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Minivans da Citroen C4 Picasso recebem modificações que já tinham sido aplicadas na Europa

A Citroën apresentou um pouco antes do Carnaval, os novos modelos da linha 2011 das minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso, lançadas no Brasil em meados de 2008. Ambas as versões exibem o visual atualizado recentemente na Europa, para acompanhar as mudanças na identidade visual da fábrica francesa. A principal mudança é justamente o duplo chévron, símbolo da Citroën, que aparece pelos quatro cantos em alto relevo e com os contornos arredondados, dentro da nova assinatura da marca. Além do escudo, as minivans receberam pequenas atualizações. Lembramos que as unidades são fabricadas na Espanha, no Complexo Industrial de Vigo. A nova C4 Picasso passa a custar R$ 78.490 (R$ 1.500 a mais que o modelo 2010), enquanto a irmã maior começa em R$ 91.990 (encarecida em R$ 2.090). Esses preços são os sugeridos pelo fabricante e podem variar de uma concessionária Citroen para outra.

As mudanças foram tímidas e não mexem no já conhecido design dos monovolumes. Na linha 2011, o principal chamariz é que tanto o C4 Picasso, com capacidade para cinco ocupantes, como o Grand C4 Picasso, de sete passageiros, exibem a assinatura de estilo mais recente da Citroën. O novo logo com o duplo chevron, com contornos suaves, aparece na grade dianteira, tampa traseira, no centro do volante e no miolo das rodas. Esse sim um ponto positivo fortíssimo e que irá conferir mais estabilidade e robustez aos modelos. Os novos modelos de rodas medem 17 polegadas nas duas versões e estão calçadas com pneus 215/50, Michelin Primacy HP. Os desenhos dos aros também são novos – chamam-se Volubilis, no C4 Picasso, e Roskild, no Grand C4 Picasso.

Outro detalhe são os filetes de pisca dos faróis, agora incolores na linha 2011 – nos modelos 2010 as luzes eram na cor laranja. Ainda por fora, o C4 Picasso ganhou contorno escurecido nas lanternas traseiras, enquanto o destaque no Grand C4 Picasso são dois filetes de luzes diurnas de diodos luminosos (leds), situados no pára-choque, além de maçanetas cromadas. No interior, a fabricante francesa também optou pelo leve tapinha no visual, com novos revestimentos dos assentos e painéis das portas, chamados de Anjou no C4 Picasso e Brise, na versão maior. Por fim, o C4 Picasso 2011 sai de fábrica com ar-condicionado digital para os passageiros detrás.

O conjunto motor e câmbio permaneceu sem alterações, com as mesmas especificações da linha 2010. Basta abrir o capô que você encontrará o já conhecido bloco 2.0 litros a gasolina, capaz de entregar até 143 cavalos de potência a 6.000 giros e 20,4 kgfm de torque a 4.000 rpm. Os modelos utilizam transmissão automática seqüencial de quatro velocidades.

Para quem vai atrás do volante ou nos outros assentos, nada de novo. Porém isso não é ponto negativo para os dois modelos familiares. Isto quer dizer, que a ergonomia continua caprichada tanto para o motorista, que dispõe de uma posição alta para dirigir, como para os passageiros, que continuam desfrutando de um ambiente confortável. Na linha 2011, a Citroën segue privilegiando a visibilidade dos irmãos, com pára-brisa panorâmico, que oferece ângulo de visão vertical de 70 graus.

Objetivos de mercado

A Citroën deixou claro que pretende, com os dois lançamentos, abocanhar uma fatia maior do segmento de monovolumes no Brasil. O objetivo da francesa é saltar de um total de 4.500 unidades/ano para 6.600 exemplares anuais, conquistando 40% de participação no nicho já esse ano. Para se ter ideia do cenário, o segmento de minivans é liderado atualmente (e com folga) pela Chevrolet Zafira, que já teve sua morte decretada, mas a Chevrolet já ventilou que terá um modelo com versões de 4 e 7 lugares com um único nome. Dados da Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores) apontam que o modelo da norte-americana General Motors foi responsável pelo emplacamento de 9.263 unidades no ano passado – foram 2.203 exemplares a mais do que o Xsara Picasso, dono da medalha de prata no período. Como a Chevrolet tem capilaridade no mercado com um volume de concessionárias muito maior que a Citroen assim que o modelo for lançado a pedreira para a Citroen deverá continuar, será?

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