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Vendas no Brasil da Renault acompanham crescimento global da parceria com a Nissan no melhor momento de sua história

A Renault tem motivos para continuar a tomar champagne mesmo após o ano novo.

O fato é explicado pelo feito inédito em 2011 conquistado pela aliança mundial Renault-Nissan quando apontou vendas recordes em 2011 ao comercializar 8 milhões de veículos em todo o mundo, volume 10,3% maior que o registrado no ano anterior, com destaque para os mercados emergentes , caso do Brasil e os Estados Unidos. Mas interessante é o fato das vendas terem tido aumento pelo terceiro ano consecutivo e pela primeira vez ultrapassarar a casa das 8 milhões de unidades.

Só a marca Renault foi responsável por 2,7 milhões de unidades vendidas, avanço de 3,6% no mesmo comparativo enquanto Nissan apurou alta de 14,4%, para 4,6 milhões de unidades. A Lada contribuiu com 637,1 mil veículos, também aumento de 10,9% com relação a 2010.

O presidente e CEO da aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, exaltou o desempenho das marcas frisando que o enfrentamento de situações adversas, como o terremoto e tsunami que atingiram o Japão, alta do iene e a crise financeira na Europa. “A aliança aproveitou a recuperação da economia nos Estados Unidos e conquistou importantes participações de mercado nas regiões que serão os motores do crescimento no século 21.”

Isso também se refletiu no Brasil, nào só no ano passado, mas como se repetiu neste começo de ano quando Janeiro cravou uma marca histórica para a renault,  um avanço de 47,8% em relação ao mesmo período de 2011. A taxa de crescimento foi cinco vezes superior à média do mercado, de 9,8%. Com 16.613 veículos emplacados, a marca alcançou 6,6% de participação de mercado.

A cidade de São Paulo, deu um fôlego a marca e registrou o quarto lugar no ranking de vendas, com 7,1% de participação de mercado. A empresa atribuiu o desempenho especialmente às vendas do Novo Sandero, que emplacou 5.846 unidades, volume 66% superior a janeiro de 2011. Na mesma comparação o Grand Tour avançou para 1.088 unidades (184%), o Master 733 unidades (22%), o Kangoo Express 241 unidades (10%).

Esse desempenho contribuiu para o número de 43% do total comercializado no ano passado, atingindo recorde de 1,1 milhão de unidades, alta de 19,2% sobre 2010. Os destaques foram Rússia, onde as vendas cresceram 40%, Turquia, 13%, e América Latina, 10%. A marca Renault representou 83% das vendas do grupo. A Dacia enfrentou problemas de abastecimento devido ao tsunami o que fez suas vendas globais recuarem 1,8% em 2011 com relação a 2010.

Em 2011, nos dez primeiros principais mercados do Grupo, seis estão localizados fora da Europa. O Brasil substituiu a Alemanha na segunda posição, atrás apenas da França. No Brasil, onde uma expansão da capacidade de produção da Renault está prevista para 2013, as vendas da marca tiveram um aumento de 21%, com recorde de 194, 3 mil veículos, em um mercado que registrou uma expansão de 3%. A participação de mercado da Renault atingiu 5,7%, em alta de 0,9 ponto em relação a 2010, impulsionada pelos modelos Novo Sandero, Logan e Clio.

Apesar das incertezas econômicas e da perda de confiança dos consumidores na Europa, a Renault se mantém como a segunda marca, conquistando uma participação de 8,6% do mercado de veículos de passeio e utilitários. Os veículos de passeio da Renault mais vendidos na Europa são Mégane, Clio e Twingo. Além disso, a Renault está no topo das vendas de veículos utilitários na Europa pelo décimo quarto ano consecutivo, com uma participação de mercado de 15,6%.

No caso da Nissan, a marca obteve recorde de vendas no continente americano, com 1,5 milhão de veículos entregues no ano passado, incluindo a marca Infiniti, volume 17,2% acima do registrado em 2010. Os melhores desempenhos vieram dos Estados Unidos, com 1 milhão de unidades, México, 224,7 mil e Brasil, com 67 mil unidades.

No Japão, a marca vendeu 591,3 mil veículos, o que significou queda de 8,4% com relação a 2010, ao contrário da Europa, onde registrou alta de 25,4% na mesma base de comparação para recorde de vendas de 695,7 mil unidades.

A Lada, primeira montadora na Rússia, obteve avanço de 10,9% em relação a 2010 nas suas vendas globais, para 637, 1 mil unidades, das quais 578, 3 mil ficaram no mercado russo. A participação de mercado da marca representa 0,9% no mundo e 21,6% na Rússia.

Ou seja, 2012 deverá ser um ano ainda melhor para a Renault. Você concorda? Gosta de carros da marca? Vc teria um renault?

Conte pra gente a sua história!

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