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Archive for the ‘Autos Carros Reva’ Category

Empresa Japonesa cria carro movido a água

novembro 14, 2010 Deixe um comentário

O que parecia lenda ou mais uma história daqueles que diziam que existia um inventor de um carro movido a água morava numa ilha luxuosa paga por alguma empresa petrolífera, parece que está virando realidade, mas neste caso a pessoa na figura de uma empresa existe e mora no Japão.

A empresa japonesa Genepax apresentou o protótipo de um carro que utiliza água como combustível. O H2O Power é movido através de um gerador de hidrogénio, que através da eletrólise separa as moléculas do líquido e gera eletricidade que alimenta um motor eléctrico.

A ideia não é nova, a própria Genepax apresentou há dois anos, um protótipo baseado no automóvel da marca indiana REVA, modelo 100% urbano com mecânica elétrica.

Esta solução, vista por muitos como milagrosa, centra-se no sistema da Genepax que pode ser «alimentado» com qualquer tipo de líquido, desde água até químicos «pesados». Até mesmo sobras de café ou refrigerantes são capazes de fazer mover um carro semelhante a um Reva, permitindo-lhe alcançar uma velocidade constante de 80 km/h.

A empresa japonesa garante que para circular por 1 hora a esta velocidade será necessário um litro de água, mas não adianta mais detalhes do projeto nem quando poderá chegar ao mercado.

Pode ser a revolução que tanto aguardamos, mas ainda é cedo para estourar a champagne.

Veja o vídeo do autor da façanha:

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Carro elétrico indiano Reva i é vendido no Brasil por absurdos R$ 70 mil

reva-iMais uma vez o Brasil mostra que vai ser difícil a batalha por carros menos poluentes.

O carro elétrico indiano Reva i chamou muita a atenção no último QRX 2009, até mesmo por crianças que pensavam que o carrinho era de brinquedo. Trazido por importadores independentes, duas unidades do carrinho estão à venda no Brasil por absurdos R$ 70 mil.

O Reva i, fabricado na Índia desde 2004, é vendido por lá com preço equivalente a R$ 19 mil. Também é vendido na Europa, principalmente em Londres, onde custa cerca de R$ 29 mil. O preço altamente elevado no Brasil se deve por conta dos altíssimos impostos e taxas de importação, o que acaba tornando a comercialização do modelo praticamente inviável.

Segundo os dados informados pela importadora do Reva i, a velocidade máxima do carrinho é de 80 km/h. O modelo pode ser carregado em tomadas de 127V ou 220V. A recarga completa das baterias feita em oito horas, mas em duas horas e meia pode-se recarregar 80% do total das oito baterias. A importadora também informa que a vida útil é de três a cinco anos ou 600 ciclos de carga, o que representa cerca de 50 mil quilômetros.

Veja mais fotos deste incrível CARRINHO no site REVA CLUB

Conheça a História do Salão do Automóvel

outubro 27, 2008 1 comentário

HISTÓRIA DO SALÃO DO AUTOMÓVEL

 

 

SALAO DO AUTOMOVEL

SALAO DO AUTOMOVEL

1960

– É inaugurado, em 25 de Novembro, o 1º Salão de São Paulo (chamado Salão do Automóvel), no Pavilhão de Exposições do Ibirapuera (Zona Sudoeste). O evento reuniu as 12 montadoras existentes na época no país (Willys Overland, DKW-Vemag, General Motors, Ford, FNM, Simca, Volkswagem, Toyota, Romi-Isetta, International Harvester, Scania Vabis e Mercedes Benz) e grandes fábricas de peças e componentes. Em exposição, havia carros como o Aero-Willys, o modelo 61 da Renault Dauphine, o DKW, a Rural Willys, a Kombi e a Chevrolet Amazonas, além do primeiro automóvel experimental fabricado no país: o Saci, construído pela Willys-Overland do Brasil.

1961 – O 2º Salão do Automóvel teve como destaques o Willys Interlagos, primeiro modelo de concepção totalmente brasileira, o Simca Chambord, o Centaurus (da Automóveis e Motores Centaurus, de Campinas/SP) e o Volkswagen 1.2.

1962 – O 3º Salão do Automóvel celebrou a marca de 97% de nacionalização da fabricação de veículos. Entre os destaques estavam o Aero Willys 2600 (apresentado também no Salão de Paris), a perua Simca Jangada, o esportivo VW Karmann-Guia, o DKW Fissore, o Scania – Vabis L-75. A Toyota mostrou seu jipe Bandeirante, a Mercedes-Benz seu primeiro ônibus de turismo (com geladeira e sanitário), a Ford trouxe seu trator 8-BR, a Caterpillar, o modelo Traxcavator e a Huber Warco, a motoniveladora HD. A partir dessa edição o evento passou a ser bienal.

1964 – A quarta edição comemorou a marca de 1 milhão de veículos produzidos no país. A indústria começou a mostrar melhorias mecânicas, como a caixa de câmbio com quatro marchas para frente sincronizadas do Aero Willys 2600, a mistura automática óleo-gasolina da DKW-Vemag, a suspensão pneumática para ônibus da linha FNM, a cabine avançada dos caminhões leves e o eixo traseiro de duas velocidades e reduções dos caminhões pesados Mercedes-Benz. Outras novidades foram o Aero-Willys 65, com novo design, a Vemauguet Rio, o Belcar, o esportivo GT-4200, da Brasinca, com motor Chevrolet, e a Veraneio, da General Motors.

1966 – É inaugurada a quinta edição do salão, que coincidiu com a comemoração dos 10 anos da implementação da indústria automobilística nacional. O evento é marcado pelo lançamento de dois modelos de luxo, o Itamaraty Executivo e o Ford Galaxie, além do esportivo Puma, sucesso de vendas nos anos seguintes, e novidades nas autopeças, como os faróis de iodo da Cibié.

1968 – É realizado o sexto e último Salão no Parque do Ibirapuera marcado pelo lançamento de produtos em uma nova faixa de mercado até então inexplorada: o carro médio. Entre as novidades, a Chrysler lança o seu esportivo GTX, a Ford-Willys traz o Corcel e o Galaxie LTD, a GM apresenta seu primeiro automóvel: o Opala e a Volkswagen lança o sedan 1.6, de quatro portas.

1970 – Em 20 de novembro, o 7º Salão do Automóvel inaugura o Parque de Exposições do Anhembi (Santana, Zona Norte), construído por Caio de Alcantara Machado, especialmente para abrigar as mostras industriais. As grandes novidades são o Dodge Charger, com motor V8 (oito cilindros em “V”), da Chrysler, de 205 cv (cavalos), o Meta 20 de Chico Landi, o FEI X-3 (com motor Chrysler de 300 HP), o Alfa Romeo 2150 da FNM, o Corcel GT e o Landau da Ford, o Karmann-Guia TC, o TL e a Variant, da Volkswagen. Além do primeiro carro elétrico brasileiro (fabricado pela Icovel) e vários modelos de buggies.

1972 – Com a estratégia de atingir o mercado externo, é aberta a oitava edição da feira, com 236 expositores. Foram apresentados o Dodge 1.8, conhecido como Dodginho, o Maverick, o Puma GTB, o SP-2 e o MP Lafer, réplica do MG inglês. Foi mostrado o primeiro desenho oficial do Chevette, lançado cinco meses depois. Uma curiosidade foi o Kadykete, o primeiro veículo elétrico brasileiro produzido em série, pela Johnson, em São José dos Campos (97 Km a nordeste de são Paulo).

1974 – A nova versão do evento é marcada pela simplicidade e pela funcionalidade. As novidades foram o Passat, o Fusca 1.6, popularmente conhecido como Fuscão, a Caravan, derivada do Opala, e o ESF-22, modelo mais seguro da Mercedes-Benz, além do mini Puma, tentativa de carro econômico, e o Itaipu, carro elétrico da Gurgel. As motocicletas também foram destaque dessa edição, entre elas a Honda CB-200 (partida elétrica, freio a disco), a Suzuki GT-125 (freio hidráulico a disco, câmbio de cinco marchas) e a Yamaha RD-125, com o anúncio de sua fabricação no Brasil. A Honda 1000-Gold faz sucesso, com um modelo desenvolvido para a disputa de recordes de velocidade.

1976 – Celebração dos 20 anos da implementação da indústria automobilística nacional. Com a crise do petróleo, os fabricantes de veículos já apresentam, no 10º Salão do Automóvel, motores adaptados para uso do álcool. O setor de caminhões mostrou os leves FNM- Fiat 70, os pesados da Mercedes Benz (cavalo mecânico para 40t) e da Scania Vabis (LKS-140, com motor de 350 c.v.). Entre os utilitários e os especiais, os destaques ficam por conta do Gurgel X-20, para qualquer terreno e o trator Florestal 510. A Fiat participa pela primeira vez do evento com o Fiat 147.

1978 – O 11º Salão do Automóvel comemora a marca dos 2 milhões de carros produzidos no Brasil. A General Motors apresenta uma versão mais sofisticada do Opala: o Diplomata, além do Chevete de quatro portas. A Alfa Romeo mostra uma versão do seu modelo 2.300: a Executive, e a Volks exibe a Brasília de quatro portas. A Ford mostra o Corcel 1.6 (com câmbio de 5 marchas a frente), o Maverick de injeção transistorizada e o Dodge Polara, de transmissão automática. Atraíram a atenção dos visitantes os carrozzieri, com os modelos Dardo F 1.3, da Corona, o primeiro esportivo com mecânica Fiat; e o Ventura, esportivo de L’Automobile, com mecânica VW-1600. No segmento de motocicletas o destaque foi a Yamaha TT-125, primeira moto brasileira para qualquer terreno. Presentes também os esportivos Adamo, Miúra, santa Matilde e GTM Malzoni.

1981 – Com muitas novidades, apesar da crise financeira do setor, é aberta a 12ª edição da mostra. A VW apresenta o Gol, o Voyage e a Saveiro. A Ford apresenta o Del Rey, e a Fiat, a Panorama. É mostrado também o protótipo Xef, minicarro da Gurgel.

1983 – A Salão tem uma edição especial chamada Salão do Automóvel a álcool, visando apoiar o esforço governamental de implantação do uso desse produto. Entre os destaques estão o VW Santana e o Itaipu E-500, com tração elétrica e autonomia de 80 Km.

1984 – Comemora a produção de 15 milhões de automóveis no país. O 13º Salão do Automóvel apresenta protótipos de modelos projetados para o ano 2000, montado com vários equipamentos eletrônicos, o Lean Machine, da GM, muito parecido com uma motocicleta, e o Probe 4, da Ford, mais aerodinâmico e econômico. Outros lançamentos são o VW Santana Tecno II, com tração das quatro rodas, freios antiblocantes, injeção eletrônica e microprocessadores no controle de combustível, além da linha Fiat Uno. Pela primeira vez, a Gurgel passou a expor na área das montadoras grandes, lançando a Carajá e a Van MC-1000.

1986 – É a primeira vez que a indústria brasileira não participa do Salão. Foram importados 59 veículos norte-americanos, japoneses, alemães, ingleses, italianos e franceses. Entre eles, estavam a Ferrari 328, BMW 735 e o Porche 911.

1988 – É inaugurado o 15º Salão de São Paulo, marcado pela modernidade, com novidades eletrônicas nos automóveis fabricados no Brasil. A Volks mostra seu novo Gol GTI e a GM, o Monza, já com injeção eletrônica de combustível. Os lançamentos são as vans Bonanza e Veraneio, da GM, além da Parati 1.8 Scooter, da Volks. Os destaques ficaram por conta do Orbit e Scooter da VW, os Probe-V e XR-3 da Ford, além do Venture da GM. A Gurgel apresentou seu novo BR-800.

1990 – Ocorre o 16º Salão de São Paulo. Com a abertura do mercado, são expostos alguns modelos importados, como a Ferrari F-40, o luxuoso Crown, da Toyota, o Alfa Romeo 164, o Thunderbird e a van Aerostar, da Ford. Entre os nacionais, estão os novos Monza, Gol e Voyage.

1992 – Na 17ª edição, chamada de “Salão da Abertura”, a indústria brasileira coloca seus produtos ao lado dos importados. A GM exibe o Saab 900, e a Ford, o utilitário esportivo Explorer. Entre os nacionais da GM, está a perua Suprema, derivada do Omega. A Fiat lança o Tempra de duas portas e a Ford o novo Escort. A Kia anotou 600 pedidos firmes para a sua perua Besta, montada em Manaus.

1994 – A grande novidade do 18º Salão é a confirmação do Mercosul como um dos maiores mercados mundiais para a indústria automobilística. Já se anuncia a época de ouro dos “populares” (carros com motor 1.0), iniciada com o Uno Mille, da Fiat. São mostrados o Gol 1.0 Plus, da VW, e o Vivio, popular da japonesa Subaru. As vedetes são a Ferrari 456 GT e a perua Audi RS2. A Ford inicia a importação do Ford Fiesta, com motor 1.3, e o sedan Mondeo. Estrearam no mercado os Bughatti, Lamborghini, Jaguar e Lotus, entre as importadoras. Também são apresentados o Fiat Coupé (carroçaria Pininfarina), da Fiat, o Alfa Romeu 164; o esportivo Corsa GSI e o Astra da General Motors, além do Fiesta, Mondeo e a Picape Ranger da Ford, o “popular” Vivio e a nova WS Legacy, da Subaru; os sedans de luxo Prince e a Super Salon Daewoo; o Audi A8; o Eclipse GS turbo, o Lancer GLXi e a linha Colt da Mitsubishi; a Volvo 850 SW; a BMW Compact 316i e o jipe Kia Sportage.

1996 – O 19º Salão tem como marca a expansão do setor, com 300 expositores, entre nacionais e estrangeiros. Os lançamentos nacionais são o Chevrolet Corsa Wagon, o Fiat Palio Weekend e o Ford Ka. As importadoras exibem o Jaguar XK8, o Audi A3, o Porche Boxster, o Volvo S 40 e o BMW Z3. A Volkswagen traz da Alemanha o conceito Noah.

1998 – A indústria automobilística brasileira realiza a 20ª edição do Salão trazendo os mais recentes lançamentos do mundo como a Maserati 3200 GT e o Audi TT. Outras novidades são o New Beetle, o Mercedes Classe A, (que se tornaria nacional no ano seguinte) e o Peugeot 206, além da BMW 328, e dos Alfa Romeo 156 e 166. No estande da Ferrari é possível apreciar o 456 M, único modelo com quatro lugares disponível na atual gama da marca. Outro destaque é a instalação, no Brasil, de várias novas fábricas, (Audi, Chrysler, Honda, Land Rover, Mercedes-Benz, Mitsubishi, Renault e Toyota), que reformulam o conceito de modelos nacionais e importados. Uma das principais novidades eram os pouco conhecidos carros elétricos ou Evs (Eletric Vehicles), além do lançamento do Fiat Brava, sucessor do Tipo, o novo Cupê C70 e a perua off-road. A Toyota trouxe o Corolla Nacional e o Prius, primeiro veículo híbrido (movido a gasolina e eletricidade). O Xsara Break foi o lançamento da Citröen, o Série 3 era o destaque da BMW e a Land Rover aproveitou o evento para apresentar o utilitário Freenlander.

2000 – O 21º Salão Internacional do Automóvel (12 e 22 de outubro de 2000) fechou sua última edição do século XX com grande quantidade de lançamentos e os carros conceito mostraram a importância do evento e do Brasil no contexto mundial. Entre as novidades do Salão, o primeiro carro com carroceria totalmente em alumínio foi o destaque da Audi; a vedete da Chrysler foi o PT Cruiser; o Xsara Picasso fez sua pré-estréia no Salão; o Focus foi o principal lançamento da Ford; a Volvo apresentou seu sedã S60 simultaneamente ao Salão de Paris e antes da introdução desse carro no mercado norte-americano; a Volkswagen lançou o Bora, sucesso nos EUA.

2002 – A indústria nacional começa a se estruturar e fabricar veículos em maior escala para outros mercados, como o México, países do Oriente Médio e Mercosul. Na 22ª edição do Salão do Automóvel, os lançamentos ficaram por conta da Ferrari Enzo, da BMW Z4, do Audi A8, do PorscheCayenne, do Ford Streetka, do Honda Accord e do Mitsubishi Airtek. Naquele ano, os utilitários esportes começavam a mostrar uma tendência de design de veículos que viria a se firmar a partir daquela edição do evento. É o caso do EcoSport, da Ford. Na ocasião também foram apresentados ao público o Honda Fit, o Citröen C3 e o Nissan Xterra.

2004 – Na 23ª edição do Salão Internacional do Automóvel mais de 180 expositores representaram 32 marcas de automóveis que exibiram ao público pouco mais de 460 veículos, de diferentes modelos e versões. Os destaques em veículos ficaram por conta de montadoras como Ferrari, Maserati, Ford, Peugeot, GM, Volkswagen, Renault e outras. Modelos como o Pólo Sedan, da Volks, teve lançamento mundial no Salão. Já a Honda fez uma pré-apresentação do Fit, que hoje é um sucesso no mercado nacional. A Citröen trouxe o C3, a GM destacou, entre os seus cinco lançamentos, o Meriva. A Ferrari e a Maserati apresentaram ao público carros inéditos, também símbolos clássicos do automobilismo de alta performance. Representando a famosa “Casa de Maranello” estava a recém-lançada Ferrari 612 Scaglietti, inédita no Brasil e que chegava direto para o Salão Internacional do Automóvel. A Maserati, por sua vez, trouxe direto da apresentação mundial no Salão de Paris seu super bólido MC-S, com o mesmo DNA da Ferrari Enzo.

2006 – O maior evento da indústria automobilística da América Latina teve como tema “Paixão, Emoção e Evolução”. A 24ª edição do Salão Internacional do Automóvel comparou-se a duas mostras memoráveis: a de 1976, quando o Brasil recebeu a Fiat, quarta montadora a instalar-se em solo nacional; e a de 1990, ano da abertura do mercado brasileiro, quando os modelos importados começaram a freqüentar as ruas do País de forma mais intensa. Além disso, ocorreu em um momento bastante especial, justamente no ano em que a indústria automobilística nacional completou 50 anos de fundação. Os destaques dessa edição ficaram por conta dos modelos superesportivos e os carros-conceito. Na linha dos superesportivos chamou a atenção os traços ousados do Z4 Cupê, da BMW. Um dos grandes momentos ficou por conta da reaparição de um dos sonhos de consumo do final da década de 1960, o Mustang Shelby GT500, da Ford, que veio a este Salão numa versão agressiva e moderna. Destaque também para a concorridíssima do público, a Ferrari GTB 599 Fiorano, com preço estimado, na época, em R$ 2 milhões. O Porsche Carrera GT, um dos esportivos mais luxuosos, nunca havia sido exposto no País, e o Salão foi a oportunidade única para ver essa maravilha de 612 cavalos. Outro que esbanjava charme foi o Eos, lançamento esportivo da Volkswagen. O grande atrativo do veículo é poder se transformar de cupê para conversível em apenas 20 segundos. Uma combinação que misturava design arrojado e desempenho notável eram as características do Chevrolet Camaro. Já a Volvo apostou num pequeno porta-malas para o seu cupê-cabriolet C70 Cabrio. Um motor V8 4.2 de 300 cavalos foi apresentado no XK Jaguar. Outro modelo também consagrado no exterior presente no Salão foi trazido pela Peugeot: o 407 Cupê, que registrou sua marca como um esportivo que traz um amplo conjunto tecnológico e o estilo moderno e ousado das versões Sedan e SW. Outra francesa que investiu nos esportivos foi a Renault, que apresentou o novo Mégane Cabrio. Já a Mitsubishi trouxe, pela primeira vez no País, o modelo Eclipse, com motor V6, com novo design e tração integral. Em se tratando de carros-conceito, chamou atenção o Fine-T, da Toyota, que, ao invés de volante, possuía um manche e o banco do motorista “sai” do carro para receber o condutor. A Nissan trouxe o Zaroot, nova versão de utilitário-crossover, mesmo caso do Concept-T, da Volkswagen; do Concept FCC, da Fiat, e do HCD9 Talus Concept, da Hyundai. Já o Prisma Y, da Chevrolet, apareceu no Salão para verificar a aceitação do público e, num futuro próximo, concorrer no mercado de off-roads. Para finalizar, o 20Cup, da Peugeot, apresentou uma característica peculiar: três rodas e foi testado na famosa “24 horas de Le Mans”.

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