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Archive for the ‘Crise Automotiva’ Category

Com perdas no mercado europeu GM estuda aliança com Peugeot para produção de carros pequenos

fevereiro 22, 2012 Deixe um comentário

Realmente os tempos estão mudando, quando se pensaria numa aliança entre americanos e franceses no mercado de carros europeu? Não nos espantemos se algum dia você vir uma concessionária GM junto a uma Peugeot ou Citroen.

Embora a GM não confirme que haja conversas entre as duas montadoras, autoridades francesas e a própria Peugeot afirmaram que existem discussões em trânsito.

Segundo o ministro do trabalho francês, a parceria estratégica pode favorecer a geração de empregos no país, mas nào confirma o quanto a medida ajudaria efetivamente o país.

A Peugeot, por meio de nota, disse conversar com outra montadora para formação de uma aliança ou mesmo um acordo de cooperação, mas não divulgou o nome da companhia envolvida, que é claro trata-se da GM.

“As discussões estão acontecendo, mas ainda não temos nenhuma certeza neste momento”, disse a montadora, em nota.

Qualquer participação acionária que vier a surgir será pequena e simbólica.

As ações da Peugeot subiram após o site do jornal La Tribune ter dito que as conversas com a GM já aconteciam havia meses.

A própria GM, na semana passada, divulgou seu balanço financeiro e mostrou que está totalmente recuperada da crise que enfrentou em 2008. No período, a montadora somou lucro de 7,6 bilhões de dólares.

No mercado europeu, no entanto, a montadora não teve desempenho tão satisfatório e acumulou perdas de 700 milhões de dólares, em 2011, o que poderia indicar manter uma parceria na região para tentar reduzir custos com P & D. Segundo o site da Reuters essa parceria poderia ser iniciada de maneira sutil, mas seria ampliada para outras regiões como América do Sul e Ásia.

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Chrysler decide voltar a fabricar o Viper novamente, mas modelo seria totalmente novo

dezembro 19, 2011 Deixe um comentário

Linha de produção do Dodge Víper em Detroit no início de 2010

Impossível? Em Julho de 2010, a fabricante Chrysler dava a notícia que iria suspender a produção do Víper devido a crise que o mercado havia passado que desde 2008 atormentava as vendas da marca. Mas na época honestamente eu acreditava que ele poderia voltar a ativa, mas talvez sob uma roupagem mais moderna e em sintonia com as grandes marca mundias.

Não deu outra, a marca notícia a alguns dias que o modelo não só voltará, como será reestilizado e sua montagem será feita na unidade de Conner Avenue, em Detroit, a mesma de onde saía. A empresa contratará de volta os 150 funcionários que o montavam. Em vez do logotipo Dodge, ostentará as letras SRT.

Ralph Gilles, atual CEO da Dodge divulgou a imprensa nota sobre o novo modelo. ” devido às suas características incomuns e que precisam ser preservadas – capô do tamanho do Texas, largura generosa, motorista sentado próximo ao eixo traseiro – seria improvável aproveitar uma plataforma já existente”. Mas o executivo deixou  claro que algumas tecnologias da Fiat serão aproveitadas no novo carro.

Qual linha o Dodge Víper deve seguir no modelo 2013, na imagem um misto de italiano com esportivo gringo

Um novo Viper 2012 com certeza seria mais luxuoso e menos selvagem. Ralph Gilles também confirma essa impressão ao dizer que este será provavelmente o primeiro Viper com controles eletrônicos de estabilidade, mais acessíveis às aptidões dos simples mortais. O maciço motor V10 deve ser conservado em sua plenitude, mas possivelmente ganha novas tecnologias, como o premiado sistema de controle de válvulas MultiAir.

Primeiro Víper a ir ao mercado o Viper RT/10, o 1992

Um pouco da história do Víper e como ele veio ao mundo ( segundo a Wikipedia)

O primeiro protótipo do Viper foi testado em Janeiro de 1989. Ele estreou em 1991 com dois modelos de pré-produção, quando Dodge foi obrigado a substituí-lo no lugar do Stealth construído pelos japoneses por causa de reclamações do sindicato United Auto Workers, e foi colocado à venda em janeiro de 1992, como o RT/10 Roadster.

A peça central do carro era o seu motor. Foi baseado no projeto LA Chrysler, que foi um motor de caminhão. A configuração original tornou demasiado e pesado para o uso de carro esportivo, por isso Lamborghini, então propriedade da Chrysler Corporation, renovada V10 de bloco de ferro fundido para o Viper pela reformulação do bloco e cabeça em liga de alumínio. Alguns dentro Chrysler sentiu o design pushrod de duas válvulas, enquanto adequado para a aplicação do caminhão, era inadequado para um carro de desempenho e sugeriu uma reformulação mais abrangente, que teria incluído quatro válvulas por cilindro. Chrysler, no entanto, era incerto sobre os custos de produção do Viper e potencial de vendas e por isso se recusou a fornecer o orçamento para a modificação.

O motor pesava 711 Libras (323 kg) e produzia mais de 405 cv a 4600 rpm e 465 lb ft (630 Nm) a 3.600 rpm, e graças à longa engrenagem permitida pelo motor, desde a economia de combustível. Alguns pequenos pedaços da suspensão foram adquiridos a picape Dodge Dakota. Tinha um peso bruto de 3.284 Libras (1.490 kg) e não tinham todos os auxiliares de condução modernos, como controle de tração e freios ABS.

Em linha reta, o carro fez de 0-60 mph (0–96 km/h) em 4,7 s, completou um quarto de milha em 12,6 segundos e tinha uma velocidade máxima de mais de 164 mph (264 km/h). Seus pneus grandes, permitiu o carro tivesse uma média próxima a 1 g lateral em curvas, colocando-o entre os carros de elite de sua época. No entanto, o carro é trabalhoso para dirigir em altas velocidades, em particular para os trabalhadores não qualificados.

O carro era espartano, embora caracterizado apoio lombar inflável e bancos reclináveis. Junto com a ausência de maçanetas exteriores, o veículo não tinha janelas laterais e um teto. Embora uma suave cobertura superior estava disponível e cortinas laterais de tecido e plástico transparente operados por zíperes poderia ser inserida na porta e mão-aparafusadas quando necessário. Todas essas decisões foram tomadas para reduzir o peso. O carro vem com uma tampa tipo tonneau(é uma capa que é removível e pode ser dobrada) e fitas de vídeo sobre a montagem da capota .Em 1994, Ar- condicionado, foi adicionada como opcional.

Carros importados somem de concessionárias após o aumento do IPI

Esta cena será cada vez mais difícil após o aumento do IPI

Quem foi as concessionárias esperando por pechinchas e oportunidades se deu mal nestas duas últimas semanas. A jornalista Milene Rios, do Estadão, registrou nesta última terça-feira, 4, que chegou ao fim o estoque de carros importados em algumas revendas, em razão de uma corrida às compras antes do aumento do IPI. Desde o anúncio da medida que elevou o imposto para carros estrangeiros em 30 pontos porcentuais a maioria das importadoras presentes no País deixou de faturar novos veículos.

A consulta a quinze revendas indicou que Effa, Hyundai, JAC e Kia são as mais afetadas pela falta de produtos. Na Autostar, da zona sul, não há mais Picanto, Cerato e Sportage, restando apenas alguns Soul, e um vendedor disse não saber quando os carros voltarão a ser entregues e a que preço.

O renovado Picanto é um dos veículos mais procurados da Kia e registrou avanço de 33% nas vendas em setembro. Segundo o importador, há 4,2 mil unidades em estoque, que serão comercializados pela tabela antiga.

A jornalista informa que Chery, Effa e JAC ainda têm estoques, mas faltam produtos em revendas BMW e Hyundai. O Veloster, lançado com suporte de expressiva campanha de propaganda, está praticamente esgotado. Foram trazidas 1.600 unidades na primeira etapa. Das importadoras consultadas, apenas a Hyundai pratica tabela com aumento do IPI. A Porsche divulgou na terça-feira, 4, aumento médio de 19% para seus veículos.

Queda do IPI, medida só irá beneficiar as empresas. Mas e os consumidores como ficam?

esqueça... este adesivo, não será mais visto no governo Dilma

Absurdo. Estamos indignados. Cobramos sempre do governo a queda de impostos e quando ela acontece, quem será o beneficiário?

Quer a resposta? A indústria automobilística instalada no Brasil, composta exclusivamente de multinacionais, foi escolhida para receber o mais longo benefício da política industrial da presidente Dilma Rousseff.

Medida provisória publicada esta semana vai permitir ao governo reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as empresas que aumentarem o conteúdo nacional, elevarem investimentos e produzirem veículos inovadores. Hoje, a alíquota máxima do tributo é de 45%. O benefício vai durar até julho de 2016.

Segundo fontes da indústria automobilística, os veículos não vão ficar mais baratos, a exemplo do que ocorreu de dezembro de 2008 a março de 2010, quando o governo reduziu o IPI para incentivar o consumo durante a crise internacional. Pela nova medida, o governo vai abrir mão de parte da sua arrecadação, desde que a empresa apresente um projeto que envolva melhoria de competitividade.

“O dinheiro será carimbado, ou seja, a empresa só poderá se beneficiar se tiver um projeto aprovado pelo governo”, diz um executivo do setor. Ele ressalta, contudo, que as regras do plano, como porcentuais de redução e que tipo de projeto pode ser beneficiado, não estão definidas.

A charge de dois anos atrás parece tào atual.. só muda o presidente...

O estímulo inclui carros de passeio, comerciais leves, caminhões, tratores e ônibus, e não se aplica diretamente a empresas de autopeças. Segundo o coordenador-geral de Tributação da Receita Federal, Fernando Mombelli, as montadoras que cumprirem os parâmetros de inovação e uso de conteúdo local, que ainda serão definidos pelo governo, poderão ter uma “redução de alíquota (do IPI) de zero a 30 pontos porcentuais”.

Assim, o governo poderá, no extremo, zerar o IPI de 25% que hoje recai sobre os carros de passeio. “A medida do setor automotivo busca propiciar melhoria das condições competitivas dos fabricantes nacionais, concedendo benefício condicionado a certos requisitos”, disse Mombelli.

Coreanos e Chineses seriam as importações a serem combatidas

A medida atende a um forte lobby das montadoras que estão preocupadas com as importações dos automóveis coreanos e chineses. Como não há muito espaço para o uso de medidas de defesa comercial para conter as importações, os fabricantes pressionaram o governo para obter incentivos fiscais para carros “genuinamente brasileiros”.

A proposta da própria Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) sugere desoneração tributária para carros que atendam a índice de pelo menos 60% de componentes vindos do Mercosul.

A Argentina, vista pelo setor como um mercado complementar ao brasileiro, continua sendo o principal fornecedor de carros importados para o Brasil, mas já tem perdido mercado para os coreanos e chineses.

Embora a participação chinesa ainda seja inexpressiva, a Anfavea antevê que, em cinco anos, a presença dos carros chineses será “violenta” – nas palavras de uma fonte do setor – e atingirá o principal nicho das montadoras brasileiras, que são os carros mais populares.

Por outro lado, o governo quis acabar com a concessão de incentivos “gratuitamente”. Por isso, desta vez foi colocada uma contrapartida para forçar a indústria a inovar e tornar o País um polo de engenharia automotiva.

Técnicos dos Ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio preparam as linhas do programa, como o porcentual de conteúdo nacional e as alíquotas de IPI. Não há prazo para a publicação de um decreto com as regras.

A falácea

No primeiro semestre, de um total de 1,73 milhão de veículos vendidos no País, 390 mil (22,4%) foram importados, a maioria pelas próprias montadoras. As marcas que não produzem localmente trouxeram 90,4 mil automóveis no período.

Nas últimas semanas, algumas das marcas importadoras, especialmente as chinesas, anunciaram projetos de construção de fábricas no Brasil. A Chery está construindo uma unidade em Jacareí (SP), com investimento de R$ 640 milhões. A JAC Motors procura área para uma fábrica que terá aportes de R$ 900 milhões, metade bancado pelo empresário brasileiro Sérgio Habib.

Neste caso, o que falar de nacionalização se a balança pende exatamente para quem já está instalado no país?

Salão de Barcelona 2011 começa amanhã dia 14 trazendo novidades como o pavilhão exclusivo para os carros elétricos

Salão do Automóvel de Barcelona 2011

Serão 37 marcas que estarão expostas em Barcelona, capital da Catalunha, no que será o Salão Internacional do Automóvel de Barcelona 2011 que abre suas portas amanhã dia 14 e vai até o dia 22 de maio. Poucos quilômetros irão separam o passado das “quadrigas” e o que há de mais moderno no mundo dos transportes. Aos pés do Museu Nacional de Arte da Catalunya (MNAC), que abriga preciosidades românicas em sua vasta coleção. O evento também coincide com Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1, que arranca de 20 a 22 de maio, o que fará da capital da Catalunha um polo mundial do automobilismo por sete dias.

Mas o que seria apenas uma grande festa mostra um lado até um pouco sombrio que ronda os países da Europa no que diz respeito ao mundo dos automóveis. Uma baixa considerável nas vendas.

A fraqueza do mercado automobilístico europeu afetou até o número de expositores – são 18 a menos ante a última edição, de 2009, quando se comemorou o 90º aniversário do salão. O presidente do evento, Enrique Lacalle, quer evitar comparações com a edição comemorativa. À imprensa, ponderou que 2007, quando 43 marcas exibiram seus produtos, oferece melhor base de comparação. É bom lembrar que, além de coincidir com uma data especial, em 2009 a feira teve a seu favor incentivos fiscais para os expositores.

Seja como for, marcas tradicionais como Opel, Saab, Honda, Suzuki, Subaru, Mitsubishi (esta só estará presente no Pavilhão Elétrico) e Lexus ficaram de fora. Mas não foi só a crise que afetou o número de expositores nos 250 mil metros quadrados da feira. O terremoto que assolou o Japão em março afastou do jogo cinco marcas japonesas. Com menos participantes, um dos pavilhões ficou, pela primeira vez, vazio.

Outro efeito colateral da crise é o número de lançamentos. Novidade de projeção internacional há só uma: o Hyundai i40 Sedã. Além disso, haverá três lançamentos em âmbito europeu: o Audi Q3, que será fabricado na planta da Seat em Barcelona; o Volkswagen Beetle; e o Hyundai Elantra. E 25 modelos serão apresentados pela primeira vez para o mercado espanhol.

Em termos de atividades ao público, a feira deste ano também deixa a desejar. Destaque para o circuito off road montado pela checa Skoda. Em 3 mil metros quadrados de pista, os visitantes podem testar sua habilidade em terrenos acidentados. A Fiat, por sua vez, promoverá provas e atividades para a condução eficiente do ponto de vista ecológico.

Ainda que a feira mostre menos força que em edições anteriores, a organização do evento espera receber os cerca de 1 milhão de visitantes já registrados em outras edições. Resta saber quantos vão comprar. Em 2009, quando a feira teve êxito maior que o normal, foram fechados entre 60 mil e 70 mil pedidos de orçamento para a compra de veículos. Sem projetar negócios, os organizadores têm esperança de que a Fórmula 1 na Espanha atraia mais pessoas interessadas em motores e, por consequência, com propensão maior à compra.

A única certeza, no momento, é que o mercado automotivo europeu segue lutando contra a crise, que há dez meses consecutivos vem provocando queda na venda de veículos. Na Espanha, por exemplo, os emplacamentos de automóveis somaram 71.808 unidades em abril, o que corresponde a queda de 23,3% ante igual período de 2010, conforme dados divulgados pelas associações de fabricantes e distribuidores. No quadrimestre, o declínio é de 26,3% sobre janeiro-abril de 2010, para 279.960 unidades comercializadas.

Em 2010, as vendas tiveram acréscimo de 3,1% na comparação com o ano anterior, depois de dois anos de quedas pronunciadas – de 28,1% em 2008 e de 17,9% em 2009. A discreta melhora é explicada pelos subsídios públicos à compra de veículos, ajuda que terminou na segunda metade do ano, com o aumento do IVA (Imposto sobre Valor Agregado).

Nissan Esflow Elétrico

Pavilhão Elétrico exclusivo

Pelo menos a boa notícia do evento será o pavilhão dos elétricos que deverá expor automóveis, comerciais leves, veículos para turismo, peças de reposição, componentes e acessórios que irão compor o cenário da Fira de Barcelona,  A novidade é que o carro elétrico ganhou seu próprio pavilhão, onde modelos de marcas como Mercedes, Audi, Toyota, Renault e até a indiana Mahindra dividem espaço com exposições e atividades para o público.

Criar um pavilhão voltado exclusivamente aos elétricos tem um significado e tanto. Encontrar meios de impulsionar a mobilidade elétrica ou híbrida tem sido um dos principais desafios da indústria automobilística. Desde 2000, os principais fabricantes vêm criando projetos com o firme propósito de viabilizar comercialmente os veículos sustentáveis.

Não faltam modelos no Pavilhão Elétrico: a Audi, por exemplo, apresenta o Q5 Hybrid; a Toyota o Yaris Híbrido HSD e o Prius+; a Renault mostra o Fluence VE e o Kangoo VE; a Mercedes-Benz o Classe A-Cell; e a Citroën o C-Cactus. É grande a expectativa sobre como reagirão o público e as concessionárias a essas novidades.

Uma parte do pavilhão é dedicada à história dos carros elétricos. Ao percorrer esta área, o visitante seguramente se surpreenderá com o fato de que o carro movido a eletricidade precedeu o motor a gasolina, este último desenvolvido em 1885. Foi entre 1832 e 1839 que o escocês Robert Anderson criou o primeiro veículo impulsionado totalmente por energia elétrica. Também está exposto um protótipo do automóvel que pela primeira vez superou a marca dos 100 km/h. Desenvolvido pelo belga Camille Jenatzy, o elétrico “La Jamais Contente” (“Nunca Satisfeita”) bateu seu recorde de velocidade em 1899.

Quais serão os lançamentos efetivos no salão de barcelona 2011?

  • BMW Serie 1 M Coupé
  • BMW Serie 5
  • BMW Serie 6 Cabrio
  • BMW Motorrad K1600GT y Concept C
  • Ford Focus ST
  • Ford Focus C MAX Energi
  • Ford Vertrek Concept
  • Ford B-Max Concept
  • Jeep Grand Cherokee
  • Jeep Compass
  • Kia Picanto
  • Kia Optima
  • Kia Rio
  • Land Rover Range Rover Evoque
  • Lancia Ypsilon 5p
  • Lancia Thema
  • Lancia Grand Voyager
  • Mini Scooters
  • Nissan NV200 Evalia
  • Nissan Esflow
  • Nissan Leaf
  • Renault Twizy
  • Renault Fluence ZE
  • Renault Kangoo ZE
  • Reva L-ion
  • Seat IBE Concept
  • Seat IBX Concept
  • Toyota Yaris HSD Concept
  • Toyota Prius +
  • Toyota Auris HSD
  • Toyota FT 86 II Concept
  • Volkswagen Golf Cabrio

Veja mais imagens de alguns stands das marcas e o que você verá em breve no mercado

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Fiat não quer saber de crise e anuncia investimentos de mais de 6 bilhões no Brasil

outubro 19, 2010 Deixe um comentário

Fábrica da Fiat em Betim já atingiu seu ponto de saturação com 800 mil veículos produzidos ao ano

Nem mesmo o recente desaquecimento nas vendas de Agosto trouxeram preocupações as montadoras no Brasil.

A Fiat Automóveis, líder em vendas no mercado brasileiro, vai investir entre R$ 6 bilhões a R$ 7 bilhões no País nos próximos cinco anos. O montante está inserido em um programa total de R$ 10 bilhões que serão aplicados por todo o grupo, que inclui também empresas de autopeças e máquinas agrícolas.

A montadora de origem italiana era a única entre as principais empresas automobilísticas que ainda não havia anunciado novo programa de investimentos. Já a Volkswagen, que tem um plano de R$ 6,2 bilhões para o período 2010-2014, anunciou na segunda-feira o desenvolvimento de um carro pequeno, mais barato que o Gol, que será produzido no Brasil como parte desse programa.

O novo carro da Volkswagen, segunda maior montadora em vendas no País, vai disputar mercado diretamente com o Uno, da Fiat, no segmento de entrada (os mais baratos, na faixa de R$ 20 mil a R$ 23 mil), responsável hoje por 7% do mercado total. “Esse segmento vai dobrar de tamanho nos próximos quatro a cinco anos e não podemos ficar de fora”, disse o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall. A intenção da empresa também é se preparar para a concorrência dos modelos chineses, coreanos e japoneses que serão produzidos em breve no País nas novas fábricas da Chery, Hyundai e Toyota, assim como com importados.

No caso da Fiat, o aporte confirmado ontem pelo diretor comercial da empresa, Lélio Ramos, é o maior que o grupo anunciou para um período quinquenal. O novo plano estabelece o dobro do gasto anual em relação ao anterior, que era de R$ 1 bilhão.

Ramos informou que o montante será aplicado principalmente em novos produtos e ampliação da capacidade produtiva, mas a montadora ainda não detalhou porcentuais para cada item. A fábrica da Fiat em Betim (MG) opera praticamente no limite da capacidade, de cerca de 800 mil carros por ano. Há expectativas de uma nova fábrica, mas a empresa não confirma. “Poderemos também ampliar as áreas que atuam em três turnos”, disse. Segundo ele, a Fiat vai lançar 20 novos modelos, entre inéditos e reestilizações.

O carro que a Volks desenvolve em parceria com a matriz alemã será um modelo global, que pode ser produzido em outros países. Schmall disse que acabou de voltar de um encontro na Alemanha com a direção do grupo, que está “muito satisfeito” com os resultados do Brasil.

Crescimento

Projeções apresentadas em seminário realizado segunda-feira em São Paulo pela publicação especializada Autodata – que reuniu representantes das principais montadoras e do setor de autopeças – preveem para 2011 um crescimento de 4% a 6% nas vendas totais brasileiras de veículos, incluindo caminhões e ônibus. Este ano, o mercado vai crescer 8%, para 3,4 milhões de unidades.

“Não dá mais para continuar crescendo dois dígitos”, afirmou o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini. Apesar da projeção de crescimento, Belini demonstrou preocupação com o aumento das importações, que já respondem por 18% das vendas. Anfavea e Sindipeças (que representa os fabricantes de autopeças) preparam uma proposta de política industrial para entregar ao novo governo. O objetivo é garantir a competitividade da indústria nacional.

Na minha humilde visão e penso que a partir do segundo semestre de 2011 as vendas devem cair. O motivo? Teremos uma conta de 8 anos do governo que vai começar a ser paga depois do segundo semestre… mas é um palpite… tomara que eu esteja errado..

Fonte: estadão

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Começa hoje o Salão de Paris 2010, será o fim da recessão mundial no mercado automotivo?

Sim, elas estarão também no evento, não se preocupem!

Os dias de penúria da indústria automobilística mundial parecem que estão com os dias contados. Neste texto extraído do site Notícias Automotivas, você verá porque.Hoje é dia de Salão de Paris 2010. Conseguimos reunir quase 40 posts e artigos, mas ainda esta semana teremos mais, aguardem.

Dois anos depois da depressão profunda, as montadoras reunidas no Salão do Automóveis de Paris esbanjam riqueza, sofisticação e tecnologia com um intuito: voltar a fazer o consumidor sonhar com objetos do desejo.

Quem procurar por carros populares terá de buscar no fundo dos estandes. Na frente, estarão os lançamentos de luxo, superesportivos, carros-conceito e modelos híbridos e elétricos. O Salão do Automóvel, que completa 110 anos, abre suas portas ao público no sábado, no centro de exposições de Porte de Versailles, em Paris, revertendo a atmosfera de crise da edição de 2008 – realizada três semanas após a quebra do Lehman Brothers.

Quinta-feira, em première, 10 mil jornalistas do mundo todo puderam conferir o que a indústria automotiva, representada por 362 marcas de 25 países, prepara para 2011 e 2012.

O objetivo de todos os dirigentes de montadoras com os quais o Estado conversou nos bastidores do evento é reverter as perdas e buscar nos mercados emergentes (leia texto abaixo) a saída para a crise. Na Volkswagen, segundo Christian Klingler, diretor comercial da empresa, o momento é de rever para cima os prognósticos de crescimento do mercado mundial, dos originais 5% para 6% ou até 7% em 2010. “Ainda há riscos, mas temos cada vez mais razões para otimismo neste ano”, salienta.

Retomada.

“Dois anos depois da crise, percebo um início de otimismo das montadoras, não mostrando apenas soluções sobre ambiente, mas apostando de novo em estilo, que faz dos carros objetos de desejo”, diz Ivan Segall, diretor-presidente da Citroën Brasil, montadora que investirá € 700 milhões no Brasil e na Argentina até 2012, na ampliação da planta de Porto Real, no Rio, e no desenvolvimento de produtos. “No último salão, só se buscavam soluções racionais, como carros de baixo custo. Agora, há uma percepção bem mais otimista do futuro no mundo.”

Rogélio Golfarb, diretor de Assuntos Corporativos da Ford para a América do Sul, faz um diagnóstico preciso do que se passa no Salão de Paris. Para o executivo, as montadoras já consideram que a crise está no passado, mas também sabem que a recuperação será lenta e gradual na Europa e nos Estados Unidos.

Para enfrentar os resquícios da recessão e a concorrência feroz, a saída é investir em pesquisa de novas tecnologias, como a da eletrificação e a da redução das emissões e do consumo de combustível. “O que se está vendo aqui é que ninguém quer ficar para trás. Não dá para não investir em novas tecnologias.”

Essa mistura de estilo e tecnologia é onipresente no salão. O desenvolvimento de novos produtos é preocupação de todos. Enquanto montadoras como a Peugeot apostam em design, desempenho e luxo em linhas como o esportivo RCZ, na Renault as palavras de ordem são “híbrido” e “elétrico”.

“Em um ano, nossos primeiros veículos elétricos serão comercializados”, afirma Carlos Ghosn, presidente da Renault. “O desafio é reduzir nossa dependência do petróleo e lutar contra o aquecimento global. Só conseguiremos isso com um grande número de clientes.”

Parece coisa de cinema e com certeza será…

Agora começam os vídeos…sinta-sem em casa…e veja os primeiros vídeos do primeiro dia no Salão de Paris 2010

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