Imagine um Twingo tunado de fábrica. A Renaultapresentou esta semana como será oficialmente os detalhes e imagens do novo Twingo RS2013. O lançamento do modelo faz parte de uma série de limitada que comemora o bicampeonato da montadora na Fórmula 1 com a Red Bull no ano passado.
Mas mesmo Carlos Goshn, presidente da Montadora sendo brasileiro, esqueça de ver o twingo por aqui. Nem na versão simples, nem na tunada. A venda será feita exclusivamente na Europa.
Como termina hoje a promoção nacional com a operação Portas Abertas, a Renault divulgou oficialmente nos últimos dias como serão as pequenas mudanças nas linhas 2012/2012 e 2012/2013 para seus veículos vendidos no Brasil, incluindo as modificações no acabamento. Segundo a montadora, os carros já podem ser aquiridos nas Concessionárias Renault de todo o território nacional.
Assim como ocorreu com a mini SUV Duster, atualmente comercializada pela Renault no Brasil e inicialmente produzida pela Dacia no mercado do leste europeu, desta vez um novo modelo chamado Lodgy, uma mini van com versões de 5 e 7 lugares que estará exposta no próximo Salão de Genebra 2012que começa daqui a algumas horas, do dia 08 a 18 de março, poderá ser fabricada e vendida por aqui.
Ela digamos é da mesma família do Logan, do hatch sandero e também do próprio Duster e foi projetada sobre a mesma plataforma. A Renault inclusive já teria feito um depósito da marca junto ao INPI ( Instituto Nacional de Propriedade Industrial ) e segundo rumores poderia montar o carro na fábrica de São José dos Pinhais (PR).
A Renaulttem motivos para continuar a tomar champagne mesmo após o ano novo.
O fato é explicado pelo feito inédito em 2011 conquistado pela aliança mundial Renault-Nissan quando apontou vendas recordes em 2011 ao comercializar 8 milhões de veículos em todo o mundo, volume 10,3% maior que o registrado no ano anterior, com destaque para os mercados emergentes , caso do Brasil e os Estados Unidos. Mas interessante é o fato das vendas terem tido aumento pelo terceiro ano consecutivo e pela primeira vez ultrapassarar a casa das 8 milhões de unidades.
Só a marca Renault foi responsável por 2,7 milhões de unidades vendidas, avanço de 3,6% no mesmo comparativo enquanto Nissan apurou alta de 14,4%, para 4,6 milhões de unidades. A Lada contribuiu com 637,1 mil veículos, também aumento de 10,9% com relação a 2010.
O presidente e CEO da aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, exaltou o desempenho das marcas frisando que o enfrentamento de situações adversas, como o terremoto e tsunami que atingiram o Japão, alta do iene e a crise financeira na Europa. “A aliança aproveitou a recuperação da economia nos Estados Unidos e conquistou importantes participações de mercado nas regiões que serão os motores do crescimento no século 21.”
Isso também se refletiu no Brasil, nào só no ano passado, mas como se repetiu neste começo de ano quando Janeiro cravou uma marca histórica para a renault, um avanço de 47,8% em relação ao mesmo período de 2011. A taxa de crescimento foi cinco vezes superior à média do mercado, de 9,8%. Com 16.613 veículos emplacados, a marca alcançou 6,6% de participação de mercado.
A cidade de São Paulo, deu um fôlego a marca e registrou o quarto lugar no ranking de vendas, com 7,1% de participação de mercado. A empresa atribuiu o desempenho especialmente às vendas do Novo Sandero, que emplacou 5.846 unidades, volume 66% superior a janeiro de 2011. Na mesma comparação o Grand Tour avançou para 1.088 unidades (184%), o Master 733 unidades (22%), o Kangoo Express 241 unidades (10%).
Esse desempenho contribuiu para o número de 43% do total comercializado no ano passado, atingindo recorde de 1,1 milhão de unidades, alta de 19,2% sobre 2010. Os destaques foram Rússia, onde as vendas cresceram 40%, Turquia, 13%, e América Latina, 10%. A marca Renault representou 83% das vendas do grupo. A Dacia enfrentou problemas de abastecimento devido ao tsunami o que fez suas vendas globais recuarem 1,8% em 2011 com relação a 2010.
Em 2011, nos dez primeiros principais mercados do Grupo, seis estão localizados fora da Europa. O Brasil substituiu a Alemanha na segunda posição, atrás apenas da França. No Brasil, onde uma expansão da capacidade de produção da Renault está prevista para 2013, as vendas da marca tiveram um aumento de 21%, com recorde de 194, 3 mil veículos, em um mercado que registrou uma expansão de 3%. A participação de mercado da Renault atingiu 5,7%, em alta de 0,9 ponto em relação a 2010, impulsionada pelos modelos Novo Sandero, Logan e Clio.
Apesar das incertezas econômicas e da perda de confiança dos consumidores na Europa, a Renault se mantém como a segunda marca, conquistando uma participação de 8,6% do mercado de veículos de passeio e utilitários. Os veículos de passeio da Renault mais vendidos na Europa são Mégane, Clio e Twingo. Além disso, a Renault está no topo das vendas de veículos utilitários na Europa pelo décimo quarto ano consecutivo, com uma participação de mercado de 15,6%.
No caso da Nissan, a marca obteve recorde de vendas no continente americano, com 1,5 milhão de veículos entregues no ano passado, incluindo a marca Infiniti, volume 17,2% acima do registrado em 2010. Os melhores desempenhos vieram dos Estados Unidos, com 1 milhão de unidades, México, 224,7 mil e Brasil, com 67 mil unidades.
No Japão, a marca vendeu 591,3 mil veículos, o que significou queda de 8,4% com relação a 2010, ao contrário da Europa, onde registrou alta de 25,4% na mesma base de comparação para recorde de vendas de 695,7 mil unidades.
A Lada, primeira montadora na Rússia, obteve avanço de 10,9% em relação a 2010 nas suas vendas globais, para 637, 1 mil unidades, das quais 578, 3 mil ficaram no mercado russo. A participação de mercado da marca representa 0,9% no mundo e 21,6% na Rússia.
Ou seja, 2012 deverá ser um ano ainda melhor para a Renault. Você concorda? Gosta de carros da marca? Vc teria um renault?
A Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro preparou um verdadeiro arcenou automobilístico contra o crime. A cidade recebeu nada mesnos que 1.306 unidades do Renault Logan Expression 1.6 8V Hi-Torque, que estarão a disposição da polícia para patrulhamento ostensivo das ruas, avenidas e estradas do Estado.
A chegada dessas unidades do Logan à Polícia Militar do Rio de Janeiro fazem parte do processo de renovação e modernização da frota de 25 batalhões, situados tanto na capital, como na região metropolitana.
Equipamentos feitos sob medida para a Polícia
Todos os carros foram adaptados por empresa homologada e da Renault. Além da pintura, com os grafismos identificadores da Polícia fluminense, os sedãs receberam sinalizador de teto, com lâmpadas de led; capa de banco e carpetes com proteção em vinil especiais, mais resistentes.
Os veículos tem como itens obrigatórios, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura e espelhos retrovisores com ajustes internos.
Além desses equipamentos, as unidades do Novo Logan incorporadas à frota da Polícia Militar do Rio de Janeiro também contam com rádios digitais de comunicação e terminais com computador no painel, utilizado para consulta dos policiais.
O comentário na própria web diz que este volume de equipamentos é desnecessário, mas não nos esqueçamos de que a Polícia na Alemanhã, usa Porsches e Mercedes e a da Itália usa até lamborghinis.
O uso de ar condicionado então, nem se fala, pois alguém já foi para o Rio de Janeiro e ficou sem ar pelas ruas da cidade?
Que os carros sejam usados de forma consciente pela polícia.
ARenaultliberou esta semana mais um atrativo na linha Sandero. Assim como já ocorria com o Renault Sandero Privilège, o Stepway também ganha a opção de transmissão automática. Com esse item, o modelo Stepway, terá preço sugerido de R$ 47.490, R$ 2,5 mil a mais que o equivalente com transmissão manual. Essa caixa automática tem quatro marchas, permite trocas sequenciais e é autoadaptável, ou seja, faz as trocas de marcha conforme o estilo do motorista.
A transmissão tem ainda um recurso para dirigir em pisos de baixa aderência como lama ou grama molhada. Acionado por um botão à frente da alavanca do câmbio, o dispositivo permite que o veículo saia em segunda marcha em vez de primeira. O Sandero Stepway tem garantia de três anos ou 100 mil quilômetros, o que ocorrer primeiro.
O Sandero Stepway é equipado com motor 1.6 de 16 válvulas, que rende até 112 cv quando abastecido com etanol.
O único opcional adicional disponível é o Pack segurança + Couro, que adiciona ao pacote original itens como duplo airbag, freios ABS, 3º encosto de cabeça traseiro e revestimento dos bancos e do volante em couro. O custo é de R$ 3.400,00, que elevam o preço final do Stepway automático para R$ 50.890 ou R$ 51.850 com pintura metálica (R$ 960,00).
A única coisa ruim é que um carro como ele já poderia ter um câmbio com pelo menos 5 marchas afim de gerar uma economia de combustível, certo Renault?
A Renaultdeu início a venda de dois modelos elétricos na Europa, o Fluence Z.E. e o Kangoo Z.E. Ambos são atualmente os carros mais ecológicos da marca, já que o nível de emissões de poluentes é zero.
O que chama a atenção são os valores propostos/ O sedã custa em euros o equivalente a R$ 47,5 mil e o utilitário, cerca de R$ 33,5 mil, ou seja, muito barato tanto para o mercado Europeu, o que dirá no mercado brasileiro, é uma pena.
O lançamento da linha envolveu um volume de profissionais e logística nunca antes visto na empresa. Era preciso oferecer soluções no momento da recarga das baterias. A aliança Renault-Nissan fez parcerias com autoridades públicas, operadoras e empresas de distribuição de energia elétrica, centros comerciais e hotéis para que o comprador tenha abastecer seu carro.
Durante o Salão de Frankfurt 2011 que ocorreu em setembro na Alemanha, a Renault afirmou que haverá cerca de 50 mil pontos de recarga em 2012. A montadora adotou baterias de íons de lítio e por contrato e é proprietária desses acumuladores. O comprador do carro assina um contrato de aluguel que lhe dá direito a ter sempre uma bateria carregada e a montadora se compromete a alugar acumuladores com mais de 75% de capacidade.
A autonomia (185 quilômetros) continua sendo um fator de limitação dos veículos elétricos e os novos Renault Z.E. não escapam dessa realidade. Por isso, são mais voltados ao uso urbano. O Fluence Z.E. atinge 135 km/h, bem menos que a versão brasileira, por exemplo, cujo motor flexível pode levá-lo a 200 km/h.
O Kangoo Z.E. também tem desempenho contido, mas traz como vantagem extra a possibilidade de transportar passageiros ou carga. Quando esteve no Brasil no início deste mês, o presidente mundial da aliança Renault Nissan, Carlos Ghosn, recordou a importância desse utilitário para a Renault em nível mundial. No Brasil, porém, a versão à venda está defasada em uma geração quando comparada à europeia. .
A Renaultquer aproveitar o bom fluxo de vendas e visibilidade da marca e o cardápio de notícias está recheado esta semana.
No caso do Logan por exemplo a marca apresentou esta semana a série especial Avantage. Com 2,6 mil unidades, a edição chega por R$ 31.110 e oferece, além dos acessórios da versão de entrada Authentique, vidros dianteiros elétricos, trava elétrica com sistema CAR, painel de instrumentos com grafismo diferenciado e iluminação do porta-luvas.
No exterior, o modelo ganha o logotipo da série na coluna B e friso lateral na cor da carroceria. O motor é 1.0 16V Hi-Flex, o mesmo da configuração de entrada da linha. Ar condicionado é o único opcional disponível, por R$ 2,5 mil. O modelo mantém também a garantia de três anos.
Lançamento do Duster
Após um longo tempo de maturação e indefinição sobre o seu lançamento, esta semana modelos do novo Duster Renault, feito em parceria da Nissan, já pode ser visto em algumas concessionárias da marca. Ele chega ao mercado como principal rival do Ford Ecosport, que há muito tempo já lidera em seu segmento no mercado de automóveis. O carro vem equipado com um motor 1.6 de 110/115cv e 2.0 de 138/142cv. Seu câmbio é um manual ou automático de cinco marchas e tração 4×4.Em sua parte externa, faróis grandes, pneus altos e reforçados, grades com frisos entre outros acessórios.
Em seu interior um material todo em plástico, o que o torna muito parecido em termos de qualidade a concorrência. O preço do Duster está entre R$51 mil a R$70 mil.
Numa breve consulta a concessionárias da Renault de São Paulo e do Rio de Janeiro, foi possível descobrir que o carro já se encontra disponível para a compra. Em pelo menos duas revendas contatadas, o jipinho podia ser adquirido “em todas as versões e várias cores”.
O Duster será vendido em seis versões. A gama de motores inclui um 1.6 16V com potência de 115 cavalos com etanol e 110 cv com gasolina, a 5.750 rpm. O torque dessa unidade é de 15,5 kgfm com etanol e 15,1 kgfm com gasolina a 3.750 rpm.
Há também um motor 2.0, bicombustível, destinado às versões mais caras. Essa unidade tem potência de 142 cv com etanol e 138 cv com gasolina a 5.500 rpm e torque máximo de 20,9 kgfm com etanol e de 19,7 kgfm com gasolina, alcançados a 3.750 rpm.
Todas as versões 1.6 são equipadas com câmbio manual, de cinco marchas. Já as 2.0 manuais possuem uma transmissão de seis marchas, enquanto o 2.0 automático conta com uma caixa de quatro velocidades. A tração 4×4 está disponível apenas na versão 2.0 equipada com câmbio manual. Nela há, inclusive, diferenças na arquitetura da suspensão traseira do carro. Semi-independente nas versões 4×2, ela é Multilink na 4×4. O porta-malas também é menor no Duster com tração integral: 400 litros, contra 475 litros nos demais.
O lançamento oficial vai acontecer exatamente no dia 05 de Outubro, quando o presidente da marca fará um comunicado no Paraná, conforme abaixo.
Investimentos da Renault no Brasil devem chegar a cerca de R$1,5 bilhões
A expectativa está sendo tão favorável a marca que no próximo dia 05 de outubro, que Carlos Ghosn, presidente da Renault / Nissan terá uma audiência com o atual governador do Paraná, Beto Richa, no Palácio Iguaçu. No evento ele fará o anúncio oficial de novos investimentos da Renault no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, onde a empresa já produziu mais de 1 milhão de veículos desde 1998.
Segundo reportagem publicada na quarta-feira, 28, pelo diário paranaense Gazeta do Povo, o aporte projetado chega a R$ 1,5 bilhão até 2015, destinado a aumento da capacidade de produção, desenvolvimento de novos produtos e a instalação de um centro tecnológico de engenharia para as Américas.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Renault confirmou que o executivo estará no Paraná nos próximos dias 4 (lançamento do Duster em Foz do Iguaçu) e 5 (encontro com o governador em Curitiba seguido de evento na fábrica). Depois Ghosn teria agenda a ser preenchida por negócios da outra divisão da Aliança, a Nissan. Ele deverá seguir para o Rio de Janeiro, onde provavelmente fará anúncio da nova fábrica da marca japonesa no Brasil.
Incentivo ao crescimento
Com os novos investimentos, a fábrica paranaense da Renault poderá elevar sua capacidade de produção dos atuais 250 mil veículos/ano para além das 300 mil unidades. A planta já trabalha em três turnos e deverá fechar este ano com pouco mais de 200 mil automóveis e comerciais leves produzidos. Assim os aportes darão suporte ao plano de expansão da Renault no Brasil, cujas vendas em 2011 crescem ao ritmo de 20% sobre 2010, assegurando participação de mercado de 5,5%, como quinta marca mais vendida. Com isso, o País tronou-se o terceiro maior mercado da fabricante no mundo, que tem ambição de abocanhar 8% dos emplacamentos até 2016.
Com a assinatura do protocolo de intenções com o Estado do Paraná na próxima semana, a Renault adere ao programa de incentivos estadual que prevê a prorrogação do prazo de recolhimento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), em porcentual ainda a ser divulgado – a fabricante de caminhões Paccar, por exemplo, recebeu desconto durante oito anos de 90% do tributo para instalar fábrica em Ponta Grossa.
Ainda segundo a reportagem do jornal Gazeta do Povo, nas negociações para receber os incentivos e confirmar os novos investimentos, a Renault prometeu antecipar o pagamento do ICMS que foi prorrogado como benefício desde quando instalou a fábrica no Paraná, comprometeu-se a exportar e importar 90% dos seus veículos pelo Porto de Paranaguá – a empresa faz boa parte de suas importações pelo Porto de Vitória (ES), onde recebe desconto de ICMS para fazer essas operações – e garante investimentos por pelo menos mais uma década e permanência no Estado por no mínimo 20 anos.
Até o fim de 2010 o Paraná respondeu por 11,6% da produção nacional de veículos, com quatro fábricas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus (Renault, Nissan, Volkswagen e Volvo), duas de motores (Fiat e Renault) e duas de máquinas agrícolas e de construção (CNH e Caterpillar). A essas unidades se juntará mais uma planta de caminhões, a Paccar/DAF, que deve começar a produzir em Ponta Grossa a partir de 2013.
Fim de Agosto, início de Setembro e já temos os dados consolidados do volume de vendas do mercado automotivo. E o mês foi interessante, com 327.375 veículos novos emplacados no País. Como já era de se esperar Volkswagen e Fiat continuam firmes nos primeiros lugares. Para se ter uma idéia da distância dos que vêm logo em seguida, se somarmos quanto o Uno ( 2 colocado ) vendeu só no mês de Agosto dá mais do que o terceiro e quarto lugar juntos, representados pelo Celta – 12.554 unidades vendidas e pelo quarto colocado, VW Fox - 11.382 unidades vendidas.
Das 4 marcas mais tradicionais, VW, FIAT, CHEVROLET e FORD, todas elas tem entre os 10 carros mais vendidos no mês pelo menos 1 exemplar. A única “intrusa”da lista é a Renault que vendeu nada menos que 8.693 unidades do modelo Sandero.
No geral o mercado teve desempenhos fortes nas categorias de caminhões e motocicletas na comparação anual, mas mostrando leve recuo em automóveis e aumento de estoques.
Inclusive até um fato corriqueiro, mas curioso: Concessionários fizeram a prática do chamado “rapel” no último dia útil do mês, quando licenciaram carros ainda não vendidos para cumprir metas e garantir bônus com as montadoras. Comprova a manobra o fato de que apenas na quarta-feira, 31, o Renavam registrou 21,4 mil emplacamentos, volume muito superior à média diária de 13,9 mil que vinha sendo mantida no mês até o dia 30.
Embora num ritmo menor do que o visto no início do ano, o movimento ocorreu em meio ao crescimento da economia que tem levado mais consumidores à compra de seu primeiro veículo. Nos primeiros meses de 2011, o mercado chegou a ver altas de dois dígitos nas vendas.
Honda vendeu bem obrigado e ocupa as 4 primeiras colocações no mês de Agosto de 2011
No mercado de motos, as vendas subiram 13,2 por cento sobre julho e 14,4 por cento sobre um ano antes, para 181,4 mil unidades. Enquanto isso, as vendas de 16.442 caminhões foram 5,85 e 24,3 por cento maiores nas mesmas comparações. Já as vendas de carros cresceram 6,3 por cento sobre julho e recuaram 0,44 por cento frente agosto de 2010, para 236,9 mil unidades.No consolidado por marcas, apesar da Honda ter diminuído sua participação geral, as 4 primeiras posições são ocupados respectivamente por:
A Renault veiculou na mídia, ontem, sexta-feira dia 12, que irá colocar na linha 2012 do Logan uma novidade. Trat-se do câmbio automático de 4 velocidades. Ele será oferecido apenas na versão Expression e com preço sugerido a partir de R$ 41.950 (garantia de 3 anos), o sedã traz motor 1.6 16V Hi-Flex que desenvolve até 112 cavalos de potência a 5.750 rpm e torque de 15,5 mkgf a 3.750 rpm, quando abastecido com álcool.
O Logan deve usar a mesma transmissão de quatro velocidades com opção de trocas manuais pela alavanca introduzida pela montadora francesa no Sandero, no início de julho. Em termos de desempenho, o Logan com caixa automática acelera de 0 a 100 km/h em 11,7 s e atinge a velocidade de 171 km/h.
Por ser a versão topo de linha do Logan, a Expression com câmbio automático vem de fábrica com ar-condicionado, direção hidráulica, computador de bordo, faróis de neblina, travas e vidros elétricos. Entre os opcionais são oferecidas rodas de liga leve de 15 polegadas; Pack Segurança (freios com ABS, airbag duplo, terceiro apoio de cabeça traseiro e volante com revestimento em couro); e Pack Conforto 2 (rádio CD player integrado ao painel com comando satélite, vidros elétricos traseiros, retrovisores elétricos e alarme).
O Logan é oferecido também nas configurações Authentique e Expression, ambas com motor 1.0 16V Hi-Flex, e Expression com câmbio manual de cinco velocidades, motor 1.6 8V Hi-Torque e mesma lista de itens de série da automática (R$ 38.450).
Linha 2012 do Logan traz poucas mudanças, mas todas relacionadas ao Sandero
Por fora, o Logan 2012 mudou muito pouco. Na traseira, a identificação do modelo foi repassada para o centro do porta-malas, seguindo, de acordo com a Renault, a nova identidade visual da marca já adotada nos modelos Grand Tour, Symbol, Novo Sandero e Fluence. O leque de cores também ganhou a opção Bege Poivre, totalizando oito tonalidades.
Internamente, o painel herdou o design e os materiais adotados no novo Sandero. Destaque para o novo rádio com CD player (MP3, WMA e WMV) com duas entradas auxiliares, os comandos redesenhados do ar-condicionado e os detalhes em aço inox nas saídas de ar e dos puxadores das portas.
Um carro essencialmente Urbano. Talvez esta seja a principal virtude do novo twingo que a Renault deve mostrar ao vivo em breve.
A marcou revelou esta semana as primeiras imagens do Twingo 2012 e promete ser um dos destaques do stand em setembro no Salão do Automóvel de Frankfurt2011, na Alemanha. O compacto teve a dianteira renovada de acordo com a nova identidade visual da marca e começa a ser vendido na Europa logo depois do evento. Bem diferente daqui já que modelos apresentados em outubro de 2010 no salão do automóvel de 2010 ocorrido no Brasil, ainda nem sequer despontaram no mercado.
Informação Importante
Essa deve ser a última atualização do carrinho, que será substituído em 2014 por um modelo construído sobre a mesma plataforma em que será montado o Smart de quatro lugares. Os novos carros são o primeiro projeto da parceria entre Renault e Daimler, que prevê o desenvolvimento conjunto de tecnologias e o compartilhamento de compras e produção em alguns mercados.
Na nossa humilde opinião o carro poderia ser usado no mercado nacional em 2012 para ocupar uma posição intermediária entre os hatches da marca renault e poderia se posicionar como um carro de combate aos chineses por exemplo.
O fato é que ninguém da marca ousa dizer se ele realmente virá pro Brasil, talvez em 2014 quando for aposentado.
História do Renault Twingo
O Twingo está no mercado a mais de 18 anos do mercado o Twingo, mas talvez somente agora tenha recebido mudanças dignas da época de tanta modernidade que vivemos hoje.
As imagens já surpreendem, pois a mudança no visual deixou o carro mais bonito e agradável, ganhando contornos mais harmônicos. Com certeza, vai ganhar ainda mais admiradores.
O modelo que será lançado propõe uma nova linguagem de design da gigante francesa, inaugurada pelo Captur Concept e Frendzy. O compacto ganhou uma frente totalmente redesenhada, com direito a novos faróis, grade, para-choque e capô. Na traseira, as lanternas agora são duplas.
E tudo, com razão, porque ocorreram sim essas mudanças, e deixaram o visual do carro mais alinhado com o design inovador de outras marcas.
Além do visual houve mudanças também em sua motorização. Terá motores que vão de 75 cv a 133 cv, incluindo a versão esportiva RS.
Haverá apenas duas opções diesel, com 75 cv e 85 cv.
A Renault mostrou esta semana mais alguns detalhes do carro-conceito elétrico Fredzy, que estará este ano no Salão do Automóvel de Frankfurt 2011. O modelo foi criado para atender às necessidades de quem tem família, mas também precisa de um escritório móvel. Esse protótipo utiliza o mesmo propulsor elétrico que já equipa o Kangoo Z.E. (sigla em inglês para emissão zero).
Do lado do passageiro há uma porta convencional e outra deslizante com uma grande tela de 37 polegadas integrada, que serve como monitor. Do lado esquerdo, em vez de outra porta corrediça há um acesso com abertura invertida. “Desenvolver uma carroceria assimétrica era o meio mais lógico de expressar a dupla utilização do veículo”, explica Deyan Denkov, designer de exteriores.
O Frendzy também é adaptado às necessidades profissionais, com uma grande tela do lado de fora que pode divulgar mensagens e propagandas. No fim de semana o Frendy pode servir à família com um grande banco traseiro. As crianças podem assistir a um filme ou jogar com o tablet tátil, que desliza para fora do encosto do motorista, coisas de carro futurista. Elas também podem desenhar em uma espécie de lousa integrada à porta deslizante.
Outra mudança interessante ocorre nos retrovisores. No modo trabalho eles ficam na vertical e na função lazer mudam-se para a horizontal. A cor da iluminação interna também passa do verde para o laranja nessa condição. Ímãs permitem fixar a carga no piso e sistemas de organização modular facilitam a vida do profissional. O banco traseiro inteiriço é integrado ao assoalho e o do passageiro desliza para frente a fim de liberar espaço.
A tomada para carregamento de eletricidade fica sob o logotipo dianteiro. A ausência de ruídos do propulsor elétrico fez a Renault dotar o carro com um som diferenciado, que melhora sua percepção pelos pedestres.
A boa posição de dirigir, associada ao uso do tablet BlackBerry PlayBook, favorece o uso do Frendzy. Recentemente lançado, o tablet é conectado ao painel de bordo e reforça o caráter de escritório do modelo. A Renault equipou o protótipo com sensores nas soleiras das portas que permitem detectar pacotes munidos de chips. Esses pequenos dispositivos eletrônicos informarão ao carro o destinatário da carga, peso, volume e outros dados.
O carro é lindo e quem sabe um dia venha parar por aqui. Com belas fotos do portal Carplace exibidas na semana passada, aproveite.
Esta versão atrai os olhos ao longe. Estamos falando do Mégane III RS, a versão esportiva na carroceria de duas portas com visual agressivo e motor apimentado.
O coração do Mégane III RS é um propulsor 2.0 litros Turbo que entrega 250 cavalos de potência. Como manda o figurino, a transmissão é manual de seis velocidades e os freios esportivos são fornecidos pela Brembo.
Visualmente, o Mégane III RS se difere por peças com pintura na cor preta brilhante, pelas grandes rodas esportivas, pelo teto também na cor preta, pelo para-choque de desenho mais agressivo na dianteira, pelos spoilers laterais e pela grande saída de escape na parte central do para-choque traseiro. As lanternas também possuem desenho diferenciado.
Na parte interna, o volante tem costura em amarelo, assim como o quadro de instrumentos que recebe acabamento na mesma cor para o conta-giros. O caráter esportivo também é realçado pelos bancos do tipo concha da Recaro e pelos pedais com acabamento em alumínio.
Além dos freios ABS com AFU para conter as rodas esportivas de 19 polegadas, o Mégane III RS também possui ESP que pode ser nos modos normal e esporte e também oferece a opção de ser desligado.
Acompanhe também um vídeo do carro na pista de Magny Cours em abril deste ano
A fábrica da co irmã Renault no Brasil já produziu mais de 1.000.000 de veículos, será que a Nissan chega lá?
A Nissan pretende mesmo abrir uma nova fábrica e o Brasil está escalado para as ações.
O CEO da Nissan, Carlos Ghosn, anunciou nesta última segunda-feira, que os planos de construção de uma nova fábrica no Brasil poderia incrementar o volume em 200 mil veículos por ano. A planta será responsável pela montagem de modelos da plataforma V, a mesma do compacto March, que chega ao País importado do México e depois será nacionalizado.
Ghosn, no entanto, não esclareceu como ficará a produção brasileira da Renault, outra empresa da aliança que atualmente divide a fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, com a marca japonesa. O executivo também não divulgou o investimento e a localização da unidade.
A construção da fábrica é parte do plano de crescimento global da Nissan para o médio prazo. Em seis anos a montadora quer alcançar lucro e participação nas vendas globais de 8%, com mais de 7 milhões de veículos em um total de 90 milhões de unidades anuais. Em 2010 a companhia alcançou lucro de 6,1% e abocanhou 5,8% do mercado.
O foco da montadora está nos emergentes Brasil, Rússia, Índia e China e no desenvolvimento de tecnologias para carros compactos de baixo custo e elétricos. Com essa estratégia, Ghosn espera impulsionar a aliança Renault-Nissan para o topo das vendas globais, junto com Toyota, General Motors e Volkswagen.
De qualquer forma é uma ótima notícia para o Brasil que anda precisando mesmo reduzir suas importações.
A pergunta que fica é a seguinte: Até quando o dólar baixo aguenta?
Miniatura em escala 1:43 dada aos funcionários em 2006 comemorando os 10 anos do primeiro modelo da Renault produzido no país uma Scenic
A uma semana a montadora Renault entrou em comemoração.
A montadora atingiu a marca histórica de 1 milhão de carros emplacados no Brasil. A empresa, que ocupa o quinto lugar em vendas no País, cresceu 36% por aqui em 2010, três vezes mais que a média do mercado. Até o fim do ano existe até mesmo a possibilidade de o Brasil tornar-se o segundo maior mercado mundial para a marca, passando a Alemanha e ficando atrás apenas da França, berço da marca.
A Renault está entre as primeiras novas montadoras a produzir no Brasil após um longo período em que só quatro grandes fabricantes (Fiat, Ford, GM e Volkswagen) faziam carros aqui. Sua fábrica fica em São José dos Pinhais, Paraná.
A marca de produção já tinha sido atingida a cerca de alguns meses atrás, porém desta vez é o volume de emplacamentos que evidencia o recorde.
Veja parte da história recente da Renault no Brasil:
1998 – Inauguração do Complexo Ayrton Senna (fábrica) em São José dos Pinhais (PR);
1999 – Chegada da minivan Scénic e do Clio hatch;
2002 – Lançamento dos utilitários Master;
2004 – Chegada do Clio 1.6 16V Hi-Flex, primeiro Renault flexível;
2007 – Logan e o Sandero são lançados;
2011 – Comemoração de 1 milhão de carros emplacados no Brasil.
Renault Duster visto circulando por estrada na região de Joaquim Egídio próximo a Campinas
A Renaultdeve lançar o novo modelo Duster ainda em 2011, mais precisamente no segundo semestre, mas ainda sem data definida pela montadora. O interessante foi que um morador da região de Campinas -SP, Sr. Osvaldo Furiatto Jr. flagrou o modelo circulando por uma estrada de ligação entre a cidade de Campinas e o distrito de Joaquim Egídio.
A região tem a concentração de um dos maiores volumes de venda por habitante no país e conta também com concessionárias renault líderes em venda.
A proposta da marca ao lançar no Brasil , Renault Duster, será de concorrer no mercado de SUV compacto com o Ford EcoSport e como demonstra a foto acima já estaria realmente para ser lançado. De acordo com a pessoa que clicou o flagrante, uma grande equipe de filmagem acompanhava o veículo, que desapareceu logo após notarem que o carro havia sido fotografado. Isso inclusive poderia indicar que os preparativos marketeiros também já estariam sendo efetivados.
O Duster foi criado pela Dacia, montadora romena do grupo Renault/Nissan, com base na plataforma do sedã Logan. A versão de entrada brasileira terá motor 1.6 16V de 105 cv de potência, o mesmo utilizado pelo Sandero.
Na Romênia, local de origem do Duster a primeira aparição do modelo ocorreu em 2010.
Alguns detalhes do Duster
O velocimento e conta-giros terão provavelmente aro em tom de alumínio e grafismo simples. Ao centro, o display digital que mostra o combustível e temperatura do motor e o quadro de instrumentos será exatamente o mesmo do Sandero.
No console central, mais Sandero. O desenho, as saídas de ar circulares e os botões dos vidros elétricos dianteiros e de travamento da porta também são os mesmos do hatch criado no Brasil.
Raízes de um projeto de baixo custo: botões dos vidros elétricos na parte traseira do console central (atrás do freio de mão). O detalhe é que a próxima reestilização do Sandero levará estes botões para as portas.
Laterais e puxadores também são os mesmos do hatch brasileiro.
Na prática, o aproveitamento de muitos itens do Sandero mostram que a Renault/Dacia seguiu a mesma receita da Ford, a qual compartilha diversos componentes entre os modelos Fiesta e Ecosport.
Surpresa. O que era apenas um modelo protótipo e talvez com poucas chances de ser vendido para o público final se tornou uma realidade bem próxima. A Renault revelou os preços da gama Twizy e já abriu as reservas do modelo pelo seu site na internet. Na Europa, o elétrico custará a partir de 6.990 euros (R$ 16.067), com a versão Twizy 45. Ela é equipada com motor de 5 cavalos de potência, o que permite em alguns países conduzi-lo sem habilitação. Já a versão mais potente, de 17 cavalos, está disponível em dois acabamentos, “Urban” e “Technic” e custará, respectivamente, 7.690 euros (17.676) e 8.490 euros (19.515)
A nova linha, que é na verdade uma nova proposta de mobilidade urbana, chega às lojas na Europa no fim deste ano. O Twizy é fabricado na planta de Valladolid, na Espanha, e será apresentado no Salão de Barcelona 2011, nesta semana.
Como vantagem em relação a uma scooter ou moto de baixa cilindrada, a fabricante atribui a segurança, já que o modelo é equipado com diversos dispositivos ativos e passivos, como carroceria deformável, barras laterias de reforço e airbags. O mini carro vem ainda com sensores de estacionamento, conexão Bluetooth, entrada USB e para os aparelhos da Apple. Além disso, o Twizy pode ter o acabamento personalizado.
De protótipo a alternativa urbana real e viável
A Renault apresentou no Salão de Frankfurt de 2009 o Twizy Zero Emision, ainda como protótipo. O carro tem 2,33 metros de comprimento, 1,91 m de largura e 1,46 m de altura. Ele foi projetado para levar apenas duas pessoas (uma na frente e outra atrás).
O motor elétrico é abastecido por uma bateria de íon-lítio, com autonomia para o carro rodar 100 quilômetros, graças ao seu leve peso, de 450 kg (só a bateria pesa 100 kg). A versão Twizy 45 chega a 45 km/h, enquanto a “Urban” e a “Technic” chegam a 80 km/h. A bateria pode ser recarregada em três horas e meia em uma tomada comum.
Para reduzir o preço, a Renault lançou um programa de aluguel da bateria, que varia de 45 euros (R$ 103) a 49 euros (R$ 112) por mês.
Ficou curioso sobre como o Carrinho ecológico Twizy ZE se comporta andando, veja abaixo no vídeo:
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A Renault mostrou hoje terça-feira (10), em Florianópolis (SC), a nova versão do modelo Sandero 2012. Lançado no Brasil em 2007, essa é a primeira atualização pela qual o hatch passou sem seus quatro anos de vida. Infelzimente, apesar das novidades internas e externas, as versões e os motores continuam os mesmos, uma pena já que seus irmãos europeus vivem uma situação um pouco diferente. Mas a parte boa da coisa é que podemos considerá-lo uma espécie de frente do Fluence, talvez numa versão mais básica é claro.
Apesar dos 4 anos, hoje ele ocupa posição de destaque da marca, já que é o carro mais vendido da marca.
A opção de entrada Authentique (1.0 16V) chegará às concessionárias com preço sugerido de R$ 28,7 mil, enquanto a Expression 1.0 16V sairá por R$ 31,3 mil e a 1.6 8 V, de R$ 33,6 mil. A versão Privilège (1.6 8V) custará R$ 40,4 mil e a configuração ‘aventureira’ Stepway (1.6 16V) terá preço de R$ 42,6 mil.
De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacadas 6.670 unidades do hatch médio no mês passado, número que lhe garantiu a 10ª colocação no ranking dos mais vendidos, levando em conta automóveis e utilitários leves.
A Renault é a quinta montadora do mercado brasileiro, mas seguida de perto por Kia e Hyundai.
Imagem que circulou na internet em 2010 é idêntica ao resultado final em 2011
Veja abaixo no vídeo, mais imagens do Novo Sandero 2012
Imagem da página principal do Hot site usado na promoção #queseexploda
O que você leu é a pura verdade. As empresas estão cada dia mais ávidas por divulgar seus produtos. A Renault por conta disso decidiu literalmente detonar um carro da concorrência para destacar o sedã médio Fluence. A montadora criou uma promoção no twitter em que oferece aos participantes o direito de explodir um carro. Será que foi idéia do Bianco?? Diferentemente da parceira Nissan, a montadora francesa decidiu não pisar diretamente no calo da concorrência e, no lugar de um Toyota Corolla ou de um Honda Civic, vai destruir um modelo do coreano Daewoo Espero, que inclusive nem tem mais vendas de novos por aqui.
Batizada de #queseexploda, a campanha foi criada pela agência ID/TBWA e sugere que depois de andar no lançamento da Renault o consumidor vai querer explodir o próprio automóvel. O mais incrível é o tempo de resposta, ja eu ela começou segunda dia 25 e termina daqui a pouco. Para participar da ação é necessário fazer cadastro no hot site da marca ((http://campanhas.renault.com.br/fluence/#/explosao/) da promoção e postar no Twitter uma frase que aponte um motivo para detonar o carro. A montadora vai convidar o autor da resposta mais criativa para explodir o veículo coreano no dia 28 de abril, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Um item bacana da campanha é que cada twitt dá direito a ser exibido ao vivo também na porta do carro ( um pouco embaçado) , mas vale a pena.
A ação será transmitida ao vivo em redes sociais, no hotsite da ação e em banners em portais de notícias. A Renault garante que vai compensar o CO2 emitido na explosão.
Com o lançamento do Fluence no Brasil a Renault Argentina também está lançando um novo modelo, porém posicionado acima do Fluence. O novo Renault Latitude está aportando na Argentina. Fruto da união Renault / Nissan e importado da Coreia, o sedan se junta às outras ofertas da marca no segmento como é o caso do Fluence e do Megane III.
No que diz respeito às dimensões, o modelo se posiciona entre os maiores da empresa francesa por conta dos seus 4,89m de comprimento, 1,83m de largura e 1,49m de altura.
O grupo de faróis bi-direcionais, as lanternas traseiras com luzes de LED e a grade dianteira cromada dão dinamismo ao modelo que ainda conta com sistema de freios ABS, EBD, controle de estabilidade, air bags, sensores de duplo impacto lateral, limitador de velocidade, sensor de pressão para os pneus e luzes bi-xenônio para iluminação em curvas.
Em termos de acessórios e tecnologia, o ionizador de ar, o banco do motorista com quatro funções de massagem, o sistema de áudio Bose, o piloto automático e o porta-luvas cooler, dentre outros mimos, colocam o Latitude entre os melhores carros do segmento.
Para os argentinos duas versões serão disponibilizadas: Dynamique e Privilège.
A primeira conta com equipamentos padrão como, por exemplo, seis air bags, ESP, controle de temperatura automático, estofado em couro, teto solar, sensor de chuva, MP3, USB, Bluetooth, motorização 2.0 de 143 cv, e transmissão manual de seis velocidades. Seu valor é estimado em 36.500 dólares.
Por sua vez, a versão top Privilège acrescenta aos equipamentos da Dynamique faróis bi-xenônio, GPS, rodas aro 17, freio de estacionamento elétrico, sensor de estacionamento dianteiro e assentos elétricos com memória. O motor é o 3.5 V6 de 240 cv, com câmbio automático de seis relações. A versão custa 10 mil dólares a mais que a anterior (46.500 dólares).
Por enquanto não há qualquer previsão de chegada do modelo ao Brasil. Será que daria certo? Se não tivesse a mesma carga de impostos com certeza…
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