômetros, velocidade máxima de 160 km/h e, para carregar este brinquedão são necessárias cerca de 3,5 horas. Seria uma moto que além de todos os predicados acima certamente não passará desapercebida em qualquer local que trafegue.

Dafra começa a montar a MV Agusta e comemora resultado de 250 mil motos produzidas

setembro 17, 2011 Deixe um comentário

Parece que os dias de descrédito podem ter acabado na Dafra. A marca superou a casa das 250 mil motos produzidas em Manaus. A empresa chegou ao seu primeiro quarto de milhão de unidades em pouco mais de três anos e meio. Como comparação, a Yamaha, primeira a montar motocicletas por aqui (em 1974), não alcançou o mesmo feito em seus primeiros dez anos no Brasil.

Em vez de celebrar números, o que a Dafra comemora mesmo é o início da produção amazonense (ainda em fase experimental) das motocicletas MV Agusta Brutale e o modelo F4 ( foto abaixo). Os modelos passam pelo que a indústria chama de try-out, ou seja, a montagem de unidades seguindo os processos de fabricação já implantados na linha, mas num ritmo ainda diferente da produção seriada. Essas motos ainda terão etapas a cumprir, como testes de rodagem em cidade e estrada, por exemplo.

As motos serão apresentadas no evento mais importante do setor, o Salão Duas Rodas 2011, que ocorre entre os dias 4 e 9 de outubro no Anhembi. As linhas de montagem estarão azeitadas e funcionando em novembro para que as motos cheguem às revendas no mês seguinte. A empresa não divulga quantos pontos de venda haverá em dezembro. É provável que sejam pelo menos três, dois em São Paulo e o outro no Rio de Janeiro ou Minas Gerais.

Como se trata de motos de alto desempenho e exclusivas, passarão da barreira dos R$ 50 mil. Em junho, quando a Dafra anunciou a parceria, o vice-presidente da MV Agusta, Massimo Bordi, afirmou que o Brasil poderá responder por 20% das vendas da italiana. Trinta dias depois, a empresa anunciou também sua entrada no maior mercado mundial de motocicletas, a China. A fabricante de veículos Lifan será a responsável pela distribuição dos modelos.

A Dafra e seu momento atual

Entre janeiro de 2008 e agosto de 2011 a Dafra montou 254.379 motos. A empresa faz parte do grupo Itavema. Na metade da década passada, a companhia viu em sua rede de concessionárias o potencial de mercado que as motocicletas tinham e também a possibilidade de lucrar montando em Manaus motos chinesas com baixo índice de nacionalização, modelo de negócios que a Sundown havia adotado com relativo sucesso.

Uma equipe do grupo foi à China e escolheu relativamente bem os primeiros modelos a ser montados no Brasil, todos de baixa cilindrada (entre 100 cc e 150 cc). Em seu primeiro ano, 2008, justamente o melhor ano para o setor de duas rodas, a Dafra produziu 119.377 unidades. No ano seguinte, a crise e a consequente dificuldade de aprovação de crediário para os motociclistas fez um estrago no setor e a produção da Dafra caiu para 59.500 unidades.

Naquele ano, porém, a Dafra já mexeu no mix de produtos (trouxe um novo scooter) e fechou parceria com a BMW para fazer algo que a marca alemã nunca tinha permitido antes: a montagem de uma de suas motocicletas fora da Europa. As boas vendas resultaram na nacionalização de mais dois modelos BMW, a F 800 GS e a F 800 R. O sucesso dessas brasileiras com sotaque alemão e o mercado promissor para motos de alta cilindrada no País pesaram na decisão da MV Agusta pela parceria.

A Dafra, contudo, não terá vida fácil pela frente. Embora já supere a Suzuki em participação de mercado e esteja hoje na terceira posição, a empresa é seguida de perto pela Kasinski, cuja produção neste ano está maior que a da Dafra.

Veja abaixo um vídeo da MV Agusta Brutale 910 em ação

 

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