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Archive for the ‘Continental Supersports’ Category

Bentley terá primeira loja da América do Sul na cidade de São Paulo

Um dos mais desejados do mundo - Bentley Continental Supersports 2010

A Bentley Motors abriu as portas ontem, 18 de março, com a  inauguração de sua primeira loja na América do Sul, localizada na cidade de São Paulo (SP).

Claro que estamos noticiando pois é uma informação bacana, porém não fomos convidados, ok…

O showroom da marca, para aqueles que desejam dar uma espiada,  será na Rua Colômbia, via próxima à Avenida Europa, tradicional ponto de concentração de concessionárias e importadoras independentes, que comercializam carros das marcas mais exclusivas do mundo, como Ferrari, Lamborghini, Pagani e Porsche.

Segundo a Bentley, o início das atividades no mercado sul-americano representa “um passo importante em um mercado visto como emergente e com grande potencial de crescimento”, além de ser condizente com “os planos da marca em tornar todos seus veículos compatíveis com combustíveis renováveis até 2012”.

Recentemente, a marca anunciou que toda a linha Continental será adaptada para rodar com E85, que é um combustível composto por 85% de etanol e 15% de gasolina.

A expectativa é terminar o ano com 22 carros vendidos de quatro modelos: Continental Flying Spur (R$ 868 mil), Continental GT (R$ 928 mil), GTC conversível (R$ 988 mil) e Continental Supersports (R$ 1,31 milhão).

Esta será a 48ª loja no continente americano e a 172ª no mundo.

Apesar de a Bentley pertencer à Volkswagen, no Brasil a marca será controlada por um grupo de empresários.

Assessorias de imprensa, podem nos chamar para visita e nos mandem fotos….

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Bentley Continental Supersports Conversível estará em Genebra

fevereiro 17, 2010 Deixe um comentário



A Bentley acaba de revelar o Continental Supersports Concersível , o qual marcará presença no Salão de Genebra 2010.

Aquele que é o conversível mais rápido da marca britânica, conta com o mesmo motor do seu homólogo coupé, apresentado em 2009. Trata-se do 6.0 W12 de 630 cv de potência e um binário máximo de 800 Nm disponibilizado entre as 2000 e as 4500 rpm. Este permite-lhe acelerar dos 0 aos 100 km/h em 3,9 segundos e atingir uma velocidade máxima de 325 km/h.

O Supersports Coersível , tal como todos os modelos da gama Continental, tem tecnologia FLEX e portanto pode  funcionar tanto a gasolina como a bioetanol (E85) ou com uma combinação de ambos. Melhor do que falar dele é ver as fotos incríveis. Por enquanto o valor dele será divulgado durante o Salão do Automóvel de Genebra.



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Série comemorativa da bentley tem número sugestivo no Salão de Frankfurt

setembro 12, 2009 Deixe um comentário

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A Bentley reservou para o Salão de Frankfurt a apresentação de uma série especial dos modelos Continental GT e Continental GTC, chamada 51. A designação advém do ano (1951) em que a marca estabeleceu, oficialmente, o seu primeiro departamento de design em Crewe, sob a alçada de John Blatchley, responsável pelos Bentley Continental da década de 50.

Os modelos da «Series 51» serão diferenciáveis pelos seus interiores específicos (novas cores e materiais) e detalhes exteriores exclusivos, como é o caso da rodas  de 20 polegadas e 14 raios e a inscrição «51» nas laterais.

Os novos Bentley Continental «Series 51» já estão disponíveis para encomenda, quem sabe já vem também com uma bebida marvada para fazer o trocadilho infame? Não seria uma má idéia….

Se dirigir não beba, se beber não dirija! Agora se não tiver como, me chame, pois eu com certeza prometo que não bebo nada para dirigir o carrinho acima.

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Bentley chega ao Brasil ainda em 2009?

Frente do Continental Supersports

Frente do Continental Supersports

Os carros são irretocáveis do ponto de vista do nível de detalhamento e ostentação, mas será que o Brasil está preparado realmente para a chegada da marca? Sinceramente acho que poucos que nos lêem neste momento poderão ter a sensação de dirigir um. Se alguém se habilitar pode mandar uma foto que prove que dirige um em terras brazucas… ok?

Em recente notícia publicada no site do webmotors dá conta que realmente a marca vêm para as terras de Vera Cruz. O texto é do jornalista Gustavo Henrique Ruffo.

 Especulações sobre a vinda da Bentley ao Brasil andam acontecendo há um bom tempo, pelo menos desde o ano passado. Com a apresentação do Continental Supersports, primeiro veículo flex da tradicional marca britânica, os rumores só fizeram aumentar.  Depois de anos de espera, ela chega ao Brasil no último trimestre de 2009.

Tudo começou com o Bentley Continental Flying Spur, sedã que terá no Brasil um preço estimado de R$ 1,9 milhão, rodando com placas verdes e um belo adesivo branco cada porta dianteira. Em letras pretas, ele dizia “Veículo em teste”, decerto uma precaução dos motoristas para não serem abordados por bandidos. Até foram feitas fotos do carro, mas não puderam se divulgadas para não denunciar o local por onde o veículo transitava. Com as evidências na mão, a euqipe  entrou em contato com a Bentley, no Reino Unido, questionando quando seria divulgado oficialmente o nome do distribuidor no Brasil.

No ano passado, os empresários mais cotados para representar a marca por aqui eram Sérgio Habib, ex-presidente da Citroën e importador da Jaguar, Francisco Longo, que já era o representante oficial da Ferrari e, este ano, ganhou também a representação da Lamborghini, a família Senna, que teve fortes laços com a Volkswagen por conta do período em que representou a Audi no Brasil, e Natalino Bertin Junior, da Platinuss, atual representante oficial da Pagani Automobili na América do Sul.

Bertin disputou com Longo a representação da Lamborghini e tinha interesse em trazer também os Bugatti ao Brasil. Como os Bugatti são vendidos em revendas da Bentley, a representação de uma marca está integralmente ligada à da outra.

A assessoria de imprensa da Bentley confirmou daí, que a marca britânica abrirá sua primeira revenda no quarto trimestre de 2009 no Brasil (Q4 2009). “Isso é consistente tanto com nosso plano de expansão de mercado quanto com nossa estratégia de utilizar biocombustíveis”. A presença da marca no Brasil, portanto, também a auxiliará a se habituar ao nosso já conhecido etanol. Quanto ao representante oficial, a marca disse apenas que o divulgará em seu devido tempo, quando ele for definido. Segundo nossas fontes, a decisão já teria sido tomada, mas a identidade do representante ainda não é conhecida.

Modelos

A declaração oficial também nos dá outro modelo para esperar, além do Continental Flying Spur que foi flagrado: o Continental Supersports, que é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,9 s e de atingir a velocidade máxima de 329 km/h.

Mais leve (110 kg) que o Bentley mais rápido até então, o o Continental GT Speed, o Supersports é também mais potente. Seu motor W12 de 6 litros pode gerar até 800 Nm de torque e 630 cv a 6.000 rpm com etanol.

Com apenas dois lugares, o supercupê, segundo a marca britânica, é capaz de gerar até 70% menos dióxido de carbono do poço às rodas, ou seja, da extração do combustível ao consumo. É a primeira medida do tipo a que temos acesso. No Brasil, não se fala dos benefícios ambientais que o etanol gera, apenas na economia financeira que ele pode proporcionar, especialmente nos locais mais próximos das áreas produtoras.

Além de bastante esportivo, o Supersports também continua luxuoso, como convém a qualquer veículo da marca. O revestimento interno do carro é todo em Alcântara, as rodas são de aro 20”, com pneus 275/35 ZR20, o câmbio automático ZF 6HP26 “QuickShift”, de seis velocidades, faz trocas em metade do tempo e pode reduzir duas marchas de uma vez e o carro tem tração nas quatro rodas, com a maior parte de sua força (60%) voltada às rodas traseiras. A apresentação oficial do carro deve acontecer em Frankfurt.

No que se refere ao Flying Spur, o sedã de 2.440 kg tem 5,29 m de comprimento, 3,07 m de entreeixos, 1,98 m de largura e 1,48 m de altura. Com um motor W12 de 6 litros, ele tem 560 cv a 6.100 rpm e 650 Nm de 1.600 rpm a 6.100 rpm. Curva de torque? Nunca vimos uma que fosse tão reta quanto essa, o que indica acelerações vigorosas em praticamente qualquer rotação. A tração é integral permanente. O carro acelera de 0 a 100 km/h em 5,2 s e atinge a máxima de 312 km/h.

É possível que estes sejam apenas os dois primeiros modelos da marca no país. Como ela deve trabalhar com vendas sob encomenda, toda a linha deve estar disponível, inclusive o Bugatti Veyron ( este inclusive com várias matéria publicadas no blog contagiros ) para aqueles que quiserem o carro mais caro já fabricado na história.

A inauguração da concessionária será em dezembro, no endereço mais tradicional do país para automóveis de luxo: a av. Europa, em São Paulo. 

Quem quiser ver um pouco mais do veículo que vai chegar clique no link abaixo ou veja fotos da série Continental no álbum.

http://www.bentleymotors.com/models/continental_series/continental_supersports/introduction/default.aspx

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Conheça a História do Salão do Automóvel

outubro 27, 2008 1 comentário

HISTÓRIA DO SALÃO DO AUTOMÓVEL

 

 

SALAO DO AUTOMOVEL

SALAO DO AUTOMOVEL

1960

– É inaugurado, em 25 de Novembro, o 1º Salão de São Paulo (chamado Salão do Automóvel), no Pavilhão de Exposições do Ibirapuera (Zona Sudoeste). O evento reuniu as 12 montadoras existentes na época no país (Willys Overland, DKW-Vemag, General Motors, Ford, FNM, Simca, Volkswagem, Toyota, Romi-Isetta, International Harvester, Scania Vabis e Mercedes Benz) e grandes fábricas de peças e componentes. Em exposição, havia carros como o Aero-Willys, o modelo 61 da Renault Dauphine, o DKW, a Rural Willys, a Kombi e a Chevrolet Amazonas, além do primeiro automóvel experimental fabricado no país: o Saci, construído pela Willys-Overland do Brasil.

1961 – O 2º Salão do Automóvel teve como destaques o Willys Interlagos, primeiro modelo de concepção totalmente brasileira, o Simca Chambord, o Centaurus (da Automóveis e Motores Centaurus, de Campinas/SP) e o Volkswagen 1.2.

1962 – O 3º Salão do Automóvel celebrou a marca de 97% de nacionalização da fabricação de veículos. Entre os destaques estavam o Aero Willys 2600 (apresentado também no Salão de Paris), a perua Simca Jangada, o esportivo VW Karmann-Guia, o DKW Fissore, o Scania – Vabis L-75. A Toyota mostrou seu jipe Bandeirante, a Mercedes-Benz seu primeiro ônibus de turismo (com geladeira e sanitário), a Ford trouxe seu trator 8-BR, a Caterpillar, o modelo Traxcavator e a Huber Warco, a motoniveladora HD. A partir dessa edição o evento passou a ser bienal.

1964 – A quarta edição comemorou a marca de 1 milhão de veículos produzidos no país. A indústria começou a mostrar melhorias mecânicas, como a caixa de câmbio com quatro marchas para frente sincronizadas do Aero Willys 2600, a mistura automática óleo-gasolina da DKW-Vemag, a suspensão pneumática para ônibus da linha FNM, a cabine avançada dos caminhões leves e o eixo traseiro de duas velocidades e reduções dos caminhões pesados Mercedes-Benz. Outras novidades foram o Aero-Willys 65, com novo design, a Vemauguet Rio, o Belcar, o esportivo GT-4200, da Brasinca, com motor Chevrolet, e a Veraneio, da General Motors.

1966 – É inaugurada a quinta edição do salão, que coincidiu com a comemoração dos 10 anos da implementação da indústria automobilística nacional. O evento é marcado pelo lançamento de dois modelos de luxo, o Itamaraty Executivo e o Ford Galaxie, além do esportivo Puma, sucesso de vendas nos anos seguintes, e novidades nas autopeças, como os faróis de iodo da Cibié.

1968 – É realizado o sexto e último Salão no Parque do Ibirapuera marcado pelo lançamento de produtos em uma nova faixa de mercado até então inexplorada: o carro médio. Entre as novidades, a Chrysler lança o seu esportivo GTX, a Ford-Willys traz o Corcel e o Galaxie LTD, a GM apresenta seu primeiro automóvel: o Opala e a Volkswagen lança o sedan 1.6, de quatro portas.

1970 – Em 20 de novembro, o 7º Salão do Automóvel inaugura o Parque de Exposições do Anhembi (Santana, Zona Norte), construído por Caio de Alcantara Machado, especialmente para abrigar as mostras industriais. As grandes novidades são o Dodge Charger, com motor V8 (oito cilindros em “V”), da Chrysler, de 205 cv (cavalos), o Meta 20 de Chico Landi, o FEI X-3 (com motor Chrysler de 300 HP), o Alfa Romeo 2150 da FNM, o Corcel GT e o Landau da Ford, o Karmann-Guia TC, o TL e a Variant, da Volkswagen. Além do primeiro carro elétrico brasileiro (fabricado pela Icovel) e vários modelos de buggies.

1972 – Com a estratégia de atingir o mercado externo, é aberta a oitava edição da feira, com 236 expositores. Foram apresentados o Dodge 1.8, conhecido como Dodginho, o Maverick, o Puma GTB, o SP-2 e o MP Lafer, réplica do MG inglês. Foi mostrado o primeiro desenho oficial do Chevette, lançado cinco meses depois. Uma curiosidade foi o Kadykete, o primeiro veículo elétrico brasileiro produzido em série, pela Johnson, em São José dos Campos (97 Km a nordeste de são Paulo).

1974 – A nova versão do evento é marcada pela simplicidade e pela funcionalidade. As novidades foram o Passat, o Fusca 1.6, popularmente conhecido como Fuscão, a Caravan, derivada do Opala, e o ESF-22, modelo mais seguro da Mercedes-Benz, além do mini Puma, tentativa de carro econômico, e o Itaipu, carro elétrico da Gurgel. As motocicletas também foram destaque dessa edição, entre elas a Honda CB-200 (partida elétrica, freio a disco), a Suzuki GT-125 (freio hidráulico a disco, câmbio de cinco marchas) e a Yamaha RD-125, com o anúncio de sua fabricação no Brasil. A Honda 1000-Gold faz sucesso, com um modelo desenvolvido para a disputa de recordes de velocidade.

1976 – Celebração dos 20 anos da implementação da indústria automobilística nacional. Com a crise do petróleo, os fabricantes de veículos já apresentam, no 10º Salão do Automóvel, motores adaptados para uso do álcool. O setor de caminhões mostrou os leves FNM- Fiat 70, os pesados da Mercedes Benz (cavalo mecânico para 40t) e da Scania Vabis (LKS-140, com motor de 350 c.v.). Entre os utilitários e os especiais, os destaques ficam por conta do Gurgel X-20, para qualquer terreno e o trator Florestal 510. A Fiat participa pela primeira vez do evento com o Fiat 147.

1978 – O 11º Salão do Automóvel comemora a marca dos 2 milhões de carros produzidos no Brasil. A General Motors apresenta uma versão mais sofisticada do Opala: o Diplomata, além do Chevete de quatro portas. A Alfa Romeo mostra uma versão do seu modelo 2.300: a Executive, e a Volks exibe a Brasília de quatro portas. A Ford mostra o Corcel 1.6 (com câmbio de 5 marchas a frente), o Maverick de injeção transistorizada e o Dodge Polara, de transmissão automática. Atraíram a atenção dos visitantes os carrozzieri, com os modelos Dardo F 1.3, da Corona, o primeiro esportivo com mecânica Fiat; e o Ventura, esportivo de L’Automobile, com mecânica VW-1600. No segmento de motocicletas o destaque foi a Yamaha TT-125, primeira moto brasileira para qualquer terreno. Presentes também os esportivos Adamo, Miúra, santa Matilde e GTM Malzoni.

1981 – Com muitas novidades, apesar da crise financeira do setor, é aberta a 12ª edição da mostra. A VW apresenta o Gol, o Voyage e a Saveiro. A Ford apresenta o Del Rey, e a Fiat, a Panorama. É mostrado também o protótipo Xef, minicarro da Gurgel.

1983 – A Salão tem uma edição especial chamada Salão do Automóvel a álcool, visando apoiar o esforço governamental de implantação do uso desse produto. Entre os destaques estão o VW Santana e o Itaipu E-500, com tração elétrica e autonomia de 80 Km.

1984 – Comemora a produção de 15 milhões de automóveis no país. O 13º Salão do Automóvel apresenta protótipos de modelos projetados para o ano 2000, montado com vários equipamentos eletrônicos, o Lean Machine, da GM, muito parecido com uma motocicleta, e o Probe 4, da Ford, mais aerodinâmico e econômico. Outros lançamentos são o VW Santana Tecno II, com tração das quatro rodas, freios antiblocantes, injeção eletrônica e microprocessadores no controle de combustível, além da linha Fiat Uno. Pela primeira vez, a Gurgel passou a expor na área das montadoras grandes, lançando a Carajá e a Van MC-1000.

1986 – É a primeira vez que a indústria brasileira não participa do Salão. Foram importados 59 veículos norte-americanos, japoneses, alemães, ingleses, italianos e franceses. Entre eles, estavam a Ferrari 328, BMW 735 e o Porche 911.

1988 – É inaugurado o 15º Salão de São Paulo, marcado pela modernidade, com novidades eletrônicas nos automóveis fabricados no Brasil. A Volks mostra seu novo Gol GTI e a GM, o Monza, já com injeção eletrônica de combustível. Os lançamentos são as vans Bonanza e Veraneio, da GM, além da Parati 1.8 Scooter, da Volks. Os destaques ficaram por conta do Orbit e Scooter da VW, os Probe-V e XR-3 da Ford, além do Venture da GM. A Gurgel apresentou seu novo BR-800.

1990 – Ocorre o 16º Salão de São Paulo. Com a abertura do mercado, são expostos alguns modelos importados, como a Ferrari F-40, o luxuoso Crown, da Toyota, o Alfa Romeo 164, o Thunderbird e a van Aerostar, da Ford. Entre os nacionais, estão os novos Monza, Gol e Voyage.

1992 – Na 17ª edição, chamada de “Salão da Abertura”, a indústria brasileira coloca seus produtos ao lado dos importados. A GM exibe o Saab 900, e a Ford, o utilitário esportivo Explorer. Entre os nacionais da GM, está a perua Suprema, derivada do Omega. A Fiat lança o Tempra de duas portas e a Ford o novo Escort. A Kia anotou 600 pedidos firmes para a sua perua Besta, montada em Manaus.

1994 – A grande novidade do 18º Salão é a confirmação do Mercosul como um dos maiores mercados mundiais para a indústria automobilística. Já se anuncia a época de ouro dos “populares” (carros com motor 1.0), iniciada com o Uno Mille, da Fiat. São mostrados o Gol 1.0 Plus, da VW, e o Vivio, popular da japonesa Subaru. As vedetes são a Ferrari 456 GT e a perua Audi RS2. A Ford inicia a importação do Ford Fiesta, com motor 1.3, e o sedan Mondeo. Estrearam no mercado os Bughatti, Lamborghini, Jaguar e Lotus, entre as importadoras. Também são apresentados o Fiat Coupé (carroçaria Pininfarina), da Fiat, o Alfa Romeu 164; o esportivo Corsa GSI e o Astra da General Motors, além do Fiesta, Mondeo e a Picape Ranger da Ford, o “popular” Vivio e a nova WS Legacy, da Subaru; os sedans de luxo Prince e a Super Salon Daewoo; o Audi A8; o Eclipse GS turbo, o Lancer GLXi e a linha Colt da Mitsubishi; a Volvo 850 SW; a BMW Compact 316i e o jipe Kia Sportage.

1996 – O 19º Salão tem como marca a expansão do setor, com 300 expositores, entre nacionais e estrangeiros. Os lançamentos nacionais são o Chevrolet Corsa Wagon, o Fiat Palio Weekend e o Ford Ka. As importadoras exibem o Jaguar XK8, o Audi A3, o Porche Boxster, o Volvo S 40 e o BMW Z3. A Volkswagen traz da Alemanha o conceito Noah.

1998 – A indústria automobilística brasileira realiza a 20ª edição do Salão trazendo os mais recentes lançamentos do mundo como a Maserati 3200 GT e o Audi TT. Outras novidades são o New Beetle, o Mercedes Classe A, (que se tornaria nacional no ano seguinte) e o Peugeot 206, além da BMW 328, e dos Alfa Romeo 156 e 166. No estande da Ferrari é possível apreciar o 456 M, único modelo com quatro lugares disponível na atual gama da marca. Outro destaque é a instalação, no Brasil, de várias novas fábricas, (Audi, Chrysler, Honda, Land Rover, Mercedes-Benz, Mitsubishi, Renault e Toyota), que reformulam o conceito de modelos nacionais e importados. Uma das principais novidades eram os pouco conhecidos carros elétricos ou Evs (Eletric Vehicles), além do lançamento do Fiat Brava, sucessor do Tipo, o novo Cupê C70 e a perua off-road. A Toyota trouxe o Corolla Nacional e o Prius, primeiro veículo híbrido (movido a gasolina e eletricidade). O Xsara Break foi o lançamento da Citröen, o Série 3 era o destaque da BMW e a Land Rover aproveitou o evento para apresentar o utilitário Freenlander.

2000 – O 21º Salão Internacional do Automóvel (12 e 22 de outubro de 2000) fechou sua última edição do século XX com grande quantidade de lançamentos e os carros conceito mostraram a importância do evento e do Brasil no contexto mundial. Entre as novidades do Salão, o primeiro carro com carroceria totalmente em alumínio foi o destaque da Audi; a vedete da Chrysler foi o PT Cruiser; o Xsara Picasso fez sua pré-estréia no Salão; o Focus foi o principal lançamento da Ford; a Volvo apresentou seu sedã S60 simultaneamente ao Salão de Paris e antes da introdução desse carro no mercado norte-americano; a Volkswagen lançou o Bora, sucesso nos EUA.

2002 – A indústria nacional começa a se estruturar e fabricar veículos em maior escala para outros mercados, como o México, países do Oriente Médio e Mercosul. Na 22ª edição do Salão do Automóvel, os lançamentos ficaram por conta da Ferrari Enzo, da BMW Z4, do Audi A8, do PorscheCayenne, do Ford Streetka, do Honda Accord e do Mitsubishi Airtek. Naquele ano, os utilitários esportes começavam a mostrar uma tendência de design de veículos que viria a se firmar a partir daquela edição do evento. É o caso do EcoSport, da Ford. Na ocasião também foram apresentados ao público o Honda Fit, o Citröen C3 e o Nissan Xterra.

2004 – Na 23ª edição do Salão Internacional do Automóvel mais de 180 expositores representaram 32 marcas de automóveis que exibiram ao público pouco mais de 460 veículos, de diferentes modelos e versões. Os destaques em veículos ficaram por conta de montadoras como Ferrari, Maserati, Ford, Peugeot, GM, Volkswagen, Renault e outras. Modelos como o Pólo Sedan, da Volks, teve lançamento mundial no Salão. Já a Honda fez uma pré-apresentação do Fit, que hoje é um sucesso no mercado nacional. A Citröen trouxe o C3, a GM destacou, entre os seus cinco lançamentos, o Meriva. A Ferrari e a Maserati apresentaram ao público carros inéditos, também símbolos clássicos do automobilismo de alta performance. Representando a famosa “Casa de Maranello” estava a recém-lançada Ferrari 612 Scaglietti, inédita no Brasil e que chegava direto para o Salão Internacional do Automóvel. A Maserati, por sua vez, trouxe direto da apresentação mundial no Salão de Paris seu super bólido MC-S, com o mesmo DNA da Ferrari Enzo.

2006 – O maior evento da indústria automobilística da América Latina teve como tema “Paixão, Emoção e Evolução”. A 24ª edição do Salão Internacional do Automóvel comparou-se a duas mostras memoráveis: a de 1976, quando o Brasil recebeu a Fiat, quarta montadora a instalar-se em solo nacional; e a de 1990, ano da abertura do mercado brasileiro, quando os modelos importados começaram a freqüentar as ruas do País de forma mais intensa. Além disso, ocorreu em um momento bastante especial, justamente no ano em que a indústria automobilística nacional completou 50 anos de fundação. Os destaques dessa edição ficaram por conta dos modelos superesportivos e os carros-conceito. Na linha dos superesportivos chamou a atenção os traços ousados do Z4 Cupê, da BMW. Um dos grandes momentos ficou por conta da reaparição de um dos sonhos de consumo do final da década de 1960, o Mustang Shelby GT500, da Ford, que veio a este Salão numa versão agressiva e moderna. Destaque também para a concorridíssima do público, a Ferrari GTB 599 Fiorano, com preço estimado, na época, em R$ 2 milhões. O Porsche Carrera GT, um dos esportivos mais luxuosos, nunca havia sido exposto no País, e o Salão foi a oportunidade única para ver essa maravilha de 612 cavalos. Outro que esbanjava charme foi o Eos, lançamento esportivo da Volkswagen. O grande atrativo do veículo é poder se transformar de cupê para conversível em apenas 20 segundos. Uma combinação que misturava design arrojado e desempenho notável eram as características do Chevrolet Camaro. Já a Volvo apostou num pequeno porta-malas para o seu cupê-cabriolet C70 Cabrio. Um motor V8 4.2 de 300 cavalos foi apresentado no XK Jaguar. Outro modelo também consagrado no exterior presente no Salão foi trazido pela Peugeot: o 407 Cupê, que registrou sua marca como um esportivo que traz um amplo conjunto tecnológico e o estilo moderno e ousado das versões Sedan e SW. Outra francesa que investiu nos esportivos foi a Renault, que apresentou o novo Mégane Cabrio. Já a Mitsubishi trouxe, pela primeira vez no País, o modelo Eclipse, com motor V6, com novo design e tração integral. Em se tratando de carros-conceito, chamou atenção o Fine-T, da Toyota, que, ao invés de volante, possuía um manche e o banco do motorista “sai” do carro para receber o condutor. A Nissan trouxe o Zaroot, nova versão de utilitário-crossover, mesmo caso do Concept-T, da Volkswagen; do Concept FCC, da Fiat, e do HCD9 Talus Concept, da Hyundai. Já o Prisma Y, da Chevrolet, apareceu no Salão para verificar a aceitação do público e, num futuro próximo, concorrer no mercado de off-roads. Para finalizar, o 20Cup, da Peugeot, apresentou uma característica peculiar: três rodas e foi testado na famosa “24 horas de Le Mans”.

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