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Archive for fevereiro \27\UTC 2009

Nova Yamaha XT660R 2009.

fevereiro 27, 2009 2 comentários
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Yamaha XT660R 2009 Vermelha

A principal das mudanças é, sem dúvida, a adição da sonda lambda ao sistema de injeção eletrônica, que é praticamente uma exigência para manter as motos dentro dos padrões estabelecidos pela PROMOT 3. O desempenho do motor não foi alterado, permanecendo com 5,95 kgf.m de torque a 5.250 rpm e a potência máxima de 48 cv a 6.000 rpm. Outra mudança foi na cor: Saiu a Azul e entrou a Vermelha. Uma tendência da marca.

Certamente é uma moto muito aguardada, pois possui bom desempenho e está em uma faixa de preço com poucos concorrentes.

O preço sugerido é de quase R$ 27.300,00, mas eu acho que deve chegar as concessionárias por volta de R$ 25.000,00.

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Yamaha XT660R 2009 Preta

Fonte:  Motosblog

Lamborghini Gallardo Spyder chega em agosto.

fevereiro 27, 2009 Deixe um comentário

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Exóticos conversíveis têm o hábito de dividir opiniões. Os críticos citam o peso extra e a redução na rigidez torsional como razão para o seu desprezo. Os de mente aberta provocam seus rivais para ganhar status e imaginam como seria melhor se o motor soasse por inteiro dentro do carro, que começa a ser vendido oficialmente no Brasil em agosto pelo Grupo Via Itália, liderado pelo mesmo executivo que traz os modelos da Ferrari e Maserati. A loja vai se chamar Lamborghi São Paulo e deve ter 12 unidades negociadas em 2009 e 20 no ano que vem, conforme o previsto pela diretoria da marca.

Segundo o diretor de relações interncionais da Lamborghini, Jaroslav Sussland, além da loja que já está sendo preparada na Avenida Europa, em São Paulo, ainda haverá uma oficina, na Vila Leopoldina, que deverá ficar pronta antes, por volta do mês de maio próximo. Toda a linha da marca italiana vai estar disponível e com preços que devem ficar entre 5% e 10% mais altos que os praticados na tabela da Ferrari.

Esse Gallardo Spyder é o parceiro do LP560-4, carro de melhor desempenho avaliado pela CAR em 2008. Chamam isso de premonição, porém, suspeitamos que essa versão sem-teto será algo diferente de dirigir.

Do modelo convencional, o Spyder herdou um para-choque frontal inspirado na edição selvagem e limitada do Reveton; do Gallardo anterior, ele empresta a carroceria de design absolutamente ousada.

E as proporções são bem adequadas.

Obviamente, a maior parte da carroceria é a mesma do Spyder anterior. Mas truques espertos do design o enganam em pensar que é muito mais baixo e mais largo desta vez. Veja por exemplo as lanternas traseiras. Se anteriormente traziam formato quadrado, agora parecem mais largas e curtas.

O para-choque traseiro tem o mesmo propósito. No carro antigo, ele foi dividido em três seções. As ponteiras do cano de escape são falsas por sinal, somente enfeites de para-choque. Os canos de escape reais estão presos por trás.

Contudo, que tal a capota, o ponto principal do Spyder? Naturalmente, por causa dela foi preciso incluir um reforço estrutural, aumentando o peso do carro em 140 kg.

Como antes, a janela traseira é de vidro, e não de plástico, como no rival, a Ferrari F340 Spyder. O acionamento da capota é rápido e simples, levando somente 20 segundos para o ciclo entre as configurações e sem deixar frestas em nenhuma delas.

Infelizmente, a Lamborghini não foi capaz de cobrir dignamente o motor, como fez no coupé LP560-4. É uma vergonha por dois motivos: pela traseira do antigo F430 ser uma janela em um mundo de fantasias de chassis de alumínio e um espaço vermelho cheio de energia estalando, e porque vale a pena falar do motor do Lamborghini.

Mecanicamente, o Spyder segue o projeto iniciado pelo seu irmão hard top. O LP (Longitudinale Posteriore) ou seja, uma designação de modelo familiar para os Lambos de 1970, representa o motor longitudinal e se refere à instalação a frente da caixa de câmbio como uma regra para supercarros, em vez de ser atrás, como é o grande V12 no Murciélago. O motor por si só está relacionado ao V10 do Gallardo original e também do próprio dez-cilindros da Audi.

Comparado ao pré-LP560-4, o motor V10 5.0 agora tem 552 cv. (O 4 no final do nome refere-se à tração nas quatro rodas). Embora o aumento de capacidade deva ter algum crédito, o novo motor também contém um ruído maior, já que a taxa de compressão aumentou de 11:8:1 para 12:5:1, um feito que se tornou possível pela adaptação da injeção direta de combustível. Isso, mais outros truques de pneus menos resistentes ao rolamento até 80 km/h e uma caixa de câmbio mais leve e modificada que contribui para uma economia de 20 kg em relação ao carro antigo, que ajudará a baixar as emissões de CO2 em 18%.

O Spyder precisa de 4,0 segundos – não meros 3,7 segundos da versão cupê – para atingir 100 km/h, e sua velocidade máxima ser de 322 km/h, contra os 323,6 km/h da versão fechada. Mas o tempo que ele leva para trocar as marchas é idêntico. E isso significa que é próximo do instantâneo, ou seja, as trocas são muito rápidas.

Ambos utilizam a última versão da transmissão manual automatizada de embreagem única E-gear da Lamborghini, cujo modo Corsa, selecionado por um botão ao lado da alavanca, permite trocas de marchas em somente 120 m, próximo da metade do tempo requerido anteriormente. Embora mais de 70% dos Gallardos venham com a caixa de câmbio E-gear, um câmbio manual de seis marchas também está disponível.

Os carros equipados com freios de carbono, como os que nós dirigimos, ainda precisam de uma sensibilidade maior ao ser pressionado. Nos milímetros do curso o sistema demora para responder, e, então, agem repentinamente, chegando a assustar. Maurizio Regiani, o chefe da área de Pesquisa e Desenvolvimento, diz que isso será resolvido logo, mas permanecerão como uma opção na Lamborghini e de série na Ferrari F430.

Fonte:  Car Magazine

Polícia do Alabama no EUA usa Porsche em suas atividades

fevereiro 25, 2009 1 comentário
Porsche 911 - Usado pela polícia americana do estado do Alabama

Porsche 911 - Usado pela polícia americana do estado do Alabama

Enquanto a polícia brasileira roda de Corsa, Blazer e outros veículos mais antigos, a força policial de Hoover, cidade do estado norteamericano do Alabama, vai atrás dos bandidos com estilo.

E com potência de sobra. A polícia da cidade conta com um Porsche 911 entre seus veículos. O carro, no entanto, não foi comprado pela cidade. Ele era de uma pessoa que foi parada em uma batida policial. Os oficiais encontraram 10 quilos de cocaína em compartimentos escondidos. Após um ano de processo, o juiz entregou o 911 para a polícia da cidade.

A carroceria foi repintada, recebendo a inscrição “911: nunca se esqueça” (trocadilho com o nome do carro, cujo número é o da central de emergências nos Estados Unidos). Apesar da potência e da esportividade, o Porsche não persegue bandidos.

A ideia é utilizá-lo para campanhas e rondas de publicidade, com o objetivo de ajudar as crianças a entender o que pode acontecer caso queiram dinheiro fácil. Se você for bandido, risque Hoover da sua lista de moradias… .

Veja abaixo foto do modelo original

Foto do Porsche 911 para dowload

Foto do Porsche 911 para dowload

Fonte: Revista Autoesporte

Os Melhores do Youbube

fevereiro 19, 2009 Deixe um comentário

Voltas Rápidas

O video foi divididoem cinco partes. Para qum ficou tentando imaginar o ronco do Mosler e da Ferrari F430 Scuderia

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Testar os esportivos preparados em um aeroporte tem duas vantagem: mais espaço e liberdade paraacelerar os barulhentos motores turbinados

Segredo e Video

O pessoal da Road & Track, do mesmo grupo Car and Driver, flagrou o novo Prshe Cayenne sendo testado na Alemanha e Estados Unidos.

Gaivota em novas asas

Mais uma da R & T: o superesportivo da Mercedes, SLC Asa de Gaivota correndo no deserto da Califórnia

Cadillac do Mal

Ouça os 556 cavalos do V8 com compressor do CTS-V

Fonte : Revista Car and Driver

O carro de linha mais seguro do mundo é sueco

fevereiro 18, 2009 4 comentários

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Este é o carro mais seguro do mundo. Assim Anders Norinder, o novo presidente da Volvo para a América Latina, descreveu o XC60, o novo crossover da marca. Com estilo futurista, o SUV médio chega para ser líder do seu segmento, como espera o comandante da empresa. ‘Já vendemos 400 unidades e a expectativa é entregar 1.000 carros até o fim do ano e transformá-lo em nosso carro-chefe, vendendo mais do que o hatch C30’, disse Marcos Saade, diretor de vendas e marketing.

Para cumprir os objetivos, o XC60 entrega um motor turbo de seis cilindros em linha com 285 cv de potência e 40 kgfm de torque. Tudo isso acoplado a um câmbio automático de seis velocidades com tração integral. O preço é outro atrativo, começando em R$ 138.500 para a versão Comfort; R$ 156.500 para a Dynamic; e R$ 165.900 para a Top.

De série, o carro já traz ar-condicionado eletrônico, seis airbags, freios ABS com distribuição eletrônica, e o exclusivo City Safety, um sistema que detecta objetos à frente e freio o carro automaticamente. O equipamento funciona abaixo de 30 km/h e reduz a velocidade para amenizar os estragos da batida. Abaixo de 15 km/h, a montadora garante que o carro para antes da colisão. Ao menos na pista de testes montada pela Volvo, o City Safety funcionou perfeitamente.

As principais diferenças entre a Dynamic e a Comfort são o assento com regulagem elétrica para o passageiro, sistema de informação de ponto cego, Bluetooth, sensor de estacionamento traseiro e dianteiro, faróis bi xenon e rodas de 18 polegadas. A Top inclui teto solar panorâmico, sistema que controla a qualidade do ar interno, comunicador pessoal e sistema que dispensa a chave para a abertura das portas e ignição. Além disso, a versão mais cara conta com um sistema de som com 10 alto-falantes, contra o de oito caixas dos dois modelos mais baratos.

Crossover é rápido e confortável

É fácil se acomodar ao volante do XC 60. O banco do motorista tem regulagem elétrica e conta com três opções de memória. O volante também tem ajuste de altura e profundidade. Os comandos estão à mão e são intuitivos no uso. Bom exemplo é o controle do ar-condicionado que conta com o desenho de um boneco, mostrando o direcionamento do ar. A tela com a temperatura fica no alto do console. Logo abaixo dela, porém, há um estranho espaço vazio. É lá que fica a tela do navegador da versão vendida na Europa. Quem quiser o GPS aqui no Brasil, pode comprar o item como acessório na concessionária.
A ignição é dada depois que encaixar a chave em uma fenda ao lado do volante e apertar um botão. O som dos seis cilindros em linha surge discretamente, graças ao bom isolamento da cabine. Com um toque no acelerador, o motor mostra todo seu vigor e acelera com vontade. O câmbio troca de marchas rapidamente com um bom escalonamento. O motorista também pode escolher cambiar manualmente, com trocas rápidas. Se a necessidade for de uma ultrapassagem, o câmbio responde rapidamente à vontade do motorista e reduz uma marcha. O barulho do motor fica mais evidente, mas este problema pode ser resolvido ao ligar o sistema de áudio de oito ou dez alto-falantes.

Em uma avaliação na Rodovia Ayrton Senna e na Mogi-Dutra, estradas que levam ao litoral norte paulista, o Volvo mostrou que não tem segurança só na lista de equipamentos, mas também na sensação que passa aos ocupantes. A suspensão é firme e não oscila em ondulações. Também se mostra seguro nas curvas, sem grandes inclinações para o porte do carro. Mas, se alguém abusar, o carro conta com controle de estabilidade e de tração de série.

Dentro da cabine, o crossover tem bom acabamento com revestimentos em couro e plásticos pintados de cinza. Na unidade testada, havia um barulho na forração da porta, sinal de peça mal encaixada. O espaço para os ocupantes da frente é generoso, assim para quem vai atrás. O porta-malas também é grande, com capacidade para 495 litros até o tampão ou 710 litros até o teto.

Fonte: Revista iCarros

CB 1300 Super Four 2009 com freios ABS

fevereiro 17, 2009 7 comentários

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Como se fosse hoje, lembro-me da primeira moto que pilotei. Uma Honda CB 400 prata, ano 1982. A CB era de um colega que não se preocupou com minha total inexperiência.

Ele me fez uma pergunta e depois me deu algumas orientações básicas: “Você sabe andar de bicicleta?” Como a resposta foi positiva, então vieram as dicas: “aperta a embreagem, engata a primeira, solta devagarzinho a embreagem e vai acelerando. Depois, é só ir trocando a marcha. Primeira para baixo e resto para cima”.

Com esta rápida aula teórica, fui lá eu dar umas voltinhas com a CB 400. Depois de alguns minutos já estava acostumado com a máquina que, diga-se, era muito fácil de pilotar. Foi a minha primeira emoção sobre duas rodas.

Quem tem menos de 30 anos, a sigla “CB” significa Citzen Band ou “faixa do cidadão”, numa alusão à sua versatilidade. Já que a motocicleta rodava com bastante desenvoltura tanto na cidade, como também da estrada. Além do mais, na época a CB era uma das poucas opções nacionais de motos de média cilindrada.

Uma releitura de um clássico da década de 1970, a CB 1300 Super Four me trouxe boas recordações. Saudosismo à parte, a big naked da Honda é muito confortável, tem um motor de alto desempenho e está recheada de siglas: H.I.S.S. (sistema antifurto) e PGM-FI (injeção eletrônica de combustível multi point). Porém, a grande novidade neste modelo 2009 é a adoção do sistema de freios ABS (Anti-Lock Brake System). Com tanta tecnologia embarcada, parece que a CBzona está mais na mão que nunca.

Desenvolvido para oferecer o máximo de segurança, o ABS reduz a possibilidade de travamento das rodas. Na prática, utilizado em situações extremas, o sistema de freios ABS transmite a sensação que a roda está “quadrada”, diminuindo gradativamente a velocidade, sem que o pneu trave ou perca o contato com o solo.

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Na CB 1300, o ABS trabalha de forma independente. Pode ser acionado só na roda dianteira, só na traseira ou combinado, se o piloto acionar o manete e o pedal de freio ao mesmo tempo, diminuindo, assim, o tempo e o espaço da frenagem.

Neste modelo não há o sistema CBS (Combined Brake System), que aciona uma das pinças do freio dianteiro quando o motociclista pisa firmemente no freio traseiro. O CBS-ABS da Honda está disponível na CB 600F Hornet 2009.

Para colaborar com a nobre missão de parar a moto, na dianteira há duplo disco flutuante com 310 mm de diâmetro e cáliper de quatro pistões. Já a traseira conta com disco simples com 256 mm de diâmetro e cáliper de pistão simples. Conjunto por si só muito eficiente. Ambos merecem destaque, pois o dianteiro “morde” com vontade os dois discos; já o traseiro cumpre muito bem o seu papel.

Motor quente

Apresentada durante o Salão Internacional do Automóvel de 2006, a CB 1300 Super Four só começou a ser comercializada no país em junho de 2007. A moto está equipada com motor de quatro cilindros em linha, DOHC (Double Over Head Camshaft), de 1.284 cm³, capaz de gerar 111 cv de potência máxima a 7.750 rpm e torque máximo de 11,6 kgf.m a 6.000 rpm. Traduzindo: o propulsor trabalha de forma linear, despejando gradativamente a potência.

A CB 1300 2009 ganhou dois novos catalisadores e com isso perdeu pouco mais de 4 cv de potência. Na versão anterior, a moto gerava 115,6 cv a 7.500 rpm de potência e torque de 11,9 kgf.m a 6.000 rpm. Com isso, a CBzona está plenamente de acordo com o Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (Promot 3).

Apesar da concepção de quatro cilindros em linha, a CB esbanja torque desde os baixos giros. É possível sair de uma lombada a 30 Km/h em quinta marcha sem a moto “engasgar”. Mas se o motociclista precisar de um comportamento mais esportivo, basta reduzir a marcha e girar o acelerador. Assim a CB oferece respostas rápidas e precisas, graças ao sistema de injeção de combustível.

O ponteiro da velocidade sobe rápido, tão rápido quanto a adrenalina correndo em minhas veias. A moto chega facilmente aos 160 Km/h, sempre muito estável e confortável. Sua velocidade máxima ultrapassa os 220 quilômetros por hora. Há quem ache pouco, mas vale lembrar que se trata de uma naked, moto em que o piloto fica exposto ao vento.

Em seu habitat natural, a estrada, o consumo médio gira em torno de 16 Km/l. O tanque de combustível tem capacidade para 21 litros de combustível (4,5 litros de reserva).

Pilotar a CB 1300 Super Four é uma tarefa tão agradável que surpreende devido ao seu tamanho (2,220 m). Seu porte musculoso esconde uma moto extremamente fácil e dócil de ser pilotada — desde que o acelerador não seja acionado com vontade – por horas seguidas. O único inconveniente nessas condições é o calor propagado pelo motor. Chega a incomodar. Porém, esta pode ser considerada uma característica desta moto, basta ver o tamanho do bloco do propulsor.

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Ciclística e visual

Na dianteira, a CB 1300 conta com suspensão telescópica com garfos convencionais de 43 mm e curso de 120 mm na dianteira. Já na traseira, balança de alumínio de 116 mm de curso. Detalhe: a moto conta ainda sistema de duplo amortecedor com reservatório a gás e cinco níveis de ajuste da compressão da mola (Shock Unit). Um fiel aliado para que roda com garupa ou bagagem. A CB 1300 foi montada sobre um chassi fabricado em aço tubular de berço duplo resistente a torções.

Além das suspensões, o guidão é ajustável (20 mm) para frente ou para trás. Assim, o piloto pode obter uma melhor postura. Para aumentar o nível de conforto, a CBzona conta com assento em dois níveis. Sob o banco, há um pequeno compartimento que permite guardar, por exemplo, capa de chuva e luvas.

O visual da CBzona é impactante. Tudo é grande nela: motor, escapamento, banco, lanterna traseira (em LEDs), pneus… As rodas de liga leve de cinco pontas estão calçadas com pneus radiais (120/70 na dianteira e 180/55 na traseira), que garantem maior aderência e segurança.

O escapamento em aço inox (4 x 2 x 1) conta com saída lateral. A rabeta lembra a utilizada na CB 450 TR, da década de 1990. Como acessórios originais, a Honda oferece pára-brisa esportivo e bagageiro com encosto.

Ficha Técnica

Motor: 1.284 cm3, DOHC, 4 tempos, 4 cilindros, 4 válvulas por cilindro, arrefecimento a líquido
Potência máxima: 111 cv a 7.750 rpm
Torque máximo: 11,6 kgf.m a 6.000 rpm
Diâmetro x curso: 78º x 67,2 mm
Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI
Relação de compressão: 9,6:1
Sistema de ignição: CDI
Bateria: 12V – 12 Ah (10 horas)
Farol: 60/ 55W
Sistema de partida: Elétrica
Capacidade do tanque: 21 litros (4,5 litros de reserva)
Transmissão: 5 velocidades
Transmissão final: Corrente
Suspensão dianteira: Garfos telescópicos, 43 mm de diâmetro e curso de 120 mm
Suspensão traseira: Balança de alumínio com 116 mm de curso e dois amortecedores com reservatório de gás ajustáveis na compressão e no retorno, e ajuste da pré-carga da mola.
Freio dianteiro: Duplo disco flutuante de 310 mm, com cáliper de quatro pistões.
Freio traseiro: Disco simples de 256 mm, de cáliper de pistão simples.
Pneu dianteiro: 120/70 – ZR17 M/C
Pneu traseiro: 180/55 – ZR17 M/C
Altura do assento: 790 mm
Altura mínima do solo: 135 mm
Chassi: Aço tubular de berço duplo
Dimensões (c x l x a): 2.220 mmx 790 mm x 1.120 mm
Entre-eixos: 1.515 mm
Peso seco: 237 kg (Standard)
242 kg (ABS)
Cores: Preta e prata
Preço: R$ 47.000,00

Fotos: Renato Durães.

Fonte: Agência Infomoto

Murcielago LP670-4 SV no Salão de Genebra 2009

fevereiro 17, 2009 1 comentário

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O Lamborghini Murcielago vai ganhar uma nova versão, chamada Murcielago LP670-4 SV no Salão de Genebra 2009. Tínhamos falado sobre uma versão SV a quase um ano atrás. Já que o super carro foi lançado em 2001, chegou a hora de alguma novidade, para manter os milionários interessados.

Ele começou com menos de 600 cavalos, foi tendo atualizações variadas, até chegar a 640 cavalos na última versão LP640. Mas, agora teremos um Murcielago ainda mais potente que o Lamborghini Reventon, com 670 cavalos, chamado LP670. O SV no final de seu nome significa Superveloce, designação anteriormente usada pelo Lamborghini Diablo, em uma variante mais leve, rápida e potente.

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A tração continua integral, e veremos várias modificações no exterior, interior e parte mecânica. O interior terá menos acabamento, e as peças que continuarem serão de fibra de carbono, incluindo os painéis das portas e console central.

O resultado final deverá ser um carro 100 quilos mais leve do que o Murcielago normal. Veremos novas rodas e também um aerofólio maior nessa versão LP670-4 SV. Até que venha o sucessor do Murcielago em 2011, este deverá aguentar as pontas.

Fonte:  Motor Authority

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