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Com perdas no mercado europeu GM estuda aliança com Peugeot para produção de carros pequenos

fevereiro 22, 2012 Deixe um comentário

Realmente os tempos estão mudando, quando se pensaria numa aliança entre americanos e franceses no mercado de carros europeu? Não nos espantemos se algum dia você vir uma concessionária GM junto a uma Peugeot ou Citroen.

Embora a GM não confirme que haja conversas entre as duas montadoras, autoridades francesas e a própria Peugeot afirmaram que existem discussões em trânsito.

Segundo o ministro do trabalho francês, a parceria estratégica pode favorecer a geração de empregos no país, mas nào confirma o quanto a medida ajudaria efetivamente o país.

A Peugeot, por meio de nota, disse conversar com outra montadora para formação de uma aliança ou mesmo um acordo de cooperação, mas não divulgou o nome da companhia envolvida, que é claro trata-se da GM.

“As discussões estão acontecendo, mas ainda não temos nenhuma certeza neste momento”, disse a montadora, em nota.

Qualquer participação acionária que vier a surgir será pequena e simbólica.

As ações da Peugeot subiram após o site do jornal La Tribune ter dito que as conversas com a GM já aconteciam havia meses.

A própria GM, na semana passada, divulgou seu balanço financeiro e mostrou que está totalmente recuperada da crise que enfrentou em 2008. No período, a montadora somou lucro de 7,6 bilhões de dólares.

No mercado europeu, no entanto, a montadora não teve desempenho tão satisfatório e acumulou perdas de 700 milhões de dólares, em 2011, o que poderia indicar manter uma parceria na região para tentar reduzir custos com P & D. Segundo o site da Reuters essa parceria poderia ser iniciada de maneira sutil, mas seria ampliada para outras regiões como América do Sul e Ásia.

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Chrysler decide voltar a fabricar o Viper novamente, mas modelo seria totalmente novo

dezembro 19, 2011 Deixe um comentário

Linha de produção do Dodge Víper em Detroit no início de 2010

Impossível? Em Julho de 2010, a fabricante Chrysler dava a notícia que iria suspender a produção do Víper devido a crise que o mercado havia passado que desde 2008 atormentava as vendas da marca. Mas na época honestamente eu acreditava que ele poderia voltar a ativa, mas talvez sob uma roupagem mais moderna e em sintonia com as grandes marca mundias.

Não deu outra, a marca notícia a alguns dias que o modelo não só voltará, como será reestilizado e sua montagem será feita na unidade de Conner Avenue, em Detroit, a mesma de onde saía. A empresa contratará de volta os 150 funcionários que o montavam. Em vez do logotipo Dodge, ostentará as letras SRT.

Ralph Gilles, atual CEO da Dodge divulgou a imprensa nota sobre o novo modelo. ” devido às suas características incomuns e que precisam ser preservadas – capô do tamanho do Texas, largura generosa, motorista sentado próximo ao eixo traseiro – seria improvável aproveitar uma plataforma já existente”. Mas o executivo deixou  claro que algumas tecnologias da Fiat serão aproveitadas no novo carro.

Qual linha o Dodge Víper deve seguir no modelo 2013, na imagem um misto de italiano com esportivo gringo

Um novo Viper 2012 com certeza seria mais luxuoso e menos selvagem. Ralph Gilles também confirma essa impressão ao dizer que este será provavelmente o primeiro Viper com controles eletrônicos de estabilidade, mais acessíveis às aptidões dos simples mortais. O maciço motor V10 deve ser conservado em sua plenitude, mas possivelmente ganha novas tecnologias, como o premiado sistema de controle de válvulas MultiAir.

Primeiro Víper a ir ao mercado o Viper RT/10, o 1992

Um pouco da história do Víper e como ele veio ao mundo ( segundo a Wikipedia)

O primeiro protótipo do Viper foi testado em Janeiro de 1989. Ele estreou em 1991 com dois modelos de pré-produção, quando Dodge foi obrigado a substituí-lo no lugar do Stealth construído pelos japoneses por causa de reclamações do sindicato United Auto Workers, e foi colocado à venda em janeiro de 1992, como o RT/10 Roadster.

A peça central do carro era o seu motor. Foi baseado no projeto LA Chrysler, que foi um motor de caminhão. A configuração original tornou demasiado e pesado para o uso de carro esportivo, por isso Lamborghini, então propriedade da Chrysler Corporation, renovada V10 de bloco de ferro fundido para o Viper pela reformulação do bloco e cabeça em liga de alumínio. Alguns dentro Chrysler sentiu o design pushrod de duas válvulas, enquanto adequado para a aplicação do caminhão, era inadequado para um carro de desempenho e sugeriu uma reformulação mais abrangente, que teria incluído quatro válvulas por cilindro. Chrysler, no entanto, era incerto sobre os custos de produção do Viper e potencial de vendas e por isso se recusou a fornecer o orçamento para a modificação.

O motor pesava 711 Libras (323 kg) e produzia mais de 405 cv a 4600 rpm e 465 lb ft (630 Nm) a 3.600 rpm, e graças à longa engrenagem permitida pelo motor, desde a economia de combustível. Alguns pequenos pedaços da suspensão foram adquiridos a picape Dodge Dakota. Tinha um peso bruto de 3.284 Libras (1.490 kg) e não tinham todos os auxiliares de condução modernos, como controle de tração e freios ABS.

Em linha reta, o carro fez de 0-60 mph (0–96 km/h) em 4,7 s, completou um quarto de milha em 12,6 segundos e tinha uma velocidade máxima de mais de 164 mph (264 km/h). Seus pneus grandes, permitiu o carro tivesse uma média próxima a 1 g lateral em curvas, colocando-o entre os carros de elite de sua época. No entanto, o carro é trabalhoso para dirigir em altas velocidades, em particular para os trabalhadores não qualificados.

O carro era espartano, embora caracterizado apoio lombar inflável e bancos reclináveis. Junto com a ausência de maçanetas exteriores, o veículo não tinha janelas laterais e um teto. Embora uma suave cobertura superior estava disponível e cortinas laterais de tecido e plástico transparente operados por zíperes poderia ser inserida na porta e mão-aparafusadas quando necessário. Todas essas decisões foram tomadas para reduzir o peso. O carro vem com uma tampa tipo tonneau(é uma capa que é removível e pode ser dobrada) e fitas de vídeo sobre a montagem da capota .Em 1994, Ar- condicionado, foi adicionada como opcional.

Carros importados somem de concessionárias após o aumento do IPI

Esta cena será cada vez mais difícil após o aumento do IPI

Quem foi as concessionárias esperando por pechinchas e oportunidades se deu mal nestas duas últimas semanas. A jornalista Milene Rios, do Estadão, registrou nesta última terça-feira, 4, que chegou ao fim o estoque de carros importados em algumas revendas, em razão de uma corrida às compras antes do aumento do IPI. Desde o anúncio da medida que elevou o imposto para carros estrangeiros em 30 pontos porcentuais a maioria das importadoras presentes no País deixou de faturar novos veículos.

A consulta a quinze revendas indicou que Effa, Hyundai, JAC e Kia são as mais afetadas pela falta de produtos. Na Autostar, da zona sul, não há mais Picanto, Cerato e Sportage, restando apenas alguns Soul, e um vendedor disse não saber quando os carros voltarão a ser entregues e a que preço.

O renovado Picanto é um dos veículos mais procurados da Kia e registrou avanço de 33% nas vendas em setembro. Segundo o importador, há 4,2 mil unidades em estoque, que serão comercializados pela tabela antiga.

A jornalista informa que Chery, Effa e JAC ainda têm estoques, mas faltam produtos em revendas BMW e Hyundai. O Veloster, lançado com suporte de expressiva campanha de propaganda, está praticamente esgotado. Foram trazidas 1.600 unidades na primeira etapa. Das importadoras consultadas, apenas a Hyundai pratica tabela com aumento do IPI. A Porsche divulgou na terça-feira, 4, aumento médio de 19% para seus veículos.

Queda do IPI, medida só irá beneficiar as empresas. Mas e os consumidores como ficam?

esqueça... este adesivo, não será mais visto no governo Dilma

Absurdo. Estamos indignados. Cobramos sempre do governo a queda de impostos e quando ela acontece, quem será o beneficiário?

Quer a resposta? A indústria automobilística instalada no Brasil, composta exclusivamente de multinacionais, foi escolhida para receber o mais longo benefício da política industrial da presidente Dilma Rousseff.

Medida provisória publicada esta semana vai permitir ao governo reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as empresas que aumentarem o conteúdo nacional, elevarem investimentos e produzirem veículos inovadores. Hoje, a alíquota máxima do tributo é de 45%. O benefício vai durar até julho de 2016.

Segundo fontes da indústria automobilística, os veículos não vão ficar mais baratos, a exemplo do que ocorreu de dezembro de 2008 a março de 2010, quando o governo reduziu o IPI para incentivar o consumo durante a crise internacional. Pela nova medida, o governo vai abrir mão de parte da sua arrecadação, desde que a empresa apresente um projeto que envolva melhoria de competitividade.

“O dinheiro será carimbado, ou seja, a empresa só poderá se beneficiar se tiver um projeto aprovado pelo governo”, diz um executivo do setor. Ele ressalta, contudo, que as regras do plano, como porcentuais de redução e que tipo de projeto pode ser beneficiado, não estão definidas.

A charge de dois anos atrás parece tào atual.. só muda o presidente...

O estímulo inclui carros de passeio, comerciais leves, caminhões, tratores e ônibus, e não se aplica diretamente a empresas de autopeças. Segundo o coordenador-geral de Tributação da Receita Federal, Fernando Mombelli, as montadoras que cumprirem os parâmetros de inovação e uso de conteúdo local, que ainda serão definidos pelo governo, poderão ter uma “redução de alíquota (do IPI) de zero a 30 pontos porcentuais”.

Assim, o governo poderá, no extremo, zerar o IPI de 25% que hoje recai sobre os carros de passeio. “A medida do setor automotivo busca propiciar melhoria das condições competitivas dos fabricantes nacionais, concedendo benefício condicionado a certos requisitos”, disse Mombelli.

Coreanos e Chineses seriam as importações a serem combatidas

A medida atende a um forte lobby das montadoras que estão preocupadas com as importações dos automóveis coreanos e chineses. Como não há muito espaço para o uso de medidas de defesa comercial para conter as importações, os fabricantes pressionaram o governo para obter incentivos fiscais para carros “genuinamente brasileiros”.

A proposta da própria Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) sugere desoneração tributária para carros que atendam a índice de pelo menos 60% de componentes vindos do Mercosul.

A Argentina, vista pelo setor como um mercado complementar ao brasileiro, continua sendo o principal fornecedor de carros importados para o Brasil, mas já tem perdido mercado para os coreanos e chineses.

Embora a participação chinesa ainda seja inexpressiva, a Anfavea antevê que, em cinco anos, a presença dos carros chineses será “violenta” – nas palavras de uma fonte do setor – e atingirá o principal nicho das montadoras brasileiras, que são os carros mais populares.

Por outro lado, o governo quis acabar com a concessão de incentivos “gratuitamente”. Por isso, desta vez foi colocada uma contrapartida para forçar a indústria a inovar e tornar o País um polo de engenharia automotiva.

Técnicos dos Ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio preparam as linhas do programa, como o porcentual de conteúdo nacional e as alíquotas de IPI. Não há prazo para a publicação de um decreto com as regras.

A falácea

No primeiro semestre, de um total de 1,73 milhão de veículos vendidos no País, 390 mil (22,4%) foram importados, a maioria pelas próprias montadoras. As marcas que não produzem localmente trouxeram 90,4 mil automóveis no período.

Nas últimas semanas, algumas das marcas importadoras, especialmente as chinesas, anunciaram projetos de construção de fábricas no Brasil. A Chery está construindo uma unidade em Jacareí (SP), com investimento de R$ 640 milhões. A JAC Motors procura área para uma fábrica que terá aportes de R$ 900 milhões, metade bancado pelo empresário brasileiro Sérgio Habib.

Neste caso, o que falar de nacionalização se a balança pende exatamente para quem já está instalado no país?

Salão de Barcelona 2011 começa amanhã dia 14 trazendo novidades como o pavilhão exclusivo para os carros elétricos

Salão do Automóvel de Barcelona 2011

Serão 37 marcas que estarão expostas em Barcelona, capital da Catalunha, no que será o Salão Internacional do Automóvel de Barcelona 2011 que abre suas portas amanhã dia 14 e vai até o dia 22 de maio. Poucos quilômetros irão separam o passado das “quadrigas” e o que há de mais moderno no mundo dos transportes. Aos pés do Museu Nacional de Arte da Catalunya (MNAC), que abriga preciosidades românicas em sua vasta coleção. O evento também coincide com Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1, que arranca de 20 a 22 de maio, o que fará da capital da Catalunha um polo mundial do automobilismo por sete dias.

Mas o que seria apenas uma grande festa mostra um lado até um pouco sombrio que ronda os países da Europa no que diz respeito ao mundo dos automóveis. Uma baixa considerável nas vendas.

A fraqueza do mercado automobilístico europeu afetou até o número de expositores – são 18 a menos ante a última edição, de 2009, quando se comemorou o 90º aniversário do salão. O presidente do evento, Enrique Lacalle, quer evitar comparações com a edição comemorativa. À imprensa, ponderou que 2007, quando 43 marcas exibiram seus produtos, oferece melhor base de comparação. É bom lembrar que, além de coincidir com uma data especial, em 2009 a feira teve a seu favor incentivos fiscais para os expositores.

Seja como for, marcas tradicionais como Opel, Saab, Honda, Suzuki, Subaru, Mitsubishi (esta só estará presente no Pavilhão Elétrico) e Lexus ficaram de fora. Mas não foi só a crise que afetou o número de expositores nos 250 mil metros quadrados da feira. O terremoto que assolou o Japão em março afastou do jogo cinco marcas japonesas. Com menos participantes, um dos pavilhões ficou, pela primeira vez, vazio.

Outro efeito colateral da crise é o número de lançamentos. Novidade de projeção internacional há só uma: o Hyundai i40 Sedã. Além disso, haverá três lançamentos em âmbito europeu: o Audi Q3, que será fabricado na planta da Seat em Barcelona; o Volkswagen Beetle; e o Hyundai Elantra. E 25 modelos serão apresentados pela primeira vez para o mercado espanhol.

Em termos de atividades ao público, a feira deste ano também deixa a desejar. Destaque para o circuito off road montado pela checa Skoda. Em 3 mil metros quadrados de pista, os visitantes podem testar sua habilidade em terrenos acidentados. A Fiat, por sua vez, promoverá provas e atividades para a condução eficiente do ponto de vista ecológico.

Ainda que a feira mostre menos força que em edições anteriores, a organização do evento espera receber os cerca de 1 milhão de visitantes já registrados em outras edições. Resta saber quantos vão comprar. Em 2009, quando a feira teve êxito maior que o normal, foram fechados entre 60 mil e 70 mil pedidos de orçamento para a compra de veículos. Sem projetar negócios, os organizadores têm esperança de que a Fórmula 1 na Espanha atraia mais pessoas interessadas em motores e, por consequência, com propensão maior à compra.

A única certeza, no momento, é que o mercado automotivo europeu segue lutando contra a crise, que há dez meses consecutivos vem provocando queda na venda de veículos. Na Espanha, por exemplo, os emplacamentos de automóveis somaram 71.808 unidades em abril, o que corresponde a queda de 23,3% ante igual período de 2010, conforme dados divulgados pelas associações de fabricantes e distribuidores. No quadrimestre, o declínio é de 26,3% sobre janeiro-abril de 2010, para 279.960 unidades comercializadas.

Em 2010, as vendas tiveram acréscimo de 3,1% na comparação com o ano anterior, depois de dois anos de quedas pronunciadas – de 28,1% em 2008 e de 17,9% em 2009. A discreta melhora é explicada pelos subsídios públicos à compra de veículos, ajuda que terminou na segunda metade do ano, com o aumento do IVA (Imposto sobre Valor Agregado).

Nissan Esflow Elétrico

Pavilhão Elétrico exclusivo

Pelo menos a boa notícia do evento será o pavilhão dos elétricos que deverá expor automóveis, comerciais leves, veículos para turismo, peças de reposição, componentes e acessórios que irão compor o cenário da Fira de Barcelona,  A novidade é que o carro elétrico ganhou seu próprio pavilhão, onde modelos de marcas como Mercedes, Audi, Toyota, Renault e até a indiana Mahindra dividem espaço com exposições e atividades para o público.

Criar um pavilhão voltado exclusivamente aos elétricos tem um significado e tanto. Encontrar meios de impulsionar a mobilidade elétrica ou híbrida tem sido um dos principais desafios da indústria automobilística. Desde 2000, os principais fabricantes vêm criando projetos com o firme propósito de viabilizar comercialmente os veículos sustentáveis.

Não faltam modelos no Pavilhão Elétrico: a Audi, por exemplo, apresenta o Q5 Hybrid; a Toyota o Yaris Híbrido HSD e o Prius+; a Renault mostra o Fluence VE e o Kangoo VE; a Mercedes-Benz o Classe A-Cell; e a Citroën o C-Cactus. É grande a expectativa sobre como reagirão o público e as concessionárias a essas novidades.

Uma parte do pavilhão é dedicada à história dos carros elétricos. Ao percorrer esta área, o visitante seguramente se surpreenderá com o fato de que o carro movido a eletricidade precedeu o motor a gasolina, este último desenvolvido em 1885. Foi entre 1832 e 1839 que o escocês Robert Anderson criou o primeiro veículo impulsionado totalmente por energia elétrica. Também está exposto um protótipo do automóvel que pela primeira vez superou a marca dos 100 km/h. Desenvolvido pelo belga Camille Jenatzy, o elétrico “La Jamais Contente” (“Nunca Satisfeita”) bateu seu recorde de velocidade em 1899.

Quais serão os lançamentos efetivos no salão de barcelona 2011?

  • BMW Serie 1 M Coupé
  • BMW Serie 5
  • BMW Serie 6 Cabrio
  • BMW Motorrad K1600GT y Concept C
  • Ford Focus ST
  • Ford Focus C MAX Energi
  • Ford Vertrek Concept
  • Ford B-Max Concept
  • Jeep Grand Cherokee
  • Jeep Compass
  • Kia Picanto
  • Kia Optima
  • Kia Rio
  • Land Rover Range Rover Evoque
  • Lancia Ypsilon 5p
  • Lancia Thema
  • Lancia Grand Voyager
  • Mini Scooters
  • Nissan NV200 Evalia
  • Nissan Esflow
  • Nissan Leaf
  • Renault Twizy
  • Renault Fluence ZE
  • Renault Kangoo ZE
  • Reva L-ion
  • Seat IBE Concept
  • Seat IBX Concept
  • Toyota Yaris HSD Concept
  • Toyota Prius +
  • Toyota Auris HSD
  • Toyota FT 86 II Concept
  • Volkswagen Golf Cabrio

Veja mais imagens de alguns stands das marcas e o que você verá em breve no mercado

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Fiat não quer saber de crise e anuncia investimentos de mais de 6 bilhões no Brasil

outubro 19, 2010 Deixe um comentário

Fábrica da Fiat em Betim já atingiu seu ponto de saturação com 800 mil veículos produzidos ao ano

Nem mesmo o recente desaquecimento nas vendas de Agosto trouxeram preocupações as montadoras no Brasil.

A Fiat Automóveis, líder em vendas no mercado brasileiro, vai investir entre R$ 6 bilhões a R$ 7 bilhões no País nos próximos cinco anos. O montante está inserido em um programa total de R$ 10 bilhões que serão aplicados por todo o grupo, que inclui também empresas de autopeças e máquinas agrícolas.

A montadora de origem italiana era a única entre as principais empresas automobilísticas que ainda não havia anunciado novo programa de investimentos. Já a Volkswagen, que tem um plano de R$ 6,2 bilhões para o período 2010-2014, anunciou na segunda-feira o desenvolvimento de um carro pequeno, mais barato que o Gol, que será produzido no Brasil como parte desse programa.

O novo carro da Volkswagen, segunda maior montadora em vendas no País, vai disputar mercado diretamente com o Uno, da Fiat, no segmento de entrada (os mais baratos, na faixa de R$ 20 mil a R$ 23 mil), responsável hoje por 7% do mercado total. “Esse segmento vai dobrar de tamanho nos próximos quatro a cinco anos e não podemos ficar de fora”, disse o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall. A intenção da empresa também é se preparar para a concorrência dos modelos chineses, coreanos e japoneses que serão produzidos em breve no País nas novas fábricas da Chery, Hyundai e Toyota, assim como com importados.

No caso da Fiat, o aporte confirmado ontem pelo diretor comercial da empresa, Lélio Ramos, é o maior que o grupo anunciou para um período quinquenal. O novo plano estabelece o dobro do gasto anual em relação ao anterior, que era de R$ 1 bilhão.

Ramos informou que o montante será aplicado principalmente em novos produtos e ampliação da capacidade produtiva, mas a montadora ainda não detalhou porcentuais para cada item. A fábrica da Fiat em Betim (MG) opera praticamente no limite da capacidade, de cerca de 800 mil carros por ano. Há expectativas de uma nova fábrica, mas a empresa não confirma. “Poderemos também ampliar as áreas que atuam em três turnos”, disse. Segundo ele, a Fiat vai lançar 20 novos modelos, entre inéditos e reestilizações.

O carro que a Volks desenvolve em parceria com a matriz alemã será um modelo global, que pode ser produzido em outros países. Schmall disse que acabou de voltar de um encontro na Alemanha com a direção do grupo, que está “muito satisfeito” com os resultados do Brasil.

Crescimento

Projeções apresentadas em seminário realizado segunda-feira em São Paulo pela publicação especializada Autodata – que reuniu representantes das principais montadoras e do setor de autopeças – preveem para 2011 um crescimento de 4% a 6% nas vendas totais brasileiras de veículos, incluindo caminhões e ônibus. Este ano, o mercado vai crescer 8%, para 3,4 milhões de unidades.

“Não dá mais para continuar crescendo dois dígitos”, afirmou o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini. Apesar da projeção de crescimento, Belini demonstrou preocupação com o aumento das importações, que já respondem por 18% das vendas. Anfavea e Sindipeças (que representa os fabricantes de autopeças) preparam uma proposta de política industrial para entregar ao novo governo. O objetivo é garantir a competitividade da indústria nacional.

Na minha humilde visão e penso que a partir do segundo semestre de 2011 as vendas devem cair. O motivo? Teremos uma conta de 8 anos do governo que vai começar a ser paga depois do segundo semestre… mas é um palpite… tomara que eu esteja errado..

Fonte: estadão

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Começa hoje o Salão de Paris 2010, será o fim da recessão mundial no mercado automotivo?

Sim, elas estarão também no evento, não se preocupem!

Os dias de penúria da indústria automobilística mundial parecem que estão com os dias contados. Neste texto extraído do site Notícias Automotivas, você verá porque.Hoje é dia de Salão de Paris 2010. Conseguimos reunir quase 40 posts e artigos, mas ainda esta semana teremos mais, aguardem.

Dois anos depois da depressão profunda, as montadoras reunidas no Salão do Automóveis de Paris esbanjam riqueza, sofisticação e tecnologia com um intuito: voltar a fazer o consumidor sonhar com objetos do desejo.

Quem procurar por carros populares terá de buscar no fundo dos estandes. Na frente, estarão os lançamentos de luxo, superesportivos, carros-conceito e modelos híbridos e elétricos. O Salão do Automóvel, que completa 110 anos, abre suas portas ao público no sábado, no centro de exposições de Porte de Versailles, em Paris, revertendo a atmosfera de crise da edição de 2008 – realizada três semanas após a quebra do Lehman Brothers.

Quinta-feira, em première, 10 mil jornalistas do mundo todo puderam conferir o que a indústria automotiva, representada por 362 marcas de 25 países, prepara para 2011 e 2012.

O objetivo de todos os dirigentes de montadoras com os quais o Estado conversou nos bastidores do evento é reverter as perdas e buscar nos mercados emergentes (leia texto abaixo) a saída para a crise. Na Volkswagen, segundo Christian Klingler, diretor comercial da empresa, o momento é de rever para cima os prognósticos de crescimento do mercado mundial, dos originais 5% para 6% ou até 7% em 2010. “Ainda há riscos, mas temos cada vez mais razões para otimismo neste ano”, salienta.

Retomada.

“Dois anos depois da crise, percebo um início de otimismo das montadoras, não mostrando apenas soluções sobre ambiente, mas apostando de novo em estilo, que faz dos carros objetos de desejo”, diz Ivan Segall, diretor-presidente da Citroën Brasil, montadora que investirá € 700 milhões no Brasil e na Argentina até 2012, na ampliação da planta de Porto Real, no Rio, e no desenvolvimento de produtos. “No último salão, só se buscavam soluções racionais, como carros de baixo custo. Agora, há uma percepção bem mais otimista do futuro no mundo.”

Rogélio Golfarb, diretor de Assuntos Corporativos da Ford para a América do Sul, faz um diagnóstico preciso do que se passa no Salão de Paris. Para o executivo, as montadoras já consideram que a crise está no passado, mas também sabem que a recuperação será lenta e gradual na Europa e nos Estados Unidos.

Para enfrentar os resquícios da recessão e a concorrência feroz, a saída é investir em pesquisa de novas tecnologias, como a da eletrificação e a da redução das emissões e do consumo de combustível. “O que se está vendo aqui é que ninguém quer ficar para trás. Não dá para não investir em novas tecnologias.”

Essa mistura de estilo e tecnologia é onipresente no salão. O desenvolvimento de novos produtos é preocupação de todos. Enquanto montadoras como a Peugeot apostam em design, desempenho e luxo em linhas como o esportivo RCZ, na Renault as palavras de ordem são “híbrido” e “elétrico”.

“Em um ano, nossos primeiros veículos elétricos serão comercializados”, afirma Carlos Ghosn, presidente da Renault. “O desafio é reduzir nossa dependência do petróleo e lutar contra o aquecimento global. Só conseguiremos isso com um grande número de clientes.”

Parece coisa de cinema e com certeza será…

Agora começam os vídeos…sinta-sem em casa…e veja os primeiros vídeos do primeiro dia no Salão de Paris 2010

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Brasil passa a Alemanha em vendas de carros em 2010 e se torna o 4º do ranking

Como já era de se esperar a  China foi líder disparada nas vendas de veículos globais de janeiro a agosto. Com crescimento de 42,1% sobre o mesmo período de 2009, o país ultrapassou a marca de 8,4 milhões de automóveis. Em segundo lugar aparecem os EUA, com aumento de 8,5%, e o Japão, com alta de 7,4%. Os dados são da Jato Dynamics do Brasil, especialista em informações automotivas.

As estatísticas sobre a China incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países os números englobam carros e comerciais leves.

O Brasil alcançou o 4º lugar no ranking das vendas do ano, com aumento de 8,4% sobre o mesmo período do ano passado e avanço sobre a Alemanha (agora em quinto, com queda de 27,3%). A Índia mantém o 7º lugar, abrindo vantagem em relação a Itália, após ter ficado acima dos volumes deste país em julho.

“A China continua com um crescimento surpreendente e se distancia cada vez mais dos Estados Unidos, que devem fechar o ano em segundo lugar. Conforme previsto, o Brasil ultrapassou a Alemanha e agora começa sua consolidação no quarto lugar. Os BRICs continuam mostrando força e a Índia deve chegar de vez à sexta posição. O mais difícil será a Rússia manter a décima posição com a crescimento do Canadá”, afirma Luiz Carlos Augusto, diretor superintendente da Jato Dynamics do Brasil.

Marcas

A Toyota manteve a liderança em vendas no acumulado entre janeiro e agosto de 2010, seguido agora pela Volkswagen, que ultrapassou a Ford e ocupa a 2ª colocação no ranking. A Chevrolet continua com aumento significativo, que foi de 23,6% no período, mantendo a quarta colocação.

A pesquisa contempla automóveis e comerciais leves nos seguintes países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, França, Espanha, EUA, Grã Bretanha, Holanda, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Rússia, Tailândia e Turquia.

“A Toyota deve confirmar sua força e fechar o ano em primeiro lugar. A Chevrolet continua com um crescimento bastante significativo e deve começar a brigar pela segunda posição ainda este ano”, acrescenta Augusto.

Sobe e Desce na América do Sul

”Argentina começa a consolidar seu crescimento e ajuda o bloco sul-americano a manter o número positivo na região. Mesmo assim ainda temos uma grande instabilidade”, comenta Luiz Carlos Augusto.

Fonte: Notícias Automotivas

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Eike Batista poderá entrar na corrida dos carros elétricos no Brasil em 2011

setembro 16, 2010 Deixe um comentário

Jipe Montez 1994, produzido pela JPX, considerado por muitos um dos melhores Jipes já produzidos no país

A alguns anos o empresário e bilionário Eike Batista possuia a empresa JPX que montava entre outros modelos como o jipe Montez 4×4, produzido em Minas Gerais de 1994 a 2001, para concorrer com o Toyota Bandeirante. Seu projeto havia sido inspirado no modelo Auverland A3, utilizado pelo Exército Francês e com pagamento de licença de uso, e tinha o objetivo de atender o conglomerado industrial do grupo. A montadora utilizava componentes de outros veículos brasileiros, mas o motor Peugeot XUD-9A, a caixa de câmbio BA-7/5, a caixa de transferência Auverland A-80 e os diferenciais Carraro eram importados,

Por incrível que pareça O jipe, com suspensão de molas helicoidais, foi adotado pelo Exército Brasileiro e chegou também ao segmento off road.

Em 1995 foi introduzida também uma versão picape, com carroceria de madeira ou de aço.

A produção do JPX Montez foi encerrada em 2001, com um total de aproximadamente 2800 unidades produzidas, sendo que destes aproximadamente 500 eram modelos militares, destinados ao Exército Brasileiro

Porém como era de se esperar o volume de vendas da JPX no Brasil não decolou  e as tentativas de exportação não tiveram sucesso. Além disso, o veículo enfrentou problemas no sistema de arrefecimento do motor e foram registradas dificuldades na assistência técnica. Com isso a fábrica da JPX do Brasil foi definitivamente fechada em 2002 após um longo período de inatividade. Eike Batista teria perdido o interesse pelo empreendimento em face dos rombos financeiros que se acumulavam. Estima-se que o prejuízo absorvido pelo empresário tenha superado US$ 40 milhões.

Dizem que rico ri a toa, e no caso de um bilionário como Eike Batista?

Mas como uma Fênix no setor automotivo parece que algo acendeu na cabeça do bilionário a oitava pessoa mais rica do mundo e que atualmente é o maior pagador de impostos do Brasil com mais de 600 milhões pagos ao Fisco, somente no ano de 2009, segundo ele mesmo informou em recente entrevista ao programa Roda Viva da TV Cultura de São Paulo.

Segundo ele , o Brasil terá uma frota de veículos elétricos nacionais circulando pelas ruas em 2014. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 15. A planta seria construída ao lado do Super Porto do Açu, em São João da Barra, no norte fluminense, a um custo inicial de US$ 1 bilhão. Eike afirmou que vai buscar financiamento do BNDES e ressaltou que a composição acionária da nova empresa será majoritariamente brasileira.

A produção inicial será de 100 mil veículos por ano, totalmente movidos por baterias elétricas, com tecnologia japonesa e europeia. Eike estimou que, há espaço no mercado brasileiro para uma nova fábrica de veículos.

“A gente está enxergando que, nos próximos dez anos, o Brasil vai consumir 8 milhões de automóveis por ano. Então, tem espaço para gente nova, tem espaço para a indústria nacional, até pelo carinho que o brasileiro teria em comprar um carro bem feito. Vai ser uma empresa nacional, com know-how estrangeiro”, disse Eike, durante a Exposição Rio Oil & Gas, que reúne as principais empresas de petróleo e gás do mundo.

Possível imagem do protótipo a ser fabricado pela FBX... será? ( risos )

Ele  frisou que os carros elétricos representam uma tendência definitiva. Segundo ele, as baterias serão de tecnologia japonesa e o restante do veículo – para cinco passageiros e autonomia de 160 quilômetros – terá concepção e design europeu e brasileiro.

“O negócio do carro elétrico é irreversível. A pessoa que gasta R$ 200 por mês em combustível, num carro elétrico, botando ele na tomada à noite, vai gastar menos que R$ 20. O problema hoje ainda é que o custo inicial da compra do carro está caro, mas o preço das baterias está despencando. Tem uma revolução acontecendo nessa área”.

Entre as facilidades do complexo de Açu para abrigar o projeto, Eike citou a sinergia entre o complexo portuário que está sendo construído, pela empresa LLX, de sua propriedade, duas siderúrgicas, de capital estrangeiro, e uma usina termelétrica, além da existência de estradas de ferro e rodovias para escoamento da produção.

“Só pela logística do Açu, a gente ganha US$ 200 por automóvel, o que é muito dinheiro. Os incentivos naturais estão na eficiência da logística. Vão atracar no Porto do Açu os maiores navios contêineiros, a um custo imbatível. Em qualquer país do mundo, você tem que pensar que o mix de algo montado no país possa ser até 50% vindo de fora. Se você agrega os outros 50% de indústria nacional, mais mão-de-obra, você acaba tendo 70% do coeficiente do país. É isso que a gente quer. A indústria brasileira de autopeças, assim que a gente passa de 20 mil veículos, se instala em volta”.

O empresário afirmou que este será o primeiro carro brasileiro, depois da experiência do empresário João Augusto Gurgel, nos anos 70 e 80, que chegou a produzir 43 mil veículos 100% nacionais.. Perguntado onde Gurgel havia falhado, Eike respondeu: “O Gurgel quis conceber um carro do zero. Na época ele usava motor Volkswagen. Aí ele foi desenvolver um motor próprio, uma caixa de mudança própria e entrou em uma seara complicada”.

Eike ressaltou que o veículo elétrico também deverá receber incentivos por conta de questões ambientais, pois não polui e praticamente não produz ruído. Ainda sem nome determinado, ele sugeriu que a fábrica poderia se chamar FBX, de “Fábrica Brasileira de Automóveis”, mais a letra X, que aparece em todas suas empresas.

Eu sinceramente apoio a iniciativa e como sempre fizemos neste blog, deixamos aqui o nosso registro de que o projeto seja bem sucedido, afinal seria ótimo termos um carro que poderia servir de exemplo para o mundo, ainda mais se ele for lançado em ano de copa do mundo, 2014. Quem venham os carros ecológicos brasileiros.

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Volvo finalmente tem processo de venda finalizado para a Geely da China

O processo de transição da venda da Volvo, unidade sueca,  para a Geely – Chinesa, foi concluído pela Ford.  O  grupo chinês Zhejiang Geely Holding, pagou cerca de US$ 1,8 bilhão. O preço inclui US$ 200 milhões em bônus. Desde a confirmaçáo da venda da marca sueca em Março, as diretorias trabalharam duro para a conclusão do processo, que deixará executivos da Ford mais aliviados, ou não, depois das altas do mercado.

O executivo-chefe da Ford, Alan Mulally, afirmou em comunicado que “a Volvo é uma marca excelente com uma forte linha de produtos que voltou a ter lucro após uma reestruturação bem sucedida. Estamos confiantes em um futuro sólido para a Volvo sob o comando da Geely”.

A montadora norte-americana disse que continuará cooperando com a Volvo em diversas áreas, fornecendo componentes de veículos, suporte de engenharia e outros serviços. A sede da Volvo permanecerá na Suécia e a montadora manterá as fábricas nesse país e na Bélgica. As informações são da Dow Jones.

Vale lembrar que a Ford havia pago cerca de 3x mais pela marca a alguns anos, para vocës terem uma idéia de como o mercado de autos e caminhões é lucrativo, ou deveria ser caso a empresa tenha uma boa gestão.

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Toyota FT 86 vai ter lançamento antecipado para 2011

O Super esportivo da Toyota FT 86 cujo lançamento estava previsto somente para 2013, c0nforme matéria que publicamos aqui no blog a alguns meses. Mas na prática quando colocamos a matéria ele estava previsto para 2011, mas logo após a Toyota alterou a data e manteve agendado somente para 2013.

Com isso a marca reforça sua sua intenção de lançar o seu super esportivo FT-86 em Novembro de 2011, tal como estava previsto no início. Este reforço da intenção da marca neste objetivo foi colocada por conta dos vários transtornos e recalls que a Toyota vem sofrendo e portanto nada melhor do que mostrar ao mercado novidades. Algumas notícias referiam que a marca iria lançar o modelo apenas em 2013, mas sabendo das questões na época nem chegamos a dizer isso.

 O carro será semelhante ao protótipo, existindo apenas pequenas modificações de última hora.

O FT-86 é um protótipo de um desportivo da Toyota que foi lançado no Salão de Tóquio de 2009. Utiliza um motor 2.0 litros Boxer da Subaru acoplado a uma caixa manual de seis velocidades. Tem tração traseira.

Quer ver mais fotos do modelo, clique aqui.
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Fiat poderá ter até 125 pontos de vendas nos EUA com ajuda da Chrysler

julho 8, 2010 1 comentário

A Chrysler anunciou ter iniciado o processo de seleção para constituir a rede de concessionários da Fiat nos Estados Unidos. Em nota, a gigante norte-americana informou que a meta é chegar a 41 estados da Federação local em um primeiro momento. As vendas da marca italiana por lá se iniciam no fim do ano, com o lançamento do 500.

O conversível 500C será o segundo a chegar, já no começo de 2011.

Segundo informações oficiais, a rede de lojas da Fiat será estruturada de maneira independente à da Chrysler. Também contará com distribuição exclusiva. Serão 125 pontos de venda iniciais. Caso algum revendedor da gigante norte-americana tenha interesse em comercializar os carros italianos, também poderá fazê-lo. No entanto, precisará de instalações separadas para isso.

Para fazer um parelelo seria bem semelhante ao processo que acontece no Brasil com as marcas Nissan e Renault, onde na maioria das vezes as concessionárias funcionam uma ao lado da outra, mas normalmente com os mesmos proprietários.

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Sandero da renault deve mudar em Abril de 2011

Foto do modelo Sandero Europeu - frente idêntica a do novo Logan

Atenta as mudanças no mercado e sabendo que não pode ficar para trás a Renault planeja para abril do ano que vem um face-lift de seu hatch Sandero. A mudança de visual acontecerá para que o modelo não continue a perder vendas no mercado nacional – em maio passado o modelo vendeu apenas 3.406, 1.886 unidades a menos que abril. A solução por agora foi lançar uma linha 2011 do Sandero, com poucas novidades. Será a primeira intervenção no modelo desde o seu lançamento em 2007.

Assim como o novo Logan, remodelado em abril passado, o futuro Sandero deverá manter a mesma gama de motores e chegar com mudanças nos para-choques – que aparecerá com linhas mais suaves - e receberá uma nova grade, semelhante com a do sedã de entrada da marca.

No interior, o painel terá acabamento mais suave e os botões dos vidros elétricos deverão ser instalados em novos locais. O novo visual do compacto deve se assemelhar com o modelo vendido na Europa, mas com preços nacionais é claro.

Sugestão para a Renault: Traga o novo Clio Urgente, vocês estão perdendo mercado a toa.

O irmão gêmeo - que nasceu primeiro - da Dacia na Europa

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O Fim da divisão Mercury da Ford e um pouco de sua história

Mark Fields, presidente da Ford para no continente Americano, anunciou, oficialmente, o fim da Mercury, uma empresa norte-americana com 71 anos de história, que foi criada por Edsel Ford, filho de Henry Ford.

Nos últimos dez anos as vendas da Mercury registaram uma quebra de quase dois terços, situação que originou a decisão de por fim à produção dos modelos da marca a partir de outubro de 2010.

Os planos para descontinuar a Mercury serão apresentados à administração da Ford durante o próximo mês de Julho.

Informações mostram que a marca pretende ressarcir concessionários em pelo menos 200 mil dólares, mas também existe a chance delas se tornarem concessionárias Ford.

As atenções agora se voltam a marca de luxo Lincoln.

Conheça um pouco da história da marca e dos modelos da Mercury

O modelo Mercury, conheceu dias de glória num carro pilotado por James Dean no filme “Juventude Transviada”.

O Mercury foi lançado em 1939 por Edsel Ford, filho de Henry Ford, em contraposição ao modelo Lincoln elitista.

Mas, como outras marcas secundárias de dois outros construtores americanos, Chrysler e General Motors – “Plymouth e Oldsmobile -, o Mercury foi vítima, ao mesmo tempo de uma grande concorrência e de uma falta de diferenciação” em relação a outros modelos do grupo. O Mercury passou a deter, apenas, 0,8% do mercado americano em maio passado, segundo o próprio grupo.

O nome “Mercury” foi escolhido em referência a Mercúrio, o deus do comércio e das viagens na mitologia romana.

O primeiro modelo, Mercury Eight, dotado de um motor de 95 cavalos, mais potente, vendeu bem, antes da interrupção da produção durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1950, a produção do Mercury chegava a 334.081 veículos, distinguindo-se, então, por seus para-choques peculiares, para-brisa dividido ao meio e um painel parecido com o de um avião.

Um toque hollywoodiano marcou o Mercury modelo 1949 que James Dean dirigiu em 1955 em “Juventude Transviada”.

A partir de 1960, houve mudança de imagem: a linha Mercury adotou carros menores e mais sóbrios, mantendo um certo luxo, com os modelos Comet e Meteor.

O Comet se impôs numa competição em Daytona, o que lhe permitiu uma boa venda, enquanto que o Cougar, mais próximo do Ford Mustang, lançado no final da década, seduziu os amantes de carros potentes.

Nos anos 1970, a marca reduziu ainda mais seus modelos, sob o impacto do choque do petróleo que levou a clientela a procurar carros de menor consumo de gasolina: Mercury comercializou nos Estados Unidos o modelo Capri fabricado na Europa.

Depois um modelo renovado do Cougar, que se tornou um best-seller no final da década, antes do lançamento do Lynx.

Ele lembra o Taurus usado pelo Robocop da década de 80

Em 1986, o Mercury retornou à linha aerodinâmica com o Sable, com base no grande sucesso da Ford, o Taurus.

Desde a década de 90 porém tem o início da decadência de modelos e da própria marca. Olhando o modelo abaixo, o Mercury Milan 2010 é de se perguntar o que pode ter acontecido, já que o carro honestamente é lindo…

Veja imagens incríveis dos modelos no site: http://www.mercuryarchive.com

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Carros produzidos na Europa poderão ter isenção fiscal para venda no Mercosul

Será que vamos pagar um Audi ou Mercedes a preço de Linea e Vectra....

Parece que a questão do Uno poder ser – EXPORTADO -  para a Europa e a iminência de uma grande crise no mercado Grego parece ter acendido uma luz de alerta para a indústria localizada na Europa. Isso pode gerar uma decisão que está para acontecer muito em breve e antes inimaginável venha a se tornar realidade. A União Européia e o Mercosul estão discutindo a redução de barreiras comerciais entre os países de seus blocos. E o mercado automotivo pode ser beneficiado (e muito) com isso, onde carros franceses, italianos e alemães podem chegar ao nosso país, por exemplo, sem pagar impostos, ou com uma alíquota super baixa.

Tal acordo, entretanto, prevê que carros sul-americanos possam ser comercializados na Europa por preços favoráveis. A França é o país que se mostra mais resistente a isso, pois não gostariam que veículos produzidos por aqui entrassem em seu país. Típico de franceses…

Será que o mercado automotivo está para sofrer uma grande mudança? A notícia é muito boa, e pode haver esperança para nós, os consumidores, termos a chance de comprar veículos bons a preços mais acessíveis. Será que a palhaçada dos autos impostos enfim um dia vai acabar…. quero estar vivo para ver isso… e vocês….

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Vendas de BMW no Brasil e no mundo crescem em até 3 dígitos

BMW - para poucos, mas que a cada dia cresce esse número de poucos...

As vendas do Grupo BMW cresceram 71% durante o primeiro trimestre de 2010 na América Latina e Caribe, com vendas de 4.173 veículos. No Brasil foram 1.658, alta de 131% na mesma comparação.

“Vemos uma tendência positiva para o restante de 2010 e para isto estamos preparados com uma estratégia de introdução de novos produtos, que incluem o novo BMW Série 5, as renovações do BMW Série 3 Coupé e Conversível, assim como de nosso campeão de vendas, o BMW X5“, destacou o CEO da BMW Group Latin America & the Caribbean, Gernot Volkmer.

A marca MINI também obteve desempenho positivo. Nos três primeiros meses do ano foram vendidos 493 veículos na região, alta de 185% na comparação com o mesmo período do ano anterior. No mercado brasileiro foram comercializadas 278 unidades.

Isto reflete uma tendência de euforia dos mercados e talvez a volta ao mercado depois de quase 2 anos de crise de confiança que assolou o mercado. Na minha humilde opinião devemos esperar o ano que vêm, já que a conta do ano de eleição no Brasil vêm sempre no ano seguinte.

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Toyota é proibida pelo MP de Minas Gerais de vender o modelo Corolla nas Concessionárias

Toyota Corolla 1966 - saudades do tempo em que vender era um dos maiores problemas...

Essa caiu como uma bomba para a maior montadora do mundo.

Produzido desde 1998 no Brasil, o Corolla é o carro mais vendido do mundo. Líder do segmento de sedans por 3 anos consecutivos, é o carro-chefe da Toyota no Brasil.

Sucesso no mundo inteiro, com mais de 32 milhões de unidades comercializadas em 140 países. Mas, como já diria Arnaldo Jabor, sempre tem um Mas..

As vendas do modelo Toyota Corolla estão suspensas desde ontem, quinta-feira (22) em todo o estado de Minas Gerais. A decisão foi tomada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), nesta última quarta-feira (21), após alguns modelos apresentarem problema de aceleração contínua causado pela falta de fixação do tapete ao assoalho. O problema foi o gerador da maior crise que a Toyota enfrenta, por ter iniciado a maior série de recalls da indústria automobilística mundial.

A decisão administrativa foi tomada por meio do Procon Estadual e assinada pelo promotor de Justiça de Defesa do Consumidor Amauri Artimos da Matta. O órgão estadual tem autonomia para tomar este tipo de decisão. De acordo com o MPMG, foram relatados nove casos de veículos que apresentaram problemas de aceleração contínua e casos de acidentes. Por esse motivo, o Procon considerou que o carro coloca em risco a vida de pessoas.

Medida adotada por Minas Gerais poderá ter reflexos em todo o país

O promotor Amauri Artimos da Matta disse que o caso é grave porque a falta de fixação do tapete está descrita no manual de instruções do veículo, que ressalta a necessidade do uso de tapetes com presilhas. “Como está no manual, não podemos tratar como um recall, o que e mais grave. O consumidor só tem informações sobre o problema quando já comprou o carro, pois é quando ele tem acesso ao manual”, ressalta.

Segundo ele, como o aviso também não está visível no interior do veículo, também não atende as exigências do Código de Defesa do Consumidor.

Matta também ressalta que a investigação do MP constatou que é vendido nas concessionárias tanto tapetes com presilhas quanto sem. “O problema foi resolvido nos Estados Unidos com a presilha. Aqui, uma das vítimas comprou o carro na concessionária com o tapete sem presilha, ou seja, a Toyota precisa recolher os tapetes antigos”, afirma o promotor.

De acordo com a decisão do MP de Minas Gerais, as vendas do modelo serão liberadas quando o fabricante efetuar a troca dos tapetes dos veículos em circulação e adotar medidas que impeçam a troca do tapete original de fábrica por um que não possua a presilha. “Quem já comprou o carro precisa ser informado. Não se pode ignorar o que já foi vendido e alertar apenas que vai adquirir agora o carro”, destaca Matta.

Desde o ano passado, a Toyota tem anunciado recall dos veículos Lexus ES350, Camry e Camry Hibridus em diversos países, devido a problemas com a fixação do tapete ao assoalho. O último aconteceu no início deste mês e envolveu 12.984 veículos na Coreia do Sul.

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Kia aumentou vendas de veículos em mais de 40% em 1 ano

Kia aumentou suas vendas em 1 ano - forte apelo visual tem ajudado a montadora Coreana

A Kia Motors obteve em março crescimento de 41% nas vendas em relação ao mesmo mês de 2009, com 177.351 unidades comercializadas. A expansão mais representativa ocorreu na China, com 28.792 veículos vendidos e alta de 98%.

Levando-se em conta o primeiro trimestre do ano, as vendas globais atingiram 471.010 carros, com um avanço de 46,9%. O veículo mais emplacado no período foi o Cerato, com 32.283 unidades.

“Terminarmos 2009 como o fabricante de automóveis com crescimento mais rápido do mundo. A tendência está sendo claramente mantida em 2010, uma vez que continuamos a observar um notável crescimento de dois dígitos nas vendas”, afirmou Hyoung-Keun Lee, presidente da Kia Motors Corporation.

Fonte:  Kia Motors

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Dodge lança versão final edition do Viper SRT10 com apenas 50 unidades

abril 7, 2010 3 comentários

Edição Final Edition do Dodge Viper já entra para a história como a última do modelo

A Dodge apresentou esta semana uma edição especial e limitada do Viper SRT10, que c0loca um ponto final na produção de modelos da marca. Ele se chama «Final Edition»,  e será limitada a 50 unidades (20 coupés, 18 conversíveis e 12 modelos com pack aerodinâmico de pista) e estará à venda dentro de 3 a 4 meses. Eles poderiam até fazer mais unidades, pois acredito que vá vender tudo muito rápido.

Os Viper SRT10 «Final Edition» distinguem-se pela cor cinza com uma faixa preta com contornos vermelhos em cima do capô, rodas de liga leve de seis raios pintadas em antracite e uma placa numerada alusiva aquela edição, entre outros acessórios.

A notícia é triste, já que será o último modelo da marca a ser fabricado, mas vai virar carro de colecionador muito antes do que se imaginava.

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Geely Chinesa oficializa aquisição da Volvo

março 29, 2010 1 comentário


A Ford e a Geely oficializaram, ontem, a aquisição da Volvo pelo montadora chinesa, num processo que envolveu o montante de 1,8 Bilhões de Dólares, somente 30% do valor pago pela Ford a Volvo Cars em 1999.

A história já se arrastava desde Setembro de 2009, quando a Ford ventilou a possibilidade real de venda aos chineses.

Depois de o construtor chinês ter anunciado, em Março, ter em andamento o processo de financiamento da marca sueca, faltava finalizar as negociações, o que acabou por acontecer ontem quando a Geely adquiriu a totalidade da Volvo.

O acordo foi  aprovado pelo sindicato dos trabalhadores da Volvo, que representam cerca de 22 mil pessoas, que se mostraram, inicialmente, contra a venda do construtor sueco devido aos planos de expansão propostos pela Geely terem sido considerados humildes.

Executivos da Ford, da Geely e da Volvo, além do Ministro Chinês na sessão que ratificou a aquisição da Volvo pela Geely

Li Shufu, presidente da Geely, garantiu que a empresa ficará com uma estrutura independente do resto do grupo, mantendo mesmo a sua gestão e as suas fábricas na Suécia, uma jogada estratégica, que pretende assim mantê-la perto dos seus fornecedores habituais.

O processo de aquisição total deve durar mesmo até o final do ano.

O acordo foi assinado por Li Shufu, presidente da Geely, e por Lewis Booth, diretor financeiro da Ford Motor Company, numa cerimónia em Gotemburgo, que contou, também, com a presença de Li Yizhong, Ministro da Indússtria e Tecnologia chinês, e de Maud Olofsson, Ministro da Energia e Empreendedorismo sueco.

Esta aquisição mostra mais uma vez que os Chineses, sabendo de suas deficiências na área de tecnologia, segurança e porque não dizer satisfação plena de seus consumidores, vê a chance de assimilar conhecimento no setor e continuar sua jornada de crescimento, só que agora talvez de uma forma menos agressiva e mais controlada.

Já vimos este filme… o Japão fazia carros na década de 60 e 70 de forma a ganhar mercado e somente nos anos 80 seu padrão de qualidade passou a atingir níveis internacionais.

Que venham os novos japoneses…

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