Fiat Bravo, chegou o dia de lançamento oficial, veja mais fotos do modelo

Poxa, finalmente a data chegou. É o Bravo, lançamento oficial da Fiat mais esperado não só do ano do triênio, 2008/2010 e olhe que mais um pouco já chegaríamos em 2011…

Segundo o site Automotive Business, logo após a execução da inspiradora ária Nesun Dorma, último ato da ópera Turandot de Giacomo Puccini, surgiram no palco dois Fiat Bravo, cujo nome remete à palavra italiana que significa admiração diante de uma grande obra. O Bravo marca o encerramento do maior investimento já feito pela Fiat no Brasil, de R$ 6 bilhões aplicados de  E inicia um novo ciclo maior ainda, de R$ 10 bilhões que serão investidos de agora até 2015.

Assim explicou um apressado Cledorvino Belini, presidente do grupo na América Latina, que partiu logo após seu rápido discurso de apresentação do novo modelo da marca italiana no País. Belini precisou seguir para o aeroporto para tomar um voo para Turim, sede da Fiat na Itália, onde participa na tarde desta quinta-feira de uma reunião da alta direção da companhia, na qual provavelmente discutirá, entre outros temas, do destino de mais um investimento bilionário no Mercosul.

Mas antes de partir Belini deu um ligeiro resumo do que já foi feito e do que está por vir. Ele explicou que o investimento anterior preparou a Fiat para atender ao crescimento esperado no Mercosul, principalmente no Brasil. Para isso a Fiat preparou a fábrica de Betim (MG) para produzir até 800 mil veículos/ano, com nova linha de prensas, robotização da pintura e ampliação da funilaria e montagem final. Córdoba, na Argentina, acrescentou mais 200 mil unidades à capacidade, tornando assim a Fiat a primeira fabricante com poder de fabricar 1 milhão de automóveis e comerciais leves por ano na América Latina. Foi igualmente expandida a capacidade de produção de motores da FPT Powertrain Technologies, nas unidades de Betim e de Campo Largo (PR).


“É um avanço estratégico que representará grande diferencial competitivo para a Fiat na região nos próximos anos”, disse Belini, lembrando também da renovação do portfólio de produtos, com o lançamento da Strada cabine dupla, da renovação da família Adventure e da chegada do novo Uno, que sozinho fez a marca retomar a liderança no segmento de automóveis, que havia perdido para a Volkswagen em 2009. O Bravo encerra esse ciclo de significativa expansão.

O próximo ciclo, segundo Belini, já começa em 2011 com a promessa de nada menos que 20 lançamentos e renovações de modelos da marca – a principal novidade deverá ser a introdução da mais nova geração do Palio, que já perdeu para o Uno a posição de segundo carro mais vendido do País e, portanto, precisa de urgente reposicionamento.

Belini destacou que o mercado brasileiro amadureceu com a junção de crescimento econômico e equilíbrio social, somando elevação da renda, sensível diminuição da taxa de desemprego e expansão do crédito. Com esses ingredientes, o executivo espera fazer a companhia que dirige continuar a surfar na onda de prosperidade do País. O Bravo coloca um ponto de exclamação na primeira parte dessa missão. O nome do carro é exatamente a palavra que Belini espera ouvir (novamente) do board em Turim.

Um dos maiores ganhos do Bravo em relação ao Stilo foi a troca do motor de 1,8 litro. O antiquado Powertrain deu lugar ao E.torQ, de funcionamento mais suave e eficiente. A aceleração é contínua, sem perder muito fôlego em baixa e entregando boa força em altas rotações. O câmbio de cinco velocidades está mais preciso, mas ainda é preciso “caçar” algumas marchas. Isso não prejudica a condução, auxiliada pela suspensão bem acertada entre a estabilidade e o conforto, outro salto em relação ao antecessor.

Com o câmbio Dualogic, o motorista ganha em conforto para o pé esquerdo, mas ainda vai sentir trancos nas mudanças de marcha. Durante o teste-drive que o os jornalistas do  iCarros fizeram no Rio de Janeiro, o carro se comportou de modo estranho na mudança da primeira para a segunda marcha, dando uma “estilingada”. Em terceira velocidade e no modo automático, o giro sobe até quase 6.000 rpm para então passar para a quarta, mesmo sem o acelerador estar em plena carga. Algumas reduções também acontecem sem que o motorista queira. Segundo Carlos Eugênio Dutra, diretor de produtos da Fiat, o câmbio melhorou muito de dois anos para cá. “E ele ainda tem o que evoluir”, garantiu o executivo dando sinais de que está ciente do problema.

A Fiat vende o Dualogic como automático. Lélio Ramos, diretor comercial, diz que a escolha pelo termo vem do seu funcionamento, teoricamente o mesmo de um automático tradicional, com conversor de torque no lugar da embreagem. “Fizemos pesquisas e detectamos que o consumidor não sente a diferença, além de o termo estar tecnicamente correto”. Na prática, porém, o motorista precisa aprender a lidar com a transmissão, que funciona como uma caixa manual, mas com as trocas automáticas.

T-Jet, o esportivo bom de curva

O topo da linha do Bravo, como acontece com Punto e Linea, é a versão T-Jet, com motor turbo de 1,4 litro. Por R$ 67.700, o carro vem com câmbio manual de seis marchas, controle de estabilidade (ESP), sistema Hill Holder, que segura o carro em saídas em ladeiras e retoques visuais. Fazem parte das mudanças os spoilers dianteiro, laterais e traseiro, faróis escurecidos, saída dupla de escapamento e pinças de freios pintadas de vermelho. De série, o carro vem com rodas de 17 polegadas, mas as de 18″ estão disponíveis.

No visual, nada do exagero do “irmão menor” Punto T-Jet. O interior não tem o painel da cor da carroceria, mas sim elegantes costuras vermelhas nos bancos e volante. As rodas, tanto a de 17 como a de 18 polegadas têm desenhos exclusivos e pintura prata. As versões 1.8 têm as peças com mesclas de prata e cinza.

O teste drive curto, no autódromo de Jacarepaguá, deu apenas noções do comportamento do esportivo, mas o que deu para notar bem foi sua capacidade de fazer curvas. O ESP entra em ação a todo o momento, corrigindo a trajetória do carro. Em algumas ocasiões, o hatch tem leves tendências a sair de traseira, voltando logo para seu caminho com a ajuda eletrônica. Segundo a fabricante, o T-Jet acelera de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos e pode chegar aos 206 km/h.

Mercado  e preços do modelo – a Fiat espera vender 1.500 unidades por mês do Bravo, com 55% desse volume com a versão Essence, 40% com a Absolute e apenas 5% com a T-Jet. O Bravo chega às lojas com o motor 1.8 no dia 3 de dezembo. A versão T-Jet vai demorar e só estar à venda no primeiro trimestre de 2011. Os preços devem começar na faixa de R$55.000,00 sem frete e todos aqueles valores que só descobrimos na hora do pagamento.

Veja um vídeo com detalhes do Fiat Bravo

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