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Jipe de Joinville chega ao mercado brasileiro

janeiro 18, 2010 Deixe um comentário

Foram cinco anos de gestação até que a TAC desse início à produção em série do Stark

Até o fim deste mês, deverão sair da linha de montagem da TAC (Tecnologia Automotiva Catarinense), em Joinville, 12 jipes Stark. Trata-se do começo da produção em série do veículo idealizado por um grupo de empresários catarinenses (hoje são 92 investidores) que, desde 2004, já injetaram R$ 15 milhões no projeto. “Essa primeira fase é para ajustar a linha. O momento é de criação de pontos de venda e redes de assistência técnica”, conta Adolfo César dos Santos, diretor-presidente da TAC.

Por enquanto, os Stark podem ser comprados diretamente na fábrica ou em uma revendedora localizada na capital paulista. Nos dois locais, o preço para o modelo completo (o único que está sendo comercializado) é o mesmo: R$ 98.780. “O carro de test drive chegou ontem à loja, mas já existe uma lista de pessoas interessadas”, diz Santos. Segundo ele, depois da fase de testes na linha de montagem, a meta será produzir 220 jipes por mês até 2012. “Isso numa projeção conservadora. A ideia é crescer conforme a demanda do mercado”, avalia.

Atualmente, os 25 Stark vendidos num lote piloto em 2008, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, também estão sendo entregues aos compradores. “Na ocasião, tivemos de nos comprometer com esses clientes, pois era a segunda vez que íamos para o Salão do Automóvel“, lembra o diretor-presidente da empresa. Desenvolvido desde 2004, quando a TAC foi fundada, o Stark foi apresentado pela primeira vez ao mercado no Salão do Automóvel de 2006. Até ali, a intenção era dar início à produção em série em outubro de 2007.

No entanto, o jipe da TAC acabou como uma das maiores atrações do evento, despertando a atenção de gigantes como GM, Mercedes e BMW. “A partir dali, começamos a ser contatados por grandes montadoras. Recebemos a visita do então presidente da GM, a Peugeot nos ofereceu um motor, demos início ao relacionamento com a Fiat…”, rememora.

E foi da parceria com a Fiat que nasceram os atuais motores que equipam o Stark. “Eles fizeram uma avaliação muito severa dos protótipos. A única coisa que apareceu de inadequada foi a posição do extintor de incêndio”, destaca, orgulhoso, Santos. Como o contrato com a fabricante italiana exigia confidencialidade, a TAC precisou ficar em silêncio e adiar o começo da fabricação do Stark.

Isso porque os motores F1A – os mesmos que equipam o Ducato, por exemplo – sequer haviam sido lançados pela Fiat. “Não podíamos perder a oportunidade, então sustamos o lançamento”, diz o executivo. “Foi um período muito dramático, pois tivemos de ficar quietos. Mas o carro foi remodelado rapidamente e conseguimos apresentá-lo Salão do Automóvel em 2008”, complementa.

Fonte: Amanhã

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