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Archive for the ‘Salão de Buenos Aires 2011’ Category

Saiba quais os lançamentos que a GM levou para o Salão de Buenos Aires 2011

A Chevrolet mostrou neste final de semana com a abertura oficial do Salão de Buenos Aires 2011 (de 17 a 26 de junho) alguns modelos que logo logo estarão aportando em solo nacional. Um dele é o o conceito Cobalt, um sedã criado a partir do hatch Agile. O resultado é um carro com bom aproveitamento de espaço. O protótipo foi desenvolvido pelo Centro Tecnológico da General Motors na América do Sul.

O conceito exposto utiliza teto de vidro para permitir a entrada de luz natural e ainda traz iluminação por duas fileiras de LEDs azuis, a fim de aumentar a sensação de espaço interno. Para atender diferentes mercados ele poderá utilizar motores de 1,3 a 1,8 litro a gasolina, diesel ou flexíveis. No mercado brasileiro é certa a utilização do 1.4 Flexpower que já equipa o Agile. Haverá opções automática e manual.

O acabamento interno caprichado deixa claro que ele também será vendido em outros mercados. O revestimento utiliza dois tons de cinza, imitação de madeira e sistema de navegação com tela de sete polegadas.

Outro destaque da GM no salão argentino é também um protótipo, o Colorado Rally, que antecipa as linhas da próxima picape S-10. O estilo é bem semelhante ao do utilitário Esportivo Captiva. Assim como a rival Ford Ranger, o conceito Colorado já havia sido mostrado recentemente no Salão de Bangcoc 2011.

Para criar a Colorado Rally, o design da GM na América do Sul pesquisou elementos desse esporte. O conceito, uma picape de cabine dupla, surgiu a partir de equipamentos que melhoram o desempenho dos carros nas pistas e também ajudam piloto e navegador.

As rodas têm 18 polegadas e calçam pneus 305/60 R18. O motor é um 2.8 turbodiesel, mas a GM não informa sua potência. O para-choque dianteiro traz um guincho com capacidade para 4 mil quilos.

O Volt também está em Buenos Aires. O modelo elétrico, que já é vendido nos Estados Unidos com preço inicial de cerca de US$ 40 mil, era cotado para o Salão do Automóvel de São Paulo em 2010, mas em vez dele veio mesmo o esportivo Camaro.

Outro que voltou a dar as caras na América do Sul foi o Aveo RS que também esteve no Brasil o ano passado e segundo diz a lenda em breve entrará oficialmente no mercado como um Hatch de combate da GM na linha do Bravo ou i30, será?

Início do Salão de Buenos Aires 2011 mostra que o Brasil é o centro das atenções

Com informações diretas do site AUTOMOTIVE BUSINESS, saibam um pouco mais sobre o aconteceu neste final de semana em Buenos Aires.

O 5º Salão do Automóvel de Buenos Aires 2011, aberto ao público na sexta-feira, 17, tem inegável sabor de recuperação para a indústria automobilística local, pois a exposição bienal ressurge após quatro anos de ausência – a última foi em 2007, porque em 2009, no auge da crise financeira mundial, a mostra foi cancelada.

Este é mesmo o ano da recuperação para a Argentina automotiva, que prevê produzir o recorde de 800 mil veículos. Como cerca de 60% deles serão exportados para o Brasil – mesmo que com algum contratempo a mais na fronteira, à espera das licenças de importação exigidas pelo governo brasileiro desde maio –, o salão portenho é uma vitrine para brasileiro ver; ao menos para aqueles que conseguiram voar para lá, driblando as cinzas do vulcão chileno que causaram o cancelamento de diversos voos.

Com forte apelo político e discurso nacionalista de recuperação da indústria argentina, esta edição do Salão de Buenos Aires é voltada àqueles que fabricam carros no país. Grande parte dos importadores foi afugentada pelas crescentes restrições impostas pelo governo argentino. Por isso a exposição deste ano tem 11 expositores a menos do que em 2007. Entre os ausentes estão marcas como BMW, Volvo, Kia, Mitsubishi e Land Rover.

Poucas das marcas premium ficaram animadas em gastar entre US$ 300 mil e US$ 500 mil para montar luxuosos estandes no salão e depois ter problemas com a aduana para fazer negócios no país. E os importadores que insistem no mercado argentino foram obrigados a fazer curiosos acordos de compensação comercial com o governo para continuar vendendo. A Alfa Romeo, por exemplo, precisou se comprometer a construir uma destilaria de biodiesel. “Não é fácil para uma firma que desenvolve um negócio ter de fazer outro”, desabafou ao jornal Clarín a coordenadora de operações da marca, Carolina Belcastro.
Novidades

Assim o salão portenho ficou mais centrado nas marcas que produzem no país, com diversas novidades que em breve devem chegar ao Brasil. Como o salão brasileiro só acontece no ano que vem, quase todos os fabricantes presentes em Buenos Aires aproveitaram a oportunidade para anunciar algumas novidades.

Entre as atrações principais para o mercado brasileiro, a General Motors mostrou em seu estande dois protótipos que devem chegar ao Brasil em 2012: um é o Cobalt, a versão sedã do Agile fabricado em Rosário, o outro é a picape Colorado Rally, que tem toda pinta de ser a nova S10 a ser produzida no Brasil, em São José dos Campos. A GM aproveitou o evento ainda para anunciar novo investimento de US$ 150 milhões para elevar em 25% a capacidade de sua planta na Argentina, onde recentemente comemorou a produção de 900 mil veículos desde o início das operações, em 1997.

O lançamento mais importante da Ford no salão foi a nova Ranger, que em breve começa a ser produzida na Argentina e traz investimentos de US$ 250 milhões para a fábrica de General Pacheco. A picape foi globalizada e será produzida em três lugares no mundo: Tailândia, África do Sul e Argentina, que ficará encarregada de exportar o modelo para toda a América Latina. No Brasil a chegada da nova Ranger está prevista para o primeiro semestre de 2012.

No estande da Volkswagen, a principal novidade foi a versão aventureira da SpaceFox, batizada de SpaceCross, que chega ao Brasil ainda este ano, durante o segundo semestre. Especula-se que o modelo poderá substituir o CrossFox, que deixaria de ser fabricado. Também foi apresentada a versão cabine simples da picape Amarok. Ambos os modelos são produzidos na Argentina, onde a VW é líder de mercado.

A Fiat aproveitou a mostra argentina para mostrar o pequeno 500 produzido na fábrica da Chrysler em Toluca, no México, que começa a ser vendido no Brasil em setembro, com isenção do imposto de importação.


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