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Archive for the ‘Salão do Automóvel 2010’ Category

Sonic da Chevrolet é visto circulando camuflado em São Caetano do Sul -SP

novembro 23, 2011 Deixe um comentário

Sonic da Chevrolet passeando bem na frente da fábrica da GM

O site Auto esporte publicou hoje fotos do que seria um modelo Sonic da Chevrolet. As imagens foram feitas por Fernando Santos Morilha, no momento em que transitava pela  Avenida Goiás na cidade de  São Caetano do Sul, São Paulo, por volta das 16h do último sábado (19), bem em frente a fábrica da GM. Abaixo também podemos ver imagens de Fábio dos Santos Silva, que flagrou o modelo na avenida Tancredo Neves, um dos corredores de acesso ao ABC, também bem próximo a fábrica. Coincidência ou jogo da montadora para ver o que sai na mídia??

Mas votando ao carro, que é o que nos interessa, o Sonic é derivado do modelo Aveo RS, em versão conceito, mostrado ano passado durante o Salão do Automóvel de São Paulo 2010. ( foto abaixo)

Todas as versões (LS, LT e LTZ) vendidas atualmente nos EUA, tem de série, dez airbags e motor Ecotec 1.8, o mesmo do Cruze — há opção de propulsor 1.4 turbo. Sua plataforma é a mesma do Cobalt e do Spark.

Atualmente o modelo é fabricado na Coréia do Sul.Uma versão sedã do modelo inclusive foi lançada este ano no Salão de Genebra 2011 e durante o evento o então presidente da montadora, Dan Akerson, afirmara que o modelo seria vendido por aqui talvez em 2012.

Segundo visto no site e já publicado por aqui, por mais que a montadora faça a alegação de que a tarifa de 35% possa impedir sua venda no Brasil, o fato de existir um modelo circulando camuflado por aqui seria um indício de uma possível importação ou quem sabe uma fabricação futura, tanto no Brasil quanto (quem sabe)  na Argentina, onde o modelo conceito Aveo também tinha sido exposto a alguns meses.

Fato é que a fabricação do modelo no México,  deve começar no primeiro trimestre de 2012 e sua fábrica em Ramos Arizpe conseguiria entregar cerca de 28 mil unidades no próximo ano podendo atingir todos os mercados na américa latina.

Atualmente o modelo é fabricado na Coréia do Sul.Uma versão sedã do modelo inclusive foi lançada este ano no Salão de Genebra 2011 e durante o evento o então presidente da montadora, Dan Akerson, afirmara que o modelo seria vendido por aqui talvez em 2012.

Em termos de valores o modelo seria vendido numa faixa de R$50.000 e estaria concorrendo diretamente com New Fiesta sedã, I30, Bravo, Fit e Polo.

Assista abaixo a um vídeo que mostra a versão 2012 do Sonic avaliado pela Consumer Report americana

Na europa o modelo é vendido como Aveo, e possui motor 1.6 a gasolina ou 1.3 a diesel. A versão hatch sai por a partir de 11.990 euros, ou cerca de R$28.000, ou seja ainda teria gordura para chegar pagar o imposto abusivo de 35% e ainda dar um bom lucro, correto?

Curiosidade – Marca Chinesa, Chana muda de nome para Changan

outubro 25, 2011 Deixe um comentário

Chana Cargo que agora passará a se chamar Changan Cargo

Ela foi uma das primeiras marcas de Carros  Chineses a ter coragem de aportar no Brasil, lá pelos longínquos anos de 2006, durante o Salão do Automóvel 2006. Estamos falando da antiga marca Chana que a partir desta semana não tem mais este nome.  A Districar, importadora de veículos sul-coreanos e chineses anunciou neste domingo a mudança do nome da marca Chana para Changan, os pequenos utilitários da companhia serão comercializados como MiniStar e Star.

O comunicado foi feito neste último domingo, 23, dia guardado para as primeiras entrevistas coletivas do 18º Salão Internacional do Transporte (Fenatran), que ocorre de 24 a 28 de outubro no Anhembi. A Chana foi a primeira linha de veículos chineses de quatro rodas a entrar à venda no Brasil, mas suas vendas nunca foram efetivamente expressivas.

Pelo que vimos no último Salão do Automóvel 2010,ou seja, pelos modelos apresentados, quem sabe a marca não dá a volta por cima e emplaca algum sucesso em breve. Qualidade, pelo menos no visual do estande e na apresentação do produto com certeza eles tem.

Abaixo algumas imagens tiradas do Stand da marca no último Salão do Automóvel ocorrido em 2010, na cidade de São Paulo.

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Kia aumenta a família e lança o Cerato Koup com valores a partir de R$78 mil

Figurado entre um dos lançamentos da Kia no mercado nacional deste ano o modelo Cerato Koup foi visto pela primeira vez em solo nacional no Salão do Automóvel 2010.

Ele chega as concessionárias da marca até o final da semana. O modelo é um cupê de porte médio derivado da família Cerato e terá preço sugerido de R$ 79,9 mil. Seu motor é um 2.0 de quatro cilindros e 16 válvulas, com 156 cv de potência. O câmbio automático tem seis marchas e permite trocas manuais.

O Koup conta com uma série de itens que reforçam a sua esportividade, com destaque para as rodas diferenciadas de liga leve, aro 17, com freios a disco e ABS com EBD, pelo teto solar, pelos faróis de neblina e pelos bancos de couro. O pacote de equipamentos é completado pelo ar condicionado automático, direção hidráulica progressiva, computador de bordo, piloto automático, volante multifuncional, rádio com CD, MP3, USB e entrada para iPod, airbag duplo, sensor de estacionamento traseiro e faróis com acendimento automático, entre outros itens.

O comprador pode escolher entre duas opções de cores para o acabamento interior, que pode ser em preto ou vermelho. A Kia espera vender pelo menos 50 unidades do Koup mensalmente, mas pelo porte do carro acredito honestamente que venda até mais…

“Não é um automóvel de volume, como o é o Cerato sedã, mas o Koup é muito importante para a Kia Motors para mostrar tecnologia e design”, afirma José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.

“A categoria cupê, no mercado brasileiro, está restrita àqueles consumidores mais aficionados por carro. Estimamos comercializar cerca de 50 unidades por mês”, conclui Gandini.

No lançamento oficial do Kia Soul Flex e do Novo Kia Sportage na sede da Kia Motors o carro chamou muito a atenção pelo visual arrojado. O interior com detalhes em vermelho também é um dos atrativos para quem gosta de mais exclusividade.

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Essa e outras matérias você pode seguir pelo twitter

GM deve lançar o Aveo no mercado brasileiro ainda em 2012

Mostrado pela GM no último Salão do Automóvel 2010 ocorrido em novembro do ano passado, o modelo Aveo parece mesmo que sairá da toca a exatos 1 ano depois de ter sido exposto. ( foto acima)

Nós, é claro estivemos no Salão e pudemos ver que trata-se de um modelo que com certeza fará sucesso nas ruas, caso é claro, seu preço seja condizente com o mercado. Por lá ele foi apresentado como Aveo RS Concept .

Como não temos visto muitos lançamentos da marca e com a chegada do New Fiesta na versão hatch,sem contar as açòes de outras bandeiras, realmente a GM tem de começar a se preparar. O Novo Sonic/Aveo, deve chegar inicialmente na versão hatch para disputar mercado justamente com o modelo da Ford, com foco no público jovem. A versão sedã poderá ser lançada por aqui também, mas vai depender da aceitação do hatch.

O modelo será fabricado no Brasil em 2012 equipado com uma versão 1.4 do motor Ecotec, o qual será produzido na fábrica de Joinville, assim que esta entrar em operação.

Vamos aguardar ansiosos…

Veja mais fotos do modelo , todas tiradas do stand da GM em 2010

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Fiat Bravo, chegou o dia de lançamento oficial, veja mais fotos do modelo

novembro 25, 2010 1 comentário

Poxa, finalmente a data chegou. É o Bravo, lançamento oficial da Fiat mais esperado não só do ano do triênio, 2008/2010 e olhe que mais um pouco já chegaríamos em 2011…

Segundo o site Automotive Business, logo após a execução da inspiradora ária Nesun Dorma, último ato da ópera Turandot de Giacomo Puccini, surgiram no palco dois Fiat Bravo, cujo nome remete à palavra italiana que significa admiração diante de uma grande obra. O Bravo marca o encerramento do maior investimento já feito pela Fiat no Brasil, de R$ 6 bilhões aplicados de  E inicia um novo ciclo maior ainda, de R$ 10 bilhões que serão investidos de agora até 2015.

Assim explicou um apressado Cledorvino Belini, presidente do grupo na América Latina, que partiu logo após seu rápido discurso de apresentação do novo modelo da marca italiana no País. Belini precisou seguir para o aeroporto para tomar um voo para Turim, sede da Fiat na Itália, onde participa na tarde desta quinta-feira de uma reunião da alta direção da companhia, na qual provavelmente discutirá, entre outros temas, do destino de mais um investimento bilionário no Mercosul.

Mas antes de partir Belini deu um ligeiro resumo do que já foi feito e do que está por vir. Ele explicou que o investimento anterior preparou a Fiat para atender ao crescimento esperado no Mercosul, principalmente no Brasil. Para isso a Fiat preparou a fábrica de Betim (MG) para produzir até 800 mil veículos/ano, com nova linha de prensas, robotização da pintura e ampliação da funilaria e montagem final. Córdoba, na Argentina, acrescentou mais 200 mil unidades à capacidade, tornando assim a Fiat a primeira fabricante com poder de fabricar 1 milhão de automóveis e comerciais leves por ano na América Latina. Foi igualmente expandida a capacidade de produção de motores da FPT Powertrain Technologies, nas unidades de Betim e de Campo Largo (PR).


“É um avanço estratégico que representará grande diferencial competitivo para a Fiat na região nos próximos anos”, disse Belini, lembrando também da renovação do portfólio de produtos, com o lançamento da Strada cabine dupla, da renovação da família Adventure e da chegada do novo Uno, que sozinho fez a marca retomar a liderança no segmento de automóveis, que havia perdido para a Volkswagen em 2009. O Bravo encerra esse ciclo de significativa expansão.

O próximo ciclo, segundo Belini, já começa em 2011 com a promessa de nada menos que 20 lançamentos e renovações de modelos da marca – a principal novidade deverá ser a introdução da mais nova geração do Palio, que já perdeu para o Uno a posição de segundo carro mais vendido do País e, portanto, precisa de urgente reposicionamento.

Belini destacou que o mercado brasileiro amadureceu com a junção de crescimento econômico e equilíbrio social, somando elevação da renda, sensível diminuição da taxa de desemprego e expansão do crédito. Com esses ingredientes, o executivo espera fazer a companhia que dirige continuar a surfar na onda de prosperidade do País. O Bravo coloca um ponto de exclamação na primeira parte dessa missão. O nome do carro é exatamente a palavra que Belini espera ouvir (novamente) do board em Turim.

Um dos maiores ganhos do Bravo em relação ao Stilo foi a troca do motor de 1,8 litro. O antiquado Powertrain deu lugar ao E.torQ, de funcionamento mais suave e eficiente. A aceleração é contínua, sem perder muito fôlego em baixa e entregando boa força em altas rotações. O câmbio de cinco velocidades está mais preciso, mas ainda é preciso “caçar” algumas marchas. Isso não prejudica a condução, auxiliada pela suspensão bem acertada entre a estabilidade e o conforto, outro salto em relação ao antecessor.

Com o câmbio Dualogic, o motorista ganha em conforto para o pé esquerdo, mas ainda vai sentir trancos nas mudanças de marcha. Durante o teste-drive que o os jornalistas do  iCarros fizeram no Rio de Janeiro, o carro se comportou de modo estranho na mudança da primeira para a segunda marcha, dando uma “estilingada”. Em terceira velocidade e no modo automático, o giro sobe até quase 6.000 rpm para então passar para a quarta, mesmo sem o acelerador estar em plena carga. Algumas reduções também acontecem sem que o motorista queira. Segundo Carlos Eugênio Dutra, diretor de produtos da Fiat, o câmbio melhorou muito de dois anos para cá. “E ele ainda tem o que evoluir”, garantiu o executivo dando sinais de que está ciente do problema.

A Fiat vende o Dualogic como automático. Lélio Ramos, diretor comercial, diz que a escolha pelo termo vem do seu funcionamento, teoricamente o mesmo de um automático tradicional, com conversor de torque no lugar da embreagem. “Fizemos pesquisas e detectamos que o consumidor não sente a diferença, além de o termo estar tecnicamente correto”. Na prática, porém, o motorista precisa aprender a lidar com a transmissão, que funciona como uma caixa manual, mas com as trocas automáticas.

T-Jet, o esportivo bom de curva

O topo da linha do Bravo, como acontece com Punto e Linea, é a versão T-Jet, com motor turbo de 1,4 litro. Por R$ 67.700, o carro vem com câmbio manual de seis marchas, controle de estabilidade (ESP), sistema Hill Holder, que segura o carro em saídas em ladeiras e retoques visuais. Fazem parte das mudanças os spoilers dianteiro, laterais e traseiro, faróis escurecidos, saída dupla de escapamento e pinças de freios pintadas de vermelho. De série, o carro vem com rodas de 17 polegadas, mas as de 18″ estão disponíveis.

No visual, nada do exagero do “irmão menor” Punto T-Jet. O interior não tem o painel da cor da carroceria, mas sim elegantes costuras vermelhas nos bancos e volante. As rodas, tanto a de 17 como a de 18 polegadas têm desenhos exclusivos e pintura prata. As versões 1.8 têm as peças com mesclas de prata e cinza.

O teste drive curto, no autódromo de Jacarepaguá, deu apenas noções do comportamento do esportivo, mas o que deu para notar bem foi sua capacidade de fazer curvas. O ESP entra em ação a todo o momento, corrigindo a trajetória do carro. Em algumas ocasiões, o hatch tem leves tendências a sair de traseira, voltando logo para seu caminho com a ajuda eletrônica. Segundo a fabricante, o T-Jet acelera de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos e pode chegar aos 206 km/h.

Mercado  e preços do modelo – a Fiat espera vender 1.500 unidades por mês do Bravo, com 55% desse volume com a versão Essence, 40% com a Absolute e apenas 5% com a T-Jet. O Bravo chega às lojas com o motor 1.8 no dia 3 de dezembo. A versão T-Jet vai demorar e só estar à venda no primeiro trimestre de 2011. Os preços devem começar na faixa de R$55.000,00 sem frete e todos aqueles valores que só descobrimos na hora do pagamento.

Veja um vídeo com detalhes do Fiat Bravo

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Poxa, finalmente a data chegou. É o Bravo, lançamento oficial da Fiat mais esperado não só do ano do triênio, 2008/2010 e olhe que mais um pouco já chegaríamos em 2011…Segundo o site Automotive Business, logo após a execução da inspiradora ária Nesun Dorma, último ato da ópera Turandot de Giacomo Puccini, surgiram no palco dois Fiat Bravo, cujo nome remete à palavra italiana que significa admiração diante de uma grande obra. O Bravo marca o encerramento do maior investimento já feito pela Fiat no Brasil, de R$ 6 bilhões aplicados de  E inicia um novo ciclo maior ainda, de R$ 10 bilhões que serão investidos de agora até 2015.

Ford inicia a venda do Fusion Híbrido no Brasil com valores a partir de R$ 133 mil

novembro 20, 2010 1 comentário

Após mostrar o primeiro modelo híbrido no Salão do Automóvel em São Paulo 2010, a Ford começou as vendas oficiais do Fusion Hybrid. Ele entra na era dos chamados full hybrids, que a velocidades mais baixas se locomovem só com motor elétrico, acionando o tradicional a combustão em vias expressas, ou para recarregar a bateria. Do ponto de vista do motorista, quase não há diferenças perceptíveis, pois o desempenho e o conforto são tão bons quanto o do modelo convencional. Rodando pelas congestionadas ruas de São Paulo, ninguém notou tratar-se de um híbrido, nem dentro e nem fora do veículo.

O que precisamos agora é que o governo reduza as margens de impostos de carros que emitem baixa poluição para quem sabe popularizar seu uso e baratear cada vez mais a tecnologia como pretendem finalmente algumas montadoras.

O carro chega ao mercado brasileiro, vindo do méxico sem pagar imposto de importação devido ao acordo comercial mantido com o país, mas esta é a única vantagem fiscal. Apesar de ser tão ou mais econômico do que um popular 1.0 (faz 16,4 km/l em rotas urbanas e 18,4 km/l na estrada), como tem motor a gasolina de 2,5 litros, o Fusion híbrido paga a alíquota mais alta de IPI, o que encarece todos os demais impostos que vêm a seguir em cascata.


Sem nenhum incentivo para privilegiar a maior eficiência energética, o “luxo sustentável” cobra seu preço: o modelo da Ford é vendido aqui por R$ 133,9 mil, valor R$ 51,7 mil acima da versão de entrada do modelo 2.5 convencional, que gasta cerca de 50% mais combustível na cidade e 15% mais na estrada. Em resumo, o Fusion Hybrid oferece todos os luxos (inclusive o preço) de um veículo de alta gama, que são combinados com a única vantagem de um veículo popular: a economia.

Representantes da Ford admitem que é “bastante provável e viável” a adoção de motor a combustão flex etanol-gasolina no Fusion híbrido, o que poderia tornar o modelo mais acessível e atraente por aqui. Contudo, ninguém se compromete com o tempo que isso poderia acontecer, pois a estratégia é primeiro ver se a tecnologia emplaca no mercado brasileiro.

Compradores

“Quem pode comprar um carro de luxo, mesmo que não se importe com isso, agora tem a vantagem do consumo menor que só o comprador dos 1.0 tinha”, compara a gerente de produto Adriana Carradori. Com isso, há dois tipos distintos de clientes potenciais. O primeiro são as grandes empresas que pretendem incluir veículos híbridos em suas frotas, tanto pelo corte de custos com a maior economia de combustível como pelo possível ganho de imagem, especialmente em corporações que querem aliar sua marca a iniciativas de sustentabilidade ambiental. Outro provável potencial é o chamado “cliente tecnológico”, aquele que sempre quer ser um dos primeiros a comprar os produtos mais modernos.

Contudo, nenhum representante da Ford arrisca dizer quantos Fusion Hybrid se pretende vender no Brasil. A aposta é que a tendência mundial de adoção de híbridos cresça por aqui também. “É um segmento totalmente novo para nós. Vamos vender o quanto o mercado pedir”, garante Adriana. Segundo a Ford, os interessados apareceram rápido, assim que o preço foi divulgado no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro.

Na prática, o primeiro comprador do Fusion Hybrid no Brasil é uma empresa: a Petrobras, que por certo tem intenção de testar a tecnologia que irá afetar diretamente seus negócios no futuro próximo. Outros usuários do híbrido já confirmados serão o atual e a próxima presidente da República, pois a Ford cedeu à Presidência um veículo em comodato.

A Ford torce para que a versão híbrida do Fusion ajude a aumentar o sucesso do modelo convencional, que após sua chegada ao Brasil, em junho de 2006, fez dobrar o segmento de sedãs médios de luxo no País. Este ano as vendas do Fusion atingem a média de 900 unidades/mês, devendo fechar o ano com quase 11 mil veículos vendidos.

Nos Estados Unidos, onde os híbridos correspondem a 2,5% das vendas atualmente, a Ford já vendeu quase 200 mil unidades com essa tecnologia desde 2004, quando lançou a versão híbrida do Escape. O Fusion Hybrid, lançado em 2009, também faz bastante sucesso por lá: é o híbrido mais vendido no mercado americano e representa 8% das vendas de Fusion. Só em outubro passado os americanos compraram quase 18 mil Fusion Hybrid.

Desempenho

Apesar de gastar o mesmo que um carro 1.0, o Fusion Hybrid tem desempenho superior ao do modelo 2.5 convencional. O motor a gasolina de 2,5 litros e quatro cilindros trabalha em ciclo Atkinson (mais econômico, pois deixa as válvulas de admissão abertas por mais tempo). Ele tem 158 cavalos e só entra em operação após 75 km/h, ou para recarregar a bateria de níquel-metal, que fornece corrente de 275 V para o motor elétrico de 107 cavalos. A bateria também é recarregada nas frenagens, com reaproveitamento da energia cinética que faz girar um gerador assim que o motorista tira o pé do acelerador, mesmo antes de pisar no freio. Combinados, os dois propulsores fornecem potência de 193 cavalos ao veículo, que pode chegar à velocidade máxima de 180 km/h, limitada eletronicamente.

O Fusion Hybrid tem garantia de três anos e a Ford garante que os custos de manutenção e de seguro do modelo são os mais baratos da categoria. A bateria de alta tensão, desenvolvida em conjunto com a japonesa Sanyo, tem garantia de oito anos, mas segundo a Ford foi projetada para durar no mínimo dez anos.

Fonte: Automotive Business

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Novo super esportivo Brasileiro se chamará Amoritz GT DoniRosset e poderá custar mais de R$2 milhões

novembro 12, 2010 Deixe um comentário

Imagem do que poderá ser do novo Super esportivo Brasileiro Amoritz GT Doni Rosset

Depois da notícia e apresentação do modelo Vorax da empresa Rossin Bertin no Salão do Automóvel 2010 que terminou a poucos dias, teremos mais um novo carro super esportivo  fabricado no Brasil, o Amoritz GT DoniRosset, que durante sua fase de desenvolvimento era chamado apenas pelo código DR7. O superesportivo possui um motor V10, o mesmo usado no Viper, mas com modificações para usar etanol, e possui 1.007 cv de potência.

Sua produção será bem limitada, apenas 50 unidades serão construídas a partir de 2011, com um preço bem fora da realidade brasileira: R$ 2 milhões. Ainda não existem muitos detalhes técnicos sobre esse carro.

O que foi confirmado foi o seu tamanho, com 4.7m de comprimento e 2m de largura, o carro não teve informações de desempenho reveladas. Outra curiosidade sobre esse carro, é que o investidor quis homenagear o pai com o nome e sobrenome no carro, e que ele será construído em alguma cidade no interior do Brasil, que possa se transformar em um ponto turístico para quem gosta de automobilismo.

Pelo que estamos vendo, é uma tendência que as empresas deste setor estejam recebendo empresas do setor como já é o caso da Honda ( Sumaré), Toyota ( Indaiatuba ), Hyundai ( Piracicaba)  e Kia ( Salto) e em breve algumas Chinesas como a Chery ( Jacareí ).

Rumores falaram em Jaguariúna, será?

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