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Ford mostra o Evos Concept que usa dados na nuvem da internet será mostrado no Salão de frankfurt 2011

agosto 31, 2011 1 comentário

A Ford deve apresentar na IFA, feira de eletrônicos que acontece a partir de 2 de setembro na Alemanha, mais um de seus carros conceitos. Até aí nada de novo. A novidade é o grau de utilização de internet  que o carro deve utilizar. Neste modelo todos os dados ficam armazenados em formato de nuvem, na própria internet e são acessados quando necessário.

O modelo se chama Evos Concept e é um carro híbrido que usará a nuvem para guardar as preferências de quase todos os aspectos do veículo. Ele pode reconhecer o comportamento do motorista e otimizar o sistema mecânico do carro para ficarem de acordo com os hábitos do motorista.

Ele também pode acessar uma rádio pela internet e continuar tocando uma música a partir do ponto que o motorista deixou em sua casa, apagar as luzes ao deixar a casa, e pré-aquecer ou esfriar o carro de acordo com a agenda do motorista.

A primeira aplicação das linhas do Evos Concept poderá ser vista dentro de quatro meses, no Salão de Detroit 2012, onde será apresentado o protótipo da nova geração do Mondeo. Mas a nova orientação estética da Ford será também aplicada nos mais variados tipos de carroceria, incluindo SUV e crossovers. O veículo poderá ser visto também no Salão de Frankfurt 2011, mas assim como no IFA, apenas como protótipo conceito.

Os traços mais significativos do Evos Concept são a sua silhueta mais agressiva, bem acentuada na linha descendente do teto, que se funde com o spoiler traseiro. Os painéis laterais revelam também contornos esculturais que ganham expressão máxima das volumosas aberturas das rodas.

A dianteira exibe uma nova interpretação da grade trapezoidal – conceito já presente na diretriz estética chamada de Kinetic –, que surge numa posição mais elevada, enquadrada pelos sofisticados conjuntos ópticos em forma de lâmina e pelo contorno cromado que integra os faróis nevoeiros com luzes de leds. A traseira é dominada pelos faróis “hi tech” e pelas formas pronunciadas e elaboradas do para-choques.

Com 4,5 m de comprimento, 1,97 m de largura e 1,36 m de altura e uma distância entre-eixos de 2,74 m, este concept avança com uma configuração de quatro lugares. O acesso ao habitáculo faz-se através de quatro portas com abertura em asa de gaivota, que criam um efeito cênico dramático, mas que estão longe de se tronarem realidade num modelo de produção em série.

O Evos Concept está também preparado para receber componentes elétricos, demonstrando o interesse da Ford em apostar em tecnologias híbridas.



Mas não se engane, O Evos é apenas um carro conceitual e dificilmente chegará ao mercado, principalmente devido ao alto custo que teria e o uso de muitas tecnologias experimentais. Mas com certeza servirá de base para modelos mais baratos e com certeza com o apimoramento das tecnologias um modelo parecido deve chegar as ruas em poucos anos.

No vídeo abaixo a Ford explica alguns conceitos usados no veículo

Quando um veículo vai alem da paixão e se transforma em meio de vida

Matéria exibida pela PEGN esta semana mostra como alguns comerciantes resolveram criar pontos comerciais móveis e para isso utilizaram os tão queridos veículos de 4 rodas.

Veja abaixo alguns dos cases de sucesso no setor e quem sabe isso não inspira você a abrir o seu próprio negócio e sair pelo mundo…

 

BOLSAS DE RETALHOS > MARIA BERENICE
Fundação: 2006
Investimento inicial: um micro-ônibus, restos de tinta e R$ 100 para tecidos
Por onde roda: ruas de Brasília
Faturamento: não divulgado
Funcionários: uma ajudante para a produção no ateliê

Anderson Schneider

“Quando meu grupo de teatro se separou, em 2005, tudo o que restou foi um velho micro-ônibus. Fiquei meio perdida, não sabia o que fazer. Um dia vi uma amiga com uma bolsa de tecido e bateu a inspiração: que tal montar um ateliê e criar bolsas artesanais? Mas estava dura, não tinha como alu-gar um ponto de venda. A solução veio quando vi um comerciante de pamonha com seu fusquinha. Com algumas latas de tinta esquecidas, decorei o antigo micro-ônibus, e pendurei ali as minhas bol-sas. A primeira viagem aconteceu na avenida Paulista. Chamamos a atenção de todo mundo! Os motoristas buzinavam, os motoboys mandavam beijos, os pedestres paravam para olhar. Hoje moro em Brasília, onde tenho família. Voltei a atuar, mas todo fim de semana dou uma volta com a Bereni-ce. A maioria das pessoas chega movida pela curiosidade: ‘Isso é um bufê de festa infantil?’; ‘É ôni-bus para passeio turístico?’. Com certeza, não passo despercebida!” – Adriana Bruno, 36 anos, dona da Maria Berenice


 

 CACHORROS A BORDO > PETSHOP MÓVEL

Fundação: 1998
Investimento inicial: R$ 100 mil
Por onde roda: ruas de São Paulo
Faturamento: R$ 15 mil (mensal)
Funcionários: 2

Anderson Schneider

“Não tem momento mais estressante para um animal de estimação do que a hora de fazer uma visita à pet shop. O cão fica todo agitado, porque sabe que chegou a hora da tosa e do banho. Por isso, recebíamos muitos pedidos de clientes para oferecer esse tipo de serviço em domicílio. A loja envia-va um funcionário e ele cuidava do cão dentro da casa do dono. Mas, para mim, essa solução não era muito profissional. Foi então que tive a ideia: que tal vender a loja física e instalar a pet shop em uma van que se deslocasse até a casa dos clientes? Dessa maneira, ninguém ficaria angustiado. Nos primeiros passeios, enfrentamos algumas dificuldades. Como usamos a energia da residência do cliente, às vezes o disjuntor da casa caía, porque puxávamos muita eletricidade. Mas logo resol-vemos a questão elétrica. Hoje, os clientes adoram o serviço. Tinha um deles que era superapegado, não largava o cão por nada. Agora, com a Petshop Móvel, ele deixa o bichinho aos nossos cuidados e fica sossegado. E os animais também ficam tranquilos, porque sabem que estão perto de casa.” – Laércio Eugênio da Luz, 54 anos, sócio da Petshop Móvel


 

 BALADA EM TRÂNSITO > BUS PARTY

Fundação: 2010
Investimento inicial: R$ 300 mil
Por onde roda: ruas de São Paulo
Faturamento: não fornecido. Realiza 20 eventos por mês, com preços entre R$ 750 e R$ 950 por hora (DJ, petiscos e bebidas são cobrados à parte)
Funcionários: 5

Anderson Schneider

“Foi em uma viagem pela Califórnia, quando tinha 19 anos, que descobri a balada mais movimenta-da da minha vida. Literalmente. Lá, festas montadas dentro de ônibus modificados são comuns. De-cidi trazer a ideia para o Brasil. Gastei quatro meses estudando o negócio e mais quatro adaptando o ônibus. Os primeiros resultados foram fracos. As pessoas não conheciam esse tipo de casa noturna e ficavam inseguras. Participei de feiras de automóveis, fiz alguns ‘tours’ para apresentar o projeto e a ideia pegou. A balada móvel funciona em sistema de festa fechada, em que o veículo é alugado por hora. Durante o trajeto, passa pelos principais pontos turísticos de São Paulo. Fazer uma balada num veículo em movimento exige alguns cuidados. O ônibus anda numa velocidade bem tranquila, mas ainda assim sempre tem gente que tropeça — as mulheres costumam tirar os sapatos de salto, para evitar uma queda. Mas também tem suas vantagens. Se alguém passa mal, o copeiro é instruí-do a levar o convidado para a parte da frente do ônibus e colocá-lo na janela, onde ele pode descan-sar e respirar um pouco de ar fresco.” – Maurício Somlo, 21 anos, sócio da Bus Party


 

 MAGRELAS BEM CUIDADAS > BIKE CARE

Fundação: 2010
Investimento inicial: R$ 33 mil
Por onde roda: ruas do Rio de Janeiro
Faturamento: R$ 40 mil (mensal)
Funcionários: 5

Anderson Schneider

“Meu negócio vive de rodas. Das rodas das bicicletas que eu vendo na minha loja física e das rodas do meu serviço móvel. Com uma van, visito condomínios e hotéis e monto tendas. Nesse espaço, os clientes podem alugar bikes, comprar produtos da loja ou realizar pequenos reparos. No começo, paguei alguns micos. Às vezes, um vento mais forte levava a tenda que a gente tinha acabado de armar. Uma vez, parei sem querer em cima de uma faixa de pedestres. Na mesma hora, um ciclista que atravessava a rua começou a me encarar. Ele bateu no vidro e levei um susto, achei que ia par-tir para a briga. Mas, na verdade, só queria pedir o meu cartão. Todo dia converso com pessoas que voltaram a pedalar depois que descobriram a Bike Care. Nem todo mundo tem tempo de levar a bici-cleta para consertar, ou mesmo de ir a uma loja e alugar a magrela. Então acabam se esquecendo dessa diversão.” – Jorge Luiz Bahia Ferreira, 25 anos, dono da Bike Care


 

 ESPAGUETE ON THE ROAD > ROLANDO MASSINHA

Fundação: 2007
Investimento inicial: R$ 20 mil
Por onde roda: no bairro de Sumaré, São Paulo
Faturamento: R$ 25 mil (mensal)
Funcionários: 4 (dois para a produção das massas, dois para atendimento na Kombi)

Anderson Schneider

“Mesmo sem nenhuma formação em gastronomia, sempre brinquei de cozinheiro. Depois de traba-lhar como empreiteiro durante 15 anos, decidi mudar de área. Minha primeira ideia era comprar uma Kombi e sair pelas ruas vendendo cachorro-quente. Mas pensei: ‘Faço massas e molhos incríveis, então por que não ganhar dinheiro com isso?’. A maior dificuldade, no começo, era fazer as pessoas entenderem que eu não vendia hot dog. Uma vez, um rapaz me pediu um ‘completo’. Levei na espor-tiva e fiz um pão com meu molho à bolonhesa e calabresa. E aí expliquei que vendia massas. Ele aprovou o sanduíche e acabou sentando para provar o prato. A novidade foi se espalhando e acabei recebendo o apelido que daria nome ao negócio: Rolando Massinha. Cozinhar em um espaço me-nor, dentro de uma Kombi, exige muita atenção. Já aconteceu de eu esbarrar na minha funcionária e derramar uma panela inteira de molho. Sem falar que não há estrutura para armazenar grandes quantidades de comida. Um dia, fui obrigado a fechar mais cedo, porque todas as porções tinham sido vendidas. Por isso mesmo, meu plano é montar uma cozinha profissional para produzir, conge-lar e conservar por mais tempo minhas massinhas.” – Rolando Vanucci “Massinha”, 50 anos, funda-dor da Rolando Massinha


 

 SACOLEIRA NUNCA MAIS > BOUTIQUE DE RUA

Fundação: 2009
Investimento inicial: R$ 120 mil
Por onde roda: ruas de Curitiba
Faturamento: R$ 20 mil (mensal)
Funcionários: 1

Anderson Schneider

“Comecei a trabalhar como sacoleira em 2006. Ia a empresas e condomínios e batia de porta em porta, oferecendo roupas compradas em São Paulo. No começo, levava cerca de 40 peças em duas sacolas. Mas a demanda foi crescendo e passei a carregar quatro malas cheias de roupas. Foi aí que surgiu a ideia de criar um negócio sobre rodas. Mas, antes disso, tive de convencer o meu mari-do, Roberto, a entrar como sócio. Para criar a Boutique de Rua, compramos uma van e fizemos uma série de adaptações. Investimos em luzes fortes, mas que não aquecessem demais o interior do car-ro; ar-condicionado de frigorífico, para garantir o frescor; e um provador, claro, para o conforto das clientes. O espaço da van não é muito grande — só cabem oito mulheres por vez. Para não perder as outras consumidoras, coloco uma arara com algumas peças do lado de fora. Como a maioria das clientes se conhece, de vez em quando fechamos a porta da van e deixamos que elas se troquem lá dentro. Quando me dou conta, estão todas de calcinha e sutiã, fofocando sobre quem colocou silico-ne ou fez lipo.” – Fabiane Post, 38 anos, sócia da Boutique de Rua

Fonte: PEGN

Peugeot estréia o conceito HX1 e o modelo 508 RXH, com tecnologia diesel elétrica no Salão de Frankfurt 2011

Mais um modelo híbrido deve ser apresentado pela francesa Peugeotem poucas semanas no Salão de Frankfurt 2011,  que abre as portas no dia 15 de setembro, para reforçar a estratégia de internacionalização e apresentar as novas apostas para a gama de luxo.

O principal destaque é o 508 RXH, segundo modelo da marca equipado com a motorização HYbrid4. A tecnologia diesel elétrica já está em uma versão do 3008 comercializada na Europa.

O conjunto, composto por um motor diesel 2.0 de 163 cv e um elétrico de 37 cv, oferece 200 cv de potência. O veículo tem quatro modos de condução: automático, zero emissão, sport e tração integral. No uso urbano, por exemplo, é possível rodar apenas com o motor elétrico.

Durante o evento a montadora fará reservas para uma edição limitada com 300 unidades numeradas do 508 RXH.

Outra novidade é o conceito HX1. O modelo acomoda até seis pessoas, reúne os novos ícones da marca e prioriza a aerodinâmica, com coeficiente de 0,28. O visual tem ar futurista com a abertura inversa das portas e a arquitetura baixa, de 1,9 metro e 4,93 metros de comprimento.

Também equipado com a tecnologia Hybrid4, o automóvel tem um motor 2.2 HDI na parte dianteira e um elétrico integrado ao eixo traseiro, com potência que chega a 299 cv.

Segundo a montadora, o veículo roda até 31,2 quilômetros com um litro de combustível. Que venham os carros Híbridos!

Nova Korando da SsangYong, começa a ser vendida e entra na briga de mercado das SUVs

Com um jeitão meio esquisito perante ao gosto ocidental, parece a coreana SsangYong, reviu seu portfólio e parece ter chegado a um nível bem interessante para brigar pelo espaço das SUV’s no Brasil. A marca começou a vender o novo modelo Korando no Brasil.E não se engane, ela optou também por estúdio de design italiano, para atrair clientes.

A importadora oficial Tricos Districar colocou à venda quatro versões da quarta geração do utilitário esportivo, todas 4×4 com motor diesel 2.0 16V de quatro cilindros e 175 cavalos de potência, que já atende à nova legislação de emissões Proconve L6, equivalente à Euro 5. Há duas opções com câmbio manual de seis marchas e duas automáticas de seis velocidades.

A opção mais barata é o Korando GL, com câmbio manual, que sai por R$ 89,9 mil. Logo acima, a GLS custa R$ 94,9 mil. As duas versões com transmissão automática têm preço público de R$ 102,9 mil (GLS) e R$ 119,9 mil (GLS Executivo).

Sobrou só o nome do antigo SUV da SsangYong. O novo Korando foi projetado e desenvolvido pelo estúdio do renomado estilista italiano Giorgetto Giugiaro, que conferiu ao modelo as características dinâmicas de um hatchback compacto com o apelo visual e capacidade de enfrentar estradas acidentadas de um utilitário esportivo.

Segundo a SsangYong, o modelo também está mais econômico: o novo motor diesel eletrônico XDi200 é 20% mais eficiente em relação ao seu antecessor. O propulsor incorpora injeção de combustível common-rail de terceira geração e sistema de controle de emissões Euro 5 E-EGR (recirculação elétrica dos gases), com válvula de controle de turbulência e CDPF (filtro de partículas diesel).

O veículo trás um pacote completo de segurança ativa: o SsangYong Korando traz de série seis airbags, freios com ABS (antitravamento) e ARP (Active Roolover Protection, que reduz risco de capotamento), ESP (controle eletrônico de estabilidade) e sistema de retenção ativa para a cabeça, que no caso de uma colisão traseira instantaneamente move os encostos dianteiros para frente e para cima, para reduzir contusões no pescoço.

O novo Korando tem kit multimídia composto por GPS atualizado para todo o Brasil, MP3, controle de Ipod e media player. Oferece também conexão Bluetooth para celulares que permite fazer chamadas viva-voz.

Será o fim do carona tomando todas ao lado do motorista sóbrio?

O Brasileiro se adapta rápido as leis... com certeza veremos alguns carros desse jeito em breve...pelo menos não estava na cabine, certo?

O transporte de bebidas alcoólicas no interior da cabine do veículo poderá ser considerado infração gravíssima, punida com sete pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 191,44. Projeto nesse sentido, originário do Senado, foi aprovado nesta quinta-feira, 25, pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, em caráter terminativo, isto é, sem a necessidade de votação plenária.

Como o projeto do Senado foi modificado pelo relator, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), o texto terá que retornar ao Senado para nova apreciação antes de seguir para a sanção presidencial. O relator retirou do texto do Senado o dispositivo que estabelecia, além da multa e dos pontos, a retenção do veículo.

Se o projeto virar lei, os motoristas só poderão transportar bebidas alcoólicas no porta-malas do veículo.( ver foto acima)

Fiat prepara modelo utilitário de entrada para o mercado Brasileiro com a marca Chrysler

Fiat Freemont, primeiro carro fabricado pela Chrysler que é vendido no Brasil com a mesma plataforma da Journey

Fiat Freemont, primeiro carro fabricado pela Chrysler que é vendido no Brasil com a mesma plataforma da Journey

Segundo informou neste final de semana o site automotive business, a Fiat prepara uma verdadeira revolução em seus modelos. Após a fusão com a marca italiana a Chrysler começa também a acelerar as operações internacionais. O Brasil ganhou destaque no mapa global da empresa, que desenvolverá um veículo para os clientes da região.

O modelo será produzido localmente em uma fábrica própria da marca ou na planta que a Fiat está construindo em Goiana (PE). “Os estudos estão em andamento. Teremos uma definição no ano que vem”, explica Luiz Tambor, gerente de vendas e marketing da companhia para o Brasil. Segundo o executivo, o grupo estuda também a possibilidade de fabricar o veículo no México e na Argentina

A novidade deverá ser um utilitário de entrada para brigar com modelos como Honda CRV e Hyundai ix35 e chegará ao mercado em cerca de três anos. O SUV terá ainda plataforma compartilhada com a Fiat, que contribuirá na engenharia para o desenvolvimento do veículo.

Enquanto planeja o modelo, a Chrysler reforça a estrutura no País. O número de revendas da marca deve saltar de 30 para 42 até o fim de 2011. “Estamos nos reorganizando internamente com foco na área técnica, de serviços aos clientes, e no aumento do número de concessionárias”, enumera Tambor.

A empresa tem ainda uma agenda de lançamentos apertada para os próximos meses. “Temos muitos produtos lá fora que não foram aproveitados no Brasil. Há um grande potencial de crescimento”, aposta. Além da minivan Town & Country, recém-chegada nas revendas, a companhia pretende lançar ainda este ano o Jeep Compass, a nova Dodge Journey e o Chrysler 300C. A expectativa para 2011 é de emplacar 5 mil unidades e garantir 10% de participação no segmento premium. A empresa já comercilizou 2.834 veículos entre janeiro e julho.

Jeep Compass, um dos futuros concorrentes das Coreanas IX 35 e da joponesa CR-V

Em 2012 a intenção é “pelo menos dobrar este volume”, mesmo que isso não represente aumento de market share. Apesar de parecer ambicioso, o objetivo segue o ritmo da nova fase da companhia, nas mãos do Grupo Fiat. “Tudo está acontecendo em velocidade marchionnica”, brinca Tambor, em referência ao workaholic CEO do grupo italiano, Sergio Marchionne.

Com isso a Fiat espera tirar a imagem de vender apenas carros dito mais baratos e atingir um público que vêm sendo assediado por quase todas as montadoras, o público do chamado valor acima de R$70.000, será que ela consegue?

Vídeo com Chevrolet Tahoe 2001 mostra como reciclar papéis de lista telefônica

Esta forma inusitada de reciclagem vêm do site Jalopnik e é voltada para os aficcionados em tuning.

Com as questões ecológicas em voga, nada melhor do que dar uma olhada na matéria.

O quê você faz com aquelas listas telefônicas antigas? Joga no lixo? Eis então uma maneira divertida e eficiente de destruí-las sem prejudicar o meio-ambiente, pelo menos em tese, já que o som do carro”pica”, literalmente listas telefônicas.

O conjunto montado nesta uma Chevrolet Tahoe 2001 equipada com freios de 16″ montados em brilhantes rodas de 24″ é monstruoso, mas o que faz com que o sistema sonoro seja capaz de destruir uma lista telefônica apenas com com a pressão sonora exalada pelos auto-falantes é a experiência de Steve Meade. O cara começou montando sistemas sonoros simples nos carros dos amigos há mais 23 anos atrás e hoje é um dos mais requisitados instaladores e “ajustadores” de som automotivo na terra do Tio Sam.

O que foi usado de Som automotivo na picape?

Nesta Tahoe foi utilizado um Mac Mini como tela principal, acoplado a uma tela de 10,2″ em console especial no painel e uma unidade central P710 da Pioneer. Dois processadores da Rockford Fosgate 3sixty.2 comandam os equalizadores monstruosos instalados no carro.

São ao todo 11 equalizadores Fosgate dividos para os graves, médios e agudos (oito modelos T2500.1 bdCP para os graves, dois modelos T1000.4 para os médios e um T600.2 para os agudos) que empurram nada menos que 30, trinta auto falantes divididos em subwoofers, woofers, mid-ranges e tweeters espalhados pelo interior do carro. A alimentação do sistema é feita por 10 baterias XS Power D3100 carregadas por 4 alternadores de 350 ampéres da Mechman.

Curta o vídeo abaixo e veja como “ser responsável”em relação ao meio ambiente em 5 minutos:


 

 

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