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Arquivo para a categoria ‘Autos Carros Tata’

Novo Tata Nano já pode ser visto no Salão de Nova Dheli 2011 que acontece na Índia

novembro 21, 2011 Deixe um comentário

Ele foi lançado a exatos 3 anos durante o Salão de Nova Dheli de 2008. Falamos do Tata Nano, o carro mais barato do Mundo. Este ano durante o Salão de Nova Dheli 2011, na Índia  a marca apresenta um modelo com um pouco mais de recursos, numa tentativa de fazer o modelo  “decolar”. Por incrível que pareça, mesmo com o mundo em crise as vendas tem sido muito abaixo das expectativas.

Para mostrar que o modelo melhorou  principal alteração ficou por conta do motor de 38 cavalos de potência, 3 a mais do que o anterior. O consumo de combustível passou para 25,4 km/l, comparado com os 23,6 km/l da versão anterior.

O Nano também teve mudanças no interior, que ficou mais “luxuoso”, de acordo com a Tata, e com menos ruído. Ele também terá mais opções de cores, como as cítricas. As novidades foram baseadas em pesquisas com os consumidores do modelo indiano.

Falando em resultados efetivos, A Tata esperava vender 25 mil unidades ao mês, mas, em outubro passado, chegou a 3.868, o que, no entanto, representou uma alta de 26% sobre o mesmo período do ano passado.

O Nano atualmente custa a partir de 140,880 rúpias (cerca de US$ 2.770 ou R$ 5.019, na cotação do dólar nesta segunda), segundo a France Presse. Segundo fontes especializados do mercado as vendas são prejudicadas por causa de uma série de defeitos, incluindo motores que pegaram fogo, além da acirrada competição no segmento de compactos no agitado mercado da Índia. Para outros, a Tata errou no marketing, ao vender o carro apenas como “barato”, e não como um produto para classes em ascenção.

Mas em se falando de Brasil, não seria nada mal uma versão adaptada do modelo para que obedecesse as leis um pouco mais rígidas que temos e quem sabe um modelo na faixa de uns R$12.000 não seria uma boa pedida. Ainda mais com o dobro ou o triplo de economia no consumo de combustível. Seria uma boa, mas se as vendas não decolarem por lá, talvez ainda leve um bom tempo até que  a novidade chegue em solo tupiniquim.

Vendas do modelo Nano da Tata indiana continuam em queda livre

dezembro 4, 2010 1 comentário

O fato de ser o carro mais barato do mundo não é garantia de boas vendas. Que o diga o Nano. O subcompacto da Tata, considerado o carro mais barato do mundo – custa 100 mil rúpias, o equivalente a R$ 4 mil –, amarga uma forte queda nas vendas. Em novembro, o modelo teve apenas 509 unidades comercializadas em seu país natal, o que signifca uma queda de espantosos 85%.

A montadora culpa a limitação de crédito no mercado indiano para a retração nas vendas do carro. Especialistas e a imprensa, contudo, acreditam que os últimos problemas envolvendo o modelo, como casos de carros que pegaram fogo, afujentaram os clientes. Nem sempre o que é barato é sempre o que vende mais, diriam acionistas de mercedes ou lamborghini.

Sem admitir que trata-se de um recall, a Tata iniciou a inspeção dos mais de 33 mil modelos que já foram comercializados e lançou um pacote gratuito para aprimorar a segurança do carro.

Talvez uma saída para a Tata seria desenvolver carros melhores e um pouco mais caros, assim talvez seu cliente que compre um carro pela primeira vez possa ter um upgrade num médio prazo.

Outra questão que ninguém comenta é a de que se a pessoa já comprou um carro com o menor valor de mercado, por quanto ela deveria vender este mesmo carro após 1 ou 2 anos de uso? por este raciocínio um carro como o Nano usado seria vendido por cerca de R$2.500,00 ??? Inviável, mesmo para os padrões Indianos…

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Mercado de luxo traz lucros para a Tata, montadora que faz carros para os pobres

Jaguar XJ 2010, modelo recém lançado que tem ajudado a montadora a lucrar muiiito....

Jaguar XJ 2010, modelo recém lançado que tem ajudado a montadora a lucrar muiiito....

O mercado de automóveis de luxo dá sinais de que está aquecido.  Prova disso é o valor das ações da Tata Motors, dona da Jaguar Land Rover, que aumentaram ontem 6% na bolsa indiana  segundo informou a agência Bloomberg. Desde o início do ano os ganhos já superam os 20%.

O otimismo é explicado pelos resultados da empresa. A Tata lucrou 326 milhões de dólares no segundo trimestre, constratando com o prejuízo de 54 milhões de euros registrado no mesmo período de 2009.

A explicação da melhora nos resultados estão as vendas de carros de luxo. A Jaguar Land Rover, vendeu cerca 57 mil unidades em 2010, cerca de 21 mil automóveis a mais do  que em 2009. A divisão britânica conseguiu lucros de 265 milhões de euros no trimestre.

O  desempenho está em acordo com o maior apetite por carros de luxo, o que levou construtoras como a BMW ou a mercedes , por exemplo, a aumentarem as suas perspectivas de lucros. “Se as economias continuarem a se recuperar, as pessoas irão comprar mais carros de luxo”, explicou um gestor de fundos à Bloomberg.

A Tata Motors comprou a Jaguar Land Rover à Ford em 2008 por cerca de dois mil milhões de euros. Será que o problema seria a Ford, que recentemente também vendeu a Volvo para um grupo Chinês, ou apenas um contratempo do mercado que levou a seus executivos a tentarem se livrar de um problema, quando na verdade o que tinham em mãos era um embrião montadoras lucrativas… isso só o tempo dirá. Talvez a Ford tivesse medo de mudanças, mas isso é assunto para o Seth Godin.

Eu particularmente acredito que a montadora de sucesso no futuro, será aquela que promover o deslocamento de seus clientes num ambiente, pequeno, porém muito confortável, climatizado, barato e é claro, sustentável…neste caso leia-se carro ecológico que gasta pouco combustível e este combustível seria renovável..

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Daewoo deve chegar ao país em Setembro trazendo o Spark M150 como alternativa para os carros de entrada


Quem ainda se lembra do Daewoo espero vendido por aqui na década de 90 com mecânica do Chevrolet Vectra? Pois bem. A marca coreana está fora do nosso país já por um bom tempo, mas voltará no mês de setembro, um pouco antes do Salão do Automóvel de São Paulo 2010 .

Voltará de maneira oficial, não através da própria marca, mas sim pela Forest Trade, importadora independente de São Paulo. Ela venderá o Daewoo Spark M150 por valores começando em 22.800 reais.

A informação é da revista Quatro Rodas, que também fala de uma versão completa do carrinho por 24.800 reais. A Forest Trade fechou um acordo com a GM da Europa para trazer a marca Daewoo. É claro que modelos que a Chevrolet poderá usar ficam de fora, como o Novo Spark e o Cruze, além de um modelo já usado pela Chevrolet, a Captiva.

O Daewoo Spark M150 foi lançado em 2000, e ainda é vendido em alguns mercados tão ou mais defasados que o nosso, como o Uzbequistão. Aliás, é de lá que o compacto virá. A Forest Trade quer vender o Daewoo Spark M150 como o mais barato, o mais econômico e o modelo com a maior garantia do segmento.

Por pior que esse Spark seja, ele com certeza não chega no nível terrível de compactos chineses. A versão de 22.800 reais terá apenas CD Player. Já a de 24.800 reais incluirá ar-condicionado, travas elétrica e vidros elétricos.

O câmbio é sempre manual, e o motor 0.8 de 51 cavalos é condizente com o peso do Spark, de 770 quilos. Aliás, ele tem 30 centímetros a menos que um Uno Mille, que em breve ganha a versão Panda Européia. A aceleração de 0-100 é feita em 12 segundos e a máxima é de 144 km/h.

E o tata Nano, quando chega???? Resta esperar por coisas boas no mercado…

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Daimler Alemã vende ações da Tata Motors indiana por 300 milhões de Euros

Venda ajudou o caixa da Daimler

A Daimler - , anunciou que vendeu a sua participação na Tata, que correspondia a 5.34% de acções da montadora indiana,  num negócio que representou um volume financeiro da ordem de 300 milhões de euros. Na prática pelo montante das ações ela era considerada a terceira maior acionista.

A transação deve ter um impacto positivo de 265 milhões de euros no lucro antes de juros e impostos da Daimler e será contabilizada no primeiro trimestre de 2010.

O construtor alemão explicou que as negociações não afetam a relação entre as duas empresas, e que se justificam pelo fato de as ações da marca indiana terem valorizado bastante no último ano, e também porque os negócios da Daimler na Índia terem, também, registado uma melhoria, tornando-se, assim, desnecessária a posse de uma quota das ações da marca indiana.

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Empresa cria o Nano mais caro do mundo

janeiro 11, 2010 Deixe um comentário
Apresentamos o Tata Nano mais caro do mundo

Apresentamos o Tata Nano mais caro do mundo

Se você acha que o Tata Nano é, de fato, o “carro mais barato do mundo” , vai se surpreender com o projeto da empresa DC Design. A versão personalizada do carrinho concebida pela customizadora custará nada menos que US$ 220 mil, o equivalente a R$ 382 mil.

Se comparado aos US$ 2,5 mil (cerca de R$ 4,3 mil) pedidos pelo carrinho
na Índia, país onde ele é fabricado, o preço da versão especial do Nano é, no mínimo, chocante.

Opiniões à parte, a ousadia da DC Design vale ser destacada. De cara, a estética da versão já impressiona. Isso porque o modelo ganhou um pacote de equipamentos voltados para anabolizar o visual externo e que inclui entre outros itens, grade e para-choque dianteiro de aparência mais agressiva, e que o deixaram com outra identidade.

Além disso, a preparadora pretende substituir as pequenas rodas do modelo.

As superfícies de plástico e o painel também darão espaço a materiais mais
refinados. Embora a versão seja ainda um protótipo, a intenção é rechear o Nano com itens tecnológicos. Acredita-se que somente a ‘carcaça’ do  pequeno indiano será mantida, fora isso, tudo será diferente.

Quanto à motorização, a ideia e presentear o pequenino com um motor de 1.6 litro.
De acordo com a DC Design a intenção é produzir cinco unidades especiais do Nano tunado por ano.

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Vice Presidente da Ford afirma que terá carro de U$650 para brigar com Nano

novembro 8, 2009 Deixe um comentário
ford_29

Vamos lançar a campanha pelo volta do Ford 29, quem sabe assim os preços de carros no Brasil caem.

Durante as apresentações dos automóveis do SEMA Auto Show 2009 esta semana , a Ford resolveu nadar contra a correnteza. Chocou, ao anunciar um modelo (low-cost) que custará US$ 650. Valor próximo ao de um vídeo-game ou até uma prestação de um carro brasileiro.

Se o anúncio de Daniel Grossman, vice-presidente da Ford, for concretizado, o americano poderá comparar um automóvel por um pouco mais do que mil Reais. Se nós brasileiros quiséssemos importar o “American Nano”, teríamos de desembolsar, com a taxa de importação, cerca de R$ 2 mil.

A ideia da Ford, segundo o vice-presidente, é criar um anti-Nano que tem um valor sugerido abaixo do próprio Nano que tem um preço cotado em US$ 1,35 mil.

A minha pergunta é simples, se dá para fazer um carro de menos de 2 mil reais porque não fazer um de R$ 10.000 que seja bacana e que preste….isso eu falo para qualquer montadora, não só a Ford. Pro governo fica um recado, se os impostos fossem menores e se estimulassem carros com combustíveis não fosséis e menos poluentes, tenho certeza que o volume arrecadado seria menor. Alhuém sabe o que é paradoxo da parcimônia no governo????

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Tata nano o carro mais barato do mundo poderá ser vendido sem royalties

novembro 3, 2009 Deixe um comentário

tata_nano

Por esta ninguem esperava. A indiana Tata Motors permitirá que outras marcas indianas fabriquem e vendam o pequeno Nano, de acordo com o vice-presidente da fabricante, Ravi Kant. O executivo afirmou que outras companhias devem produzir mais de 10 mil unidades do Nano por ano em suas próprias fábricas e, para isso, poderão dar outro nome ao compacto. “Nós o chamamos de Nano, mas eles não precisam”, afirmou Kant.

O Tata Nano, considerado o carro mais barato do mundo (US$ 1.979, cerca de R$ 4.600),lembrando que estes valores ainda nao incidem nosso famigerados inpostos…e  foi projetado para o mercado indiano, mas chegará a outros mercados nos próximos anos. As vendas começaram em julho, na Índia, e nos primeiros três meses mais de 7.500 unidades foram vendidas. Em 2010, a produção anual do compacto será de 250 mil unidades.

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Tata aumenta produção do Nano para atender demanda

outubro 17, 2009 Deixe um comentário

tata_nano_2010

A Tata anunciou, no início deste mês, que irá aumentar a produção do Nano. Segundo Rajiv Dube, responsável da marca pela seção de automóveis de passageiros, o construtor quer aumentar a produção atual do Nano em 20%, passando de 2500 carros por mês, para 3000.

O mercado prevê que as vendas do modelo continuem aumentando e os pedidos também. Mas a Tata ainda está longo de atingir sua meta de entregar o lote dos primeiros cem mil veículos até o primeiro trimestre de 2010, como havíamos noticiado em seu lançamento.

O carro ultrabarato é vendido por um valor próximo de US$ 2.057, dependendo de seu conteúdo e da região. Ao preço na porta da fábrica são acrescentados o custo do frete e a comissão dos distribuidores.

Relembre os itens de Simplicidade

Há vários ingredientes na receita que permite vender o carro tão barato. O veículo vai ao forno apenas uma vez na pintura, traz um pneu simplório como estepe, usa só três parafusos para prender as rodas e o motor de arranque é de motocicleta.

O painel exibe apenas velocímetro, odômetro e medidor de combustível. Há retrovisor externo apenas para o motorista. O acesso ao tanque é feito com a abertura do capô.

O modelo básico não tem rádio, direção hidráulica, trio elétrico ou aquecedor – esses opcionais podem ser encontrados nas concessionárias.

Não preciso nem recordar que por aqui e através da Fiat o carro não deve ser vendido por menos de R$15.000,00 devido a impostos altos e injustos…

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Tata Nano poderá ser vendido no Brasil diretamente pela Fiat

O famoso carrinho tata nano e seu presidente Rata Natan

O famoso carrinho tata nano e seu presidente Ratan Tata

O supercarrinho Tata Nano será vendido pela Fiat  na América do Sul. Segundo o próprio presidente da empresa Ratan Tata, ele  informou que sua empresa tem vários projetos em parceria com a Fiat, inclusive de levar o Tata Nano para a América do Sul.

 Ainda não está confirmado em que países o Nano será vendido, nem mesmo o preço que ele terá. Tampouco podemos afirmar se o Nano latino será o mesmo da Índia ou o da Europa. A Fiat já desmentiu que o modelo seria fabricado na Argentina.

O Tata Nano terá um bom concorrente no Mercosul, o Bajaj ULC, que a Renault – Nissan poderá fabricar no Brasil.

O fato como sempre é o seguinte: Se vier esqueçam os tais dos U$2.000 . Isso é uma balela num país como o nosso.

Repito o que já disse antes, semana passada na entrega oficial do primeiro Tata Nano: O CARRO VAI CUSTAR NO MÍNIMO UNS R$ 12.000.

Obs: a frente do carro não parece a traseiro do primeiro modelo do Ford ka – Marlene Matos?
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Assista ao vídeo da entrega do primeiro Tata Nano ontem em Mumbai

julho 18, 2009 1 comentário
Já pegou a senha para comprar um?

Já pegou a senha para comprar um?

Tata entregou o primeiro ontem -  sexta feira dia  17

A Tata Motors anunciou que ontem sexta-feira, 17, entregou o primeiro Nano na Índia. Ha milhares de clientes na fila para receber o veiculo, cujas encomendas foram abertas no mês de abril.

O fabricante espera entregar o lote dos primeiros cem mil veículos até o primeiro trimestre de 2010.

O carro ultrabarato foi vendido por um valor próximo de US$ 2.057, dependendo de seu conteúdo e da região. Ao preço na porta da fábrica são acrescentados o custo do frete e a comissão dos distribuidores.

Simplicidade

Há vários ingredientes na receita que permite vender o carro tão barato. O veículo vai ao forno apenas uma vez na pintura, traz um pneu simplório como estepe, usa só três parafusos para prender as rodas e o motor de arranque é de motocicleta.

O painel exibe apenas velocímetro, odômetro e medidor de combustível. Há retrovisor externo apenas para o motorista. O acesso ao tanque é feito com a abertura do capô.

O modelo básico não tem rádio, direção hidráulica, trio elétrico ou aquecedor – esses opcionais podem ser encontrados nas concessionárias.

O motor Bosch, de dois cilindros e 35 cavalos, a gasolina, faz até 23,6 km/l e leva o carro a até 105 km/h. Segundo dados do fabricante, o carro emite 101 gramas de CO2 por quilômetro rodado. São necessários 17 segundos para acelerar de zero a 100 km/h.

Nota do Blog: Você acredita que este carro vai chegar aqui por pouco mais de R$4.000,00 . Espere sentado… aposto que com a carga tributária vai chegar a mais de R$12.000,00 – ALGUÉM QUER APOSTAR COMIGO?

Veja como foi a entrega na cidade de Mumbai assistindo o vídeo abaixo: pena que está em Hindi. Dica , a entrega aparece a partir de 4:30 minutos.

Mais em www.tatanano.com
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Conheça a História do Salão do Automóvel

outubro 27, 2008 1 comentário

HISTÓRIA DO SALÃO DO AUTOMÓVEL

 

 

SALAO DO AUTOMOVEL

SALAO DO AUTOMOVEL

1960

- É inaugurado, em 25 de Novembro, o 1º Salão de São Paulo (chamado Salão do Automóvel), no Pavilhão de Exposições do Ibirapuera (Zona Sudoeste). O evento reuniu as 12 montadoras existentes na época no país (Willys Overland, DKW-Vemag, General Motors, Ford, FNM, Simca, Volkswagem, Toyota, Romi-Isetta, International Harvester, Scania Vabis e Mercedes Benz) e grandes fábricas de peças e componentes. Em exposição, havia carros como o Aero-Willys, o modelo 61 da Renault Dauphine, o DKW, a Rural Willys, a Kombi e a Chevrolet Amazonas, além do primeiro automóvel experimental fabricado no país: o Saci, construído pela Willys-Overland do Brasil.

1961 – O 2º Salão do Automóvel teve como destaques o Willys Interlagos, primeiro modelo de concepção totalmente brasileira, o Simca Chambord, o Centaurus (da Automóveis e Motores Centaurus, de Campinas/SP) e o Volkswagen 1.2.

1962 – O 3º Salão do Automóvel celebrou a marca de 97% de nacionalização da fabricação de veículos. Entre os destaques estavam o Aero Willys 2600 (apresentado também no Salão de Paris), a perua Simca Jangada, o esportivo VW Karmann-Guia, o DKW Fissore, o Scania – Vabis L-75. A Toyota mostrou seu jipe Bandeirante, a Mercedes-Benz seu primeiro ônibus de turismo (com geladeira e sanitário), a Ford trouxe seu trator 8-BR, a Caterpillar, o modelo Traxcavator e a Huber Warco, a motoniveladora HD. A partir dessa edição o evento passou a ser bienal.

1964 – A quarta edição comemorou a marca de 1 milhão de veículos produzidos no país. A indústria começou a mostrar melhorias mecânicas, como a caixa de câmbio com quatro marchas para frente sincronizadas do Aero Willys 2600, a mistura automática óleo-gasolina da DKW-Vemag, a suspensão pneumática para ônibus da linha FNM, a cabine avançada dos caminhões leves e o eixo traseiro de duas velocidades e reduções dos caminhões pesados Mercedes-Benz. Outras novidades foram o Aero-Willys 65, com novo design, a Vemauguet Rio, o Belcar, o esportivo GT-4200, da Brasinca, com motor Chevrolet, e a Veraneio, da General Motors.

1966 – É inaugurada a quinta edição do salão, que coincidiu com a comemoração dos 10 anos da implementação da indústria automobilística nacional. O evento é marcado pelo lançamento de dois modelos de luxo, o Itamaraty Executivo e o Ford Galaxie, além do esportivo Puma, sucesso de vendas nos anos seguintes, e novidades nas autopeças, como os faróis de iodo da Cibié.

1968 – É realizado o sexto e último Salão no Parque do Ibirapuera marcado pelo lançamento de produtos em uma nova faixa de mercado até então inexplorada: o carro médio. Entre as novidades, a Chrysler lança o seu esportivo GTX, a Ford-Willys traz o Corcel e o Galaxie LTD, a GM apresenta seu primeiro automóvel: o Opala e a Volkswagen lança o sedan 1.6, de quatro portas.

1970 – Em 20 de novembro, o 7º Salão do Automóvel inaugura o Parque de Exposições do Anhembi (Santana, Zona Norte), construído por Caio de Alcantara Machado, especialmente para abrigar as mostras industriais. As grandes novidades são o Dodge Charger, com motor V8 (oito cilindros em “V”), da Chrysler, de 205 cv (cavalos), o Meta 20 de Chico Landi, o FEI X-3 (com motor Chrysler de 300 HP), o Alfa Romeo 2150 da FNM, o Corcel GT e o Landau da Ford, o Karmann-Guia TC, o TL e a Variant, da Volkswagen. Além do primeiro carro elétrico brasileiro (fabricado pela Icovel) e vários modelos de buggies.

1972 – Com a estratégia de atingir o mercado externo, é aberta a oitava edição da feira, com 236 expositores. Foram apresentados o Dodge 1.8, conhecido como Dodginho, o Maverick, o Puma GTB, o SP-2 e o MP Lafer, réplica do MG inglês. Foi mostrado o primeiro desenho oficial do Chevette, lançado cinco meses depois. Uma curiosidade foi o Kadykete, o primeiro veículo elétrico brasileiro produzido em série, pela Johnson, em São José dos Campos (97 Km a nordeste de são Paulo).

1974 – A nova versão do evento é marcada pela simplicidade e pela funcionalidade. As novidades foram o Passat, o Fusca 1.6, popularmente conhecido como Fuscão, a Caravan, derivada do Opala, e o ESF-22, modelo mais seguro da Mercedes-Benz, além do mini Puma, tentativa de carro econômico, e o Itaipu, carro elétrico da Gurgel. As motocicletas também foram destaque dessa edição, entre elas a Honda CB-200 (partida elétrica, freio a disco), a Suzuki GT-125 (freio hidráulico a disco, câmbio de cinco marchas) e a Yamaha RD-125, com o anúncio de sua fabricação no Brasil. A Honda 1000-Gold faz sucesso, com um modelo desenvolvido para a disputa de recordes de velocidade.

1976 – Celebração dos 20 anos da implementação da indústria automobilística nacional. Com a crise do petróleo, os fabricantes de veículos já apresentam, no 10º Salão do Automóvel, motores adaptados para uso do álcool. O setor de caminhões mostrou os leves FNM- Fiat 70, os pesados da Mercedes Benz (cavalo mecânico para 40t) e da Scania Vabis (LKS-140, com motor de 350 c.v.). Entre os utilitários e os especiais, os destaques ficam por conta do Gurgel X-20, para qualquer terreno e o trator Florestal 510. A Fiat participa pela primeira vez do evento com o Fiat 147.

1978 – O 11º Salão do Automóvel comemora a marca dos 2 milhões de carros produzidos no Brasil. A General Motors apresenta uma versão mais sofisticada do Opala: o Diplomata, além do Chevete de quatro portas. A Alfa Romeo mostra uma versão do seu modelo 2.300: a Executive, e a Volks exibe a Brasília de quatro portas. A Ford mostra o Corcel 1.6 (com câmbio de 5 marchas a frente), o Maverick de injeção transistorizada e o Dodge Polara, de transmissão automática. Atraíram a atenção dos visitantes os carrozzieri, com os modelos Dardo F 1.3, da Corona, o primeiro esportivo com mecânica Fiat; e o Ventura, esportivo de L’Automobile, com mecânica VW-1600. No segmento de motocicletas o destaque foi a Yamaha TT-125, primeira moto brasileira para qualquer terreno. Presentes também os esportivos Adamo, Miúra, santa Matilde e GTM Malzoni.

1981 – Com muitas novidades, apesar da crise financeira do setor, é aberta a 12ª edição da mostra. A VW apresenta o Gol, o Voyage e a Saveiro. A Ford apresenta o Del Rey, e a Fiat, a Panorama. É mostrado também o protótipo Xef, minicarro da Gurgel.

1983 – A Salão tem uma edição especial chamada Salão do Automóvel a álcool, visando apoiar o esforço governamental de implantação do uso desse produto. Entre os destaques estão o VW Santana e o Itaipu E-500, com tração elétrica e autonomia de 80 Km.

1984 – Comemora a produção de 15 milhões de automóveis no país. O 13º Salão do Automóvel apresenta protótipos de modelos projetados para o ano 2000, montado com vários equipamentos eletrônicos, o Lean Machine, da GM, muito parecido com uma motocicleta, e o Probe 4, da Ford, mais aerodinâmico e econômico. Outros lançamentos são o VW Santana Tecno II, com tração das quatro rodas, freios antiblocantes, injeção eletrônica e microprocessadores no controle de combustível, além da linha Fiat Uno. Pela primeira vez, a Gurgel passou a expor na área das montadoras grandes, lançando a Carajá e a Van MC-1000.

1986 – É a primeira vez que a indústria brasileira não participa do Salão. Foram importados 59 veículos norte-americanos, japoneses, alemães, ingleses, italianos e franceses. Entre eles, estavam a Ferrari 328, BMW 735 e o Porche 911.

1988 – É inaugurado o 15º Salão de São Paulo, marcado pela modernidade, com novidades eletrônicas nos automóveis fabricados no Brasil. A Volks mostra seu novo Gol GTI e a GM, o Monza, já com injeção eletrônica de combustível. Os lançamentos são as vans Bonanza e Veraneio, da GM, além da Parati 1.8 Scooter, da Volks. Os destaques ficaram por conta do Orbit e Scooter da VW, os Probe-V e XR-3 da Ford, além do Venture da GM. A Gurgel apresentou seu novo BR-800.

1990 – Ocorre o 16º Salão de São Paulo. Com a abertura do mercado, são expostos alguns modelos importados, como a Ferrari F-40, o luxuoso Crown, da Toyota, o Alfa Romeo 164, o Thunderbird e a van Aerostar, da Ford. Entre os nacionais, estão os novos Monza, Gol e Voyage.

1992 – Na 17ª edição, chamada de “Salão da Abertura”, a indústria brasileira coloca seus produtos ao lado dos importados. A GM exibe o Saab 900, e a Ford, o utilitário esportivo Explorer. Entre os nacionais da GM, está a perua Suprema, derivada do Omega. A Fiat lança o Tempra de duas portas e a Ford o novo Escort. A Kia anotou 600 pedidos firmes para a sua perua Besta, montada em Manaus.

1994 – A grande novidade do 18º Salão é a confirmação do Mercosul como um dos maiores mercados mundiais para a indústria automobilística. Já se anuncia a época de ouro dos “populares” (carros com motor 1.0), iniciada com o Uno Mille, da Fiat. São mostrados o Gol 1.0 Plus, da VW, e o Vivio, popular da japonesa Subaru. As vedetes são a Ferrari 456 GT e a perua Audi RS2. A Ford inicia a importação do Ford Fiesta, com motor 1.3, e o sedan Mondeo. Estrearam no mercado os Bughatti, Lamborghini, Jaguar e Lotus, entre as importadoras. Também são apresentados o Fiat Coupé (carroçaria Pininfarina), da Fiat, o Alfa Romeu 164; o esportivo Corsa GSI e o Astra da General Motors, além do Fiesta, Mondeo e a Picape Ranger da Ford, o “popular” Vivio e a nova WS Legacy, da Subaru; os sedans de luxo Prince e a Super Salon Daewoo; o Audi A8; o Eclipse GS turbo, o Lancer GLXi e a linha Colt da Mitsubishi; a Volvo 850 SW; a BMW Compact 316i e o jipe Kia Sportage.

1996 – O 19º Salão tem como marca a expansão do setor, com 300 expositores, entre nacionais e estrangeiros. Os lançamentos nacionais são o Chevrolet Corsa Wagon, o Fiat Palio Weekend e o Ford Ka. As importadoras exibem o Jaguar XK8, o Audi A3, o Porche Boxster, o Volvo S 40 e o BMW Z3. A Volkswagen traz da Alemanha o conceito Noah.

1998 – A indústria automobilística brasileira realiza a 20ª edição do Salão trazendo os mais recentes lançamentos do mundo como a Maserati 3200 GT e o Audi TT. Outras novidades são o New Beetle, o Mercedes Classe A, (que se tornaria nacional no ano seguinte) e o Peugeot 206, além da BMW 328, e dos Alfa Romeo 156 e 166. No estande da Ferrari é possível apreciar o 456 M, único modelo com quatro lugares disponível na atual gama da marca. Outro destaque é a instalação, no Brasil, de várias novas fábricas, (Audi, Chrysler, Honda, Land Rover, Mercedes-Benz, Mitsubishi, Renault e Toyota), que reformulam o conceito de modelos nacionais e importados. Uma das principais novidades eram os pouco conhecidos carros elétricos ou Evs (Eletric Vehicles), além do lançamento do Fiat Brava, sucessor do Tipo, o novo Cupê C70 e a perua off-road. A Toyota trouxe o Corolla Nacional e o Prius, primeiro veículo híbrido (movido a gasolina e eletricidade). O Xsara Break foi o lançamento da Citröen, o Série 3 era o destaque da BMW e a Land Rover aproveitou o evento para apresentar o utilitário Freenlander.

2000 – O 21º Salão Internacional do Automóvel (12 e 22 de outubro de 2000) fechou sua última edição do século XX com grande quantidade de lançamentos e os carros conceito mostraram a importância do evento e do Brasil no contexto mundial. Entre as novidades do Salão, o primeiro carro com carroceria totalmente em alumínio foi o destaque da Audi; a vedete da Chrysler foi o PT Cruiser; o Xsara Picasso fez sua pré-estréia no Salão; o Focus foi o principal lançamento da Ford; a Volvo apresentou seu sedã S60 simultaneamente ao Salão de Paris e antes da introdução desse carro no mercado norte-americano; a Volkswagen lançou o Bora, sucesso nos EUA.

2002 – A indústria nacional começa a se estruturar e fabricar veículos em maior escala para outros mercados, como o México, países do Oriente Médio e Mercosul. Na 22ª edição do Salão do Automóvel, os lançamentos ficaram por conta da Ferrari Enzo, da BMW Z4, do Audi A8, do PorscheCayenne, do Ford Streetka, do Honda Accord e do Mitsubishi Airtek. Naquele ano, os utilitários esportes começavam a mostrar uma tendência de design de veículos que viria a se firmar a partir daquela edição do evento. É o caso do EcoSport, da Ford. Na ocasião também foram apresentados ao público o Honda Fit, o Citröen C3 e o Nissan Xterra.

2004 – Na 23ª edição do Salão Internacional do Automóvel mais de 180 expositores representaram 32 marcas de automóveis que exibiram ao público pouco mais de 460 veículos, de diferentes modelos e versões. Os destaques em veículos ficaram por conta de montadoras como Ferrari, Maserati, Ford, Peugeot, GM, Volkswagen, Renault e outras. Modelos como o Pólo Sedan, da Volks, teve lançamento mundial no Salão. Já a Honda fez uma pré-apresentação do Fit, que hoje é um sucesso no mercado nacional. A Citröen trouxe o C3, a GM destacou, entre os seus cinco lançamentos, o Meriva. A Ferrari e a Maserati apresentaram ao público carros inéditos, também símbolos clássicos do automobilismo de alta performance. Representando a famosa “Casa de Maranello” estava a recém-lançada Ferrari 612 Scaglietti, inédita no Brasil e que chegava direto para o Salão Internacional do Automóvel. A Maserati, por sua vez, trouxe direto da apresentação mundial no Salão de Paris seu super bólido MC-S, com o mesmo DNA da Ferrari Enzo.

2006 – O maior evento da indústria automobilística da América Latina teve como tema “Paixão, Emoção e Evolução”. A 24ª edição do Salão Internacional do Automóvel comparou-se a duas mostras memoráveis: a de 1976, quando o Brasil recebeu a Fiat, quarta montadora a instalar-se em solo nacional; e a de 1990, ano da abertura do mercado brasileiro, quando os modelos importados começaram a freqüentar as ruas do País de forma mais intensa. Além disso, ocorreu em um momento bastante especial, justamente no ano em que a indústria automobilística nacional completou 50 anos de fundação. Os destaques dessa edição ficaram por conta dos modelos superesportivos e os carros-conceito. Na linha dos superesportivos chamou a atenção os traços ousados do Z4 Cupê, da BMW. Um dos grandes momentos ficou por conta da reaparição de um dos sonhos de consumo do final da década de 1960, o Mustang Shelby GT500, da Ford, que veio a este Salão numa versão agressiva e moderna. Destaque também para a concorridíssima do público, a Ferrari GTB 599 Fiorano, com preço estimado, na época, em R$ 2 milhões. O Porsche Carrera GT, um dos esportivos mais luxuosos, nunca havia sido exposto no País, e o Salão foi a oportunidade única para ver essa maravilha de 612 cavalos. Outro que esbanjava charme foi o Eos, lançamento esportivo da Volkswagen. O grande atrativo do veículo é poder se transformar de cupê para conversível em apenas 20 segundos. Uma combinação que misturava design arrojado e desempenho notável eram as características do Chevrolet Camaro. Já a Volvo apostou num pequeno porta-malas para o seu cupê-cabriolet C70 Cabrio. Um motor V8 4.2 de 300 cavalos foi apresentado no XK Jaguar. Outro modelo também consagrado no exterior presente no Salão foi trazido pela Peugeot: o 407 Cupê, que registrou sua marca como um esportivo que traz um amplo conjunto tecnológico e o estilo moderno e ousado das versões Sedan e SW. Outra francesa que investiu nos esportivos foi a Renault, que apresentou o novo Mégane Cabrio. Já a Mitsubishi trouxe, pela primeira vez no País, o modelo Eclipse, com motor V6, com novo design e tração integral. Em se tratando de carros-conceito, chamou atenção o Fine-T, da Toyota, que, ao invés de volante, possuía um manche e o banco do motorista “sai” do carro para receber o condutor. A Nissan trouxe o Zaroot, nova versão de utilitário-crossover, mesmo caso do Concept-T, da Volkswagen; do Concept FCC, da Fiat, e do HCD9 Talus Concept, da Hyundai. Já o Prisma Y, da Chevrolet, apareceu no Salão para verificar a aceitação do público e, num futuro próximo, concorrer no mercado de off-roads. Para finalizar, o 20Cup, da Peugeot, apresentou uma característica peculiar: três rodas e foi testado na famosa “24 horas de Le Mans”.

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