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Arquivo para a categoria ‘Motos Honda’

Conheça mais detalhes dos lançamentos da Honda, a CBR 250 R e CRF 150 F

 

Honda CBR 250 R lançamento da honda em 2012 frente e traseira

De uma só vez a Honda Motos , líder de vendas e de mercado de motos no Brasil resolveu finalmente lançar dois modelos de uma vez só. Uma delas, a CBR 250 R já tinha sido apresentado no último Salão Duas Rodas de 2011.

A outra moto lançada é a CRF 150F, moto trail  ( foto abaixo) destinada à prática esportiva e ao lazer. Mas não se anima, ela é exclusiva para ser utilizada em vias não públicas. Não tem farol ou pisca-piscas e por isso não pode ser emplacada. Utiliza motor semelhante ao da linha CG 150, mas é alimentado por carburador em vez de injeção eletrônica. Produz 14 cv e tem partida elétrica. Ele tem preços a partir de R$ 8.690.

Preparamos mais imagens e informações dos modelos CBR 250 R e CRF 150 F no Blog Contagiros – www.contagiros.com.br

Um dos maiores lançamentos do ano, a Honda NC 700X, deve chegar em breve as concessionárias

fevereiro 24, 2012 1 comentário

A Honda está contando os dias para um de seus maiores lançamentos do ano. Depois das ações de merchandising feitas no Big Brother onde pudemos ver vários modelos, digamos mais pesados da marca, enfim a marca confirmou que dentro de no máximo 60 a 90 dias as concessionárias de motos Honda no Brasil devem receber o modelo NC 700 X,  equipada com motor de dois cilindros e 670 cc. Inicialmente o modelo tinha sido apresentado o ano passado durante a exposição no Salão Internacional de milão – EICMA 2011 e até então nào haviam informações se a moto seria trazida ou produzida por aqui

Uma curiosidade na moto e que a diferencia de outras do mercado será o uso de um porta-capacete instalado onde normalmente estaria o tanque de gasolina. Para isso, o reservatório de combustível (de 14,1 litros) foi deslocado para um espaço existente embaixo do banco. Suas rodas serão de liga leve de 17 polegadas e seu visual segue a linha Bicuda da Crossturer e Crossrunner.

A NC700X pode vir com câmbio convencional (acionado pelo pé) ou automatizado com dupla embreagem. Os dois têm seis marchas. No primeiro caso seu motor produz 47,6 cv e no segundo, 52 cv. Outros dois modelos compartilham projeto com a NC700X, sendo um deles um scooter.

O consumo também será bem interessante e a Honda afirma que será de cerca de 28km/l. Estima-se que o preço da nova NC700X possa oscilar entre 22 a 25.000 reais.

Ainda são esperados outros modelos da  Honda como a nova  CBR 250R, esportiva de baixa cilindrada, e a CRF 250L, moto de uso misto (cidade-campo).Vamos aguardar!

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Confira as novidades do Salão de Motos de Milão 2011, o maior salão de motos do mundo que começou ontem dia 10 de Novembro

novembro 11, 2011 Deixe um comentário


Começou ontem, dia 10 de Novembro na famosa Milão na Itália, o EICMA , um dos mais concorridos e charmosos salões de motos do Mundo, o Salão de Milão 2011. Não só elegante e charmoso como também é considerado o mais  importante evento do mercado europeu de duas rodas.Para não dizer talvez do mundo ( será que existe algum maior?)

Abaixo um show de imagens e alguns dos principais destaques do evento. Não dá para publicar tudo num post só, mas este ficou bem recheado.

Marcas do mundo inteiro se revezam até o dia 13 de novembro em mostrar ao mundo as novidades do mercado. Como não poderia ser diferente, começamos pela marca italiana, a Piaggio, com um modelo estilo retrô, da época do pós guerra, a Vespa 46.

Ainda do grupo Piaggio, a Aprilia, mostrou o “big-scooter” SRV 850, produto que possui motor de 2 cilindros de 850 cm³ capaz de alcançar 76 cv de potência máxima. Só para se ter uma idéia um carro 1.000 no Brasil chega a ter menos potência que a moto, que numa foto quase perfeita, mostra a beleza também de quem poderia ocupar sua direção, como a modelo da foto abaixo.

A alemã,  BMW finalmente chega ao mercado de scooters e apresenta os modelos  C 600 Sport e o C 650 GT. Além dos scooters, a marca de origem alemã exibe também a série especial HP da esportiva K 1300 S, que tem detalhes feitos de fibra de carbono e ponteira de escape de titânio. O motor de quatro cilindrois em linha é o mesmo e produz 175 cv.


A Yamaha guardou para a feira três versões especiais da V-Max. Elas levam as assinaturas Ludovic Lazareth ( foto acima da Vmax) ,  Roland Sans e Marcus Walz, empresas especializadas em personalização. Um dos motores recebeu modificações e alcança 200 cv de potência.

Da austríaca KTM, um dos destaques é a Duke 690, que marca a nova geração dos motores da linha LC4, de um cilindro e quatro tempos. O da Duke 690 teve origem nos campeonatos de motocross, rali e enduro. Produz 67 cv de potência. Outro destaque da KTM em Milão é a Freeride, primeira motocicleta elétrica da marca.

Ducatti mostra asuper esportiva 1199 Panigale e 195 cv de pura potência

A ousada Ducati, chega ao evento apresentando nada menos que  três versões de sua nova superesportiva 1199 Panigale: standard, S e Tricolore. Os dois cilindros em “L” e o comando de válvulas desmodrômico foram mantidos, mas a Panigale inovou nos chassis e na eletrônica embarcada.

A nova aposta da marca de Borgo Panigale, que promete inovar em todos os quesitos segundo Claudio Domenicali, gerente geral da Ducati, deixou de lado o tradicional quadro em treliça para utilizar um chassi monocoque em alumínio. Cerca de 10 quilos mais leve que a 1198, a nova Panigale oferece 195 cv de potência máxima, além de um pacote eletrônico de fazer inveja até mesmo à BMW S 1000 RR.

Nakked Brutalle 675 da MV Agusta - um show de arrojo e performance

A clássica  MV Agusta apresentou com honras de super estrelas a esportiva F3 e a naked Brutale 675, ambas equipadas com motores de três cilindros em linha com 675 cc de capacidade cúbica. Um ainformação retirada do site infomoto diz que a marca italiana e a brasileira Dafra anunciaram que a F3 Serie Oro e a F4 RR Corsa Corta serão importadas com preços de R$ 170 mil e R$ 150 mil, respectivamente.

Com edição limitada em 200 unidades, a esportiva F3 Serie Oro está equipada com motor três cilindros de 675cc de capacidade pública, além de peças em fibra de carbono, suspensão e amortecedor de direção Öhlins, pinças dianteiras em monobloco, pedaleiras do piloto ajustáveis, banco em couro e placa de identificação em ouro, constando o número de série da motocicleta. Além disso, o novo proprietário da F3 Serie Oro recebe um kit especial, que remete aos três pistões do motor que a equipa, contendo a chave e o certificado de autenticidade.

Já a versão da supersportiva F4, a RR Corsa Corta conta com propulsor de quatro cilindros em linha, 16 válvulas e 998 cm3 de capacidade cúbica, que gera 201 cv a 13.400 rpm potência máxima de. Com esse desempenho, a F4 RR Corsa Corta é uma das poucas motocicletas do mundo a contar com um motor de mais 200 cv.

Curiosidades do Salão de Milão 2011

Uma moto inusitada foi apresentada durante o evento. Trata-se da  Xenon, desenvolvida pela empresa Evolve Electric Bikes – empresa localizada nos EUA e que preparou um modelo muito parecido com o que foi visto no filme Tron. Ela é feita com om neon azul emoldurando as “rodas”, é totalmente elétrica e custa a partir de US$ 55 mil. O grande diferencial da Xenon, além é claro, do design radical e do motor 100% elétrico, são suas rodas de 32 polegadas sem cubo e um quadro de fibra de carbono feito à mão.

A moto-conceito usa baterias de íon-lítio, que além de servir de força motriz, dão vida e cor à Xenon. O modelo da Evolve poder ser uma boa opção para quem quer divulgar um evento dirigido ao público jovem, descolado e que é viciado em filmes e games de ação e ficção científica.

A moto tem ainda moto tem motor de 40.000 watts, baterias de 96 volts, autonomia para 160 quilômetros, velocidade máxima de 160 km/h e, para carregar este brinquedão são necessárias cerca de 3,5 horas. Seria uma moto que além de todos os predicados acima certamente não passará desapercebida em qualquer local que trafegue.

Honda faz o lançamento oficial mundial da Nova CBR 1000 RR Fireblade 2012 que atinge 178 cv de potência

setembro 26, 2011 2 comentários

A menos de 48 horas a Honda Motos mostrou a imprensa mundial como será a nova Honda CBR 1000 RR Fireblade 2012.

O lançamento chega num momento em que a marca quer mostrar que está ativa e após muita expectativa do setor, finalmente vamos ver as  novidades empregadas no modelo.  As principais mudanças ocorreram no visual da CBR 1000RR, que recebeu novas carenagens e novo conjunto óptico.

De acordo com a Honda, as alterações otimizaram sua aerodinâmica.

Em sua mecânica, a Honda alterou o mapeamento da injeção eletrônica, deixando o sistema mais homogênio. As suspensões também receberam modificações, tanto no garfo dianteiro como no monoamortecedor traseiro, o que, segundo a Honda, melhoraram a tração e comportamento da motocicleta. O motor é o mesmo quatro cilindros em linha, que atinge 178 cv de potência máxima.

Para completar, a marca renovou o painel de instrumentos e colocou novas rodas de alumínio.

Detalhes da Nova Fireblade 2012

A alteração de maior  destaque é o novo desenho dos faróis e uma nova carenagem frontal. Fazendo lembrar as gerações anteriores  da CBR1000 RR antes de 2008, este novo desenho da frente deverá conseguir reações mais positivas do que aquelas que a atual geração conseguiu quando chegou ás concessionárias.

O quadro recebe pequenas inovações , mas outras peças serão totalmente novas: as rodas com novo desenho (possivelmente mais leves para maior agilidade), novo painel de instrumentos e, a maior mudança de todas, garfo “Big Piston” da Showa e novo amortecedor traseiro.

Este novo conjunto de suspensões vai permitir à nova CBR1000 RR Fireblade melhorar sua piotagem. Ainda não se sabe também se a marca vai disponibilizar freios ABS como padrão ou opcional.

Existe uma ausência de botões ou indicadores no painel de instrumentos que mostrem um novo pacote tecnológico que inclua controle de tração, ou outras opções que hoje em dia já são comuns neste tipo de motos.

OBS: A má notícia para os fãs de motos rápidas é sobre a chegada da moto ao Brasil. A Honda afirmou que ainda não tem data para o lançamento da moto no país. Preços também não foram informados pela montadora.

Veja mais da Honda 1000 RR Fireblade 2012 no vídeo abaixo:

 

Fenabrave divulga quais foram os 10 carros e motos e mais vendidos no mês de Agosto de 2011

setembro 2, 2011 Deixe um comentário

Fim de Agosto, início de Setembro e já temos os dados consolidados do volume de vendas do mercado automotivo. E o mês foi interessante, com 327.375 veículos novos emplacados no País. Como já era de se esperar Volkswagen e Fiat continuam firmes nos primeiros lugares. Para se ter uma idéia da distância dos que vêm logo em seguida, se somarmos quanto o Uno ( 2 colocado ) vendeu só no mês de Agosto dá mais do que o terceiro e quarto lugar juntos, representados pelo Celta – 12.554 unidades vendidas e pelo quarto colocado, VW Fox -  11.382 unidades vendidas.

Das 4 marcas mais tradicionais, VW, FIAT, CHEVROLET e FORD, todas elas tem entre os 10 carros mais vendidos no mês pelo menos 1 exemplar. A única “intrusa”da lista é a Renault que vendeu nada menos que 8.693 unidades do modelo Sandero.

No geral o mercado teve desempenhos fortes nas categorias de caminhões e motocicletas na comparação anual, mas mostrando leve recuo em automóveis e aumento de estoques.

Inclusive até um fato corriqueiro, mas curioso: Concessionários fizeram a prática do chamado “rapel” no último dia útil do mês, quando licenciaram carros ainda não vendidos para cumprir metas e garantir bônus com as montadoras. Comprova a manobra o fato de que apenas na quarta-feira, 31, o Renavam registrou 21,4 mil emplacamentos, volume muito superior à média diária de 13,9 mil que vinha sendo mantida no mês até o dia 30.

Embora num ritmo menor do que o visto no início do ano, o movimento ocorreu em meio ao crescimento da economia que tem levado mais consumidores à compra de seu primeiro veículo. Nos primeiros meses de 2011, o mercado chegou a ver altas de dois dígitos nas vendas.

Honda vendeu bem obrigado e ocupa as 4 primeiras colocações no mês de Agosto de 2011

No mercado de motos, as vendas subiram 13,2 por cento sobre julho e 14,4 por cento sobre um ano antes, para 181,4 mil unidades. Enquanto isso, as vendas de 16.442 caminhões foram 5,85 e 24,3 por cento maiores nas mesmas comparações. Já as vendas de carros cresceram 6,3 por cento sobre julho e recuaram 0,44 por cento frente agosto de 2010, para 236,9 mil unidades.No consolidado por marcas, apesar da Honda ter diminuído sua participação geral, as 4 primeiras posições são ocupados respectivamente por:

Honda CG 150 – 44.788 unidades

Honda CG 125 – 37.951 unidades

Honda Biz – 19.960 unidades

Honda NX 150 – 17.989 unidades

Carros mais vendidos em Agosto de 2011

Na semana do dia do motociclista veja os números do mercado de motos no Brasil

Ontem, dia 27 de Julho  foi comemorado no Brasil o Dia do Motociclista. Damos os parabéns a todos que exercem a paixão por motos ou mesmo dependem dela para o dia, como é o caso dos profissionais de transporte, os nossos imprescindíveis “MOTOBOYS”.

A verdade é que sem eles com certeza a sua pizza, o seu contrato, um documento importante que atravessa cidades, nunca chegaria a tempo. Saudamos também aqueles que por paixão e lazer pegam as estradas em motos exclusivas, ornamentadas ou mesmo simplificadas tomam as estradas aos finais de semana, enfeitando suas curvas. E o e-commerce então, o que seriam das entregas de vídeo games, notebooks e aquele perfume comprado para a namorado sem o motociclista.

Motos grandes devem ter vendas recordes

Mas na prática a comemoração mais efusiva mesma ocorre com as fábricas e importadores de motos de um porte maior ou grandes. Pesquisa levantada pelo site Automotive Business descobriu dados relevantes sobre o segmento de alta cilindrada, a ser divulgados pela Abraciclo, entidade que reúne fabricantes de motos.

Entre 2006 e 2010, as motos com cilindrada entre 601 e 950 cc passaram de 6.995 unidades para 15.068, alta de 115,4%.

Neste mesmo período, o segmento de maior volume, entre 101 e 150 cc, passou de 1.074.892 para 1.504.436, alta de 39,9%. Os revendedores BMW por exemplo andam rindo sozinhos. As vendas de suas motos saltaram de 505 unidades em 2006 para 3.507 em 2010, alta de 594,4%.

Nosso mercado é mesmo importante para a marca alemã, já o Brasil é o único país fora da Europa a ter uma linha de produção de motocicletas BMW. Desde 2009, a G 650 GS é montada em Manaus e outros dois modelos além deste entraram em linha por lá, a F 800 R e a F 800 GS (foto). A operação é feita dentro da fábrica da Dafra.

Por causa desses dois modelos recém-nacionalizados, a Caltabiano, quinta maior revenda de motos BMW no mundo, acredita que as vendas cresçam acima de 30% nos próximos meses. “Com a montagem da F 800 R e da F 800 GS e a redução de cerca de 30% do valor das motos, a previsão é de um fim de 2011 bem positivo.”

Revista Motociclismo elege os melhores do ano no Moto de Ouro 2011

abril 1, 2011 1 comentário

Esta semana os leitores da revista Motociclismo elegeram pela segunda vez os modelos Honda CB 300R e XRE 300 nas categorias city (urbana) e trail, respectivamente. A marca de origem japonesa obteve também duas outras vitórias, nos quesitos Melhor Negócio e Publicidade.

A eleição utilizou os votos de mais de 12 mil leitores da publicação, que preencheram um cupom encartado nas edições de outubro e novembro de 2010. BMW, harley Davidson e Suzuki ganharam em outras categorias. Dafra ficou de fora de todos os prêmios.

Confira a seguir outras motos e marcas que tiveram acesso ao Prêmio.

Veja as motos vencedoras do Moto de Ouro 2011:

Modelo
City — Honda CB 300R C-ABS
Trail — Honda XRE 300 C-ABS
Custom — Harley-Davidson Fat Boy Special
Touring — Harley-Davidson Ultra Classic Electra Glide
Esportiva — BMW S 1000 RR
Naked — BMW K 1300 R
Scooter/Cub — Suzuki Burgman 650
Maxitrail — BMW F 800 GS
Moto Verde — Yamaha YZ 450F

Qualidade
BMW

Melhor Negócio
Honda

Emoção
Yamaha

Publicidade

Honda

Cliente Mais Satisfeito
BMW

Conheça um pouco mais do modelo XRE 300 da Honda

A XRE é a irmã maior das NX, precursora das motos urbanas com visual off-road, se bem que ela enfrenta com maior valentia os trechos fora de estrada que seus equivalente de quatro rodas. O assento em dois níveis privilegia o conforto e proporciona o encaixe das pernas junto ao tanque e o guidão permite que o piloto mantenha os braços mais elevados, evitando a fadiga em longos percursos. Para o garupa, além do assento em posição mais elevada, as alças em alumínio tem boa pegada segundo a marca.

O chassi é de duplo berço e a suspensão dianteira vem com garfo telescópico de longo curso e a traseira monoamortecida é do tipo Pro-Link com exclusiva balança de alumínio (Aluminium Swing Arm), cujo objetivo do projeto é obter um pilotagem macia em todas as condições de piso e situações de pilotagem e ainda mantém o pneu traseiro sempre em contato com o solo para ampliar a capacidade de tração.

Contra os amigos do alheio a moto vem com o Sistema Honda de Proteção, composto por shutter-key (fechadura adicional acionada com chave sextavada e combinações magnéticas) e comb-lock (trava do guidão combinada à chave de ignição). O preço do modelo é de R$ 12.890,00 com base no estado de São Paulo e não inclui despesas com frete e seguro.

A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

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Honda Motos contra ataca as Chinesas em 2011

março 24, 2011 1 comentário

A Honda Motos parece que sentiu a porrrada das marcas chinesas e resolveu abrir fogo na batalha anunciada das montadoras de motos. Depois de perder pontos preciosos no mercado agora a marca aposta em lançamentos de novos produtos e ações agressivas em veículos de massa. Pra variar esqueceram dos blogs, mas enfim…

Com novos produtos, dois deles lançados hoje  quinta-feira, 24, e uma estratégia mais agressiva em marketing, que inclui o patrocínio do Big Brother Brasil e inserções nos intervalos das transmissões de partidas de futebol, a Honda Motos da Amazônia ela quer recuperar a histórica participação em vendas de motocicletas no País, na casa dos 80%. A marca já dominou 86% do mercado, mas em 2008 despencou para 70%, voltando a se recuperar a partir do ano seguinte.

Mesmo no período de baixa, manteve planos de expansão e de introdução de novas tecnologias, como motores flex, airbag, freio ABS e, agora, terá um modelo com câmbio acionado eletronicamente. Este ano, a Honda vai investir R$ 250 milhões, R$ 50 milhões a mais que em 2010.

Além dos novos produtos, a marca japonesa, pela primeira vez, investe em ações mais agressivas, como o lançamento da versão Bizz Flex no programa BBB, da Rede Globo em 2010. A parceria foi mantida este ano, com sorteio de motos entre os participantes e visitas à fábrica de Manaus e ao centro de treinamento de pilotos em Indaiatuba. Neste ano, também estreou em campanhas no intervalo dos jogos do Campeonato Brasileiro.

“A ideia é mostrar ao público não só o produto, mas nossa filosofia, a preocupação sócio ambiental e com a segurança no trânsito”, diz o diretor comercial, Roberto Akiyama em entrevista dado ao estadão.

Nos últimos anos, com a chegada de novas fabricantes ao País, principalmente de origem chinesa, a líder Honda assistiu sua fatia do mercado despencar 17 pontos porcentuais, de 86% em 2002 para 69% em 2008. Nesse período, o número de empresas saltou de quatro para sete, e as vendas totais de 770 mil para 1,9 milhão de motocicletas.

Nos dois anos seguintes, a Honda conseguiu recuperar parte da fatia perdida, e encerrou 2010 com 77,6% de participação, num mercado de 1,8 milhão de motos vendidas, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave). No primeiro bimestre deste ano, a marca respondeu por 78,8% das vendas, que somaram 278,3 mil veículos. Só na primeira metade de março já chegou a 79,5%.

Hoje, o Brasil tem ao menos 14 marcas com fábricas locais, além de uma dezena de importadores. “Uma das vantagens da marca é a rede de distribuição, com mais de mil pontos de venda, e o abastecimento de peças de reposição”, diz Akiyama.

Em 2010, a Honda ampliou a capacidade de produção da fábrica de Manaus de 1,5 milhão para 2 milhões de motos. Como o mercado brasileiro continuou crescendo, a queda de participação não representou corte no volume de vendas.

Mercado de motos

O segmento de motos que mais vende no Brasil é o de baixo custo, com veículos na faixa de R$ 4 mil a R$ 5 mil. No ano passado, 64% das vendas no País foram dessa categoria, mais usada para trabalho. Foram 1,153 milhão de unidades, um crescimento de 7,3% em relação a 2009.

Para a Honda, essa faixa responde por 90% das vendas. Mas o aquecimento da economia, que melhorou a renda das famílias, também teve efeitos no setor de duas rodas. Modelos com preço acima de R$ 15 mil, usadas principalmente para lazer, tiveram salto de 30% nas vendas, para 246,4 mil unidades em 2010.

É nesse segmento que a Honda aposta com o início da montagem, em Manaus, da XL 700 V Transalp, em imagem no começo do artigo que vai custar R$ 31,8 mil. A versão com freio ABS sai por R$ 34,8 mil. A meta é vender 500 unidades ao mês.

Outra super moto que começa a ser importada do Japão é a VFR 1200F, logo abaixo com algumas imagens  que tem como item inéditos câmbio de seis marchas com dupla embreagem. O veículo não tem pedal de câmbio e a troca de marcha é feita automaticamente ou por botões no guidom. A empresa espera vender 20 unidades ao mês, por R$ 69,9 mil.

Seu Motor de quatro cilindros em V disponibiliza cerca de 172 cavalos de potência, é refrigerado a água e transmite o torque para a roda através de um eixo cardã.

Na versão DCT (Dual Clutch Transmission) a VFR vem equipada com o sistema de Transmissão de Embreagem Dupla, que não utiliza pedal para troca de marchas e a embreagem não é acionada manualmente, em vez disso o piloto pode escolher entre embreagem e mudança de marchas automáticas (modo AT) ou troca de marchas manual (MT) através de botões localizados no guidão. Além disso, no sistema automático existe um controle inteligente que se adapta conforme o modo de pilotagem do proprietário para garantir o melhor momento para mudanças das marchas.

As duas embreagens são utilizadas de forma independente, uma para as marchas ímpares (1a,3a e 5a) e a outra para as marchas pares (2a, 4a e 6a). Desta forma, durante a troca de marchas as embreagens são alternadas, sendo desabilitada a embreagem da marcha anterior e habilitada a embreagem da nova marcha, o que melhora a mudança de marchas tornando-a mais rápida, suave e constante.

Ainda não estão disponíveis algumas informações, mas é certa a chegada de uma ou das duas versões da VFR 1200F.

Como a motocicleta é fabricada no Japão, onde as fábricas da Honda paralisaram a produção por alguns dias devido aos terremotos da semana passada, poderão ocorrer  atrasos na chegada de componentes ao Brasil, mas o esperado é que já em abril a VFR 1200F esteja em comercialização na rede de concessionários Honda.

O grande mercado de motos mais baratas está no Nordeste, constata Akiyama. A região fica com 40% das vendas da marca, participação que era de 25% há cinco anos.

Antes da crise internacional, as financeiras tinham planos de até 60 meses para motos. Atualmente, o prazo máximo é de 48 meses. Há também grande procura pelo consórcio, que oferece mensalidades de R$ 85 para as motos mais baratas.

Moacyr Alberto Paes, diretor executivo da Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo), lembra que a moto tem sido alternativa ao trânsito caótico das grandes cidades. O custo do transporte também influencia. Ele calcula que uma pessoa que usa o ônibus quatro vezes por dia, para ir e voltar do trabalho, gasta em São Paulo R$ 240 por mês. “Com esse dinheiro é possível pagar a prestação de uma moto e ainda sobra para o combustível.” A entidade projeta para este ano vendas acima de 1,9 milhão de motos.

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Honda Biz 125 2011 recebe 95% de atualizações na nova versão

janeiro 4, 2011 16 comentários

A Biz 125 chega renovada aos concessionários Honda na versão 2011. A líder da categoria Family, com mais de 970 mil unidades comercializadas no País, recebeu alterações em 95% dos componentes do chassi e carenagem. Segundo o fabricante, as mudanças contribuem para o conforto do piloto e do garupa, com um design mais moderno.

Completando a série de inovações, a motoneta agora é flex, permitindo a utilização de gasolina, etanol ou a mistura de ambos em qualquer proporção. Assim, amplia a linha bicombustível disponibilizada pela Honda, que já contava com as motocicletas CG 150 Titan, CG 150 Fan e NXR 150 Bros.

O propulsor OHC (Over Head Camshaft), 4 tempos, arrefecido a ar, de 124,9 cm3, mais suave graças aos novos balancins roletados no cabeçote, é alimentado por injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection). A Honda informa que essa solução reduz a emissão de gases poluentes, contribui com a eficiência do motor e a economia de combustível. A potência máxima é de 9,1 cv a 7.500 rpm e torque de 1,01 kgf.m a 3.500 rpm com ambos os combustíveis.

O câmbio é semi-automático e rotativo, dispensando o acionamento manual da embreagem. O sistema simplifica a troca de marchas e permite ao motociclista passar da quarta para o neutro com o veículo parado. Com quatro velocidades constantemente engrenadas (N-1-2-3-4), a troca de marchas é suave, graças ao sistema de acoplamento das engrenagens. O tanque tem capacidade de 5,5 litros.

A Biz 125 está disponível na versão KS, com partida a pedal, e ES, com partida elétrica. Conta com ignição totalmente transitorizada, para maior rendimento na combustão. O modelo traz ainda bateria selada, de maior vida útil e isenta de manutenção.

A Honda manteve o preço da Biz 125 na versão 2011: R$ 5.290,00 para a versão KS e R$ 5.890,00 para a versão ES. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro. O modelo está disponível nas cores rosa metálico, verde metálico, vermelho e preto.

A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

Fonte: Honda Motos

Nova Honda VFR1200F

Em outubro de 2009, a Honda apresentou no Tokyo Motor Show a sua mais nova criação, um novo modelo que começou a ser produzido no mesmo mês. Trata-se da Honda VFR1200F, a sucessora da VFR800, e desde sua apresentação a moto vem fazendo um grande sucesso.

De acordo com a empresa, a idéia era produzir uma moto esportiva com toque futurístico, para pilotos experientes. Com um motor V-4 – marca registrada da linha – derivado da MotoGP no coração da moto, o objetivo parece cumprido.

O motor da VFR1200F foi desenhado para ser o mais leve e compacto possível. Com pesquisas avançadas aplicadas no motor, a moto apresenta um sistema com muitas inovações tecnológicas em praticamente todos os pontos. Mais segurança e bastante potência, com destaque para a parte estética da moto que foi muito bem feita.

O painel vem com dois displays informativos além do conta-giros. O escapamento tem uma saída estilizada, e a moto está disponível em duas cores, cereja ou prata. O preço deste brinquedo para adultos não foi definido, mas certamente fará jus ao porte da moto.

Especificações 2010 Honda VFR1200F:
Motor:
1237cc refrigerado a líquido 76 º V-4
Diâmetro e curso:
81 milímetros x 60 milímetros
Taxa de compressão:
12.0:1
Válvulas:
SOHC, quatro válvulas por cilindro
Ignição:
eletrônica digital
Transmissão:
Seis velocidades (VFR1200F) / automática de seis velocidades, com dois modos e modo manual (Dual Clutch VFR1200F com transmissão automática)
Freios frente:
Disco duplo de 320mm, CBS-pistão 6 com ABS
Freio traseiro:
disco de 276 milímetros Single, CBS, pinça de pistão dois com ABS
Distância entre eixos:
60,8 polegadas (1,545 milímetros)
Capacidade de combustível:
4,9 litros

Fonte: Minha Moto Novo

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Os 10 maiores recalls de veículos do ano

Dizem que uma das vantagens de se comprar um carro zero é não ter que visitar o mecânico com mais frequência do que a sua família. Assim, você sai da concessionária esperando uma relação estável e duradoura com seu veículo  - pelo menos até que venha a próxima redução do IPI.

Eis que, de repente, a montadora faz uma convocação de recall, algo mais desagradável do que o técnico da Seleção Brasileira não convocar o craque do seu time para a Copa. Risco à segurança e dor de cabeça para o consumidor, pesadelo para as companhias. Estamos ainda em maio, mas o Procon-SP já registrou 21 recalls no Brasil em 2010*. Você sabe quais foram os maiores do ano?

10. Volvo XC60

Um indesejado problema com os cintos de segurança do motorista e do passageiro dianteiro fez a Volvo convocar seus clientes no dia 24 de fevereiro.  Segundo a montadora, os modelos 2009 e 2010 precisam de “reparo do painel lateral dos assentos devido à possibilidade de desprendimento do cinto de segurança em caso de impacto lateral”. Ao todo, foram 322 convocados.

9. Pajero TR4 Flex


Em abril, foi a vez da Mitsubishi Motors chamar os compradores do utilitário esportivo Pajero TR4 para uma visita de retorno, devido ao problema nos parafusos de fixação da válvula no motor. Quem tem os modelos 2009 e 2010 – total de 5435 Pajeros – deve checar se os parafusos podem ficar frouxos, o que deixaria o carro acelerado.

8. Citröen C4


Se o seu C4 hatch ou C4 Pallas 2009 e 2010 apresenta “endurecimento da direção em manobras rápidas”, fique atento. A montadora convocou o recall para evitar que o problema provoque acidentes. Desde o dia 12 de abril, são esperados 6.215 carros para fazer a checagem.

7. Frontier Nissan


A Nissan chamou e 10.624 proprietários da picape Frontier (modelos 2008 a 2010) terão que verificar a “junção da coluna com a caixa de direção”. Talvez você nem saiba o que isso significa, mas, em casos extremos, esta junção pode se soltar e causar a perda do controle do veículo. Ou seja, melhor voltar à concessionária para dar uma olhada nisso.

6. Peugeot 307

Se os faróis do seu Peugeot 307 (Sedan ou Hatch, 2008 e 2009) se apagam repentinamente sem a sua intervenção, é porque provavelmente você está entre os 13.739 convocados no recall da montadora. Desde janeiro a Peugeot reconheceu que “foi constatada uma falha na identificação da posição do comando no acendimento dos faróis”.

5. Burgman AN125


A Suzuki Motos anunciou o recall do scooter Burgman Automatic 125 em março, depois de diagnosticar problema na tampa do tanque de combustível. Foram chamados 42 mil donos de modelos 2008 e 2009 para a substituição da tampa e, assim, evitar o possível vazamento de gasolina.

4. Fiat Stilo

A Fiat convoca desde março 52.474 proprietários dos modelos 2004 a 2010 do Stilo, após decisão do Ministério da Justiça. Um defeito no conjunto do cubo da roda dos veículos poderia, em último caso, causar a soltura da roda e provocar acidentes.

3. NXR 150 e XRE 300

A Honda chamou para retornar à concessionária nada menos do que 143 mil motos em abril, modelos NXR 150 e XRE 300 e anos 2009 e 2010. De acordo com a montadora, algumas unidades podem apresentar “um retorno lento do acelerador, podendo levar à perda de controle da motocicleta, com eventual queda”.

2.  Honda FIT

A Honda também teve que convocar outros 186.902 clientes desde fevereiro, devido a problemas no sistema dos vidros elétricos do Honda Fit.  O defeito no comando dos vidros pode, “em casos extremos, gerar curto-circuito e risco de incêndio”.

1. Novo Gol e Voyage


São quase 200 mil (193.620) proprietários que têm em comum a necessidade de voltar à concessionária Volkswagen para inspecionar por cerca de uma hora e meia o rolamento das rodas traseiras dos seus carros. O comunicado de recall foi feito em fevereiro, para os modelos 2009 e 2010 de Gol e Voyage.  De acordo com a Volks, com o uso do veículo sem reparo pode,  ”em casos extremos, haver o desprendimento da roda e, eventualmente, acidentes”.

Fonte: Portal Exame

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Honda faz recall de NXR 150 Bros e XRE 300

A Honda convocou proprietários das motocicletas NXR 150 Bros – dos modelos 2009 e 2010, a gasolina – e XRE 300 – do modelo 2010 – a comparecer a uma concessionária da rede a partir de segunda-feira.

A fabricante fará a substituição gratuita do corpo do acelerador dessas motocicletas, em campanha que se estenderá até o dia 5 de outubro. Ao todo, o “recall” envolve 143.299 motocicletas.

Segundo a divisão de duas rodas da Honda, algumas unidades podem apresentar um retorno lento do acelerador, o que pode provocar a perda de controle da motocicleta e risco de queda.

A Honda sugere o agendamento prévio para o reparo com a concessionária de preferência do proprietário.

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Preços de motos da Yamaha tem desvalorização recorde

fevereiro 26, 2010 Deixe um comentário

Com certeza não foram motos customizadas como a de cima que desvalorizaram

Com uma queda expressiva dos modelos Yamaha, o setor de motos teve nova queda em janeiro, depois de encerrar o ano em baixa: a desvalorização em janeiro foi de 0,56% e no ano todo de 2009 os preços das motos caíram 2,83%.

As motos da Yamaha perderam 4,13% dos preços no primeiro mês deste ano e as da Suzuki 1,49%.

As quedas seguidas de preços ainda são consequências da dificuldade que os fabricantes e revendedores de motos enfrentaram no ano passado, com a crise econômica. O setor foi um dos mais prejudicado, por causa da dificuldade de liberação de crédito.

O anúncio do Governo, de liberação de R$ 3 bilhões para financiamento de motos de até 150cc, surtiu efeito nas vendas. O dinheiro é financiado com taxa de juros de 2% ao mês e, além disso, o governo liberou o pagamento de Cofins até 31 de março. O resultado no volume de vendas foi imediato: em janeiro as vendas cresceram 18,8% em relação a janeiro do ano passado e 21,8% em relação a dezembro (124.548 motos).

Mas os preços continuam em baixa.

Enquanto Yamaha e Suzuki tiveram queda nos preços, Sundown, Honda e Dafra cresceram. A Sundown foi a marca com o maior aumento de preço no mês, 1,80%. A outra marca que cresceu foi a Honda(0,04). A Dafra teve queda de preço de 0,30%. Somente motos importadas tiveram aumento de valores em função da valorização do dólar.

Evolução do preço por marca
(Janeiro /2010)

MARCAS JAN/10
YAMAHA -4,13
SUZUKI -1,49
MERCADO -0,56
IMPORTADAS -0,5
DAFRA -0,3
HONDA 0,04
SUNDOWN 1,8

Preços que mais caíram
(Janeiro /2010)

MARCA_TIPO VERSÃO dez/09 jan/10 VAR.%
HARLEY-DAVIDSON TOURING ULTRA GLIDE CLASSIC Gas. 68.000 58.900 -13,38
SUZUKI GSX 1300 B-KING Gas. 61.000 52.900 -13,28
KASINSKI COMET GT R 250 EFI Gas. 17.000 14.800 -12,94
KASINSKI MIRAGE POWER 650 EFI Gas. 32.000 28.000 -12,5
YAMAHA XTZ 250-X Gas. 13.000 11.400 -12,31
TRAXX FLY JH 125L Gas. 5.690 5.000 -12,13
TRIUMPH SPEED TRIPLE 1050i Gas. 46.200 40.900 -11,47
SUZUKI INTRUDER 125 Gas. 5.300 4.700 -11,32
MVK SUPER 125 Gas. 4.600 4.100 -10,87
YAMAHA V-MAX 1700 Gas. 120.000 107.000 -10,83
SHINERAY XY 110-V WAVE Gas. 3.700 3.300 -10,81
KASINSKI MIRAGE DUAL TONE 250 EFI Gas. 15.000 13.390 -10,73
YAMAHA FZ6-S 600 Gas. 34.000 30.500 -10,29
BUELL LIGHTNING LONG XB12SS 1200 Gas. 42.000 37.900 -9,76
HONDA CG 125 CARGO-ES Gas. 6.400 5.800 -9,38
YAMAHA FZ6-N 600 Gas. 32.000 29.000 -9,38
KASINSKI COMET DUAL TONE 650R EFI Gas. 14.000 12.700 -9,29
AMAZONAS LX 125/26 CUB Gas. 4.400 4.000 -9,09
YAMAHA XVS 950 MIDNIGHT STAR Gas. 33.000 30.000 -9,09
BUELL LIGHTNING CITY-X XB9SX 1000 Gas. 36.000 32.900 -8,61
WUYANG WY-125 ESD PLUS Gas. 3.500 3.200 -8,57
TRIUMPH ROCKET III CLASSIC 2300 Gas. 65.500 59.900 -8,55
MVK BLACK STAR 150 Gas. 5.990 5.500 -8,18
MIZA EASY 125 Gas. 5.200 4.780 -8,08
MVK BRX 140 Gas. 5.000 4.600 -8
TRIUMPH DAYTONA 675 Gas. 43.200 39.900 -7,64
YAMAHA XTZ 125-X/E Gas. 7.900 7.300 -7,59
BUELL LIGHTNING XB12S CG 1200 Gas. 41.000 37.900 -7,56
YAMAHA YS 250 FAZER Gas. 10.800 10.000 -7,41
KASINSKI SETA 125 Gas. 3.990 3.700 -7,27

Preços que mais subiram
(Janeiro /2010)

MARCA_TIPO VERSÃO dez/09 jan/10 VARIAÇÃO %
KAHENA 125 TOP Gas. 5.000 5.820 16,4
HARLEY-DAVIDSON TOUR.ELEC.GLIDE ULTRA F.Inject.Gas. 61.100 71.100 16,37
IROS ONE 125-ES Gas. 4.800 5.500 14,58
KAHENA 125 K-TOP Gas. 4.800 5.420 12,92
HAOBAO HB 110-3 Gas. 3.500 3.950 12,86
IROS MOVING 125-ES Gas. 4.700 5.300 12,77
KASINSKI SETA 150 Gas. 4.000 4.500 12,5
MVK STREET 150 Gas. 4.000 4.500 12,5
DAYUN DY 125-8 Gas. 4.500 5.000 11,11
DAYUN DY 150-7 Gas. 6.800 7.500 10,29
IROS MOVING 125-ESD Gas. 5.000 5.500 10
IROS ONE 125-EX Gas. 5.820 6.400 9,97
HAOBAO HB 125-9 Gas. 4.200 4.600 9,52
SUNDOWN MAX 125-SED Gas. 4.600 4.990 8,48
SUZUKI BOULEVARD M800 Gas. 30.500 32.900 7,87
IROS VINTAGE 150 Gas. 6.500 7.000 7,69
SUNDOWN VBLADE 250 Gas. 12.000 12.900 7,5
US1 US1-5 Speed 200cc Gas. 5.600 5.990 6,96
KTM 990 ADVENTURE Gas. 58.000 62.000 6,9
YAMAHA XTZ 125-E Gas. 7.300 7.800 6,85
SUNDOWN MAX 125-SE Gas. 4.400 4.700 6,82
HONDA GOLD WING GL 1800 Gas. 94.000 100.000 6,38
HONDA CG 150 TITAN-EX MIX A/G 7.900 8.400 6,33
KAWASAKI NINJA ZX 250R Gas. 15.500 16.450 6,13
SUZUKI BANDIT 1250S Gas. 33.000 35.000 6,06
BIMOTA DB5-R DELIRIO 1100cc Gas. 85.000 90.000 5,88
DAYUN DY 150-9 Gas. 5.500 5.800 5,45
HONDA CG 150 TITAN-ESD MIX A/G 7.400 7.800 5,41
IROS MATRIX 150 Gas. 6.660 7.000 5,11
AMAZONAS LX 250 CUSTOM Gas. 12.400 13.000 4,84

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Yamaha lança quatro modelos no Brasil

fevereiro 12, 2010 1 comentário

Fazer 250 2011, XJ6 N, XJ6 F e Crypton 115 são as novidades da marca

Se 2009 foi um tanto monótono para a Yamaha em terras brasileiras, a empresa começou 2010 empenhada em mudar a situação. A marca dos diapasões apresentou nesta terça-feira (2) quatro novidades aos consumidores. Depois de muita espera, os lançamentos são os seguintes: Fazer 250 2011, XJ6 N, XJ6 F e Crypton 115.

Entre as motocicletas, a que mais destaca-se a XJ6, a nova naked de média cilindrada da Yamaha. A máquina chega ao país ao mesmo tempo que a FZ6 sai de linha, enquanto isso a Fazer YS250 já aparece em sua versão 2011. Concorrendo com a Honda CB 300R, a novidade recebeu profundas modificações em seu visual.

Fonte: Motocilcismo Online

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Mercado de motos em 2009 – retrospectiva

dezembro 31, 2009 Deixe um comentário

Moto: Liberdade, estilo de vida, aventura, lazer, trabalho... tudo isso e muito mais

O ano que está prestes a se encerrar não foi dos melhores para o mercado de duas rodas. Ao menos no número de vendas, já que a retração do setor deve ser maior que imaginava os fabricantes. Apesar disso, em 2009 houve importantes lançamentos e acontecimentos no setor. Acompanhe essa retrospectiva em duas rodas mês a mês.

Janeiro
O ano de 2009 começou marcado pela entrada em vigor da terceira fase do Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares, o popular Promot 3, que estabeleceu normas mais rigorosas quanto aos níveis de poluição emitidos por motocicletas e outros veículos de duas rodas. A nova regulamentação já estimularia o lançamento de novos modelos que atendessem à lei. Porém, na prática a teoria foi outra.
Alegando prejuízos com a crise financeira mundial, os fabricantes queriam que o Promot 3 fosse prorrogado. O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) negou, porém prorrogou as licenças que permitiam a fabricação de modelos que não atendiam à nova lei. Na prática, a liberação deu na mesma, já que as grandes marcas, exceto a Honda, continuaram a fabricar modelos mais poluentes até 31 de março.

Fevereiro
Em fevereiro, outra polêmica envolvendo o meio-ambiente e as motos. O Programa de Inspeção Veicular criado pela Prefeitura de São Paulo entrou em sua segunda fase em 2009. Com isso em fevereiro, além dos veículos a diesel e dos automóveis (fabricados a partir de 2003), todas as motocicletas licenciadas na cidade (exceto as com motores dois tempos) foram obrigadas a passar pela inspeção, que se limita apenas a verificar a emissão de poluentes. Deixando de lado importantes itens de segurança, como iluminação e freios.

Além de muitos motociclistas não fazerem a manutenção preventiva ou alterarem o sistema de exaustão, os métodos de medição da Controlar, empresa responsável pelo serviço na capital paulista, são diferentes dos métodos usados pelo Ibama para homologar os veículos. “Desconhecemos as razões para os valores estabelecidos para a inspeção em São Paulo”, afirmou à época Moacyr Alberto Paes, diretor-executivo da Abraciclo, associação dos fabricantes do setor de duas rodas.

O resultado foi que grande parte das motocicletas não foi aprovada e outra parcela não realizou a inspeção. Mais uma vez o setor de duas rodas figurou na grande imprensa como vilão do meio-ambiente.

Março
Em março, a Honda surpreendeu a todos e apresentou a CG 150 Mix, a primeira moto bicombustível do planeta. O lançamento, inclusive com repercussão mundial, aconteceu em Manaus (AM) e deixou para trás os concorrentes que alardeavam ter pronto um projeto de moto flex. Equipada com injeção eletrônica, a CG Mix pode rodar com gasolina ou álcool em qualquer proporção – apenas nos locais frios a Honda recomenda a utilização de uma quantidade de gasolina para facilitar a partida a frio.

Em pouco tempo, o modelo tornou-se sucesso nacional e superou as vendas do modelo a gasolina. Diversos testes da imprensa especializada mostravam que, em grande parte dos Estados brasileiros, o motociclista economizaria usando álcool. A montadora japonesa apresentou também a nova NXR 150 Bros, modelo de uso misto, já com a injeção eletrônica de combustível, porém a gasolina. A versão Mix da Bros só chegou ao mercado em setembro.

Abril
As vendas de motos não vinham bem desde o último trimestre de 2008 e também não começaram bem 2009: em fevereiro foram emplacadas pouco mais de 106 mil motos e o primeiro trimestre acumulou queda de 15%. Isso fez com que o governo federal reduzisse de 3% para 0% (zero) a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) válida para motocicletas de até 150 cc por seis meses. A medida surtiu efeito ao menos no preço sugerido das motocicletas, porém o acesso ao financiamento de motos continuou dificultado pelas exigências das instituições financeiras. Como resultado, este ano o setor de duas rodas deve fechar em queda de 26% em relação a 2008.

Enquanto as motos de baixa cilindrada e grande volume de vendas demonstraram queda nas vendas, os modelos maiores e mais luxuosos tinham bons resultados. Tanto que em abril, a BMW lançou toda sua nova linha de 1.300 cc: a esportiva K 1300 S, a naked K 1300 R e a sport-touring K 1300 GT. Com novos motores, mais potentes, as motos alemãs traziam também muita tecnologia embarcada como freios ABS, controle de tração e assistente eletrônico para subir as marchas sem acionar a embreagem.
Abril também marcou a chegada de mais um modelo importado pela Kawasaki Motores do Brasil: a Z 750, com quatro cilindros que entrou no concorrido segmento de nakeds de média cilindrada para brigar com a Honda CB 600F Hornet, Suzuki Bandit 650 e Yamaha FZ-6N.

Maio
A Yamaha que, erroneamente, manteve o carburador em sua linha de 125cc, acertou ao lançar a nova custom XVS 950 Midnight Star. Com a missão de ocupar o espaço deixado pela Drag Star 650, a Midnight Star trazia injeção eletrônica, design moderno e ares de lançamento mundial, já que havia sido apresentada no Salão de Colônia em outubro de 2008. Mesmo mais caro, o elogiado modelo superava a principal rival, Honda Shadow 750, em diversos quesitos.

Junho
Em junho, a fabricante líder do mercado brasileiro contra atacou em várias frentes. Entrou no segmento de scooters com um produto de grande escala e sucesso mundial: o Lead 110, com injeção eletrônica de combustível e freios combinados.

Promoveu também um dos lançamentos mais esperados de 2009: a CB 300R, substituta da CBX 250 Twister, que havia saído de linha no fim de 2008 por não atender ao Promot 3. O motor, de mesma arquitetura, teve sua capacidade aumentada e ganhou injeção eletrônica. Com desenho inspirado nas nakeds de maior cilindrada da marca, a CB 300R logo caiu na graça do público. De quebra, a montador lançou a XRE 300, com o mesmo motor, para substituir a XR 250 Tornado e NX4 Falcon. Outra inovação em termos de desenho e com o tão pedido freio a disco na traseira.

Outro fato marcante, porém mundialmente, foi a realização da TT-XGP, a primeira prova com motocicletas ecologicamente corretas do planeta. E o palco para um acontecimento tão importante não poderia ser mais adequado, a “Meca” das corridas de moto, a Ilha de Man, palco de uma das mais antigas e famosas provas do mundo. Pioneira, a TTXGP teve uma volta no circuito de 60,72 Km de extensão. Para o idealizador da competição ecológica, o empresário inglês Azhar Hussain, as motocicletas elétricas serão a porta de entrada para equipes e pilotos para a próxima geração do esporte a motor.

Julho
O mês de julho começou com o anúncio da parceria entre a brasileira Dafra e a TVS Motor Company, uma das maiores fabricantes de motocicletas da Índia. O acordo prevê a fabricação de motos TVS em Manaus (AM). Para o presidente da TVS, Hardip Singh Goindi, o Brasil é um mercado muito importante, já que é o quinto maior do mundo. “Nossa intenção é oferecer produtos de alta tecnologia e que satisfaça o motociclista brasileiro”, conta Goindi. A primeira motocicleta fruto da aliança seria uma street com apelo esportivo, a Apache RTR 150, apresentada no Salão Duas Rodas em outubro.

Outra data marcante para os amantes de motocicletas foi o aniversário de 40 anos do filme “Sem Destino”, com Peter Fonda em Dennis Hopper, que estreou em julho de 1969 nos cinemas norte-americanos. Um dos ícones da contracultura nos anos 60. O longa-metragem transformou definitivamente a motocicleta em ícone de liberdade.

Como uma forma de celebrar a efeméride, julho registrou o melhor resultado em vendas de motocicletas neste ano. Foram emplacados 143.720 veículos de duas rodas, um crescimento de quase 7% se comparado junho. Pena que o viés de crescimento não se confirmou.

Agosto
Em agosto, entrou em vigor a lei que regulamentou a profissão de motofrete e mototaxista no Brasil. Sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, em 29 de julho, a lei impôs diversas regras ao exercício da profissão, como por exemplo, idade mínima de 21 anos completos; dois anos de Carteira Nacional de Habilitação na categoria “A”, ou seja, motocicleta, além de habilitação em curso especializado. Versa também sobre a motocicleta que deverá ser usada pelo profissional. A primeira exigência é registro na categoria “aluguel”, isto é, placa vermelha. As motos também deverão contar com alguns dispositivos de segurança, como: mata-cachorro e antenas corta-pipa, além de baú específico com faixas refletivas.

Enquanto os profissionais ganhavam reconhecimento, os motociclistas por lazer recebiam como novidade uma nova naked de média cilindrada: a BMW F 800 R. Equipada com um motor de dois cilindros em linha, a F 800 R era mais uma aposta da marca para aumentar a participação no mercado brasileiro.

Setembro
Enquanto acontecia na cidade de Chongqing, na China, a maior feira de motos daquele país, por aqui a brasileira Dafra assinava mais um acordo internacional. Dessa vez com a líder de vendas na China, a Haojue, que também fabrica as motos Suzuki no gigante asiático. O primeiro produto desta união é o scooter Smart 125. O modelo está equipado com motor monocilíndrico, OHC (comando simples no cabeçote) de 124,6 cm3, alimentado por sistema de injeção eletrônica. A Dafra também marcava sua entrada no segmento CUB e apresentou a Zig 100, com câmbio rotativo e preço atraente para brigar com a Honda Biz 125.

A Honda, por sua vez, mostrava sua preocupação com a segurança dos motociclistas e apresentou em setembro a linha de 300 cc – CB 300R e XRE 300 – equipada com freios ABS combinados. Projetados especialmente para esses modelos de baixa cilindrada, o novo sistema de freios garante frenagens mais controladas e seguras. Outra tacada da marca japonesa foi a ampliação de sua linha de motores bicombustíveis para a trail NXR 150 Bros e para a CG 150 Mix EX, top de linha da família CG.

Outubro
Outubro foi um mês de festa para o mercado de motocicletas. Entre 7 e 12 daquele mês aconteceu o maior evento do setor no Brasil e na América Latina, a 10ª edição do Salão Duas Rodas. De volta ao principal centro de exposições de São Paulo (SP), o Pavilhão do Anhembi, o salão reuniu 443 expositores e trouxe diversos lançamentos: entre eles a nova Yamaha V-Max, a Kawasaki ZX-10R, a Ducati 696, entre outros. Destaque também para a Kasinski, que tinha sido adquirida pela empresa sino-brasileira CR-Zongshen e lançou seis modelos no Salão.

Para os motociclistas diversas novidades em equipamentos, além de muita atração, como shows de wheeling e simuladores. Com o recorde de 240.000 visitantes, a Abraciclo, associação do setor, contaminada pelo otimismo, previu que as vendas de motos voltariam a subir até o final de 2009, o que, infelizmente, não aconteceu.

Enquanto no Brasil, o setor de motos festejava, nos Estados Unidos a crise financeira fazia suas vítimas. A Harley-Davidson anunciou em meados de outubro que paralisaria a produção das motos Buell. Sonho de seu criador, Erik Buell, a Harley alegou problemas financeiras e simplesmente fechou as portas da inovadora marca de motos esportivas. Recentemente, correm boatos de que Erik Buell não parou de sonhar e vai vender uma versão de pista da esportiva 1125R sob encomenda, o único modelo que não usava motor Harley e sim Rotax.

Novembro
A maior feira de motos do planeta, o Salão de Milão (ITA), que aconteceu entre 10 a 15 de novembro, foi marcado pela ausência de Honda e Yamaha. Aproveitando o vacilo das montadoras nipônicas, as marcas européias deitaram e rolaram. Destaque para a Ducati Multistrada 1200, nova big-trail italiana criada para brigar de igual para igual com a alemã BMW R 1200 GS. O penúltimo mês também registrou a estréia das motocicletas elétricas da californiana Zero no Brasil. Elogiados no exterior, os modelos da Zero inovam por ter uma bateria mais potente e com maior autonomia. Com desempenho satisfatório, poderiam ser uma alternativa limpa para o transporte diário, não fosse o preço proibitivo dos modelos importados pelo Grupo Izzo.

Enquanto, aqui no Brasil, a novidade eram motos que elétricas com alguns kilowatts de potência, em Portugal a BMW lançava para a imprensa mundial a sua nova superesportiva S 1000 RR. Equipada com um motor de quatro cilindros em linha e ainda mais potente que as japonesas, todos os jornalistas e pilotos que testaram a moto no autódromo de Portimão, no sul de Portugal, teceram diversos elogios não só ao desempenho, mas também à tecnologia do modelo.

Dezembro
Em 14 de dezembro, outra parceria da Dafra, desta vez com a alemã BMW, dava seu primeiro fruto: saía da linha de montagem da fábrica brasileira em Manaus, a primeira moto BMW montada fora da Europa. O acordo prevê que a Dafra monte, sob supervisão da BMW, no sistema CKD, o modelo G 650 GS. Porém toda a comercialização, garantia e pós-venda será feita pela marca alemã. A trail monocilíndrica vai chegar às concessionárias em fevereiro com freio ABS de série e preço de R$ 29.800.

Apesar do clima natalino no ar, os fabricantes de motocicletas não tinham muito a comemorar: anunciaram no início do mês que 2009 terminará com queda de 26% na produção. O cenário era formado por paralisação na produção e diminuição nas vendas. Oportunidade para pedir uma “mãozinha” ao governo. Na quinta-feira , 17 de dezembro, a notícia que o setor esperava: o ministro da Fazendo Guido Mantega, anunciou o retorno da isenção da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), por 90 dias, para o setor de motocicletas, a partir de janeiro de 2010.

Além disso, foram liberados R$ 3 bilhões em linhas de crédito para a compra de motocicletas. Do total investido, R$ 200 milhões são procedentes de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e R$ 2,8 bilhões serão disponibilizados pelas instituições financeiras.  “A Abraciclo acredita que esta decisão do Governo Federal junto à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil é prova de que o trabalho conjunto entre as entidades e os órgãos competentes traz bons resultados para o setor”, comemorou Paulo Shuiti Takeuchi, presidente da Abraciclo. Um verdadeiro presente de papai Noel para o mercado de duas rodas.

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Fonte:  Icarros

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CB 1100, a naked retro da Honda

outubro 27, 2009 Deixe um comentário

Cb 1100 retro

Honda apresentou novo modelo no Salão de Tóquio.

A Honda é conhecida por obter muito sucesso com suas motocicletas sem carenagens, exemplo disto, é a quantidade de vendas da CB 600F Hornet no Brasil. Seguindo um estilo mais clássico, a marca japonesa acaba de apresentar no Salão de Tóquio a novíssima CB 1100. A máquina trata-se de uma homenagem aos 40 anos de CB 450 Four e, a princípio, está destinada apenas ao mercado japonês.

Assim como grande parte dos produtos apresentados na feira, a naked não deve ser vendido longe das terras nipônicas. O motor é um tetracilíndrico 4T DOHC com injeção eletrônica e refrigeração a ar. Além disso, a Honda também aproveitou a ocasião para mostrar a CB 1100 Concept, que apresenta uma bolha estilizada na dianteira.

Fonte: Motociclismo Online

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Honda mostra a moto conceito EV06 no Salão Duas Rodas que foi aberto ontem

outubro 8, 2009 2 comentários

honda_ev_06_conceito_salao_duas_rodas
A Honda da Amazônia, garante que nem mesmo as indefinições no cenário econômico mundial detiveram a empresa. Roberto Akiyama, diretor comercial afirmou que desde outubro do ano passado incorporou trez lançamentos a seu portfólio de produtos.

Entre as novidades destacadas no Salão Duas Rodas pela fabricante está a moto conceito EVO6, exibida em primeira mão ao público brasileiro, depois de passar pelo Salão de Tóquio, em 2007. Com transmissão automática, a EVO6 traz motor de 1.832 cm3 e seis velocidades. Com chassi compacto a moto conceito é musculosa e tem dois modos de funcionamento: totalmente automático e outro manual.

Honda também expõe no salão a primeira motocicleta biocombustível do mundo, a CG 150 Titan Mix, e a nova NXR 150 Bros Mix, que permitem misturar os dois combustíveis em qualquer proporção. Outra vedete é a scooter da empresa – a Lead 110, com estilo essencialmente urbano.

Veja a vídeo da EVO6:

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Salão Duas Rodas 2009

agosto 27, 2009 2 comentários

Slão Duas Rodas

Nesse ano o salão duas rodas será realizado no salão do Anhembi – São Paulo – SP Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana é a 10ª Edição do evento que é a maior feira de Motocicletas, Bicicletas, Peças, Equipamentos e Acessórios da América latina. O evento será realizado de 7 a 12 de outubro de 2009.

Os ingressos serão vendidos no pavilhão do Anhembi a R$ 25,00 por pessoa, ou na internet com desconto apartir de setembro, terão desconto de 50% caravanas cadastradas previamente no site do Salão Duas Rodas.

Fonte: http://www.salaoduasrodas.com.br/

YAMAHA XVS 950 MIDNIGHT STAR X HONDA SHADOW 750

julho 15, 2009 9 comentários

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A liderança da Honda Shadow 750 no mercado de custom de alta cilindrada – em 2008 foram emplacadas 2.508 unidades – tem agora uma ameaça de peso: a novíssima Yamaha XVS 950 Midnight Star, lançada em maio no Brasil. Além da áurea de novidade mundial, a Midnight Star tem no design mais atraente e no motor maior e mais potente os grandes atributos para entrar nessa disputa. Porém, cobra no preço, já que a nova custom da Yamaha custa a partir de R$ 34.600 (R$ 34.900 a cor vermelha), enquanto a veterana Honda Shadow sai por R$ 30.000.

Para descobrir se vale a pena pagar 15% a mais pela nova Yamaha rodamos com essas duas motos custom em seu habitat natural: a estrada. Para fazermos uma análise fria escolhemos como destino a gelada cidade de Campos do Jordão, no interior de São Paulo. O caminho também era ideal para os modelos custom, afinal percorremos 240 km pelo bom asfalto das Rodovias Ayrton Senna/Carvalho Pinto e outros 80 km pelas estradas sinuosas que levam ao famoso destino paulista das férias de inverno.

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Design e praticidade

As diferenças começam já no design de cada modelo. A Honda aposta em um visual clássico, com grandes pára-lamas, lanterna “capelinha” e rodas raiadas na Shadow. Tão clássico que deixa a custom de 750cc com ar de moto antiga. Já a Yamaha buscou inspiração nos carros da década de 30, conferindo à Midnight um ar mais esportivo denunciado pelas rodas de liga-leve, o farol pintado na cor da moto e a única saída de escape. Aí pesa também a idade de cada projeto: a Yamaha lançou a XVS 950 mundialmente nos salões de moto de 2008; a Shadow é bem mais antiga e, no ano passado, ganhou poucas mudanças estéticas e a injeção eletrônica para atender à nova lei brasileira de emissão de poluentes.

Depois de analisarmos o desenho dos modelos, era hora de arrumar nossa pequena bagagem e pegar a estrada. Neste início, ponto para a Shadow que traz pequenas cavidades no friso traseiro para facilitar a amarração da mala. Na Midnight, há apenas dois ganchos na pedaleira da garupa.

Analisando o painel, porém, vantagem para a Yamaha. Em ambas as motos ficam sobre o tanque. Mas na Midnight há velocímetro e luzes espia integradas, além de uma pequena tela de LCD, com regulagem de brilho, que traz um hodômetro total, dois parciais, fuel trip e relógio. Um detalhe importante é que as funções podem ser acionadas por um interruptor no punho esquerdo, evitando que se tire a mão do guidão.

Já a custom da Honda só traz hodômetros digitais e as luzes espias ficam sob a mesa do guidão – debaixo do sol na estrada era difícil saber se estavam acesas ou apagadas. Agora um ponto negativo para as duas motos custom: nenhuma tem marcador de combustível. A Shadow tem uma luz de reserva e a Midnight, um fuel trip que conta os quilômetros rodados na reserva. A Midnight continua na frente se compararmos os punhos. Além de mais bem acabados, são completos. A Shadow não tem nem lampejador de farol.

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Conforto e autonomia

Tratando-se de duas motos custom, ou estradeiras, como alguns preferem, conforto e autonomia são quesitos fundamentais no comparativo entre Yamaha Midnight Star e Honda Shadow.

No quesito autonomia, o modelo Honda sai atrás. Seu tanque tem capacidade para apenas 14 litros – menos que na Honda CG 150, onde cabem 16 litros. Já o tanque da custom Yamaha comporta 17 litros. Na teoria, pode-se ir mais longe com a Midnight Star.

Durante a viagem o consumo de ambas foi bastante similar, com leve vantagem para a Shadow. A primeira média obtida foi de 20,75 km/litro com a Honda e 19,76 km/l no modelo Yamaha. Na segunda parte, rodando a 110 km/h constantes, apesar de maior, o motor da Midnight rodou 25 km/litro e o da Shadow, 23,3 km/l. Na última medição, rodando em condições normais e levando-se em conta a subida da serra até Campos, a Shadow foi novamente mais econômica com média de 21,5 km/l. No mesmo trecho, a Midnight  rodou 20,5 km/l.

Fazendo uma média dos consumos, a Shadow roda 21,85 km com um litro de combustível. Com seu tanque de 14 litros, pode-se percorrer 305 km sem abastecer a custom da Honda. Apesar de consumir um pouco mais (21,75 km/l), a Yamaha com 17 litros pode rodar mais – 369 km – sem parar no posto.
Já no quesito conforto a comparação é mais subjetiva que os números de consumo.

Os dois modelos têm bancos largos, pedaleiras avançadas e uma posição de pilotagem relaxada, bem ao estilo custom. Na Shadow, porém, o piloto fica mais “sentado”, com as pernas mais flexionadas. Apesar de mais leve (247 kg a seco) tem-se a impressão que a Honda é mais pesada nas mudanças de direção. Uma das razões para isso pode ser o guidão mais aberto e curvado para baixo. A Midnight pesa 261 kg, mas oferece uma excelente posição de pilotagem na estrada e demonstra facilidade nas mudanças de direção.

Desempenho e ciclística

Os dois motores compartilham a mesma arquitetura: dois cilindros em “V”, mas inclinados a 60° na custom Yamaha e a 52° na Honda. Têm comandos simples no cabeçote (OHC), mas quatro válvulas na Yamaha e apenas três na Honda. A vantagem aqui vai para a Honda que tem refrigeração líquida, enquanto a Yamaha usa o sistema a ar. Alimentados por injeção eletrônica, têm capacidade cúbicas bem distintas: 952 cm³ na Midnight e 745 cm³ na Shadow.

Os 200 cm³ a mais de capacidade resultam em quase 10 cavalos a mais na potência máxima da nova Yamaha, que produz 53,6 cv a 6.500 rpm, contra 45,5 cv a 5500 rpm na veterana Honda. Mas é o torque máximo de 7,83 kgf.m já nas 3.000 rotações que fazem o piloto sentir mais “força” na nova Midnight. A Shadow 750, além de ter menos torque, os 6,5 kgf.m aparecem só nas 3.500 rpm. Com isso comparando as duas na estrada, a Midnight tem melhor retomada e aceleração.

Outro ponto positivo da custom Yamaha é a ciclística mais estável. Além da distância entre-eixos maior – 1.685 mm contra 1.639 mm -, a Midnight Star tem suspensões mais firmes – garfo telescópico na dianteira e balança monoamortecida atrás. Nas curvas, passa mais segurança que o bichoque na traseira da Shadow que parece dançar nas curvas mais fortes.
Pesa ainda a favor da Midnght Star seus freios, pois tem discos na dianteira e na traseira que, diga-se de passagem, funciona muito bem. Como nas motos custom há muito peso atrás, o freio a tambor na roda traseira da Shadow não para a moto com tanta eficácia.

Conclusão

Depois de rodar mais de 300 km com a Honda Shadow 750, líder de vendas no segmento custom, e a nova Yamaha XVS 950 Midnight Star e enfrentar os 14° C que fazem o charme da estância climática de Campos do Jordão nesta época do ano, fica fácil analisar friamente os dois modelos. Pode-se concluir que os 15% a mais cobrados pela nova Yamaha se justificam.

FICHAS TÉCNICAS:

YAMAHA XVS 950 MIDNIGHT STAR
MOTOR:
OHC, dois cilindros em “V”, a 60º refrigerado a ar
POTÊNCIA MÁXIMA: 53,6 cv a 6.000 rpm
TORQUE MÁXIMO: 7,83 Kgf.m a 3.000 rpm
DIÂMETRO X CURSO: 85 mm x 83 mm
CAPACIDADE CÚBICA: 942 cm³
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO: Injeção Eletrônica de Combustível
TAXA DE COMPRESSÃO: 9.0:1
SISTEMA DE PARTIDA: Elétrica
CÂMBIO: Cinco velocidades
TRANSMISSÃO FINAL: Correia dentada
CAPACIDADE DO TANQUE: 17 litros
CHASSI: Berço duplo de aço
SUSPENSÃO DIANTEIRA: Garfo Telescópico, com 41 mm de diâmetro e 135 mm de curso
SUSPENSÃO TRASEIRA: Monoamortecedor com 110 mm de curso
FREIO DIANTEIRO: Disco simples de 320 mm
FREIO TRASEIRO: Disco simples de 298 mm
PNEU DIANTEIRO: 130/70 x 18 M/C 63H
PNEU TRASEIRO: 170/70B x 16 M/C 75H
DIMENSÕES (C X L X A): 2435 mmX1.000 mmX1.080 mm
DISTÂNCIA ENTRE-EIXOS: 1685 mm
ALTURA DO ASSENTO: 675 mm
ALTURA DO SOLO: 145 mm
PESO SECO: 261 Kg
CORES: Preta e Vermelha com gráficos estilizados
PREÇO: R$ 34.600,00 (preta) e R$ 34.900,00 (vermelha)

HONDA SHADOW 750
MOTOR: OHC, dois cilindros em “V” a 52° e arrefecimento a líquido
POTÊNCIA MÁXIMA: 45,5 cv a 5.500 rpm
TORQUE MÁXIMO: 6,5 kgf.m a 3.500 rpm
DIÂMETRO X CURSO: 79,0 x 76,0 mm
CAPACIDADE CÚBICA: 745 cm³
ALIMENTAÇÃO: Injeção Eletrônica de Combustível
TAXA DE COMPRESSÃO: 9,6:1
SISTEMA DE PARTIDA: Elétrica
CÂMBIO: Cinco velocidades
TRANSMISSÃO FINAL: Eixo-cardã
CAPACIDADE DO TANQUE: 14,4 litros
CHASSI: Berço duplo de aço
SUSPENSÃO DIANTEIRA: Garfo telescópico (140 mm)
SUSPENSÃO TRASEIRA: Duploamortecida (90 mm)
FREIO DIANTEIRO: A disco, com 296 mm de diâmetros e cáliper de pistão duplo
FREIO TRASEIRO: A tambor, com 180 mm de diâmetro
PNEU DIANTEIRO: 120/90 – 17 M/C 64S
PNEU TRASEIRO: 160/80 – 15 M/C 74S
ALTURA DO ASSENTO: 660 mm
ALTURA MÍNIMA DO SOLO: 130 mm
CHASSI: Berço duplo de aço
DIMENSÕES (C X L X A): 2.503 x 920 x 1.125
ENTRE-EIXOS: 1.639 mm
PESO SECO: 247 kg
CORES: Preta, Azul metálica e cinza metálica
PREÇO: R$ 29.980,00

Fotos: Gustavo Epifanio

Fonte: Agência Infomoto

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Apresentamos a Honda GL 1800 Gold Wing

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Para os apreciadores de motos gigantes e estilosas (endinheirados também)  apresentamos a  Honda GL 1800 Gold Wing. Ela retrata o que há de mais moderno em tecnologia aplicada a uma motocicleta. Além do potente motor de 1.832 cm3, possui, entre outros itens, sofisticado sistema de áudio, freios ABS, piloto automático e um pioneiro sistema de airbag desenvolvido para veículos de duas rodas.

A motocicleta, que alia sofisticação e vocação estradeira, é voltada ao turismo e ao lazer e tem a proposta de atender um público formado por motociclistas experientes, de alto poder aquisitivo, apreciadores de exclusividade e diferenciação.

União entre beleza e funcionalidade

A grande novidade do modelo 2009 da GL 1800 Gold Wing é a nova cor azul metálica, além da prata metálica, que continuará disponível. Design futurista e linhas arrojadas são transmitidos pela carenagem e pelo amplo conjunto óptico.

O farol, com refletores multifocais e lanternas de lentes transparentes, acentua o visual robusto do conjunto óptico, que pode ser regulado de acordo com o peso transportado na motocicleta (garupa e bagagem). Na dianteira, o modelo conta com luzes indicadoras de direção integradas aos espelhos retrovisores. A Gold Wing dispõe também de pisca alerta.

O painel de instrumentos é completo. Conta com velocímetro, tacômetro, indicadores de nível de combustível e temperatura do motor, hodômetro total e dois parciais, relógio, medidor de temperatura ambiente, indicador de abertura dos compartimentos de bagagem, sistema de som, regulagem da suspensão traseira e altura dos faróis.

Por se tratar de uma verdadeira motocicleta de turismo, a GL 1800 Gold Wing conta com três compartimentos para bagagem (um traseiro e dois laterais), com desenho específico para permitir ampla capacidade de carga (147 litros no total). Todos possuem travas, que podem ser acionadas à distância por controle remoto. Entre os diferenciais voltados à comodidade e à praticidade estão os porta-objetos, práticos e de fácil acesso: são dois para o piloto e dois para o garupa.

O prazer em viagens também é assegurado pelo conjunto de áudio, que tem pré-sintonização de 12 estações de emissoras de rádio AM/FM, compensador automático de volume e silenciador automático. Os comandos estão embutidos no console.

Ergonomicamente projetado para permitir o total controle da motocicleta, o assento do piloto é largo e possui apoio lombar, enquanto o do passageiro tem nível e encosto mais altos que o do condutor, proporcionando ampla visão e máximo conforto. O garupa conta ainda com plataforma para apoio dos pés, que contribui para a postura correta e o bem-estar.

A altura do pára-brisa pode ser regulada, sem perder a característica de proteção ao motociclista. Ainda junto ao pára-brisa há a aleta de ventilação e os difusores de ar, que também são encontrados mais abaixo, próximos à carenagem, para controlar o fluxo de ar.

O piloto automático, eletrônico e de fácil operação, mantém estável a velocidade selecionada pelo condutor. Já o sistema de marcha a ré com acionamento elétrico, operado por um simples toque de botão, permite movimentar o veículo mesmo em condições de inclinação de piso.

Segurança reforçada

Considerado um dos principais itens projetados para a segurança, a GL 1800 Gold Wing possui um pioneiro sistema de airbag para veículos de duas rodas. Este é formado pela Unidade Airbag, posicionada em frente ao condutor; pelo Airbag ECU, responsável por analisar os impactos e determinar se o sistema deve ou não ser acionado; e pelos sensores de desaceleração (batida).

Além do airbag, o modelo alia equilíbrio e estabilidade com seu avançado conjunto de suspensões e dispõe de freios ABS (Antilock Brake System) e de Dual CBS (Combined Brake System), que evitam o travamento das rodas.

Possui dois discos flutuantes de 296 mm na dianteira e 285 mm na traseira, todos com cáliper de três pistões.

As suspensões estão entre os destaques do modelo. A dianteira telescópica possui curso de 140 mm e sistema “anti-dive”, que controla a velocidade de compressão e retorno dos amortecedores, reduzindo o seu “mergulho” quando da inesperada transferência de peso devido às frenagens.

Já a traseira, projetada com 105 mm de curso, tem o sistema Pro-Arm (monobraço de alumínio), uma das principais tecnologias desenvolvidas pela Honda, associado ao amortecedor único com o sistema Pro-Link, que isola o chassi dos impactos e torções registrados durante a pilotagem. A pré-carga da mola da suspensão traseira pode ser ajustada em até 26 posições e duas memórias, permitindo pilotagem ainda mais confortável, independentemente do peso transportado.

A GL 1800 Gold Wing também dispõe do sistema antifurto H.I.S.S. (Honda Ignition Secutiry System), que consiste no corte de ignição e no reconhecimento da chave original com indicação através de um led colocado no painel.

Motor 1800 cc: incomparável

A GL 1800 Gold Wing está equipada com motor OHC (Over Head Camshaft), de 1.832 cm3, seis cilindros contrapostos, 12 válvulas (duas por cilindro), arrefecido a líquido, que produz uma potência máxima de 118 cv a 5.500 rpm e torque máximo de 17 kgf.m a 4.000 rpm.

Seu sistema de injeção eletrônica é do tipo PGM-FI (Programmed Fuel Injection). A tecnologia proporciona uma mistura precisa de ar/combustível e momento de ignição igualmente preciso, o que resulta em excelente performance. Além disso, dois sensores de oxigênio controlam as emissões de gases, enquanto dois catalisadores adicionais reduzem ainda mais as emissões.

Os sistemas antipoluentes da Gold Wing são classificados pela Honda de ULEM (Ultra Low Emission), ou “emissão ultrabaixa de poluentes”, pois polui duas vezes menos que o mínimo exigido pela norma Promot 3, similar à européia Euro3.

A ignição por descarga capacitiva (CDI) oferece economia de combustível, enquanto a embreagem hidráulica e a transmissão de cinco velocidades, mais a marcha a ré elétrica, são responsáveis por oferecer pilotagem segura e confortável, garantindo bom desempenho mesmo em condições adversas.

Para possibilitar uma distribuição da potência mais eficiente, o sistema de transmissão final é por eixo cardã, garantindo conforto e mínima manutenção, devido à ausência de ruídos mecânicos e vibração.

A capacidade do tanque é de 25 litros, com 4,4 litros de reserva. Uma luz de advertência do nível de combustível se acende automaticamente ao atingir o nível dos 4,4 litros e, na seqüência, dos 3 litros. A bateria selada de 12V – 18Ah dispensa manutenção.

O chassi é do tipo Diamond, em alumínio de dupla trave, e foi projetado para oferecer máximo de estabilidade, apresentando comportamento preciso em curvas. A combinação entre rigidez e flexibilidade resulta em uma pilotagem leve e tranqüila, proporcionando ao piloto excelente maneabilidade.

As rodas de liga leve de 18’’ na dianteira e 16’’ na traseira, com pneus sem câmara 130/70R18M/C 63H e 180/60R16M/C 74H, respectivamente, contribuem para a estabilidade da motocicleta. O eficiente escapamento de grande diâmetro, tipo 6 x 2 x 1 x 2, é outro item que ressalta a beleza do conjunto.

A GL 1800 Gold Wing está disponível na rede de concessionárias Honda ao preço público sugerido de US$ 53.765,00 (ou R$ 108.659,07 ao câmbio de US$ 1 = R$ 2,021). O valor tem como base o Estado de São Paulo e não inclui despesas de frete, óleo e seguro. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

Mais fotos em alta definição no site: http://www.totalmotorcycle.com/photos/2009models/2009-Honda-GL1800-AudioComfort-GoldWing.htm

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