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Arquivo para a categoria ‘Autos e Carros Chineses’

Viaggio é o nome do Sedan da Fiat que poderá ser lançado em breve na China em parceria com a GAC

abril 13, 2012 1 comentário

 

Fiat sedan Viaggio que será produzido na China
A Fiat divulgou esta semana as primeiras imagens de um modelo sedan que poderá ser lançado em breve na China. Seria o primeiro carro que a Fiat vai produzir no país  com a parceira local, a fabricante  GAC.

Ele se chamará Viaggio vai começar a ser produzido em julho na nova fábrica GAC-Fiat em Changsha, e as vendas começam na China no terceiro trimestre.

O lançamento do modelo mostra como a empresa tem visto a importância do mercado Chinês e as possibilidades de expansão da marca que também controla a norte-americana Chrysler. Agora eles correm contra o tempo pois foram as últimas ao aportar num dos mais concorridos mercados mundiais.

Veja mais sobre o Fiat Viaggio no site oficial do Blog ContaGiros

Chery S18 chega em Janeiro, quais serão os atrativos do primeiro compacto Flex Chinês no Brasil?

dezembro 28, 2011 Deixe um comentário

A Chery prepara a chegada do novo modelo S18 Flex. O título de primeiro veículo flex chinês a chegar no Brasil será dele, mas será que foi tarde? Em junho sites publicaram fotos do modelo semi camuflado em formato de fora de estrada, mas sem perder a identidade de um compacto.

Na época o modelo fora flagrado em São José dos Campos (SP), com placas verdes de teste da cidade de Salto (SP), onde fica a sede da marca chinesa no Brasil enquanto a fábrica em Jacareí (SP)não fica pronta. O S18 foi mostrado no Salão do Automóvel 2010, em outubro do ano passado, e deverá chegar às lojas no fim do ano com motor 1.3 de 83 cavalos.

O carro, compacto por fora e com espaço interno interessante por dentro. “O interior demonstra a busca da Chery por uma identidade própria, com direito a ousadias na disposição dos itens do painel de instrumentos e nos botões”, relatou o repórter Alberto Cataldi da revista Auto esporte.

Com o mesmo motor do utilitário esportivo Tiggo, o S18 se mostrou um pouco mais ágil por ser mais leve e como resultado é um compacto que responde bem nas acelerações e perde menos tempo nas retomadas. O que atrapalha a experiência é a falta de estabilidade, resultado direto da distância do solo. Fazer uma curva mais fechada pode não transmite segurança e as irregularidades do solo podem chegam à cabine com força.

Segundo a fã page da Chery no Facebook o modelo deverá ser vendido a partir de R$32.000,00 o que segundo alguns pode espantar um pouco a freguesia, já que um modelo similar como o palio por exemplo , com vidro, trava e ar sai por cerca de R$34.000,00 em duas concessionárias que cotamos no interior de São Paulo.

Segundo a Chery 500 unidades devem começar a ser comercializados nas próximas semanas.

Detalhes do modelo S18

O S18 da Chery, mede 3,6 metros de comprimento e se compararamos a outros modelos do segmento, como por exemplo, o Ford Ka, o modelo é ainda menor. Sua  capacidade para quatro passageiros não deixa a desejar no espaço interno. O S18 virá equipado com um novo motor, um 1.3 de 16 válvulas Flex e sistema de gerenciamento eletrônico de injeção eletrônica desenvolvido pela Delphi.

E para continuar a saga dos veículos chineses completos o modelo terá a sua disposição:  Ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo, freios ABS com EBD, trio elétrico e CD player com MP3, entre outros itens.

O S18 será o primeiro de vários lançamentos da Chery no Brasil para o próximo ano. São esperados também ,  versões com câmbio automático do Tiggo e do Cielo, além do Fulwin, nas carrocerias hatch e sedã.

Veja mais algumas imagens do modelo abaixo:

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Chinesa Effa Motors lança nova linha Start de picapes e Vans

novembro 21, 2011 3 comentários

A Chinesa Effa Motors apresentou ao mercado uma nova linha de veículos comerciais da Hafei, chamada Start, cujo desenho da carroceria é semelhante àquele já trazido pela concorrente CN Auto, os atuais veículos da Towner.

Seguindo a linha de simplificidade x preço baixo os modelos já estariam disponíveis em toda a rede da Effa, mas todos os modelos anteriores também continuam a venda.


A linha Start inclui picapes de cabine simples (R$ 27 mil) ou dupla (R$ 30,5 mil) e também uma pequena van para sete ocupantes (R$ 31,5 mil). Além das mudanças estéticas, o chassi foi redimensionado. A cabine-dupla teve a capacidade de carga elevada de 750 para 940 quilos (carga mais ocupantes). No caso da van, foi de 570 para 605 quilos.

O motor, porém, permanece o mesmo. É um quatro cilindros 1.0 de apenas 46 cv de potência. Como comparação, o Fiat Mille (o menos potente entre os carros nacionais à venda) tem 66 cv e é flexível.

Ainda sobre a motorização os veículos da linha Start só utilizam combustível a gasolina e por enquanto não há previsão para modelos Flex.

 

Pesquisa aponta que preço e equipamentos disponíveis são vitais na escolha de um veículo pelo mercado consumidor

novembro 1, 2011 Deixe um comentário

Uma avalanche de marcas e modelos tende a tirar o foco do consumidor da marca e apresentar a ele outros benefícios

Temos finalmente no mercado uma espécie de condição igualitária entre os players que disputam a preferência do consumidor de automóveis. A fidelidade a uma determinada marca de automóvel antes, comparada a um casamento, parece que está próxima de um divórcio. Hoje em dia o que mais importa para a maioria dos compradores de veículos zero-quilômetro é o preço e as características do modelo – principalmente a quantidade de diferenciais como direção assistida e ar-condicionado, por exemplo.

Quem afirma isso é a pesquisa  apresentada na semana passada pela agência de promoção de varejo automotivo MSantos.

O levantamento foi feito com 267 consumidores que procuravam veículos novos e seminovos em 18 concessionárias (de nove marcas diferentes) na Grande São Paulo. A pergunta básica foi se a pessoa estava à procura de um veículo da mesma marca que já possuía atualmente e se isso era fundamental em sua decisão de compra, ou se o preço e as características do veículo pesavam mais. Dos entrevistados, 78 % responderam que escolheriam o carro de acordo com o valor e quantidade de equipamentos. Segundo a MSantos, nas pesquisas realizadas em 2007 e 2008 esse porcentual era 62%, em média.

Carros como o J6 da Jac Motors deixam claro para o consumidor que ele pode pagar um pouco menos e ter um pouco mais de conforto, acessórios e algumas regalias. Apesar da marca ser uma entrante no mercado procuram focar no benefício imediato.

A pesquisa constatou que os consumidores com maior idade (83 dos ouvidos têm mais de 50 anos) foram os que indicaram maior fidelidade à marca de seus atuais veículos. Foram entrevistados 193 homens entre 25 e 70 anos e 74 mulheres de 25 a 64 anos.

“Hoje temos no Brasil mais de 50 marcas disponíveis que oferecem mais de mil modelos de veículos nacionais e importados aos consumidores, fazendo com que cada vez mais os compradores se interessem pelo preço e características do carro independentemente de seu fabricante, pois a ideia é de que todos apresentam qualidade parecida”, avalia Ayrton Fontes, economista da MSantos.

Parece que as montadoras Coreanas e Chineses já presentiam isso. Sentiram o cheiro da oportunidade e em breve devem ser privilegiadas pelo novo modelo imposto pelo mercado. Será uma mudança de paradigma ou sinal dos tempos que viram. A infidelidade automotiva deve perdurar até quando? Mas que elas nào se enganem, de que é só chegar e vender… o consumidor está de olho no pós venda também e no custo futuro do automóvel e de revenda que na minha humilde opinião tendem a ser as próximas bolas da vez no campo das exigências. O tempo, senhor da razão nos dirá em breve.

 

Curiosidade – Marca Chinesa, Chana muda de nome para Changan

outubro 25, 2011 Deixe um comentário

Chana Cargo que agora passará a se chamar Changan Cargo

Ela foi uma das primeiras marcas de Carros  Chineses a ter coragem de aportar no Brasil, lá pelos longínquos anos de 2006, durante o Salão do Automóvel 2006. Estamos falando da antiga marca Chana que a partir desta semana não tem mais este nome.  A Districar, importadora de veículos sul-coreanos e chineses anunciou neste domingo a mudança do nome da marca Chana para Changan, os pequenos utilitários da companhia serão comercializados como MiniStar e Star.

O comunicado foi feito neste último domingo, 23, dia guardado para as primeiras entrevistas coletivas do 18º Salão Internacional do Transporte (Fenatran), que ocorre de 24 a 28 de outubro no Anhembi. A Chana foi a primeira linha de veículos chineses de quatro rodas a entrar à venda no Brasil, mas suas vendas nunca foram efetivamente expressivas.

Pelo que vimos no último Salão do Automóvel 2010,ou seja, pelos modelos apresentados, quem sabe a marca não dá a volta por cima e emplaca algum sucesso em breve. Qualidade, pelo menos no visual do estande e na apresentação do produto com certeza eles tem.

Abaixo algumas imagens tiradas do Stand da marca no último Salão do Automóvel ocorrido em 2010, na cidade de São Paulo.

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Carros importados somem de concessionárias após o aumento do IPI

Esta cena será cada vez mais difícil após o aumento do IPI

Quem foi as concessionárias esperando por pechinchas e oportunidades se deu mal nestas duas últimas semanas. A jornalista Milene Rios, do Estadão, registrou nesta última terça-feira, 4, que chegou ao fim o estoque de carros importados em algumas revendas, em razão de uma corrida às compras antes do aumento do IPI. Desde o anúncio da medida que elevou o imposto para carros estrangeiros em 30 pontos porcentuais a maioria das importadoras presentes no País deixou de faturar novos veículos.

A consulta a quinze revendas indicou que Effa, Hyundai, JAC e Kia são as mais afetadas pela falta de produtos. Na Autostar, da zona sul, não há mais Picanto, Cerato e Sportage, restando apenas alguns Soul, e um vendedor disse não saber quando os carros voltarão a ser entregues e a que preço.

O renovado Picanto é um dos veículos mais procurados da Kia e registrou avanço de 33% nas vendas em setembro. Segundo o importador, há 4,2 mil unidades em estoque, que serão comercializados pela tabela antiga.

A jornalista informa que Chery, Effa e JAC ainda têm estoques, mas faltam produtos em revendas BMW e Hyundai. O Veloster, lançado com suporte de expressiva campanha de propaganda, está praticamente esgotado. Foram trazidas 1.600 unidades na primeira etapa. Das importadoras consultadas, apenas a Hyundai pratica tabela com aumento do IPI. A Porsche divulgou na terça-feira, 4, aumento médio de 19% para seus veículos.

Chery consegue manter liminar que permite importadora de trazer carros sem o aumento de IPI

 

Uma boa notícia, pelo menos para a Chinesa Chery e para os consumidores. O governo não conseguiu derrubar a liminar concedida a favor da Venko Motors, importadora da chinesa Chery, que suspende até dezembro a alta de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os automóveis importados de fora do Mercosul e México. Ontem, a juíza Maria Helena Cisne, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, negou o recurso apresentado pela União, segundo informou a assessoria de imprensa do órgão.

A liminar foi concedida no último dia 21, pela Justiça Federal do Espírito Santo. No entendimento do juiz Alexandre Miguel, da 1ª Vara Civil do Estado, a Constituição Federal proíbe a cobrança de tributos “antes de decorridos noventa dias da data de publicação da lei que os instituiu ou aumentou”. Por isso, ele concedeu a liminar suspendendo o aumento por 90 dias. Essa é a base das demais liminares concedidas contra a elevação do IPI e também o argumento central da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) impetrada pelo DEM contra a medida.

A União recorreu da liminar, sustentando que sua manutenção traz risco de grave lesão à economia e às contas públicas, por causa do “altíssimo déficit comercial que tem prejudicado empregos, bem como a indústria nacional que se vê em desvantagem diante das indústrias estrangeiras”. Argumentou também que a abertura de um precedente contra a União poderia “destruir uma política macroeconômica séria e profundamente analisada, executada com lastro na Constituição da República e nas leis que regulamentam a matéria”.

Para a juíza Maria Helena Cisne, porém, não há risco de grave lesão à ordem econômica, porque à medida que se esgotarem os estoques dos modelos importados com o IPI mais baixo, a procura pelos importados vai diminuir, visto que os preços ficarão entre 25% e 28% maiores. Assim ela manteve o entendimento do juiz de primeira instância, com a seguinte argumentação:

“A Administração Pública encontra-se por óbvio submetida às regras constitucionais que delineiam o sistema tributário. Em consequência, caso haja a necessidade da observância do princípio constitucional da anterioridade nonagesimal, para fins de aumento da alíquota, impõe-se evidentemente o respeito ao texto da carta constitucional. Caso contrário é de se reconhecer que haveria lesão à ordem pública, eis que a própria base jurídico-normativa do Estado brasileiro – a Constituição – estaria sendo agredida.”

É impressionante como uma atitude que de fundo tenta apoiar a produção nacional de veículos simplesmente gera um aumento de impostos do nada. Se as autoridades querem proteger o mercado interna que zerem tarifas. Afinal pagamos um dos IPVAs mais caros do mundo e tudo relacionado a carros hoje é tachado de forma exorbitante e sem sentido.

Novo Modelo J6 poderá colocar finalmente a JAC Motors num rumo de vendas estável?

agosto 4, 2011 1 comentário

Muito boa a matéria veiculada ontem no site AUTOMOTIVE BUSINNESS, sobre o lançamento do modelo J6 da Jac Motors.

E de tão boa resolvemos publicar na íntegra, espero que gostem. A matéria trata do lançamento do veículo que poderá fazer a marca chinesa possa almejar a liderança em um dos segmentos automotivos de Mini Vans do mercado.

Assim como diz ter feito com o J3 (hatch e sedã), que começou a ser vendido em março deste ano, o importador dos carros da chinesa JAC para o Brasil, Sérgio Habib, primeiro precisou desconstruir e reconstruir a minivan J6, para só depois começar a vender o modelo de cinco ou sete lugares no mercado brasileiro. Segundo Habib, a chegada da J6 atrasou alguns meses porque diversas modificações foram feitas no veículo antes de embarcá-lo para cá, o que exigiu reengenharia e testes de 1 milhão de quilômetros, aqui e na China.

Ajustes feitos para o gosto brasileiro, o J6 chega neste mês às 50 concessionárias da JAC no Brasil por R$ 58,8 mil na versão de cinco lugares e R$ 59,9 mil na de sete. Ambos os modelos são “completões”, como diz o garoto propaganda da marca, o apresentador Fausto Silva. Eles vêm equipados com direção assistida, ar-condicionado digital, sistema de som, airbags frontais, freios com ABS (antitravamento) e EBD (distribuição eletrônica de frenagem). Mas há opcionais: pintura metálica (R$ 1.190), rodas de liga leve 17” (R$ 1.600) e revestimento dos bancos em couro (colocado nas concessionárias por R$ 1.400 para o cinco lugares e R$ 1.800 para o de sete).

Não há, no entanto, opção com câmbio automático – um conforto bastante solicitado em veículos nessa faixa de preço. “Não tem e nem vai ter tão cedo. A JAC está desenvolvendo um tipo de transmissão automática DCT (dupla embreagem) em uma empresa na Bélgica. Por isso ainda demora um pouco a chegar”, informa Habib.

Modificações

A maior modificação do J6 foi feita no trem-de-força, com substituição do motor 1.8 por outro 2.0 16V de 136 cavalos, desenvolvido pela JAC, o que levou à troca do câmbio. “Quem conhece engenharia automotiva sabe o tempo que leva para adaptar um carro a novos motor e câmbio”, justificou Habib. Também foi criada a versão J6 Diamond, de sete lugares, com a inclusão de uma terceira fileira com dois assentos removíveis no espaço do porta-malas, que acomodam bem duas crianças. Assim como o motor mais potente, a solução acaba gerando a sensação junto ao consumidor de estar se levando mais por menos.

Também não foi esquecida a já de praxe recalibragem da suspensão, para suportar as ruas brasileiras e o peso extra de dois passageiros. Na prática, quando está menos pesado, o carro parece pular mais, como foi possível constatar em um curto test drive de ida e volta entre São Paulo e São Roque. O motor 2.0, ainda “amaciando”, tem respostas preguiçosas, mas por certo o 1.8 original teria desempenho bem pior.

Os principais atributos positivos da minivan são seu grande e confortável espaço interno, garantido pelos 4,55 metros de comprimento, os bancos reclináveis também para os passageiros de trás e o amplo porta malas, de 720 litros sem a terceira fileira de assentos ou 195 litros na configuração para sete passageiros. É possível remover duas fileiras de bancos e ficar com espaço de 2,2 mil litros para transporte de cargas. No mais, o acabamento pode ser considerado aceitável, sem luxo, mas muito minimalista em relação aos principais concorrentes, como Chevrolet Zafira e mesmo o antigo Citroën Xsara Picasso.

O design, que saiu das pranchetas do famoso estúdio italiano Pininfarina, é moderno e até causa boa impressão visual, mas está longe de ser chamativo. Poucos nas ruas notaram a presença de um novo carro chinês na praça.

Mercado

“O mercado do J6 é interessante, porque na verdade não existe”, afirma Habib. “Os fabricantes não renovaram os modelos existentes e as vendas caíram para níveis muito baixos”, avalia. O executivo apresentou alguns números para comprovar sua tese. Em 2002, com apenas três modelos, o segmento de minivans tinha participação de 3,17% nas vendas. Hoje, com seis modelos (três deles importados), as vendas mal passam de 2 mil unidades por mês, algo como 0,6% do mercado.

Habib aposta que o J6 vai mudar isso. “Tem muita gente procurando carros com mais espaço interno e porta-malas, mas não encontra opções que pode comprar”, argumenta. Ele estima vendas de 1 mil a 1,5 mil unidades/mês, sendo 25% da versão cinco lugares e 75% da sete. “Vamos liderar o mercado de minivans porque o mercado está órfão”, sustenta. Por enquanto, 131 J6 foram vendidos na campanha de pré-venda do modelo.

O J6 chega com preço inferior aos concorrentes com motorização 2.0, caso da Chevrolet Zafira (começa em R$ 60,9 mil) e da Citroën C4 Picasso (parte de R$ 78,5 mil). Contudo, todos os seis participantes do segmento de minivans atualmente, inclusive os que custam menos do que o J6 (como a Citroën Xsara Picasso 1.6 de R$ 54 mil), vendem bem menos de 1 mil unidades/mês. O modelo da JAC, portanto, tem um desafio e tanto a superar.

Muito barulho, será que vale a pena?

A receita que Habib vai usar para conquistar mercado é a mesma já utilizada para o J3: muito barulho, com ampla campanha publicitária na TV, rádio, jornais, revistas e internet, incluindo merchandisings na Globo no Programa do Faustão e Mais Você, de Ana Maria Braga. Com isso, pretende atingir 47 milhões de pessoas.

“Até maio passado ninguém no Brasil sabia o que era a JAC. Hoje somos uma das 20 marcas mais lembradas do País”, afirma Habib, citando recente levantamento da publicação Meio&Mensagem. Com mais exposição da marca, o importador estima que as vendas de todos os modelos da JAC subam das atuais 3 mil unidades/mês para 5 mil.

“Existe uma máxima em marketing que diz que a melhor maneira de se matar um produto é fazer um grande lançamento de um produto ruim”, diz Habib, para justificar porque monitora de perto as modificações que pede nos carros que vêm para o Brasil – ela passa uma semana por mês na China e está pelo menos uma vez a cada dois meses no centro de desenvolvimento da JAC em Turim, na Itália. “A única coisa que faria a JAC não dar certo no Brasil era ter problema de qualidade. E não vamos ter porque tomamos todos os cuidados com muitos testes para evitar isso”, garante.

O tempo dirá se isso é verdade. Até lá, Habib vai vendendo sua marca chinesa que o tempo todo ele parece tentar descolar da imagem da China – como, por exemplo, dizendo que no centro de engenharia da JAC em Turim, em meio a mais de 50 pessoas, “só trabalha um chinês, e mesmo assim de Hong Kong”, ou que o design dos carros é italiano, ou que o novo câmbio automático está sendo projetado na Bélgica, ou já colando nas propagandas o selo “fábrica no Brasil” para um produto importado. Com um bom marketing, parece que em tudo se dá jeito.

“Vendemos carros em 80 países, mas nosso maior orgulho é o Brasil. O consumidor brasileiro é muito esperto. O senhor Sérgio (Habib) é muito esperto”, resumiu o vice-presidente mundial da JAC Motors, Dai Maofang, também presente ao lançamento do J6, dias depois de anunciar a construção de uma fábrica no Brasil em sociedade com o grupo de Habib, que terá participação majoritária no empreendimento….

Fábrica da Chery começa a ser construída em Jacareí – SP

julho 20, 2011 1 comentário

Até o Governardor Geraldo Alckmin participou junto com representantes da Chery China que inauguraram a pedra fundamental em Jacareí

Se alguém dissesse a 10 anos atrás que começaríamos a andar de carros chineses e que teríamos pelo menos meia dúzia de concorrentes da safra de “novos orientais do mercado”, os Chineses no Brasil, certamente diriam que eu fiquei louco, certo?

Pois é… faço aqui uma previsão um tanto visionária: Japoneses, Coreanos e principalmente chineses terão mais de 50%do mercado em menos de 10 anos. Não sabemos se irá acontecer, mas é o que esperam alguns orientais como em uma das frases que o presidente da Chery Automobile, Yin Tongyue fez ontem durante a cerimônia de lançamento da pedra fundamental da cidade de jacareí no estado de São Paulo. “Esperamos que o povo de Jacareí e de São Paulo cuide da Chery assim como uma mãe cuida de seus bebês.”.

A planta começa a ser construída no começo de 2012 e ocupará 400 mil metros quadrados, em um terreno doado pela prefeitura de 1 milhão de metros quadrados, cuja escritura Tongyue recebeu nesta terça-feira, 19, das mãos do prefeito de Jacareí, Hamilton Ribeiro Mota.

Ali a empresa começa a executar o seu maior investimento já feito fora da China, de US$ 400 milhões, para erguer a primeira unidade de produção completa além de suas próprias fronteiras nacionais – todas as outras 12 plantas da Chery existentes no exterior fazem apenas montagens de veículos em CKD e SKD. Tongyue revelou que todos os recursos a serem investidos na fábrica brasileira virão de seu país de origem, parte do caixa próprio da empresa e parte de financiamento do Banco da China.

Globalização no Brasil

“Não há nenhuma empresa do ramo automotivo no mundo que não esteja de olho no Brasil”, disse o executivo, para justificar o interesse da Chery em ter escolhido o País para intensificar seus esforços de globalização, que estão apenas começando, mas em ritmo acelerado. A fabricante estatal foi fundada em 1997 e já é a maior exportadora chinesa do setor, respondendo por 40% de todos os embarques de veículos, com presença em 80 mercados e projeção de produzir 800 mil unidades este ano, sendo 128 mil para exportação. A Chery é a quarta marca de produto chinês mais lembrada no mundo – e agora quer ser bem falada no Brasil.

“Queremos ser uma marca conceituada no Brasil. Por isso também vamos ter aqui um centro de desenvolvimento”, destacou Tongyue, lembrando que a Chery é atualmente a maior geradora de patentes do setor automotivo chinês e quer ser um ator global com qualidade reconhecida. Assim o País abrigará o terceiro centro de engenharia da Chery fora da China – os outros dois estão na Europa e Austrália.

Quando a planta estiver produzindo a todo vapor, a partir de 2014, deverá empregar cerca de 4,5 mil pessoas. Luis Curi, CEO da Chery Brasil, estima que esse número pode ser multiplicado por cinco ou seis na cadeia completa de fornecedores de suprimentos e serviços.

Veja abaixo como será a nova fábrica da Chery no Brasil


 

Nova S18 da Chery é flagrada em São José dos Campos com características idênticas ao modelo X1 vendido na China

Uma mistura de Eco sport, Idea, Tiggo crescido  e outros. Pelo menos é o que parece ao vermos o modelo S18 da Chery exibido hoje no site da Auto Esporte.

A Chery, uma das primeiras marcas chinesas a fincar bandeira no Brasil, se prepara para mais um lançamento. Essa novidade será será o modelo S18, flagrado pelo  internauta Clayton Guimarães em São José dos Campos (SP), com placas verdes de teste da cidade de Salto (SP), onde fica a sede da marca chinesa no Brasil enquanto a fábrica em Jacareí (SP)não fica pronta. O S18 foi mostrado no Salão do Automóvel, em outubro do ano passado, e deverá chegar às lojas no fim do ano com motor 1.3 de 83 cavalos.

O carro é um compacto com apelo fora de estrada. “O interior demonstra a busca da Chery por uma identidade própria, com direito a ousadias na disposição dos itens do painel de instrumentos e nos botões”, relatou o repórter Alberto Cataldi da revista Auto esporte.

Com o mesmo motor do utilitário esportivo Tiggo, o S18 se mostrou um pouco mais ágil por ser mais leve. “O resultado é um compacto que responde bem nas acelerações e perde menos tempo nas retomadas. O que atrapalha a experiência é a falta de estabilidade, resultado direto da distância do solo. Fazer uma curva mais fechada não transmite segurança e as irregularidades do solo chegam à cabine com força”, concluiu Cataldi depois de ter dirigido o carro.

Por enquanto nem na matéria, nem na internet se fala de preço, mas com certeza ele ficará na faixa de uns R$42.000,00 no máximo, fazendo um comparativo com outros modelos da marca e de outras “novas orientais do mercado”


Porsche da China cria série especial 10 Year Anniversary Edition para comemorar aniversário

E lá se  vão 10 anos do momento que a Porsche chegou a China. E para  comemorar a presença no mercado que mais cresce no mundo, a  marca apresentou hoje sexta-feira (27) a série especial ‘10 Year Anniversary Edition’, limitada a apenas dez unidades. O preço da exclusividade, no entanto, ainda não foi divulgado pela marca alemã e com certeza deverá ser beem caro.

O modelo é baseado no 911 Turbo S. Sob o capô funciona um motor 3.8 de seis cilindros biturbo que entrega 530 cavalos de potência e 71,4 mkgf de torque. Em termos de desempenho, o superesportivo atinge a velocidade máxima de 315 km/h e vai de 0 a 100 km/h em 315 segundos. A transmissão é PDK de dupla embreagem.

Por fora destaque para a pintura dourada do ‘bólido’, que contrasta com o capô fosco. As rodas de liga leve de 19 polegadas trazem o estilo retro. Por dentro, os bancos esportivos são revestidos com couro do tipo Alcântara. Uma placa de identificação garante a exclusividade da série.

Veja abaixo outras imagens do modelo comemorativo dos 10 anos da Porsche na China

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A diferença entre as vendas e os emplacamentos da JAC Motors

Sou responsável pela área comercial de uma  empresa e sei quando existe uma venda possível ou uma venda efetivada. Mas existe uma grande diferença entre fechar um contrato e assinar um contrato. Com veículos é a mesma coisa. Vender um carro é parte do processo de se entregar um carro e depois o mesmo ser efetivamente emplacado. Parece que é o que está acontecendo com a JAC.

Seria um engano ou Jogada de marketing?

Quando a JAC anunciou que havia vendido cerca de 1.200 carros na primeira semana de funcionamento, o número chegou a ser surpreendente, não é?  a marca tem gasto os tufos nas mídias tradicionais e chamou nossa ex gordo faustão para dar uma força. Inclusive segundo a marca os estoques inicias chegariam a pelo menos  a incríveis 14.500 carros. Mas ao acompanhar os emplacamentos do J3 e do sedã J3 Turin, esse número até agora não chegou nem perto de ser uma realidade.

Sérgio Habib, inclusive, mudou sua projeção para os primeiros 30 dias, indicando vendas totais de cerca de 4 mil carros. Poxa, um feito se não fosse um pequeno problema…até ontem , sexta-feira, ou seja, três semanas após o Dia J, apenas 856 carros haviam sido emplacados, isso com mais de 50 concessionárias ( abertas???)

Há de se ressaltar que os dados fornecidos pela JAC podem se referir aos fechamentos de negócios, quando a “sirene” é tocada. Entre a assinatura do contrato e o emplacamento, de fato, existe um certo intervalo, mas a diferença ainda assim está bem grande.

Você contesta estes dados? OK… JAC manda pra gente então algum número correto, teremos imenso prazer de divulgá-los com toda isenção possível.

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Nova imagem das novas gerações do Mercedes Classe A e B

Quem conheceu o lançamento no Brasil da Mercedes classe A no final dos anos 90 e começo de 2000 acreditava que finalmente poderia ter uma Mercedes. O carro conquistou muitos ( nem tantos quanto a Mercedes queria) e hoje ainda tem sua versão Classe B – que não é de tão em conta, mas ainda sim é um dos modelos da marca mais baratos.

Esses e você terão uma chance em breve de ter um revival.Mostrado por alguns sites em Janeiro alguns primeiros esboços, agora a Mercedes mostra imagens de um esboço digamos oficial e que mostra como serão as futuras gerações do Mercedes Classe A e Classe B, da marca alemã.

Concebida em sua nova geração para concorrer no segmento dos compactos Premium, a nova Classe A deverá ter estilo inspirado no conceito BlueZero. Faróis mais agressivos e plataforma mais baixa, entretanto, indicam uma mudança clara em direção a uma maior esportividade.

Apostas indicam que o lançamento está próximo – o Salão de Xangai 2010 (China), no final de abril, é o mais indicado. Uma variante AMG deverá fazer parte das opções para o consumidor.

Pode ser que a Mercedes ainda volte a pensar em você pobre mortal que quer ter um carro de luxo por valores módicos …sugestão… mude para a Europa, lá os carros são bem baratos em relação ao que se ganha e não tem os juros abusivos que são cobrados por aqui. Enquanto isso reze para alguém ter compaixão e traga quem sabe uma versão 1.6 prá cá….

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Os números da JAC, 900 contratações e 242 itens modificados para poder atuar no Brasil

fevereiro 21, 2011 Deixe um comentário

A expectativa para saber como vão se sair as vendas dos modelos da chinesa JAC — Jianghuai Automobile Co. a serem comercializados no Brasil a partir de março é grande. Os números pelo menos neste início também serão.. Os modelos da marca já teriam recebido modificações em pelo menos  242 itens para atender ao consumidor local.

Do câmbio à tampa do bocal do tanque de combustível, passando pelo ar-condicionado e pneus, o modelo J3 nas versões hatch e sedã “não tem nada a ver com o chinês”, disse esta semana o presidente do grupo SHC, Sérgio Habib, importador da marca. Habib explicou que as mudanças tiveram a contribuição de companhias globais como Delphi, Visteon e Johnson Control.

As alterações para os modelos destinados ao Brasil agradaram tanto que a fabricante as incluiu em versão que é vendida na China, a J3 Samba. As modificações se estendem aos bancos, com veludo e forração mais firme; ar-condicionado, com maior carga de gás; pneus de aro 15 (o padrão é 14); limpador de para-brisas fortalecido; e a borrachas das portas reforçadas para vedar entrada de pó e fazer menos barulho. Em próxima etapa, o motor a gasolina será substituído por um flex, com a ajuda da Delphi.

Habib vai apresentar aos jornalistas os planos da JAC Motors para o Brasil, em reunião no Hotel Royal Palm Plaza Campinas dia 11 de março. O executivo promoverá a abertura simultânea de 46 concessionárias da marca no dia 18 de março. Será o dia J, para mostrar os modelos J3 e J3 Turin. O empresário é proprietário de dezenas de concessionárias no Brasil, a maioria da Citroën, marca que introduziu no Brasil e chegou a comandar como presidente da representação local.

Mas os números não param por aí…a montadora deverá contratar cerca de 900 pessoas para trabalhar nas 46 novas concessionárias que serão inauguradas simultaneamente.

Esse é mais dos desafios para o início da operação da Jac Motors no Brasil, que será conduzida pelo empresário Sérgio Habib, presidente do Grupo SHC. Por sorte, o executivo já provou que lida bem com obstáculos.

A companhia anunciou em seu perfil no Twitter que tem vagas abertas e divulgou um endereço eletrônico para que interessados se candidatem a trabalhar na empresa.

A empresa não divulga quantas vagas ainda estão abertas, mas a página do Grupo SHC na Catho Online exibe oportunidades em diversas áreas, entre elas jurídico, vendas, pós-vendas e logística.

Mais informações estão disponíveis no site da Jac Motors.

Veja abaixo um vídeo sobre a JAC Motors da China

Essa e outras matérias você pode seguir pelo twitter

Conheça a Chery e o modelo QQ da marca que chega em março e deverá incomodar a concorrência

janeiro 24, 2011 2 comentários

Para aqueles que ainda não sabem, a Chery, marca chinesa que estreou no Brasil em 2009, está com um de seus modelos quase prontos para entrar de vez no mercado nacional.

Quem é a Chery no mundo?

Ok, mas quem é a Chery, que tanto se fala hoje no país, como uma das primeiras marcas a aportar em solo brasileiro? Ela foi fundada em 1997 para estimular a economia da região de Wuhu,na China  tendo sido uma iniciativa do governo local. Tendo encontrado dificuldades para obter licenciamento que autorizasse a venda de seus modelos em toda a China, a empresa foi salva em virtude de um pedido de produção de táxis feito pelo governo local (seu único acionista à época). Em 2001 a Shanghai Automotive Industry Corporation (SAIC) passou a deter participação na empresa, o que facilitou a distribuição da sua produção.

Em 2001/2002 a Chery contratou vários profissionais que deixaram a Daewoo em virtude do processo de falência enfrentado por ela. Ocorre que estas pessoas transferiram para Chery mais que sua força de trabalho, tendo levado também projetos inteiros de modelos da Daewoo. Como conseqüência, a Chery produz 2 modelos (Chery QQ e Chery Oriental Son) que são idênticos a modelos da GMDAT (Daewoo Matiz e Daewoo Magnus).

Sediada em uma área de aproximadamente dois milhões de metros quadrados na cidade de Wuhu, província de Anhuí, a Chery possui mais de 15 fábricas construídas ou em processo de construção e emprega mais de 22 mil funcionários.

A Chery alcançou, em pouco tempo, posição de destaque na indústria automotiva chinesa. Logo em seu primeiro ano de participação no setor, em 2000, a empresa conseguiu a impressionante marca de 28 mil unidades vendidas na China.

Dez anos depois do lançamento dos primeiros modelos da marca, é líder em crescimento e campeã de vendas entre as montadora 100% chinesas, com o total de 360 mil carros comercializados em 2008.

No Brasil

Por enquanto a marca está instalada no município de Salto, interior de São Paulo, onde mantém sua sede administrativa e ocupa uma área de 100 mil metros quadrados e conta com escritórios para os executivos da montadora, área administrativa, show room e estoque de peças. O Chery Tiggo, um SUV com motor 2.0 a gasolina, 16 válvulas, 135 cv, câmbio mecânico e tração 4×2, foi o primeiro modelo da companhia lançado em território nacional. A Chery atualmente negocia com o Governo de São Paulo a instalação de uma fábrica na cidade de Jacareí, a previsão é que a fábrica esteja pronta e operando em 2013.

Vamos ao que interessa

O foco na prática desta matéria foi de levantar uma lebre, mais precisamente um ponto de interrogação na cabeça dos consumidores. Valerá a pena comprar um modelo Chinês. O momento da discussão será o lançamento em março do modelo Chery QQ que chega ao mercado com: direção hidráulica; ar-condicionado; rádio com CD/Player e entrada (mini-)USB; bancos traseiros rebatíveis; limpador do vidro traseiro; luzes de neblina; faróis com regulagem de altura; vidros, travas e espelhos retrovisores elétricos; alarme e travas de porta; duplo airbag frontal; cintos de segurança dianteiros com pré-tensionador; freios dianteiros a disco com ABS (antiblocante) e EBD (distribuição eletrônica de frenagem); sensor de ré com aviso sonoro e gráfico.

Tudo isso segundo informa a própria marca, custará perto de R$ 22 mil, quando o subcompacto QQ for oficialmente lançado no Brasil.

Mesmo completo, o QQ vai brigar pelo posto de carro mais barato do país (e obtê-lo, se cumprir todas as promessas). Atualmente, a disputa fica entre o rodado (atravessa sua quarta década de existência) e espartano (em matéria de equipamento) Fiat Mille, fabricado no Brasil, e um outro chinês, o Effa M100, que chega ao Brasil via Uruguai e é mais famoso por uma dupla falta de estrutura: de segurança e da rede pós-venda. Na Europa, o QQ desbancou os modelos da romena Dacia (que aqui no Brasil é mãe da Logan/Sandero da Renault) da posição de veículos mais em conta.

Oficialmente chamado de QQ 3 (há diversos QQ na China), o carrinho já foi mostrado ao público brasileiro durante do Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro passado. No Brasil, deve ser conhecido mesmo como QQ, embora a importadora ainda esteja definindo qual emblema adornará sua lataria (há ainda a chance de ele ostentar o 1.1, alusivo à motorização).

Ele mede apenas 3,5 metros de comprimento, 1,48 m de largura e 1,49 m de altura, com 2,34 m de entre-eixos. Comparando, o QQ é menor, mais estreito e menos espaçoso que Ford Ka e Mille: 3,83 m, 1,64 m e 2,45 m para o Ford, e 3,69 m, 1,54 m e 2,36 m para o Fiat.

Seu motor de 1,1 litro a gasolina fornece 68 cavalos de potência a altos 6.000 giros, com torque de 9,17 kgfm entre 3.500 e 4.500 rpm. Os números parecem mirrados, mas o QQ só tem 890 quilos e, por isso, quase “voa” com o empurrão do propulsor austríaco. Na cidade, é ágil . A direção hidráulica é bastante leve e o QQ ainda conta com sensor de ré e uma espécie de indicador gráfico/métrico para mostrar por meio de barras vermelhas e verdes e com décimos de metro o quanto falta para chegar ao obstáculo/carro atrás.

Eles querem fazer de tudo para agradar não só a mulheres em busca de carros práticos e fáceis de manobrar, mas também a qualquer um que queira uma opção barata de primeiro ou segundo carro, que não pese no orçamento e que possa levar até quatro pessoas e alguma bagagem. Atualmente, a opção é buscar um modelo “pelado”, sem qualquer conforto ou diferencial. Com o QQ, a Chery quer repetir a estratégia traçada para o SUV Tiggo, o médio Cielo e o “altinho” Face, mas com mais ímpeto no “mais por menos”.

O objetivo é duplicar o nível de vendas da marca agora em 2011 e, no futuro, brigar forte no segmento de entrada — tudo por conta do QQ. O carro é um dos cotados para ser fabricado no Brasil a partir de 2013, ganhando motor flex antes disso. Será uma meta atingível ou ele morrerá na praia? O que as grandes montadoras pensam disso? Saberemos depois de março..

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Honda mostra no Salão da China 2010, o modelo S1 Sedã

dezembro 24, 2010 Deixe um comentário

A Honda também mostrou lançamento esta semana no Salão do Automóvel da China 2010. O mercado japonês em paralelo ao Chinês de veículos irão ganhar ganha cada vez mais modelos novos. A sua irmã Nissan também já tinha apresentado também a poucos dias  o sedã médio Sunny no Salão da China, nesta segunda-feira (20). A  Honda apresentou o sedã S1 na exposição, porém com uma peculiaridade. O modelo será vendido naquele país sob a marca Li Nian e chega no primeiro trimestre de 2011 às lojas.

Como sempre os carros chineses apresentam uma mistura de modelos e conceitos e não seria diferente desta vez.

O modelo é uma versão mais simples do carro-conceito Everus, exibido em abril, e adota detalhes da geração anterior do Honda City. O modelo tem como opções dois motores a gasolina, um 1.3 e outro 1.5.

De acordo com a fabricante, o novo sedã foca o público jovem da China.

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Vendas de carros chineses aumentaram 220% e Coreanos 56% somente em 2010

dezembro 3, 2010 Deixe um comentário



As vendas de veículos leves e pesados atingiram em novembro 3,13 milhões de unidades, um aumento de 10% sobre 2009. Análise da Carcon Automotive mostra que as vendas de importados da Ásia, em especial da China e Coréia do Sul, cresceram bem mais que o mercado como um todo de janeiro a novembro de 2010.

Os chineses, apesar de volumes relativamente baixos, cresceram 220% este ano e os coreanos 56%. Os gráficos mostram a evolução das vendas dos dois países aqui (produtos da Hyundai CAOA produzidos em Goiás não estão incluídos).

Os chineses, por meio de seus representantes ou filiais aqui, têm desenvolvido a estratégia de fornecer produtos, em sua maioria, de segmentos mais baratos. Boa parte dos seus veículos na faixa de R$20 mil a R$40 mil, enquanto os coreanos estão concentrados no patamar de R$50 mil a R$100 mil. Os chineses de maior venda este ano foram Hafei RuiYi (Towner), importados pela CN Auto, e os Chery Face e Tiggo (este montado no Uruguai). Os coreanos de maior venda em 2010 foram o Hyundai i30 e Tucson e o Kia Cerato.

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M100 da Effa entra pela primeira vez no esquema de recall

novembro 12, 2010 Deixe um comentário

Os proprietários do M100 vendidos no Brasil entre 2008 e 2010 devem comparecer a uma concessionária Effa para averiguação se os dois cintos de segurança laterais do banco traseiro do carro são do tipo diagonal, com apenas dois pontos, ou de três pontos. Cintos de segurança de dois pontos serão gratuitamente substituídos pelo modelo de três pontos. A operação demora cerca de uma hora.

A Effa Motors explica que a Changhe, fabricante do modelo na China, enviou para o Brasil parte dos carros com os cintos de segurança traseiros do tipo diagonal — e os veículos acabaram sendo comercializados. De acordo com a legislação brasileira os cintos de segurança devem ser de três pontos nas duas laterais do banco traseiro.

Mais em www.effamotors.com.br ou pelo tel. 11 4153-3253.

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Honda começa a construção de nova fábrica de automóveis na China

novembro 10, 2010 Deixe um comentário

Executivos da Honda Chinesa e da DongFeng simbolizam o início das obras em Novembro de 2010, iguaizinhos os daqui...

Antes mesmo do anúncio do recorde de vendas de carros na China em 2010,a Dongfeng Honda Automobile Co., Ltd., uma joint-venture para produção e venda de automóveis Honda na China, organizou um evento, dia  5 de Novembro, para dar início as obras de construção da sua segunda fábrica de  veículos em Wuhan.

Em comunicado, a Honda revela esta será a sua primeira fábrica a produzir parte da electricidade usada no processo de produção, a partir de painéis solares produzidos pela Honda Soltec, o que deverá permitir uma redução das emissões de CO2 .

Além disso, a nova fábrica utilizará a luz natural e o calor que normalmente é desperdiçado nas atividades da fábrica, o que, em conjunto com a medida anterior, deverá significar uma redução de 600 toneladas de emissões anuais.

Durante a cerimônia foi anunciado que a empresa estima que esta nova fábrica, prevista para entrar em funcionamento na 2ª metade de 2012, tenha uma capacidade de produção anual de 100.000 unidades, um aumento em relação ao plano inicial de 60.000 unidades anuais.

Em 2013 estima-se que o volume produzido tenha a capacidade de chegar a 120.000 veículos ano.

Só a Honda na China vendeu este ano cerca de 2,3 milhões de automóveis. Bastante…

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China aumenta em 39,2% o volume de carros vendidos e chega a 9,5 milhões de unidades só em 2010

novembro 9, 2010 Deixe um comentário

Que venham os carros voadores, porque em terra já está ficando beem difícil

Quem teve a oportunidade de visitar ( com calma) o Salão do Automóvel 2010 pode reparar nos estandes das marcas chinesas um vai e vêm de pessoas frenético, mas não visitas de curiosos em si, pessoas procurando informações futuras de como adquirir ou mesmo se informar sobre ter um esquema de vendas dos carros. Não é pra menos.

O mercado de automóveis e comerciais leves na China manteve a posição de maior do mundo ao vender mais de 9,5 milhões de unidades entre janeiro e setembro de 2010. O número é 39,2% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, segundo um levantamento divulgado pela Jato Dynamics do Brasil. Isso com certeza irá se refletir por aqui.

Só como comparação, o Brasil licenciou um pouco mais de 8,3 milhões de veículos entre 2007 e 2009 – considerados os melhores anos da indústria automotiva brasileira, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

De janeiro até agora, o Brasil vendeu 2,36 milhões, ou 7% a mais do que em 2009, de acordo com o estudo. Isso é suficiente para consolidar o país na quarta posição entre os maiores mercados mundiais.

Trânsito em São Paulo - Capital próximo das 17 hs - pra onde vai tanto carro?

A Alemanha parece logo em seguida, com pouco mais de 2,2 milhões de unidades vendidas. O mercado do país caiu 26,1% no período.

Depois da China, aparecem os Estados Unidos: as vendas chegaram a quase 9 milhões, uma alta de 10,5% nas vendas entre os primeiros nove meses de 2009 e os deste ano.

O Japão é o terceiro, com vendas na casa dos 4 milhões de veículos e alta de 18,7% nos negócios de um ano para cá.

Outro fator em destaque deste mês é a Itália, que caiu para a nona colocação, com o resultado negativo de 3,7%, sendo ultrapassado pelo Reino Unido, que teve aumento de 8,7% nas vendas.

Para Luiz Carlos Augusto, diretor superintendente da Jato Dynamics do Brasil, a “China continua com um crescimento muito forte e se consolida para fechar o ano em primeiro lugar”.

- O Brasil, por sua vez, começa a garantir seu 4º lugar. Se a Alemanha não criar uma alternativa [para as vendas de seu mercado automotivo], continuará caindo.

A Toyota foi a marca que mais vendeu (4,1 milhões de unidades) entre janeiro e setembro, seguida pela Volkswagen (3,236 milhões) e pela Ford (3,229 milhões). Chevrolet (2,6 milhões), Honda (2,3 milhões), Nissan (2,3 milhões) e Hyundai (2,1 milhões) vêm em seguida.

Entre as dez maiores marcas, somente a Fiat viu as vendas caírem entre 2009 e 2010, de 1,475 milhão para 1,391 milhão de veículos e comerciais leves. A Kia, por sua vez, foi a que mais cresceu (25,2%), de 940 mil para 1,177 milhão.

Trânsito ameaça parar Pequim em 2015

Os veículos particulares já param um dia por semana, uma medida introduzida durante os Jogos Olímpicos de 2008 e que permite retirar da circulação um quinto dos automóveis da cidade. Mas, mesmo assim, o trânsito em Pequim é cada vez mais lento.

No final do primeiro semestre de 2010, Pequim tinha 4,4 milhões de veículos (mais 400.000 do que em Dezembro passado) e se o crescimento não abrandar, em 2015 chegará aos 7 milhões.

As ruas da capital chinesa só tem capacidade para 6,7 milhões de veículos, disse Guo Jifu, director do Centro de Investigação de Transportes de Pequim, num simpósio sobre os problemas de trânsito na cidade.

Até há cerca de vinte anos, a bicicleta era o único meio de transporte privado acessível à esmagadora maioria da população chinesa.

Mas em 2009, a China tornou-se no maior mercado automóvel do mundo, e em Pequim a percentagem da população que usa transportes públicos é de apenas 38 por cento, cerca de metade do que acontece noutras grandes metrópoles internacionais.

Escrevam o que eu digo… o Brasil vai chegar a aumentar em pelo menos 30% a venda de autos nos próximos anos, mas esse ritmo deve cair para os patamares atuais por falta de investimentos do governo em infraesterutura viária e veremos nossa querida recém governante eleita reclamar de governos anteriores. Se na China com toda a infra existente já está assim, imagine por aqui.  Quando isso acontecer teremos a espantosa venda de carros movidos a energia limpa e com metade do tamanho dos de hoje. Quem viver verá.

Fonte: R7

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