Arquivo

Archive for julho \29\UTC 2011

Novo Twingo da Renault qeu fica no mercado até 2014 será mostrado no Salão de frankfurt 2011

julho 29, 2011 3 comentários

Um carro essencialmente Urbano. Talvez esta seja a principal virtude do novo twingo que a Renault deve mostrar ao vivo em breve.

A marcou revelou esta semana as primeiras imagens do Twingo 2012 e promete ser um dos destaques do stand em setembro no Salão do Automóvel de Frankfurt 2011, na Alemanha. O compacto teve a dianteira renovada de acordo com a nova identidade visual da marca e começa a ser vendido na Europa logo depois do evento. Bem diferente daqui já que modelos apresentados em outubro de 2010 no salão do automóvel de 2010 ocorrido no Brasil, ainda nem sequer despontaram no mercado.

Informação Importante

Essa deve ser a última atualização do carrinho, que será substituído em 2014 por um modelo construído sobre a mesma plataforma em que será montado o Smart de quatro lugares. Os novos carros são o primeiro projeto da parceria entre Renault e Daimler, que prevê o desenvolvimento conjunto de tecnologias e o compartilhamento de compras e produção em alguns mercados.

Na nossa humilde opinião o carro poderia ser usado no mercado nacional em 2012 para ocupar uma posição intermediária entre os hatches da marca renault e poderia se posicionar como um carro de combate aos chineses por exemplo.

O fato é que ninguém da marca ousa dizer se ele realmente virá pro Brasil, talvez em 2014 quando for aposentado.

História do Renault Twingo

O Twingo está no mercado a mais de 18 anos do mercado o Twingo, mas talvez somente agora tenha recebido mudanças dignas da época de tanta modernidade que vivemos hoje.

As imagens já surpreendem, pois a mudança no visual deixou o carro mais bonito e agradável, ganhando contornos mais harmônicos. Com certeza, vai ganhar ainda mais admiradores.

O modelo que será lançado propõe uma nova linguagem de design da gigante francesa, inaugurada pelo Captur Concept e Frendzy. O  compacto ganhou uma frente totalmente redesenhada, com direito a novos faróis, grade, para-choque e capô. Na traseira, as lanternas agora são duplas.

E tudo, com razão, porque ocorreram sim essas mudanças, e deixaram o visual do carro mais alinhado com o design inovador de outras marcas.

Além do visual houve mudanças também em sua motorização. Terá motores que vão de 75 cv a 133 cv, incluindo a versão esportiva RS.

Haverá apenas duas opções diesel, com 75 cv e 85 cv.

 

Anúncios

Na semana do dia do motociclista veja os números do mercado de motos no Brasil

Ontem, dia 27 de Julho  foi comemorado no Brasil o Dia do Motociclista. Damos os parabéns a todos que exercem a paixão por motos ou mesmo dependem dela para o dia, como é o caso dos profissionais de transporte, os nossos imprescindíveis “MOTOBOYS”.

A verdade é que sem eles com certeza a sua pizza, o seu contrato, um documento importante que atravessa cidades, nunca chegaria a tempo. Saudamos também aqueles que por paixão e lazer pegam as estradas em motos exclusivas, ornamentadas ou mesmo simplificadas tomam as estradas aos finais de semana, enfeitando suas curvas. E o e-commerce então, o que seriam das entregas de vídeo games, notebooks e aquele perfume comprado para a namorado sem o motociclista.

Motos grandes devem ter vendas recordes

Mas na prática a comemoração mais efusiva mesma ocorre com as fábricas e importadores de motos de um porte maior ou grandes. Pesquisa levantada pelo site Automotive Business descobriu dados relevantes sobre o segmento de alta cilindrada, a ser divulgados pela Abraciclo, entidade que reúne fabricantes de motos.

Entre 2006 e 2010, as motos com cilindrada entre 601 e 950 cc passaram de 6.995 unidades para 15.068, alta de 115,4%.

Neste mesmo período, o segmento de maior volume, entre 101 e 150 cc, passou de 1.074.892 para 1.504.436, alta de 39,9%. Os revendedores BMW por exemplo andam rindo sozinhos. As vendas de suas motos saltaram de 505 unidades em 2006 para 3.507 em 2010, alta de 594,4%.

Nosso mercado é mesmo importante para a marca alemã, já o Brasil é o único país fora da Europa a ter uma linha de produção de motocicletas BMW. Desde 2009, a G 650 GS é montada em Manaus e outros dois modelos além deste entraram em linha por lá, a F 800 R e a F 800 GS (foto). A operação é feita dentro da fábrica da Dafra.

Por causa desses dois modelos recém-nacionalizados, a Caltabiano, quinta maior revenda de motos BMW no mundo, acredita que as vendas cresçam acima de 30% nos próximos meses. “Com a montagem da F 800 R e da F 800 GS e a redução de cerca de 30% do valor das motos, a previsão é de um fim de 2011 bem positivo.”

SSC Tuatara quer ser o carro mais rápido do mundo e passar dos 431 km/h do Veyron

julho 27, 2011 1 comentário

Essa vêm direto do site da revista Car and Driver que mostra que em breve teremos mais um candidato ao posto de Carro mais veloz do mundo.

A turma da Shelby Supercars (SSC) deve estar irritada. Ela tentou criar o carro mais veloz do mundo, o SSC Ultimate Aero – que até chegou a quebrar o recorde do Bugatti Veyron Grand Sport -, mas foi vencida pela versão ainda mais nervosa do Bugatti, a Super Sport. Agora, mais uma resposta é dada: vem aí o SSC Tuatara.O nome é alusivo a um réptil típico da Nova Zelândia.

Projetado por Jason Castriota, o Tuatara, inteiro de fibra de carbono, é equipado com motor V8 7.0 biturbo que rende 1.350 cv de potência. A tração do bólido é traseira e o câmbio pode ser manual ou automático, ambos de sete marchas. Agora, resta saber se esse monstro do pântano será capaz de ultrapassar os 431 km/h deixados pelo Veyron.

Será que veremos mais um recorde sendo cobrado?

Carros elétricos no Brasil, o que falta para avançarmos na tecnologia do futuro?

Que os carros elétricos ou mesmo híbridos são o futuro do planeta, disso talvez ninguém tenha dúvidas. Será mesmo? Com todos os avisos da natureza e do planeta inteiro não vejo outra saída se não apelarmos para fontes limpas de energia. Mas e como anda o Brasil neste segmento? A notícia é um pouco triste, mas pelo menos existe luz no fim do túnel.

Recentemente um dos maiores shoppings da cidade de São Paulo inaugurou quatro vagas prontas para receber veículos elétricos e recarregar suas baterias, mas os postos atualmente são ocupados só por carros comuns. Explicamos o porquê:  O Brasil possui apenas 71 automóveis elétricos atuais emplacados, segundo fontes do site G1, sem contar os modelos normais adaptados artesanalmente para rodar com motor elétrico. Somente um pertence a pessoa física, os demais fazem parte de frotas de empresas ou organizações.

Para efeito de comparação, nos Estados Unidos, onde o governo dá isenção de taxa para a compra desse tipo de veículo, somente o modelo Leaf, da Nissan, vendeu 3,9 mil unidades de dezembro passado, quando foi lançado, até hoje.

O automóvel elétrico começou a circular no Brasil em 2007, com o início da produção do Fiat Palio Weekend Elétrico, para empresas de eletricidade parceiras do projeto. Atualmente, a Mitsubishi é a única a oferecer um modelo, o i-Miev, também para pessoa física, mas somente sob encomenda. Segundo a fabricante japonesa, apenas uma unidade foi comercializada até agora, para uma companhia.

Do Palio Elétrico há 58 unidades em circulação no país, todas emplacadas. Uma delas é do consulado da Itália. A montadora italiana já prepara o substituto do modelo no Brasil, segundo o coordenador brasileiro do projeto de veículos elétricos da Itaipu Binacional, Celso Novais. Rodam na empresa 28 unidades do Palio elétrico.

Indiano e norueguês
A importadora Cam Brasil conseguiu trazer da Índia, em 2008, nove unidades do modelo indiano Mahindra Reva i, mas já encerrou as compras por falta de interessados. Assim, a parceria que tinha com a ElecTrip, empresa que vende o modelo em São Paulo, acabou.

“O negócio não virou e desistimos de importar o carro”, diz Victor Levy, proprietário da ElecTrip. Ele tem ainda “em estoque” duas unidades, emplacadas, esperando um comprador. Uma deles foi licenciada em seu nome, como pessoa física.

Outro elétrico que circula no Brasil é o também importado Think. A CPFL Energia trouxe três unidades do carro da Noruega para sua frota.

Enquanto isso, em São Paulo, a Nissan negocia com a prefeitura a venda do modelo Leaf para ser integrado à frota da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) até o fim de 2012.

O carro foi mostrado durante o encontro de prefeitos de 40 metrópoles do mundo, o C40, em junho passado, na capital paulista. Na época, a montadora, a Prefeitura e a AES Eletropaulo firmaram acordo para estudar a viabilidade de instalar postos para recarga de veículos elétricos na cidade.

Falta infraestrutura
Apesar da pequena quantidade de elétricos em circulação, o Brasil já mostra carência em infra-estrutura — não há nenhum sistema de carga rápida, por exemplo.

O que tem ajudado as montadoras é o marketing de empresas que começaram a injetar dinheiro em locais públicos e privados para receber esses carros. A esperança das montadoras é que este passo inicial incentive as compras por pessoa física.

A lógica é explicada pelo diretor-presidente da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), Pietro Erber. Segundo ele, o governo tem interesse no carro elétrico, mas desde que seja fabricado localmente. “Para isso, precisa-se de um mercado amplo, o que exige preço competitivo e infra-estrutura. Porém, ninguém vai investir em infra-estrutura, se não tiver mais carros elétricos em circulação”, resume.

Recarga no shopping e em condomínio

Entre as primeiras iniciativas para receber modelos elétricos está a do Shopping Iguatemi, em São Paulo, que já possui “vagas verdes”, com tomadas individuais para carregar os carros. Não se trata de um ponto de recarga rápida, porém é o primeiro espaço com essa proposta no país.

“Acreditamos que, no mundo de hoje, com a questão da sustentabilidade, carros elétricos sejam uma boa alternativa. É uma questão de tempo para que a frota cresça. Então, por isso, nos antecipamos e já dispomos de quatro vagas para recarga de carros elétricos em nosso estacionamento”, diz o gerente geral do shopping, Ivan Murias.

Também na capital paulista, garagens de alguns empreendimentos de luxo terão estrutura para fiação e relógios de medição de consumo individuais, para o futuro uso de modelos elétricos. Em um dos imóveis da Tecnisa, ainda em construção, toda a garagem vai ter preparação para o ponto de abastecimento. O proprietário que precisar usar o sistema só precisará comprar a tomada adequada para recarregar o carro.

O diretor de marketing da construtora, Rogério Santos, afirma que se trata de valorizar o apartamento, até mesmo para uma futura revenda. “Nosso empreendimento fica pronto em três anos, então temos que pensar além. O imóvel está preparado para o futuro”, diz Santos. Outro projeto imobiliário na capital paulista, da BKO, também tem a inclusão de cinco vagas com estrutura para abastecer carros elétricos.

Voltagem
“O sujeito que morar em um prédio ou escritório que tenha essa facilidade vai ter um estímulo maior para comprar um carro elétrico”, afirma Erber, da Associação Brasileira de Veículos Elétricos. No entanto, ele ressalta que a recarga em condomínios deverá ser bem gerenciada e coordenada com a empresa fornecedora de energia elétrica. “É fundamental não recarregar na hora de maior demanda, para não onerar o sistema.”

O ideal, segundo Erber, é que essas redes de garagens tenham tensões mais altas do que as normais de 110V,  como no caso do Sudeste, com a adaptação para o 220V. “Em tensão maior o tempo de recarga cai de 8 horas para 4 a 6 horas”, afirma o especialista.

Imagens do primeiro eletroposto inaugurado em 2009

Por esse motivo, a CPFL Energia já faz testes de pontos de recarga de veículos elétricos e plug-in (carros híbridos, com motor elétrico que predomina sobre o motor a combustão) na sua sede em Campinas, no interior de São Paulo. O projeto do Eletroposto é brasileiro e o protótipo foi montado no país. No entanto, para continuar o programa, a empresa afirma precisar de incentivos do governo.

Preço alto
Apesar de ser possível a homologação de modelos elétricos, ainda não há nenhuma legislação específica. Fora isso, na cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), os elétricos se encontram na categoria “outros”, ou seja, mesmo sem poluírem, o imposto é de 25%. Para modelos a gasolina, o IPI vai de 7% a 25%. Para os flex, de 7% a 18% -ele varia de acordo com a cilindrada do veículo.

“Não existe nenhum indício de que o governo vai incentivar a venda de carros elétricos”, diz o diretor da comissão técnica de veículos elétricos e híbridos da Sociedade Brasileira de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), Ronaldo Mazará Jr. Segundo ele, as montadoras só vão investir quando sentirem boa perspectiva no país. “É triste dizer isto, mas a gente não tem absolutamente nada. Somente dúvidas, nenhuma certeza”, lamenta.

Modelo S400 Hybrid da mercedes é um dos modelos vendidos atualmente pela marca rodando no país

Híbridos somam apenas 127 unidades vendidas

Enquanto isso, os modelos híbridos — movidos pela combinação de um motor principal a combustão e outro elétrico — ganham espaço no segmento de luxo. Pioneira no mercado brasileiro, a Mercedes-Benz vende desde julho de 2010 o modelos S 400 Hybrid, que custa US$ 253 mil. Até junho deste ano, foram vendidas 21 unidades do carro. Mais barato, o Ford Fusion Híbrido sai por R$ 133,9 mil e soma 106 unidades vendidas até junho, volume considerado positivo, ao considerar que o carro foi lançado em novembro do ano passado.

Nova Honda CR-V 2012 muda perfil e poderá ser visto no Salão de Frankfurt 2011

A Honda divulgou a primeira imagem da próxima geração de seu utilitário esportivo CR-V. Ainda não há detalhes técnicos sobre a versão 2012 do modelo, que seria ainda um protótipo. O que se pode ver, porém, é que houve uma mudança importante na dianteira, que recebeu faróis mais estreitos e nova grade. Mais que isso, o para-choque dianteiro passa a impressão que a Honda quis devolver ao CR-V sua antiga identidade fora de estrada (abandonada na geração atual, que até mesmo o estepe saiu da traseira e foi para dentro do porta-malas).

A imagem mostra também que as lanternas traseiras se expandiram para as laterais e continuam invadindo as colunas. A nova geração do Honda deve ser apresentada em setembro, durante o Salão de Frankfurt 2011, ou em novembro, no de Salão de Los Angeles 2011.


Mini Cooper e Groupon fazem promoção Boi de Piranha com modelo vendido com 50% de desconto

Inusitado? Se pensar bem até que não… mídia espontânea e uma mega assessoria de imprensa devem gerar bons frutos.

Para alavancar a divulgação do MINI One e também aproveitando a onda dos sites de compras coletivas, a MINI vai vender uma unidade do recém chegado MINI One com um desconto de 50% de seu valor de mercado no site de vendas coletivas Groupon.

O modelo é encontrado nas concessionárias autorizadas de todo o Brasil a R$69.950,00 e será vendido a R$34.975,00 durante a ação, na página do site Groupon de vendas coletivas.

“A ação é irreverente e inusitada, totalmente out of the box, assim como o MINI One. É uma maneira interessante de chamarmos a atenção para o preço competitivo deste modelo, que veio com a proposta de ser o carro de entrada para a marca. Esperamos vender esta unidade em tempo recorde!”, afirma Martin Fritsches, diretor do MINI Brasil.

Outras ações relacionadas ao tema, como teasers e concursos culturais, estão sendo desenvolvidas nas redes sociais Facebook e Twitter com objetivo de gerar engajamento e intercâmbio entre os fãs, além de maior divulgação da inusitada ação, que terá início nesta daqui a pouco terça-feira, 26 de julho.

O carrinho vem equipado com motor 1.6 16V de 98 cavalos de potência, o MINI One também conta como itens de série o câmbio manual de seis marchas, direção elétrica, rodas de liga leve, seis airbags, freios ABS, controle dinâmico de estabilidade, faróis anti neblina e computador de bordo. Por R$ 34.975 e com todos os itens acima, a disputa pela compra deve ser grande.

Se levarmos em conta de que este valor deveria ser o valor real do carro no país, sem a carga tributária escorchante, com certeza o carrinho ia vender muito mais não concordam?

 

Fonte: Divulgação

Quem vencerá a briga de vendas de carros chineses? Chery ou JAC? Vejam os números

Ok, nem bem as chinesas entraram no mercado e já tem briga? Bem, não é uma guerra declarada, mas com certeza em breve teremos uma disputa acirrada para saber qual das marcas que estão no mercado a pouco mais de 3 anos vão chegar na frente. A primeira candidata, a Chery chegou ao Brasil em meados de 2009 sem fazer questão de entrar pela porta da frente.

Só agora a marca começa a mostrar a que veio, com o início da construção de uma fábrica nacional e fôlego nas vendas, puxadas pelo compacto QQ.

O modelo, apresentado este ano ao mercado nacional, chegou com o título de carro mais barato do Brasil por apenas R$ 22.990 mesmo com uma ampla lista de equipamentos que inclui airbag duplo, freios ABS e ar condicionado. O carrinho perdeu o posto para o Fiat Mille em 1º de julho, quando teve o preço reajustado para R$ 23.990, mas ainda assim não registrou desaceleração nas vendas.

Já foram emplacadas 2.537 unidades do modelo este ano, segundo dados do Renavam divulgados pela Fenabrave, a associação nacional dos distribuidores de veículos. Só no mês passado as vendas alcançaram 1.054 carros. Mesmo com o reajuste no preço, o ritmo até 22 de julho segue semelhante, com 735 unidades. Algumas concessionárias da marca em São Paulo indicaram espera média de 60 dias pelo carro, o que seria até inusitado, visto que a marca precisava vender carros para ganhar mais mercado.

Chery briga  com  JAC com apenas 5% da verba de marketing da rival

As vendas da Chery no Brasil este ano já passam de 8 mil unidades entre janeiro e a primeira quinzena de julho. A marca ocupa o 16º lugar no ranking de veículos leves, com 0,45% de market share, pouco atrás da conterrânea JAC Motors, 14ª colocada com mais de 10 mil carros e 0,57% do mercado.

O peso da campanha, ajudou, mas e quando a grana minguar?

A diferença é pequena perto do barulho que a JAC fez ao chegar no Brasil, com R$ 140 milhões aplicados em marketing. A empresa não poupou apelos para atrair os consumidores e contratou o apresentador global Faustão como garoto propaganda, abriu 50 concessionárias em um mesmo dia, adaptou os carros ao gosto dos consumidores brasileiros e destacou seis anos de garantia para os automóveis.  Mas talvez tenha se esquecido do mercado de Blogs, ou como um representante da marca escreveu, PRIMEIRO DAREMOS PRIORIDADE AS MÍDIAS ESPECIALIZADAS, e se esqueceram das redes de micro blogs de entusiastas ou afixionados. Se fosse na minha empresa certamente a pessoa já estaria em outras paradas…

Longe de mim querer azedar as vendas da marca, mas é importante mostrar que o produto é bom e que o consumidor pode confiar na marca no longo prazo. Expor muito a marca em mídias de massa ajuda, mas o boca a boca também tem de ser importante, porque não uma devolução garantida em 30 dias?

No caminho inverso, a Chery chegou devagar, investiu apenas R$ 8 milhões em marketing em 2010 e apostou no baixo preço dos carros chineses como o único diferencial. O tiro foi certeiro, já que a marca começou a deslanchar justamente no momento em que iniciou as vendas do “carro mais barato do Brasil”. A empresa também está na frente no número de concessionárias, que deve saltar das cerca de 80 para 100 até o fim do ano, contra as 80 revendas da JAC que deverão ser abertas no mesmo período.

A Chery também abre margem para crescer com a instalação de uma fábrica nacional em Jacareí (SP). Até 2015 a planta deverá montar 150 mil unidades por ano, com maior parte do volume destinado ao mercado interno. Apenas com importações a JAC Motors não terá fôlego para manter o mesmo ritmo.

Parece que a cereja do bolo esperada pela JAC vai ter que esperar um pouco mais…segundo diz um bom mineiro, as vezes é bom começar a comer pelas beiradas…

%d blogueiros gostam disto: